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CENTRAL DE BOATOS GARANTE QUE PROMOTOR ANDRÉ ESTARIA SENDO REMOVIDO PARA SÃO PAULO

Durante esta semana correram boatos insistentes sobre uma provável remoção do combativo promotor público da 3a. Vara, doutor André Luiz de Souza. Os boatos vieram de diferentes fontes e já dão como certa a transferência do promotor, para São Paulo. Este aprendiz de blogueiro bem que tentou um contato com o doutor André, para esclarecer o assunto, mas não conseguiu. A informação era de que ele estava fazendo um trabalho em São Paulo, o que me leva a pensar que os boatos podem ter algum fundamento.

Por outro lado, fiquei sabendo, por fonte fidedigna, que os boatos sobre a remoção do doutor André já chegaram ao prédio da Prefeitura, na Rua Cinco. E as reações de algumas pessoas próximas ao prefeito Parini – incluindo a primeira-ministra, Marli Mastelari – teriam sido de grande euforia, segundo a mesma fonte. Houve até quem sugerisse uma esticada à Lanchonete da Lena, lá no Portal de Entrada, para comemorar a novidade.

MINISTÉRIO CORTA VERBA À SAÚDE DE JALES

Deu no Diário da Região, edição de ontem:

(por Elen Valereto)

O Ministério da Saúde suspendeu o repasse de R$ 13,4 mil mensal à Secretaria de Saúde de Jales, após encontrar irregularidades no cadastro de profissionais da Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários. A chefe de gabinete da Saúde de Jales, Patrícia Albarelo Ribeiro Oliveira, diz que a pasta já entrou em contato com o Ministério.

“Um médico tirou férias da unidade e foi para a Bahia. Chegando lá, começou a trabalhar na Saúde da Família, o que gerou a duplicidade no cadastro”, diz. “Vamos resolver o problema e a verba será novamente repassada para o município.”

DOIS MESES NO AR

Amigos, hoje, 04 de março, o blog completou dois meses no ar e, com este, chega a 387 posts, um número razoável para tão pouco tempo. Graças à colaboração de todos vocês, a cada dia aumenta o número de visitantes. Tenho tentado fazer um trabalho sério, que, de alguma forma, seja prazeroso e, ao mesmo tempo, útil para quem visita este blog. 

Alguns amigos, de vez em quando, sugerem o bloqueio de comentários anônimos. Sou partidário da livre expressão e, por isso, até agora só excluí dois comentários. Um deles por divulgar pesquisa não registrada, o que é vedado pela lei eleitoral. O outro, por conter ofensa pessoal ao prefeito Humberto Parini.

Não sou contra comentários anônimos, pois sei que, numa cidade pequena como a nossa, as pessoas se sentem receosas em expor suas idéias e opiniões. Penso, no entanto, que o anonimato deve ser utilizado com responsabilidade. Utilizar-se de pseudônimos para fazer acusações levianas não é uma atitude recomendável. 

Por isso, sugiro que o espaço para comentários seja utilizado para debater idéias, para defender esta ou aquela posição,  para fazer críticas consequentes -inclusive ao blogueiro, já que não sou dono da verdade – e assim por diante. Enfim, acho que mesmo anonimamente é possível contribuir, como muitos já o fazem, para que o blog fique mais plural e mais informativo.

ROBERTO CARLOS “OUTRA VEZ”

O professor José Antonio de Carvalho me mandou um email, hoje, com várias canções do Roberto Carlos, que comemorou 50 anos de carreira em 2009. E o Zé fez um breve comentário sobre a música “Outra Vez“,  um dos poucos clássicos do repertório do Roberto Carlos, que não foi composto por ele e pelo Erasmo. E o comentário do Zé me fez correr ao livro “A Canção no Tempo“, do Zuza Homem de Melo e do Jairo Severiano, para reler a história dessa canção, uma das mais românticas da MPB. É uma história interessante.

Em 1976, o Roberto incluiu duas músicas dos irmãos Isolda e Milton Carlos no seu disco daquele ano: “Pelo Avesso” e “Um Jeito Estúpido de Te Amar“. Infelizmente, na noite em que os irmãos comemoravam esse fato, aconteceu na Via Anhanguera o desastre de automóvel que matou Milton Carlos. Arrasada com o desaparecimento do irmão, Isolda sentiu-se comprometida, mesmo sem ele, a continuar enviando composições para Roberto.

Um dia, em 1977, estando com amigos num barzinho na avenida Europa, em São Paulo, surgiu de uma conversa sobre ex-namorados a idéia para a melodia e boa parte da letra de “Outra Vez“, que a compositora anotou num guardanapo: “Você foi o maior dos meus casos / de todos os abraços / o que eu nunca esqueci / você foi dos amores que eu tive / o mais complicado / e o mais simples prá mim…”.

