Categoria: Cidade

ROMARIA DIOCESANA DE JALES É ADIADA PARA FINAL DE NOVEMBRO

A notícia é do portal Foco News:

A 36ª edição da Romaria, peregrinação religiosa católica romana anual – maior evento da Diocese de Jales e que reúne cerca de 15 mil fiéis de toda a região sempre no mês de agosto – precisou ser adiada devido a pandemia do novo coronavírus que não permite aglomerações. 

O anúncio foi feito pelo Bispo Dom Reginaldo Andrietta, na tarde desta quarta-feira, 15 de julho, em coletiva de imprensa realizada na Catedral Diocesana Nossa Senhora da Assunção em Jales e que contou com a presença dos jornalistas e dos padres da Diocese.

O evento foi remarcado para o domingo, 22 de novembro. 

Como não sabemos em que momento da pandemia estaremos daqui quatro meses, existe a possibilidade da Romaria ganhar um novo formato em 2020: “A romaria vai ocorrer nas condições que forem possíveis. O que nos dá uma segurança é a possibilidade de realizar mesmo que seja em uma carreata, por exemplo. Não vamos fazer nada que coloque em risco a vida das pessoas”, completou Dom Reginaldo.

EX-DELEGADO DA PF DE JALES DIVULGA CARTA DE AGRADECIMENTO

O ex-delegado da Polícia Federal em Jales, Cristiano Pádua da Silva – que está assumindo o cargo de delegado-chefe da Polícia Federal de São José do Rio Preto – divulgou no sábado, 11, uma carta de agradecimento pelos anos em que atuou em Jales. Eis a íntegra da carta:

CARTA DE AGRADECIMENTO

Jales/SP, 11/07/2020.

“Tudo, aliás, é a ponta de um mistério, inclusive os fatos. Ou a ausência deles. Duvida? Quando nada acontece há um milagre que não estamos vendo”. GUIMARÃES ROSA

Eu poderia iniciar esta carta escrevendo que no “longínquo ano de 2007 cheguei a Jales após assumir o cargo de Delegado de Polícia Federal”, mas apesar de já ter se passado mais de uma década, a impressão que tenho é que isso aconteceu “ontem”. A frase de John Wheeler, “o tempo veste um traje diferente para cada papel que desempenha em nosso pensamento”, talvez explique um pouco essa sensação. Posso fazer analogia com os momentos dedicados à leitura de um bom livro, o tempo voa…

Na Delegacia da Polícia Federal em Jales participamos de muitos trabalhos e operações policiais com resultados relevantes para a sociedade e que exigiram bastante esforço e dedicação, muitas vezes ao custo do convívio familiar e de atividades recreativas. E, note-se, que o uso do plural não é por acaso, pois as atividades policiais bem-sucedidas nunca acontecem de forma individual, invariavelmente demandam trabalho de uma equipe de profissionais empenhados na missão de proteger o bem público e, portanto, servir a sociedade.

E faço questão de ressaltar que este trabalho em equipe envolve não somente os policiais diretamente envolvidos, mas também os funcionários contratados e os estagiários que são essenciais para o funcionamento adequado da Delegacia.

Sempre procurei mostrar minha gratidão aos meus amigos e companheiros na Polícia Federal, incluindo os colegas de outras Delegacias que tantas vezes nos apoiaram em operações policiais e, aqui, aproveito a oportunidade para fazê-lo também publicamente. Muito obrigado a todos vocês com quem tanto aprendi, que me apoiaram e me deram tanto orgulho de ser parte dessa equipe competente, profissional e comprometida com os valores da Polícia Federal: Coragem, Lealdade, Legalidade, Ética, Probidade e Respeito aos Direitos Humanos.

Em todos esses anos, recebi e tenho recebido felicitações e palavras de admiração pelo trabalho da Polícia Federal de pessoas que eu não conhecia, seja em comentários feitos em matérias jornalísticas ou, muitas vezes, de pessoas que, ao me reconhecerem, disseram-me e me dizem palavras de incentivo e reconhecimento pelo trabalho realizado.

