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EM MIRASSOL, ASSALTANTE TRAPALHÃO ESQUECE CELULAR NO LOCAL DO CRIME

A notícia é do Diário da Região:

Um ladrão deixou uma pista valiosa para polícia identificá-lo. Depois de roubar uma igreja evangélica, o rapaz, de 21 anos, deixou o celular em cima do muro que usou para fugir com os objetos. O caso aconteceu no início da manhã deste sábado, dia 17, em Mirassol.

Segundo o delegado Marcelo Rogério Barozzi, por volta das 6h30, o pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular do bairro Santa Rita chegou no templo e viu que havia alguns objetos eletrônicos deixados em cima do muro. Ele acionou a Polícia Militar que, foi até o local e achou também o celular de G.O.

Fotos do suspeito fizeram com que os policiais fossem até a casa dele. “Ele não tinha passagens pela polícia, mas já era conhecido em abordagens feitas anteriormente”, diz Barozzi. No imóvel estava o irmão gêmeo, cujas iniciais também são G.O., e os objetos furtados. 

O rapaz foi levado para a delegacia e os policiais saíram em busca do suspeito do furto, que foi encontrado minutos depois.

Na Central de Flagrantes de Mirassol, o delegado deu voz de prisão em flagrante aos irmãos. Um foi enquadrado por furto em flagrante e o outro por receptação. Eles serão encaminhados na segunda-feira para cadeia da região.

FILHO DE JALESENSE TOCA COM GILBERTO GIL

O jalesense Luiz Carlos Seixas – morando novamente em Ourinhos, depois de breve auto-exílio no Rio de Janeiro – está em Jales para rever os amigos e trazer notícias. Ganhador de festivais de música nos anos 70, ele – depois de se dedicar apenas ao trabalho durante muitos anos – voltou a compor e está preparando um CD para breve, mas, sobre isso falarei em outro post.

Este post é para registrar que o filho do Seixas, o Glauber – sobre quem eu já falei aqui e aqui – continua sendo motivo de orgulho para o pai. Com apenas 31 anos, Glauber já é considerado um dos nossos grandes violonistas. Ele – que já acompanhou grandes damas da música, como Bethânia e Elza Soares – tocou violão, no sábado passado, em show com Gilberto Gil e outros.

Seixas, o pai orgulhoso, repercutiu postagem de Glauber em sua página no Facebook

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QUEM É O CHEFE DA ORCRIM?

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Do jornalista Kiko Nogueira, no DCM:

Joesley Batista está terminando de enterrar a narrativa segundo a qual Lula comandava a chamada ORCRIM, (organização criminosa), “o maior esquema de corrupção desde as pirâmides do Egito” e por aí vai.

Essa versão alimentou gerações de indigentes mentais que alimentavam outros indigentes mentais num ciclo que parecia infinito — e agora eles estão perdidos como alcoólatras sem o uisquinho da manhã.

Marcello Reis, o zumbi dos Revoltados Online, está batendo pino nas redes sociais. “Então, quem é Lula? Joesley diz que Temer é o chefe da quadrilha. Quem acredita em Joesley?”

Marcello, um picareta fanático — e vice versa — se sente enganado. Joesley só estaria dizendo a verdade se apontasse o dedo para Lula.

O dono da JBS falou o seguinte à Época:

“O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles”.

O time de Moro perdeu o controle sobre a história que queria contar. Isso começou em maio de 2016, com o vazamento das conversas de Sergio Machado.

Logo que os áudios vieram a público de suas conversas, sendo a mais famosa a de Jucá narrando o “grande acordo nacional com o Supremo, com tudo”, o primeiro a se manifestar foi o delegado Igor Romário de Paula.

“O que nos preocupa somente é que isso (o grampo) venha a público dessa forma, sem que uma apuração efetiva tenha sido feita antes”, afirmou ele.

Igor estava dizendo que há vazamentos bons e ruins. Os primeiros são os que são feitos pela força tarefa de Curitiba e que desembocam sempre no “Barba”.

O que resta, agora, é o pessoal pegar uma carona em Janot. Na semana passada, Deltan Dallgnol pediu a prisão de Aécio Neves.

