Categoria: Música

YAMANDU COSTA – “CARINHOSO”

Agora eu estou indo lá prá Regional FM, onde, das 10:00 às 14:00 horas, apresento o Brasil & Cia, com o melhor da MPB. Deixo com vocês um vídeo onde o violonista gaúcho Yamandu Costa dá um show com seu violão de sete cordas, interpretando “Carinhoso”, do Pixinguinha. Vale a pena dar uma olhada: 

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RÁDIO JALES FOREVER

Temos uma ótima novidade na web. O blogueiro Renato César Pereira, também conhecido pelo carinhoso apelido de Pink, colocou no ar a Rádio Jales Forever, que pode ser acessada no endereço www.radiojalesforever.com. Segundo o Pink, a proposta da rádio é a de tocar música de qualidade e encurtar as distâncias entre os jalesenses espalhados pelos quatro cantos do planeta. Além de muita música, o site da rádio promete muitas fotos, de agora e de outros tempos, todas elas relacionadas com Jales e ou com jalesenses.

Eu já vi, ouvi e gostei. No momento, por exemplo, está tocando “How Deep Is Your Love”, uma música maravilhosa dos irmãos Gibb, também conhecidos como Bee Gees. Só um chato maluco como o Pink poderia ter uma idéia fantástica dessas. Sem dúvida, uma loucura inspirada que, além de nos proporcionar boa música, ainda nos remete a uma Jales da qual nós todos temos orgulho. São maluquices assim que mudam o mundo prá melhor.

Vida longa à Rádio Jales Forever, que eu estou linkando aí do lado direito. Vale a pena acessar e ouvir.

SIMONE E DANIEL GONZAGA – “COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ”

Agora já estou aqui na Regional FM, onde, até às 14:00 horas, apresento o Brasil & Cia, com o melhor da MPB. E, por falar em MPB, um dos compositores que mais gosto é o Gonzaguinha. Aluno da Faculdade de Ciências Políticas Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, onde se formou em Economia, Luiz Gonzaga Júnior foi um participante do grupo que dominou os primeiros festivais universitários, no final dos anos sessenta. Aliás, ele estaria, ao lado de Chico Buarque e Taiguara, entre os compositores mais perseguidos pela censura da ditadura.

Fruto de uma aventura amorosa de Gonzagão com uma bailarina, Gonzaguinha foi criado por um violonista (Baiano) do Morro de São Carlos, no Rio.  O bolero “Começaria Tudo Outra Vez”, lançado por Maria Bethânia, foi o primeiro grande sucesso de Gonzaga Júnior, como compositor. No vídeo abaixo, a música é interpretada pela Simone e pelo Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha. Notem a emoção da Simone. A emoção é explicável: a voz do Daniel é igualzinha à do pai, um dos amigos/compositores prediletos da Simone.

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MPB4 & CHICO BUARQUE – “RODA VIVA”

Agora eu estou indo lá prá Regional FM, onde, das 10:00 às 14:00, apresento o Brasil & Cia, com o melhor da nossa MPB. Deixo com vocês, um vídeo com o MPB4 e o Chico Buarque cantando “Roda Viva”. Essa canção ficou em terceiro lugar no III Festival da TV Record, em 1967, mas não foi como música e sim como tema de uma peça homônima que “Roda Viva” entraria para a história. Escrita por Chico em 25 dias e montada por José Celso Martinez Correa, a peça estreou no Teatro Princesa Isabel, no Rio, em 15/01/1968.

Acontece que, apresentada no agitado ano de 1968, quando a radicalização da ditadura caminhava para a edição do AI-5, “Roda Viva” gerou intensa reação de grupos de direita ligados ao regime militar, que culminou com a agressão aos atores e a destruição dos cenários no Teatro Galpão, em Porto Alegre, em 17/07/1968. Isso determinou o final das encenações, sendo os atores da peça – Marília Pêra, entre eles – enfiados em um ônibus e despachados para São Paulo, com a recomendação de não retornarem.

Mas, voltando à canção, “Roda Viva” é uma longa e muito bem elaborada composição, com uma melodia soturna que realça e complementa o pessimismo fatalista do poema. A canção foi defendida no festival e gravada pelo próprio Chico Buarque, com o apoio do MPB4, numa versão que pode ser considerada definitiva. A versão que está no vídeo abaixo é bem mais recente, mas tão bonita quanto a original. Vale a pena dar uma olhada:

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PAULA TOLLER – “À NOITE SONHEI CONTIGO”

Paula Toller Amora foi criada pelos avós paternos Paulo e Renée, ele cirurgião aposentado, ex-assessor da presidência da República e do governo do Estado da Guanabara, historiador e autor de vários livros; ela dona de casa e gerente de uma pensão de senhoras idosas. O pai de Paula também morava com eles, já a mãe abandonou-a quando ainda era criança. Ela tinha tudo para ser uma professora de inglês, até que um dia…

Ela mesma é quem conta: “Eu estava em meu quarto. Na sala de visitas, meu namorado e meus avós assistiam TV. Ouvi um som legal e corri para ver o que era. Era a Gang 90 e as Absurdettes cantando ‘Perdidos na Selva’, num festival da Rede Globo. Ninguém percebeu, mas, naquele momento, minha vida mudara completamente e tive certeza de que cantaria aquele tipo de música“. Para nossa sorte, é ou não é?