No meu caso, muitas vezes recebi essas palavras de incentivo junto com um comentário carinhoso e provocador de que “nem é preciso me ver para saber que sou eu quem está falando, por causa do sotaque mineirês”, ao que costumo responder brincando: “Uai! Coméque cê sabe que sou mineiro de BH? Eu não sabia que dava pra perceber que meu sotaque é diferente?!”

Sinceramente, muito obrigado a todos vocês pelo carinho e pelo gesto de respeito ao trabalho da Polícia Federal da qual faço parte.

Assumi a chefia da Delegacia no ano de 2013, tendo sido antecedido pelos Delegados Rogério Giampaoli e Vinícius Zangirolani Faria, os quais foram e são para mim exemplos de conduta profissional  e, além disso, hoje tenho a honra poder dizer que são meus amigos. Obrigado pelas lições e pelo apoio!

Agradeço ainda aos  amigos e colegas da Polícia Militar e da Polícia Civil, aos membros e funcionários do Ministério Público e do Poder Judiciário, bem como aos profissionais da imprensa, sendo certo que com muitos de vocês também construí uma relação de amizade, confiança e respeito.

No dia 01/07/2020 fui designado, oficialmente, para assumir a chefia da Delegacia de Polícia Federal de São José do Rio Preto e decidi escrever esta carta registrando publicamente minha gratidão. E tenho a satisfação de poder agradecer também aos colegas da minha nova lotação onde fui muito bem recebido e espero contribuir bastante com a atuação da Delegacia.

Por fim, como ficou claro, resta dizer que esta não é uma carta despedida, até mesmo porque estarei “logo ali”. E não é um “logo ali de mineiro não”, pois dizem que essa expressão é usada para lugares distantes. Se disserem que “Rio Preto” é longe, um paulista diria “achaaaa?” e o mineiro diz “tá doido?”. Contem comigo e com a Polícia Federal, ou como se diz no código policial: “QAP”!

Obrigado meus amigos e que Deus abençoe a todos neste momento difícil pelo qual estamos passando. Um grande abraço e até logo!

Cristiano Pádua da Silva

Delegado de Polícia Federal 

JORNAL DE JALES: PROMOTORIA VAI APURAR RESPONSABILIDADES POR PROBLEMAS EM CASAS DE CONJUNTO HABITACIONAL

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cujo principal destaque é o inquérito civil instaurado pelo Ministério Público de Jales para apurar responsabilidades sobre os problemas que afligem os moradores do conjunto habitacional “Honório Amadeu”. A matéria diz que o promotor Wellington Luiz Villar deu 30 dias de prazo para que a CDHU se manifeste nos autos do inquérito, que foi aberto a partir de representação protocolada por uma moradora – Vânia Maria de Góis – junto ao MP. O promotor deseja saber por que as casas construídas no conjunto apresentam tantos defeitos e por que os preços das parcelas cobradas dos mutuários estão em escala ascendente. Além da notícia, o assunto também é tratado no editorial do jornal.

O jornal traz, também, um texto da jornalista Marina Nossa Neto, que fez uma análise da ação desencadeada pelo Facebook contra as chamadas fake news, que resultou na remoção de diversos perfis falsos ligados a integrantes dos gabinetes do presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O texto diz que “desde a eleição de Bolsonaro em 2018, todo mundo já recebeu ao menos uma mensagem de linguagem tosca e gosto duvidoso nos grupos ou linhas do tempo de amigos e familiares relacionada a algum tema espinhoso e distorcido, com viés ideológico carregado de discurso de ódio”.

As novas variedades de uvas produzidas em Jales, que estão agitando o mercado e chamando a atenção da mídia especializada; a apreensão, pela Polícia Militar das regiões de Jales, Fernandópolis, Votuporanga e Santa Fé do Sul, de mais de meia tonelada de drogas durante o mês de junho; a Missão Univida, presidida pelo padre Eduardo Lima, que levou mais uma vez, apoio e ajuda humanitária a indígenas da região de Dourados-MS; o assassinato de uma mulher de Fernandópolis, asfixiada pelo marido, e as dicas da delegada Fernanda Lima, titular da Delegacia da Mulher de Formosa-GO, para ajudar as mulheres em situação de violência doméstica, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que a campanha eleitoral deste ano nem começou, mas a temperatura anda elevadíssima nos bastidores da política jalesense. O colunista diz que “embora os grupos concorrentes não demonstrem publicamente, sabe-se que está rolando um festival de golpes abaixo da linha da cintura e, se o ambiente continuar assim, a Justiça Eleitoral vai ter muito trabalho”. Deonel comenta também as observações de um leitor que acompanhou atentamente a manifestação de moradores na porta da Câmara. Segundo o leitor, o vereador Macetão tentou, por três vezes, fazer os manifestantes gritarem “Fora Flá”, mas não conseguiu.  

