Categoria: Administração

JALES X FERNANDÓPOLIS

O Dalua e outros esportistas, como o Garça e o professor Dias, são testemunhas de que, nos tempos em que o Perigo e o Vagnão vestiam a camisa do CAJ, nossas disputas com Fernandópolis eram bem mais equilibradas. Senão vejamos…

O prefeito Luiz Villar(DEM), de Fernandópolis, que entregou 2.400 dentaduras durante o ano de 2010, já iniciou 2011 dando bons motivos para que os seus munícipes continuassem sorrindo à vontade.  No dia 03/01, ele anunciava a assinatura de convênio no valor de R$ 1,1 milhão, para reforma e construção de campos de futebol em bairros da periferia. Desde aquela data até ontem, 17/01, a assessoria de imprensa de Villar já veiculou outras 24 notícias na página oficial da Prefeitura de Fernandópolis, das quais, quatro se referiam a assinaturas de convênios. No total, os cinco convênios anunciados por Villar em 2011, já alcançam R$ 6,4 milhões.

Estou linkando, aqui, a página oficial de Prefeitura de Fernandópolis, prá não dizerem que estou mentindo. Podem conferir! E reparem que na notícia do dia 05/01, além de anunciar um convênio de R$ 2,7 milhões, Villar propagandeia – feito galinha ao botar um ovo – outros cinco convênios que, somados, chegam a R$ 7,5 milhões. Quer dizer, somente neste início de ano, o prefeito de Fernandópolis já assinou convênios no valor total de R$ 13,9 milhões.

Bem, mas e o prefeito de Jales, o que será que ele anunciou neste início de ano? Uma visitinha ao site da Prefeitura de Jales vai nos mostrar que, em 17 dias, a assessoria de Comunicação do prefeito conseguiu produzir apenas duas notícias e um comunicado. E nem sombra de alguma notícia sobre assinatura de convênio.  Culpa da assessoria de Comunicação? Claro que não! É que não existe nada mesmo prá ser noticiado. A assessoria faz o que pode e até inventa alguma coisa, prá não ficar muito feio.

Reparem na notícia “Prefeito vistoria obras de infra-estrutura“. O que vemos?  O prefeito, um pouco desanimado, observando funcionários que capinam uma avenida (foto ao lado). Onde está a vistoria a uma obra de infra-estrutura? Desde quando capinação é obra de infra-estrutura? O prefeito Humberto Parini faria melhor se empreendesse uma vistoria à “obra” que está sendo feita no nosso centro comercial.  Mas, pelo que se comenta, faz muito tempo que o prefeito não dá o ar de sua graça no centro da cidade. Espera-se que ele compareça ao menos na “inauguração”.

SOBRE AS ECONOMIAS DA CÂMARA

Apesar da assessoria do prefeito Parini não ter divulgado, informações obtidas por este aprendiz de blogueiro dão conta de que o ex-presidente da Câmara, Luís Especiato, devolveu cerca de R$ 236 mil à Prefeitura, ao final de 2010. O dinheiro não utilizado pelo Legislativo e devolvido por Especiato ao Executivo, representa 14,75% do valor repassado pela Prefeitura à Câmara (R$ 1,6 milhão), durante o ano de 2010. A devolução do dinheiro não utilizado pela Câmara é uma exigência da Lei e acontece todos os anos.

Em 2008, a então presidenta Aracy de Oliveira Murari Cardoso, a Tatinha, devolveu cerca de R$ 188 mil e, além disso, abriu mão de mais R$ 66 mil, que deveriam ter sido repassados pela Prefeitura à Câmara. Os R$ 254 mil economizados pela Câmara, sob a presidência da vereadora Tatinha, representaram, naquela época, 18,14% do valor reservado ao Legislativo no orçamento de 2008 (R$ 1,4 milhão).

Apesar da economia feita pela Câmara em 2008, e apesar de a presidenta Tatinha não ter exigido o repasse de R$ 66 mil, o prefeito Parini ainda queria mais: ele pediu – quase exigiu – que a vereadora assinasse um documento onde ela abriria mão também do repasse devido pela Prefeitura em dezembro, mas não foi atendido.