Deltan teve a oportunidade de investigar o esquema de Aécio quando o doleiro Alberto Yousseff, há três anos, contou que a irmã do senador recolhia propina na empresa Bauruense, por contratos em Furnas.

Não o fez porque, assim como Augusto Nunes, Sergio Moro, Marcello Reis, Diogo Mainardi e tantos outros, depende de Lula para viver. Lula garante o leitinho das crianças.

Joesley jogou água no chope e deu um curto circuito no powerpoint e no cérebro da extrema direita.

JOESLEY: “TEMER É O CHEFE DA QUADRILHA MAIS PERIGOSA DO BRASIL”

revista épocaDepois de apoiarem o golpe que defenestrou dona Dilma do Palácio do Planalto, parece que os irmãos Marinho estão mesmo dispostos a desalojar o “mordomo de filme de terror” de seu assento presidencial.

Em entrevista exclusiva à revista Época – do grupo Globo – o empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, que controla a JBS, afirmou que o Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso.

Segundo Joesley, “o Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”.

Na entrevista, Joesley falou sobre sua relação com Temer, sempre baseada na troca de favores. “Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.”

Ele menciona o caso em que Temer o pediu para ajudar a financiar a guerrilha na internet, para ajudar a golpear a presidente Dilma Rousseff, a quem devia lealdade institucional, e financiar o golpe de 2016. “Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes”, afirma.

“Temer é o chefe de Cunha”

O empresário afirma ainda que Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara que aceitou o impeachment fraudulento e hoje está condenado a mais de 15 anos de prisão, é subordinado a Temer. “A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel”, afirma.

“Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo.”

MINISTÉRIO PÚBLICO ARQUIVA INQUÉRITO QUE INVESTIGOU NICE MISTILIDES POR SUPOSTOS DESVIOS NA MERENDA ESCOLAR

DSC02651-pq-1A ex-prefeita Nice Mistilides teve uma boa notícia nesta semana. Segundo publicação do Diário Oficial, o inquérito aberto pelo Ministério Público em abril de 2016 para investigar supostos malfeitos na merenda escolar durante sua administração foi devidamente arquivado. Isso significa que o MP não encontrou irregularidades que justificassem o ajuizamento de uma ação civil pública contra a ex-prefeita.

Além de Nice, eram alvos do inquérito o seu ex-assessor Adriano Lisboa Domenecis e três empresas que já forneceram alimentação escolar aos alunos de Jales: Starbene Ltda, Básica e Della Fattoria.

O inquérito foi instaurado com base em relatório de uma CEI aberta pela Câmara Municipal para investigar suspeitas de direcionamento da licitação e superfaturamento das merendas. A CEI – que teve o vereador Rosalino(PT) como relator e os seus colegas Gilbertão(DEM) e Júnior Rodrigues(PSB) como membros – apontou prejuízos de R$ 770 mil aos cofres públicos, em virtude dos supostos direcionamento/superfaturamento.

Tudo indica, no entanto, que o MP não constatou os supostos prejuízos apontados pela CEI. 

ARRECADAÇÃO DA PREFEITURA COM TRIBUTOS MUNICIPAIS CRESCEU 14% EM CINCO MESES

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A notícia é do jornal A Tribuna:

Levantamento feito junto ao Portal da Transparência Municipal mostra que a Prefeitura de Jales já arrecadou pouco mais de R$ 13,1 milhões com a cobrança de tributos nos primeiros cinco meses de 2017. Esse total representa um crescimento superior a 14% em relação aos R$ 11,5 milhões arrecadados em igual período de 2016. Além dos impostos municipais – IPTU, ITBI e ISS – os R$ 13,1 milhões incluem também a arrecadação com taxas diversas e a Contribuição para Custeio da Iluminação Pública – CIP.

O prefeito Flávio Prandi (DEM) atribui o crescimento – em parte – à confiança dos contribuintes na administração. “Em algumas cidades da região a crise econômica impactou negativamente a arrecadação, como é o caso de Rio Preto, por exemplo, onde o valor arrecadado com os tributos municipais está abaixo do esperado. Aqui em Jales, ao contrário, a arrecadação cresceu acima dos índices inflacionários e eu credito isso à confiança que a população está depositando na administração”, disse o prefeito.