A TRIBUNA: VEREADORES QUESTIONAM PREFEITURA SOBRE GASTOS COM TERCEIRIZAÇÃO DO TRANSPORTE DE PACIENTES

No jornal A Tribuna deste final de semana, o principal assunto são os recursos financeiros recebidos pelo município para ajudar no combate ao coronavírus. A matéria diz que foi publicada no Diário Oficial da União do dia 1º de julho, a portaria nº 1.666, do Ministério da Saúde, que libera mais R$ 2,5 milhões para o município de Jales. A quantia se soma aos R$ 711,2 mil liberados em 09 de junho e o montante deverá ser aplicado integralmente em ações de combate à pandemia do novo coronavírus. Nivael disse, ainda, que até a quinta-feira o dinheiro ainda não tinha caído nas contas da Prefeitura.

Outra matéria relata que dezenas de moradores do conjunto habitacional “Honório Amadeu” estiveram na Câmara Municipal, na segunda-feira, 06, para protestar contra o cancelamento da chamada “CEI das Casinhas”, que seria criada para investigar supostas irregularidades na construção das 99 casas do conjunto. A CEI foi inviabilizada depois que o vereador Tiago Abra retirou sua assinatura do requerimento que pedia a investigação. O vereador justificou sua mudança de posição afirmando que o Ministério Público já tinha aberto uma investigação, não havendo, na opinião dele, necessidade de a Câmara também iniciar uma apuração. As justificativas do vereador foram contestadas por moradores, nas redes sociais.

O início da validade do “orçamento impositivo” em Jales, que permitirá aos vereadores indicar, a partir de 2021, emendas parlamentares de até R$ 150 mil, cada um; os números das barreiras sanitárias realizadas pela Secretaria de Saúda na semana passada; a campanha “Julho Amarelo”, que está sendo realizada pelo SAE/CTA de Jales, visando a prevenção às hepatites virais; o pedido de prorrogação do inquérito que investiga o incêndio ocorrido no Bosque Municipal em setembro de 2019; e os questionamentos dos vereadores Macetão e Tupete sobre os gastos da Prefeitura com a terceirização do transporte de pacientes para hospitais da região, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, o principal assunto também é a novela envolvendo as moradias do conjunto “Honório Amadeu”. A coluna esclarece que os vereadores da legislatura 2009-2012 foram praticamente obrigados a aprovar – às pressas, em outubro de 2012 – o terreno que já havia sido escolhido pelo prefeito Parini um ano antes e aprovado pela Cetesb, pelo Graprohab, e pela própria CDHU. A coluna fala, também, sobre a licitação para construção das casas, que rendeu um multa ao ex-prefeito Parini. Na página de opinião, três interessantes artigos de autoria do advogado João Eduardo Carvalho, do blogueiro Hélio Consolaro, e do doutor Valmor Bolan. 

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

O jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, está reforçando o convite para que os cidadãos de bem de nossa cidade – que não são poucos – exercitem sua bondade no domingo, à partir das 12 horas, quando estará no ar, no Youtube, a “Live do Bem”, da dupla Bruno & Ed Carlos e amigos. O que for arrecadado será doado ao Lar dos Velhinhos e ao projeto Corpo e Mente em Movimento. O jornal destaca, ainda, o boletim do coronavírus em Jales, com os números de sexta-feira, 10. O balanço mostra que, em 24 horas, Jales registrou 28 novas notificações de casos suspeitos e confirmou 15 casos positivos da covid-19. Com isso, Jales chegou, na sexta-feira, a 319 casos positivos, dos quais 180 estão curados.