MAIS ADERJ

Acabo de receber a edição desta semana do jornal Folha Regional. Uma gentileza do Cuca, certamente, porque minha assinatura venceu há alguns dias e eu ainda não cuidei de renová-la, o que prometo fazer na semana que entra. Sempre que recebo a Folha Regional, corro ao segundo caderno para ver quem é a Garota da Semana. O Douglas Zilio tem demonstrado tremendo bom gosto na escolha das garotas. Até parece que ele aprecia! E o fotógrafo, Marcos Oliveira, a quem não conheço, me parece um excelente profissional. A garota desta semana, prá você que ainda não viu o jornal, se chama Luciana Récio da Silva, muito bonita, por sinal. Mais bonita que a moça da foto, que eu não conheço e só coloquei aí do lado prá ilustrar o post.

Depois de ver a Garota da Semana, eu sempre vou ao caderno das publicações oficiais. O jornal Folha Regional é quem publica os atos oficiais da Prefeitura de Jales e de mais uma porção de prefeituras da região. De modo, que é sempre bom tê-lo guardado.

Nesta edição, estou vendo que a Prefeitura prorrogou mais meia dúzia de Termos de Parceria firmados com a ADERJ. Num post anterior, vocês viram que já havia sido prorrogado o maior deles, aquele que terceiriza a administração e operacionalização dos PSFs. Agora, vejo que foram prorrogados também os termos de parceria referentes ao CEO-Centro de Especialidades Odontológicas (R$ 483 mil); ao NASF-Núcleo de Apoio à Saude da Família (R$ 356 mil); ao PAM-Plano de Ações e Metas da Aids (R$ 36 mil); ao PAIF-Programa de Atenção Integral à Família (R$ 242 mil); ao PROJOVEM (R$ 50 mil) e, finalmente, ao CREAS-Centro de Referência de Especialidades da Assistência Social (R$ 134 mil).  Pelas minhas contas, ainda falta prorrogar os termos de parceria da Dengue e do Lixo Reciclável.

Voltemos à Garota da Semana, que é um assunto muito mais palpitante: o Douglas e o Marcos bem que podiam republicar as fotos da Janete, que trabalha numa farmácia ali da Rua Dez. Ela ficou muito bem naquelas poses sensuais.

DENGUE EM JALES: CASOS SE MULTIPLICARAM EM 2010

Os casos de dengue em Jales tiveram um substancial aumento em 2010, comparativamente com 2009, quando a cidade havia registrado apenas 31 casos confirmados. Relatório da Equipe Municipal de Combate à Dengue indica que, em 2010, tivemos 310 casos confirmados de dengue em Jales. No entanto, a responsável pela divulgação das atividades de combate ao mosquito Aedes Aegypt, Vanessa Luzia da Silva, confirmou que os números de 2010 registram, na verdade, 349 casos de dengue no município. Esses números representam uma elevação de 1.125% em relação aos 31 casos registrados em 2009.

Visto assim, o resultado de 2010 parece ter sido dos piores. Mas, uma simples comparação com os números de outras cidades vizinhas, demonstram que, em Jales, o trabalho de combate ao mosquito que transmite a dengue, pode ser considerado eficiente. Na opinião do vice-prefeito Clóvis Viola, presidente do Comitê de Combate à Dengue, o resultado, diante das circunstâncias, foi muito bom, mas poderia ter sido melhor, se houvesse mais colaboração por parte da população. Abaixo, os números da dengue na região, em 2010:

Catanduva            813
Cosmorama            349
Fernandópolis         1.166
Jales            349
Mirassol         1.119
Santa Fé do Sul            427
São José do Rio Preto      25.013
Votuporanga            911

 À pertinente opinião do Clóvis Viola, sobre a imprescindível colaboração da população, acrescento a minha: a Equipe de Combate à Dengue, comandada pelo vice-prefeito, está fazendo um bom trabalho, mas, além da colaboração da população, é importante também que a administração municipal faça a sua parte. Não basta que o prefeito Humberto Parini encha as ruas de agentes de saúde. É preciso que ele coloque também fiscais nas ruas e faça valer a lei 3.719/10, que obriga os donos de imóveis a manter limpos e conservados os respectivos terrenos. Ou então, prá que ficar criando leis?