E agora, estou indo lá prá Regional FM, onde apresento, das 10:00 às 14:00, o Brasil & Cia, com o melhor da MPB. No vídeo abaixo, a Paulinha canta “À Noite Sonhei Contigo”:

ZÉLIA DUNCAN – “NAQUELA MESA”

“Naquela Mesa” é um samba canção feito pelo jornalista e compositor Sérgio Bittencourt, numa homenagem póstuma ao seu pai, o grande Jacob do Bandolim. Originalmente, a música foi gravada pela Elizeth Cardoso, com participação especial do próprio Sérgio. Recentemente, como parte do projeto “Samba Social Clube”, juntaram-se dois dos maiores instrumentistas da atualidade para acompanhar a Zélia Duncan, numa nova e bonita releitura de “Naquela Mesa”. Abaixo, o vídeo, com Zélia cantando, acompanhada pelo cavaquinho de Nilze Carvalho e pelo bandolim do Hamilton de Hollanda. Vale a pena ver e ouvir:  

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MARIA BETHÂNIA – “VOCÊ”

Em 1994, a Maria Bethânia gravou o CD “As Canções Que Você Fez Prá Mim”, somente com músicas da dupla Roberto e Erasmo Carlos. Com certeza, o CD mais romântico e um dos mais bonitos da grande cantora baiana. Pessoalmente, gostei da interpretação da Bethânia para algumas músicas menos conhecidas da dupla, com é o caso de “Você Não Sabe”, gravada em 1983 pelo Roberto, ou de “Palavras”, uma canção linda, que parece ter sido feita prá ela cantar. Mas a música mais tocada do CD da Bethânia, foi, sem dúvida alguma, “Você”, que pode ser ouvida no vídeo abaixo:

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ROBERTO CARLOS – “EMOÇÕES”

Hoje, 19 de abril, Dia do Índio, é o dia do aniversário da minha amiga Nadir Mazette dos Santos, gerente do Banco do Brasil. Mas quem também está fazendo aniversário hoje, é o rei Roberto Carlos. Quem está trabalhando, provavelmente, não está vendo, mas, durante todo o dia, vários programas de TV prestaram suas homenagens ao Roberto Carlos, inclusive o Globo Esporte, onde cada reportagem tinha como fundo musical uma canção do rei. No vídeo abaixo, a abertura do Especial 2007, da Rede Globo, onde Roberto Carlos canta “Emoções”, um dos seus clássicos.

Obs.: o Dia do Índio foi instituído em 1943, através de decreto-lei assinado pelo então presidente Getúlio Vargas.

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OLHA SÓ QUEM ESTÁ COMPLETANDO 70 ANOS TAMBÉM

Nascido em 1941, na pequena Cachoeiro do Itapemirim(ES), o “rei” Roberto Carlos comemora sete décadas de vida no próximo dia 19 de abril (terça-feira). Uma trajetória que pode ser descrita nas canções de seu próprio repertório, eternizado na vida de cada brasileiro.

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BETH CARVALHO: ‘O MUNDO É UM MOINHO’

Mais uma música fantástica do Cartola, “O Mundo é Um Moinho” já foi regravada por vários dos nossos cantores, de Nelson Gonçalves a Cazuza, passando por Fagner, Joanna e Leny Andrade. Pessoalmente, gosto muito da interpretação de Ney Matogrosso, mas a reprodução dos dois vídeos disponíveis no YouTube está muito lenta. Então, vamos de Beth Carvalho, que também interpreta lindamente a música do Cartola:

PS.: a leitora Ana mandou um comentário dizendo que eu me esqueci de citar o grande Emílio Santiago, que também interpreta “O Mundo é Um Moinho”. E a Ana tem razão! A interpretação do Emílio é muito bonita e, além disso, ele juntou a música do Cartola a outro clássico da MPB – “A Flor e o Espinho” – do Nelson Cavaquinho e do Guilherme de Brito. Quem tiver o Windows Media Player e quiser ouvir o Emílio, é só clicar em  05-O Mundo E Um Moinho-A Flor E O Espinho.  

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