O jornal traz, também, uma pesquisa com o número de casos confirmados e de óbitos registrados nos 23 municípios da região de governo de Jales. Segundo a pesquisa, Nova Canaã Paulista é a única cidade, entre as 23, que não registra um único caso positivo ou óbito. Jales, a cidade mais populosa, contabiliza 319 casos e 05 óbitos, seguida por Santa Fé do Sul, com 169 casos positivos e 05 óbitos. Entre os pequenos municípios, destaque para Urânia, com 87 casos e 06 óbitos. Três Fronteiras registra 56 casos e 02 mortes. Pontalinda apresenta o maior índice de letalidade da região, com 22 casos e 04 óbitos. Dolcinópolis é a segunda colocada no quesito letalidade, com 17 casos e 02 óbitos. Palmeira D’Oeste, Populina e Santa Salete registram 01 óbito cada uma. No total, as 23 cidades têm 860 casos confirmados, com 421 curados e 27 óbitos.

Na coluna FolhaGeral, o ajuizado redator-chefe Roberto Carvalho comenta o momentoso caso do conjunto habitacional “Honório Amadeu”. O colunista lembra que a construção das 99 moradias do conjunto foi iniciada em 2012 pela empresa Tecnicon Engenharia e, apesar de o contrato prever a conclusão das obras em dois anos, as casas só foram concluídas quase sete anos depois. Durante esse período, diz Roberto, o custo da obra subiu de R$ 6,6 milhões para R$ 12 milhões, mas o pior é que, já no primeiro ano, as casas começaram a apresentar problemas. O colunista comenta a tentativa de se abrir uma CEI e conclui afirmando que identificar culpados será complicado e não trará os benefícios que os moradores do conjunto precisam e merecem.

FIM DA PICADA! TRIBUNAL DE CONTAS CONDENA CORPORAÇÃO MUSICAL DE JALES A DEVOLVER R$ 84 MIL À PREFEITURA

O Tribunal de Contas do Estado (TCE), através do conselheiro Josué Romeiro, condenou a Corporação Musical de Jales a devolver R$ 84,8 mil aos cofres municipais. O valor é parte dos R$ 92 mil transferidos pela Prefeitura em 2017 para a manutenção da Corporação. E o pior: a sentença diz que a entidade não poderá receber novos repasses enquanto não devolver os R$ 84,8 mil.

A decisão do conselheiro deve estar baseada em alguma tecnicidade, mas – com todo o respeito – é um disparate e será, espero, reformada. Quem conhece a história de lutas da nossa Corporação Musical sabe que, durante vários anos, os músicos tiveram que ensaiar em um cubículo sem janelas, embaixo do Viaduto “Antonio Amaro”. Só mesmo muito amor à música pode explicar aquelas pessoas ensaiando num lugar daqueles.

O presidente da Corporação é o servidor aposentado Antonio Maurílio Gonçalves, o Murilo, que alimentou por muito tempo o famoso jacaré da Praça e defendeu o gol do CAJ nos tempos de glória do nosso time. Murilo toca na nossa “banda” há mais de 40 anos. Trata-se de um homem humilde e correto que, tenho certeza, jamais utilizaria de forma errada um único centavo do dinheiro público transferido à Corporação.

Repito que a decisão deve ter alguma base técnica, mas, se tivesse consultado seu colega, o conselheiro Márcio Martins Camargo, que nasceu e viveu aqui em Jales, o Josué saberia que a Corporação é um dos orgulhos da cidade e se mantém graças, principalmente, ao trabalho de voluntários e de músicos abnegados. Certamente, não houve nenhum desvio que justifique a devolução.

Ressalte-se que a Corporação poderá recorrer e comprovar a correta aplicação do dinheiro público.

JALES FOI CIDADE DA REGIÃO QUE FECHOU MENOS EMPREGOS EM MAIO. E SANTA FÉ DO SUL FOI A QUE FECHOU MAIS NO ANO

As estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) referentes ao mês de maio demonstram que, entre as principais cidades da região, Jales foi aquela que fechou menos empregos formais, ou seja, empregos com carteira assinada.