A charge acima é do Newton Silva, do Jangadeiro On Line. E aqui você poderá ler artigo da profissional de I.E.C, Vanessa Luzia da Silva, a respeito da dengue em Jales, publicado no jornal Folha Noroeste, edição de 26/06/2010.

Em Tempo: nestes primeiros 15 dias de janeiro/2011, já foram feitas cinco notificações de casos suspeitos. Uma delas deu resultado negativo, enquanto as demais aguardam o resultado.

BURACO SEM SOLUÇÃO

O buraco da foto aí do lado fica aqui pertinho da casa onde moro, bem na confluência da Rua Iugoslávia com a Rua Itália. Um dia desses, uma vizinha ligou aqui em casa, pedindo providências à vereadora Tatinha contra o pobre buraco. Na avaliação da moça, ele já estaria oferecendo perigo aos motoristas de carros e, principalmente, aos motociclistas. Achei até uma falta de consideração com o buraco, que é antigo, quase um buraco de estimação. O vizinho da frente, pelo que vejo, até já se afeiçoou a ele. Todas as tardes, ele pega o filhinho de 5 anos e, juntos, passam alguns minutos admirando o local e, provavelmente, conferindo a evolução do tal buraco.

Nem foi preciso, no entanto, a vereadora Tatinha pedir alguma providência. Aliás, prá dizer a verdade, a vereadora não está com essa bola toda lá no Paço, e um pedido dela, certamente, nem seria atendido. Por coincidência, horas depois do telefonema da vizinha, alguma boa alma já havia providenciado uma placa – como se pode ver na foto aí embaixo – para servir de alerta aos motoristas mais desatentos. O que não garante que não vá haver nenhum acidente: há uns dois ou três anos, não me lembro bem, a vizinhança teve que acionar o SAMU 192, depois que um motociclista distraído atropelou a placa que fora colocada ali. Era uma placa menorzinha, é verdade, mas, prá compensar, era uma placa mais reluzente, recém-pintada. Até mais charmosa, eu diria.    

Bem, mas o que eu quero dizer mesmo é que nem sempre a culpa por esse tipo de problema deve ser atribuída ao prefeito da vez. Posso garantir que, no caso desse buraco teimoso, a Prefeitura – nessa e em outras administrações – bem que tentou resolver o problema com soluções paliativas, mas, bastam umas duas ou três chuvas mais fortes e lá está ele de volta. Isso acontece porque, segundo me explicaram, bem ali embaixo do buraco passa uma tubulação já muito velha e mal acabada.

Na atual administração, sou testemunha disso, o ex-secretário Miranda e seu ex-braço direito, o França,  já dedicaram horas à tentativa de desaparecer com esse bendito buraco. Tudo em vão! Todo ano ele ressurge imponente e, aparentemente, cada vez mais revigorado. Claro que uma solução definitiva poderia ser encontrada, mas isso exigiria vontade política, estudos e investimentos. E, convenhamos, aí também já seria exigir demais.

PREFEITURA DE FERNANDÓPOLIS PAGA 14º SALÁRIO A APOSENTADOS

O prefeito de Fernandópolis, Luiz Villar(DEM), fez o pagamento do décimo-quarto salário para 31 aposentados do IPREM – Instituto de Previdência Municipal, que estão fazendo aniversário em janeiro. Cada aposentado recebeu um cheque no valor de um salário mínimo, R$ 510,00.

Em Fernandópolis, o pagamento do décimo-quarto salário aos funcionários públicos municipais aposentados foi instituído através do projeto-de-lei n. 3617/2010, e vai beneficiar cerca de 300 aposentados, no mês de aniversário, com o pagamento de um salário mínimo

Entre os aposentados que receberam seus cheques na quinta-feira (13), havia um aniversariante do dia. Alcides Jacinto da Silva (foto acima), que trabalhou no Almoxarifado da Prefeitura, estava completando 74 anos. A notícia completa está na página oficial da Prefeitura de Fernandópolis.