A arrecadação com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) foi a que apresentou maior crescimento. Em 2016, até o dia 31 de maio, a Prefeitura tinha arrecadado R$ 5,9 milhões com o IPTU, enquanto em 2017, até o final de maio, a arrecadação já chegou a R$ 7 milhões, um crescimento de 18,7%. De seu lado, o Imposto Sobre Serviços (ISS), segunda maior fonte de arrecadação entre os tributos municipais, cresceu, no mesmo período, pouco mais de 10%, passando de R$ 2,6 milhões para R$ 2,9 milhões. Já o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) passou de R$ 282 mil para R$ 335 mil.

A Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (CIP) é a fonte de arrecadação da Prefeitura que está apresentando crescimento mais modesto. Em cinco meses de 2017, a CIP arrecadou R$ 1,21 milhão, ou cerca de 4% a mais que os R$ 1,16 milhão de 2016. Além dos R$ 13,1 milhões arrecadados com tributos, taxas e contribuições, a Prefeitura de Jales arrecadou mais R$ 2,1 milhões com multas e receitas da dívida ativa.

Refis poderá render até R$ 2,8 milhões à Prefeitura

O secretário municipal de Fazenda, Nivael Renesto, confirmou durante a semana que o programa de parcelamento de dívidas tributárias e não tributárias – também chamado de Refis – da Prefeitura de Jales poderá arrecadar até R$ 2,8 milhões até novembro deste ano. Esse é o valor que foi renegociado pelos contribuintes para pagamento parcelado de seus débitos com os cofres municipais, com anistia da multa.

O prazo final para que os contribuintes pudessem aderir ao programa venceu em 31 de maio. De acordo com Nivael, a Prefeitura recebeu pouco mais de R$ 1 milhão à vista e, se os contribuintes pagarem os parcelamentos acordados, os cofres municipais serão reforçados com mais R$ 1,8 milhão até novembro.

TIJOLAÇO: NO DIA DOS NAMORADOS, TUCANOS DECIDEM TROCAR ALIANÇAS COM O DRÁCULA

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Do jornalista Fernando Brito, editor do blog Tijolaço:

É difícil fugir das metáforas fáceis, tanto que elas saem do campo da imaginação e se desenham, cruas, na realidade.

Pois não é que depois de um ano de festas no castelo, e já com os camponeses aos portões, com seus archotes, os tucanos assumem, definitivamente, a condição de noivas de Drácula, marcado o casamento para o cada vez mais próximo 2018?

De nada adiantaram as uivantes lembranças do destino de Ulysses Guimarães.

A carga genética que os tucanos trouxeram de sua dissidência de há 30 anos atrás os chamou de volta ao tenebroso lar peemedebista do qual fugiram quando Sarney assombrava o palácio.

Verdade que não foram só os amplos aposentos que lhes franquearam no  planalto da Transilvânia. Também lhes calou fundo a ameaça de profanar-se o cadáver político de Aécio Neves e que se lhe vissem parte ou todas as entranhas.

Melhor assim, com ele condenado a seguir como morto-vivo, escondido em sua cripta, coberto apenas pelo pó dos séculos.

Porque, afinal, os nossos mortos-vivos são  sempre muito vivos.

O PSDB traçou o seu destino, que é ser o PMDB do amanhã, carregando a maldição adiante e, de novo, deixando o espaço da direita aberto para um novo e babujante Collor.

2018, se chegarmos lá, fica cada vez mais parecido com 1989.

Com a diferença que, no lugar da Globo e  de suas edições criminosas para nos privar do crucifixo e do alho que nos barrassem a besta, estão a Justiça dos principais da vila, o Dr. Moro e as sentenças  pelas quais o conde e suas noivas tanto anseiam.