Em maio, a cidade perdeu 68 empregos formais, bem menos que Santa Fé do Sul (-139), Fernandópolis (-280) e Votuporanga (-378). Infelizmente, o governo Bolsonaro conseguiu bagunçar até as estatísticas do Caged e agora não é possível saber quais os setores – Indústria, Comércio, Agropecuária, Serviços, Construção Civil, etc – que fecharam mais vagas.

Considerados, no entanto, os cinco primeiros meses do ano – de janeiro a maio – Fernandópolis é a cidade que perdeu menos empregos formais, com 102 postos de trabalho fechados, seguida por Jales (-172), Votuporanga (-682) e Santa Fé do Sul (-789). Como se vê, no quesito “empregos perdidos”, Santa Fé do Sul, com seus 30 mil habitantes, consegue superar até Votuporanga, que possui o triplo de habitantes.

E nem todas as cidades da região apresentam resultados negativos nos primeiros cinco meses. Vitória Brasil, por exemplo, tem um saldo positivo de 12 novos empregos abertos em plena pandemia. Ela é superada por Paranapuã (+15) e Palmeira D’Oeste (+20), mas o grande destaque positivo é Santa Albertina, que abriu 60 novos empregos. É possível que a maioria desses empregos foram abertos no setor Agropecuário, o menos atingido pela pandemia.

O grande destaque negativo da região, entre os pequenos municípios, é, sem dúvida, Estrela D’Oeste. Em cinco meses, a cidade já fechou 239 empregos formais. Santa Clara D’Oeste fechou 50, enquanto Urânia fechou 15.

Sempre é bom reforçar que as estatísticas do CAGED se referem apenas aos empregos formais. Na seara dos empregos informais – aqueles sem carteira assinada – a situação deve estar bem pior. Nas crises, eles são sempre os primeiros a ser atingidos. 

RIO PRETO REGISTRA 09 MORTES EM 24 HORAS. E FERNANDÓPOLIS CHEGA A 11 ÓBITOS

O balanço do coronavírus divulgado pela Prefeitura de Jales ontem, segunda-feira, 06, mostra que a cidade teve 22 notificações de casos suspeitos e a confirmação de mais 09 casos positivos nas últimas 24 horas. Dos 09 casos registrados, 02 são mulheres e 07 são homens, com idades que variam de 22 a 63 anos.

No momento, Jales contabiliza 273 casos confirmados da covid-19, dos quais 137 estão curados. Pelo menos 127 contaminados estão em isolamento domiciliar, enquanto 04 estão internados na Santa Casa, nenhum deles na UTI. Jales continua com 05 óbitos.

Em Santa Fé do Sul, foram registrados apenas 03 casos positivos nas últimas 24 horas. No total, a cidade contabiliza 129 casos positivos, dos quais 47 estão curados. Santa Fé do Sul tem 04 óbitos por covid.

Fernandópolis registrou na segunda-feira, mais 31 testes positivos de coronavírus. O município soma agora 612 infectados por covid-19, com 330 curados. Fernandópolis registrou, ainda, mais um óbito – um idoso de 82 anos, com comorbidades – chegando a 11 óbitos.

Em Votuporanga, as últimas 24 horas registraram 32 novos casos positivos de covid e, com isso, a cidade já contabiliza 646 casos positivos, dos quais 470 estão curados. A cidade registra 17 óbitos.

Rio Preto confirmou mais 63 casos de Covid-19 nessa segunda-feira, 6, chegando a 3.431 casos positivos da doença na cidade, com 82 pessoas na UTI. Também foram registrados mais 09 óbitos, chegando a 104 o número de vítimas fatais do coronavírus. É a segunda vez que Rio Preto registra 09 óbitos em apenas um dia. 