DE VOLTA AO COMEÇO

Os jornais deste final de semana deverão trazer publicada uma nova Portaria devolvendo o servidor público municipal, Jorge Paulo Guzzo, ao posto de contador do Instituto Municipal de Previdência Social de Jales, o antigo IPASM. A Portaria anterior havia sido revogada há alguns dias, segundo informações vindas do Paço. Consta que o pescoço de Jorginho teria sido levado à guilhotina como retaliação ao fato de ele ter participado da campanha vitoriosa do deputado Rodrigo Garcia(DEM).

Durante a semana, comentava-se que o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, José Luiz Francisco, que estava viajando, seria acionado para tentar reverter o quadro. Não se sabe se, realmente, o Zé Luiz interveio, ou se teria batido uma crise de consciência nos “amigos” do Jorginho.

PREFEITURA PRORROGA CONTRATO COM ADERJ

A Prefeitura de Jales prorrogou, por mais doze (12) meses, Termo de Parceria firmado com a Associação dos Deficientes Físicos da Região de Jales – ADERJ, conforme publicação do Diário Oficial do Estado desta semana. O Termo de Parceria, no valor de R$ 4.858.532,16, visa, principalmente, a prestação de serviços de administração e operacionalização das Unidades de Saúde da Família, os chamados PSF. Além da prorrogação do prazo, o Termo de Parceria também está sendo reajustado em 8,60%, uma vez que, no ano passado, o valor contratado era de R$ 4.473.712,00.

A ADERJ começou a prestar serviços na administraçao Parini, em março de 2005, quando substituiu outra entidade, o CIAP, uma Oscip de Londrina-PR, que havia sido contratada pelo ex-prefeito Hilário Pupim. Em 2010, o CIAP foi investigado pela Polícia Federal e teve o seu diretor-presidente preso (veja matéria aqui), sob a acusação de desvio de R$ 300 milhões dos cofres públicos.

No ano passado, a ADERJ mantinha nove termos de parceria com a Prefeitura de Jales, incluindo o ajuste que está sendo prorrogado. O valor total das parcerias firmadas entre a Prefeitura e a ADERJ, em 2010, já alcançava cerca de R$ 6,3 milhões, segundo informação da própria administração municipal. O valor dos termos de parceria firmados com a ADERJ correspondia a 10% do orçamento anual do município para 2010.

Depois do Termo de Parceria que está sendo prorrogado para administração do Programa Saúde da Família, os dois outros maiores termos de parceira entre Prefeitura e ADERJ visam a administração do Centro de Especialidades Odontológicas (R$ 477 mil) e do Programa de Controle da Dengue (R$ 495 mil).

Apesar de o Termo de Parceria ter sido prorrogado por 12 meses, tudo indica que ele deverá ser rescindido antes do vencimento. Em 2010, a Prefeitura assinou um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, com a Procuradoria Regional do Trabalho, em São José do Rio Preto, comprometendo-se em realizar concurso público para contratação de Agentes de Saúde. Atualmente, os Agentes de Saúde são contratados pela ADERJ, mediante aprovação em processo seletivo realizado pela entidade.

PEQUENAS EMPRESAS E GRANDES NEGÓCIOS

No dia primeiro de março de 2010, o vereador Luís Especiato encaminhou um pedido de informações ao prefeito Humberto Parini, solicitando notícias sobre a instalação de ventiladores nos postos do Programa de Saúde da Família, também conhecidos como PSFs (o nome correto é ESF, mas eu ainda prefiro PSF). Como o Luís Especiato é um vereador de prestígio, a resposta não demorou mais do que três dias. No dia 04 de março, já lá estava um ofício, assinado por uma assessora do prefeito, garantindo que os ventiladores estavam sendo providenciados. E já estavam mesmo!