JOSIAS: PSDB FEZ UMA OPÇÃO PREFERENCIAL PELO VEXAME

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A análise é do blogueiro Josias de Souza, no UOL:

Em política, uma reunião partidária serve apenas para tirar as fotografias de um consenso combinado previamente. O PSDB decidiu inovar. Transformou um encontro de cúpula num espetáculo de autodesmoralização. Presidente provisório da legenda, Tasso Jereissati desperdiçara o tempo alheio vendendo na semana passada a ilusão de que os tucanos saltariam da frigideira do governo Temer. Encerrada a reunião, descobriu-se que os tucanos, que já estavam fritos, resolveram esticar sua permanência no óleo quente.

”Minha posição foi vencida”, disse Tasso, lamentando a trinca. “A pior coisa para o Brasil e o partido é o PSDB se dividir”, declarou José Serra, tentando disfarçar a rachadura. Defensor do rompimento, o deputado Eduardo Cury (SP) escancarou a fenda ao antecipar que votará a favor da abertura da ação penal contra Temer quando o STF enviar à Câmara a denúncia da Procuradoria contra o presidente: “Eu não sou governo.”

O PSDB acorrentou sua reputação —ou o que resta dela— a um governo em franca erosão moral. Fez isso sob a alegação de que está preocupado com o país e com as reformas econômicas. O patriotismo reformador tornou-se uma espécie de pé-de-cabra ideológico. Abre as portas para todo tipo de aliança e maracutaia praticada em nome da ”governabilidade”.

Os diálogos de Aécio Neves com o delator Joesley Batista ofereceram ao tucanato 2 milhões de motivos para expulsá-lo. A presença de Geraldo Alckmin, de José Serra e do próprio Aécio no escândalo da Odebrecht já intimava a legenda  a adotar providências saneadoras. Ao se fingir de morto, o PSDB repete o erro que cometera com Eduardo ‘Valerioduto’ Azeredo. E estimula na plateia a suspeita de que é a corrupção que aproxima o PSDB do PMDB, não o interesse público.

Num cenário decente, político pilhado em escândalo como a Lava Jato é expurgado do partido ofendido. Quando isso não acontece, é o partido que ofende o eleitorado. Se o partido vincula-se a outra legenda ainda mais apodrecida, o propósito não é o de combater a bandalheira, mas institucionalizá-la.

O PSDB ainda se considera a medida de todas as coisas. Mas as pesquisas presidenciais indicam que o eleitorado já está adotando outros sistemas de medição. O mais irônico é que os tucanos se abraçam a Temer sem levar em conta que o PSDB nasceu de uma dissidência que abandonou o PMDB para não chamar bandoleiro de companheiro. Ao fazer sua opção preferencial pelo vexame, o tucanato reforça dois ensinamentos:

1) Quem sai aos seus não endireita.

2) Em política, nada se cria, nada se copia, tudo se corrompe.

GAROTO JALESENSE É CONVOCADO PARA SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTSAL

A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:

APAFUJ IMG_5605O prefeito Flávio Prandi Franco recebeu em seu gabinete o jalesense Gabriel Oliveira da Silva, de 14 anos, que é jogador da escolinha APAFUJ e se tornou destaque ao ser convocado para jogar na seleção brasileira de Futebol de Salão. A seleção segue no dia 4 de julho para São José dos Campos para disputar o Mundialito de Futebol de Salão que acontece nos dias 5 a 9, na cidade de Jacareí.

Gabriel é o primeiro jalesense a integrar a seleção brasileira. Ele foi preparado pela APAFUJ/GRIFFE TEEN, onde treina desde os quatro anos, preferindo sempre o futsal, jogando de beque, tendo disputado o Campeonato Paulista e outras competições.

A APAFUJ/GRIFFE TEEN, em parceria com a Prefeitura Municipal de Jales, estará dando todo o apoio para essa primeira participação de Gabriel na seleção brasileira em sua categoria.                                                                    

O prefeito Flá, ressaltou que a convocação de Gabriel é muito importante para nossa cidade, principalmente como referência para a juventude, mostrando que o esporte é uma das bases para a formação das pessoas. Ele reconheceu também o trabalho da equipe da APAFUJ, que atende todas essas crianças e jovens, cuidando voluntariamente das atividades desenvolvidas e ajudando a preparar a garotada para a vida.

Para a APAFUJ o fato de Gabriel integrar a seleção brasileira deve motivar outras crianças a integrarem no projeto.

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