JORNAL DE JALES: MORTE SÚBITA DE GAROTO DE 09 ANOS CAUSOU COMOÇÃO ENTRE PROFESSORES E AMIGOS DA FAMÍLIA

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete destaca as medidas que deverão ser tomadas por prefeitos das microrregiões de Jales, Santa Fé do Sul e Fernandópolis, visando conter a disseminação da covid-19 e evitar o colapso dos hospitais da região. As medidas foram sugeridas por prefeitos e lideranças de 21 municípios que participaram de reunião realizada na segunda-feira, 29, na Câmara Municipal de Jales. Embora, segundo os prefeitos, a situação ainda esteja sob controle, uma eventual explosão de casos de coronavírus na região poderá provocar colapso nos hospitais de Jales, Fernandópolis e Santa Fé do Sul. O uso obrigatório de máscara será uma das medidas.

Outro destaque do jornal é a matéria do Bruno Gabaldi, que trata da comoção causada pela morte súbita do menino Arthur, de 09 anos, que passou mal durante um passeio de bicicleta e, apesar dos esforços dos médicos, não resistiu e foi a óbito. Um irmão de Arthur falou ao jornal que o menino não tinha nenhum problema de saúde e que, tempos atrás, por iniciativa da mãe, passou por uma bateria de exames, sem que nada tenha sido diagnosticado. Ele estudava na EM “Elza Pirro Viana” e, de acordo com depoimentos da diretora, da vice-diretora e da coordenadora da escola, era um menino exemplar e cativava a todos que o cercavam.

O artigo do médico cardiologista Manoel Paz Landim sobre morte súbita na infância; a chegada do projeto Cidades Digitais às unidades de saúde do município; a entrevista do fotógrafo Alvin Aries sobre a forma como a Indonésia (267 milhões de habitantes e 2.500 mortos por covid até a semana passada) está enfrentando o coronavírus; o balanço da covid-19 em Jales, que registrou três óbitos nos últimos dias; a transferência do delegado da PF de Jales, Cristiano Pádua da Silva, para São José do Rio Preto; e as investigações do MPF e da PF sobre possíveis fraudes no recebimento do auxílio emergencial na região, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta entrevista concedida pela secretária de Saúde, Maria Aparecida Moreira, ao repórter Vítor Inácio, da Rádio Assunção. De fala normalmente tranquila, Maria Aparecida, elevou o tom de voz ao revelar que são cada vez mais frequentes as denúncias sobre a circulação de pessoas testadas positivas para covid-19, que deveriam estar em isolamento domiciliar. Indignada, ela lembrou que a disseminação de doença contagiosa configura crime previsto em dispositivos do Código Penal. Segundo Deonel, a polícia tem batido nas portas de pessoas que estão agindo com irresponsabilidade.

EFEITO CORONAVÍRUS: JUIZ DE JALES CONCEDE LIMINAR QUE SUSPENDE POR 120 DIAS CONTRATO DE FINANCIAMENTO DE VEÍCULO

O juiz Fernando Antonio de Lima, da Vara Especial Cível e Criminal, concedeu liminar a um morador de Jales, que suspende por 120 dias o contrato de financiamento de um veículo firmado pelo requerente junto à BV Financeira. Com a suspensão do contrato, ficam igualmente suspensas as parcelas devidas a partir de abril deste ano.

Na decisão, o juiz cita o Direito do Consumidor e o princípio do fato superveniente. No caso, o fato superveniente é a pandemia do coronavírus, que está impedindo o morador de trabalhar e obter renda para honrar seus compromissos financeiros.

O magistrado ponderou que o autor da ação é prestador de serviços em eventos, os quais não estão podendo funcionar em decorrência da pandemia. “O requerente é trabalhador, sem desfrutar, atualmente, de fonte de renda. A ré, por sua vez, tem plenas condições financeiras de arcar com a suspensão do contrato”, escreveu o juiz.

“Entre o direito de a parte-autora, pelo menos, comprar comida para si e para a família (e não passar fome) e a cobrança de encargos financeiros elevados, o princípio constitucional da dignidade humana, que tutela as relações contratuais, parece, neste momento de pandemia, pender para o primeiro”, concluiu o magistrado.

A decisão deixa claro, ainda, que findo o prazo da suspensão, o autor da ação deverá retomar o cumprimento das obrigações contratuais, ou seja, o pagamento das prestações. Deixa claro, também, que cada cobrança indevida por parte da Financeira gerará multa de R$ 500,00. 

1 2 3 4 5 6 506