Em abril, os ventiladores foram adquiridos de uma empresa localizada na Rua Doze e devidamente instalados nos PSFs (ou ESFs, como queiram). Infelizmente, para o desavisado comerciante, transcorridos oito meses da venda, os ventiladores, que custaram pouco menos de R$ 8 mil, ainda não foram pagos pela Prefeitura. Pelo menos foi o que ele me disse um dia desses. O mais curioso nessa história é que os ventiladores seriam pagos com recursos da secretaria da Saúde. Como se sabe, as secretarias da Saúde e da Educação são as primas ricas da administração, já que o prefeito está obrigado a aplicar, respectivamente, 15% e 25% das receitas municipais nesses dois setores.  

Esse é apenas um exemplo de como a administração Parini trata os pequenos comerciantes de Jales. Existem outras centenas de exemplos envolvendo fornecedores que, além de não receber seus créditos, ainda são tratados deseducadamente pelo secretário Chaparim. Enquanto isso, a empresa encarregada do recolhimento do lixo, a poderosa Ecopav, recebe praticamente “em dia” pelos serviços que executa. Atualmente a terceirização do lixo custa coisa de R$ 200 mil por mês, mas esse valor já foi maior. Por exemplo: no final de 2008 – ano eleitoral, quando se gasta um pouco mais – o recolhimento do lixo chegou a custar mais de R$ 230 mil. Por coincidência, foi nesse período que os gastos com a merenda também bateram recordes.

Seria interessante sabermos por qual motivo o prefeito Parini e seu secretário de Finanças, Rubens Chaparim, dão um tratamento assim tão diferenciado para a Ecopav, enquanto as pequenas empresas de Jales são obrigadas a esperar até oito meses para receber seus créditos. Acho que isso mereceria uma boa explicação. Aliás, pensando bem, é melhor que eles não expliquem nada.

De qualquer forma, talvez fosse conveniente que o vereador Especiato encaminhasse um outro pedido de informações ao prefeito Parini, solicitando explicações sobre o pagamento dos ventiladores. Certamente que, apesar do reconhecido prestígio do vereador, a resposta demoraria bem mais do que três dias.

LAR DOCE LAR

Na modesta casa da foto ao lado, deveria estar funcionando, há pelo menos uns dois anos, mais uma obra social da nossa primeira-dama, Rosângela Parini. Deveria, mas não está. E tudo indica que, se depender da agitada agenda da primeira-dama, tão cedo não vai estar funcionando. O caso, como você mesmo poderá concluir, é apenas mais um exemplo de como o dinheiro público – por incompetência, falta de planejamento e desinteresse  – é tratado com descaso e desrespeito.

 Ali, naquele imóvel situado em área conjugada ao aeroporto, bem na esquina das avenidas “Paulo Marcondes” e “Guilherme Soncini”, já era prá ter sido instalado um programa social da Prefeitura de Jales, através do Fundo Social de Solidariedade do Município – presidido por dona Rosângela Parini – em parceria com o governo estadual, denominado projeto “Lar Doce Lar“.

O objetivo principal do projeto “Lar Doce Lar” consiste em treinar e capacitar empregadas domésticas (profissionais domésticas seria a denominação políticamente mais correta), visando qualificá-las para as exigências cada vez mais acirradas do mercado de trabalho. Ao final de 2008, visando possibilitar o início do projeto, a Prefeitura contratou uma empreiteira local para reformar o imóvel, sendo que, em fevereiro de 2009, a referida empreiteira entregou a casa totalmente repaginada. O valor da reforma, ou repaginação, beirou R$ 50 mil, dos quais R$ 40 mil vieram do governo do Estado.

Além dos R$ 50 mil gastos na repaginação do imóvel, a Prefeitura teria investido mais uns R$ 15 mil (R$ 10 mil vindos do Estado) na aquisição dos materiais e equipamentos necessários à implantação do projeto. Porém, como se pode ver pelas fotos, o local está abandonado e cercado de mato por todos os lados, apesar de a Secretaria de Agricultura estar situada bem ali do lado. Não é difícil deduzir que – quando a primeira-dama resolver botar o projeto em funcionamento, se resolver – o imóvel possa ter que passar por uma nova reforma.

Em tempo: para possibilitar o início da reforma, a Prefeitura – através do secretário José Shimomura, se não me falha a memória – desalojou de lá um casal de moradores.

1 161 162 163 164 165