Naquela noite, ao chegar em casa, Isolda completaria, ao violão, a romântica canção “Outra Vez“. Como não tinha refrão e a letra era muito extensa, ela julgou a música inadequada ao estilo de Roberto, ficando realmente surpreendida ao saber que o cantor a incluíra no disco de 1977. Precedida pelos sucessos de “Amigo” e “Falando Sério“, faixas do mesmo disco, “Outra Vez” só despontaria nas paradas a partir de abril de 1978. Abaixo, uma das dezenas de interpretações do Rei para essa música:

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SEGUNDO ENCONTRO DE MULHERES

Ontem, quinta-feira, aconteceu o 2o Encontro de Mulheres, promovido pela Associação das Voluntárias Contra o Câncer – AVCC de Jales. O 2o Encontro, que tinha o objetivo de arrecadar recursos para a manutenção da AVCC, foi no Villa Dourados, na Rua das Palmeiras. Não tenho idéia de quantas mulheres deram o ar da graça por lá, mas a casa, segundo informações, ficou lotada. A presidenta da AVCC, Cidinha Iglesias, e a vice, Ana Maria Saura Rodrigues, ficaram felizes com o resultado. A professora Vanny Colombo Faça também estava feliz da vida. Até a minha nora, a Ticiane, entrou na roda. Ao lado e abaixo, algumas fotos:  

PASCHOALINO S. AZORDS

Paschoalino S. Azords é o pseudônimo de um amigo jalesense, que viveu sua infância e adolescência por aqui, e, atualmente, mora em outra cidade e escreve para o jornal semanal Debate, de Santa Cruz do Rio Pardo. Muitas das crônicas do Paschoalino lembram sua infância em Jales. A dessa semana, “Esquinas Perdidas”, começa falando de Santa Cruz do Rio Pardo e Ourinhos, mas, a partir do terceiro parágrafo, é sobre Jales que ele escreve. Leiam a crônica do Paschoalino, clicando no aí no Leia mais

VÍDEO: RAY CHARLES E BARBRA STREISAND INTERPRETANDO “CRYING TIME”

A qualidade do vídeo não é das melhores, mas vale a pena ver e ouvir. Ray Charles e Barbra Streisand são dois ícones da música americana e mundial. A história de Ray Charles, que nasceu em 1930, ficou cego aos 07 anos e morreu em 2004, já virou filme e não é necessário, portanto, ficar repetindo. Barbra Streisand é a cantora que mais vendeu discos e CDs nos Estados Unidos. O seu disco mais vendido foi Guilty, de 1980, produzido por Barry Gibb, um dos irmãos do conjunto Bee Gees. Cantora, compositora, atriz, diretora e produtora cinematográfica, Barbra é uma das pouquíssimas estrelas a conquistar prêmios em diversas áreas da arte – Oscar (cinema), Grammy (música), Tony (teatro) e Emmy (televisão). Para se ter uma idéia da idolatria dos americanos por Barbra, os ingressos para os shows dela se esgotam, normalmente, com dois anos de antecedência. Vamos ao vídeo feito em novembro de 1973, em que Ray Charles e Barbra Streisand cantam “Crying Time“:

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HOMICÍDIO EM FERNANDÓPOLIS, AGORA À TARDE

Carioca, do jornal A Tribuna, acaba de me mandar a notícia sobre mais um assassinato em Fernandópolis. Leiam abaixo:

Fernandópolis registrou mais um homicídio, na tarde de sexta-feira. A vítima foi o empresário Flávio Batista Ferreira, conhecido como Flavinho da Seg Alarm. O crime aconteceu na avenida Ângelo Miotto, próximo à Prefeitura, por volta de 16h30. Testemunhas disseram que o assassino é um homem que estava de moto e já tinha passado várias vezes pelo local, indicando que o crime foi premeditado. Flavinho foi atingido por um único disparo no pescoço, foi socorrido, mas morreu em seguida.

BRUNA FURLAN, A NOVA MUSA DO CONGRESSO

A bela deputada paulista ocupa o mesmo gabinete que foi de Rita Camata, e buscará seguir o exemplo dela para provar que não é só um rosto bonito.

(por Fábio Góis, do Congresso em Foco)

É quase unanimidade: Bruna Furlan (PSDB) é uma bela parlamentar. A paulista de 27 anos, terceira deputada federal mais votada de São Paulo (décima em todo o país, com 270.611 votos), acomoda sua beleza no mesmo recinto em que outra deputada-musa o fazia em Brasília, em legislaturas anteriores: o gabinete 836 da Câmara dos Deputados, usado em cinco mandatos por Rita Camata, que não conseguiu se eleger senadora pelo PSDB do Espírito Santo.

Mas Bruna diz que o rótulo de beldade também atribuído à “musa da Constituinte”, como Rita era costumeiramente chamada, não tem a menor importância. “Quero ser conhecida pelo meu trabalho. O que é bonito para um não é para outro, então eu procuro não me apegar à questão da vaidade”, sentenciou a tucana, formada em Direito e diretora da Associação dos Amigos de Crianças com Deficiências Físicas e Mentais (AACD). O amparo às pessoas com necessidades especiais será o eixo da atuação parlamentar de Bruna.

Há ainda outro detalhe curioso: há dez anos, o gabinete havia sido ocupado pelo pai de Bruna, Rubens Furlan, hoje prefeito de Barueri (SP). “Fizemos um requerimento, não houve objeção e a gente conseguiu [ocupar o gabinete]. O que me deixa muito feliz, porque eu trilhei os caminhos por onde meu pai passou, e isso me dá muita honra”, declarou Bruna, que demonstra a fidelidade à tradição política da família em vídeo postado no Youtube, à época da campanha eleitoral. “Eu costumo dizer que respiro política porque meu pai exala política.”

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