Categoria: Política

NOBLAT CRITICA BOLSONARO POR USAR CAMISA PIRATA DO PALMEIRAS E POSAR COMO INDIGENTE

Deu no Brasil 247:

O jornalista Ricardo Noblat foi direto e reto em um tweet na noite desta quinta (14), registrando a perplexidade que se espalha desde ontem com fotos de Bolsonaro: “Que presidente é este que veste camisa falsificada de um time e posa no palácio onde mora como um indigente?”.

A mensagem refere-se às imagens de Bolsonaro utilizando uma camisa falsificada de seu time, o Palmeiras, numa reunião com ministros e líderes de sua base parlamentar e duas fotos dele utilizando chinelos, calça de moletom, a camisa do palmeiras e um paletó por cima como se fosse uma foto oficial do governo.

As imagens foram divulgadas pela Presidência (a da reunião com a camisa pirata do Palmeiras) e pelas redes semi oficiais do bolsonarismo.

COMERCIANTES DENUNCIAM COBRANÇA DE PROPINAS EM REDUTO DO DEPUTADO FAUSTO PINATO

E agora, uma notícia que deve interessar aos cidadãos de bem que ajudaram a reeleger o deputado federal Fausto Pinato.

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira, informa que a Ceagesp, maior central de abastecimento de frutas e verduras da América Latina, localizada na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, está envolta em uma série de denúncias de loteamentos ilegais e COBRANÇA DE PROPINA.

O espaço, de responsabilidade da União, é administrado por indicados do deputado federal FAUSTO PINATO(PP-SP). Os indicados incluem até o pai do deputado, condenado por homicídio, que fatura um salário mensal de R$ 19,5 mil.

Comerciantes descreveram à Folha um ambiente em que tudo é resolvido com dinheiro “por fora”, da reserva de vagas para caminhões com caixas de madeira até a autorização para construção dentro do terreno público.

A Folha conversou com mais de uma dezena de comerciantes que revelaram, sob condição de não ter seus nomes citados, que a autorização para utilização de uma empilhadeira, por exemplo, custa R$ 30 mil em propina. Algumas propinas chegam a R$ 50 mil.

A influência de Pinato sobre o entreposto vem desde a gestão de Michel Temer e continua no governo Jair Bolsonaro. Ouvido pela Folha, o deputado negou irregularidades na atual gestão e disse que “deve ter muita gente plantando notícias falsas na Ceagesp, para defender interesses próprios”.

De seu lado, a direção da Ceagesp também nega irregularidades e afirma que “as denúncias tem como motivação ofender a honra do deputado Fausto Pinato e da diretoria”.

Para Cláudio Furquim, presidente de um sindicato de permissionários do entreposto, “a Ceagesp padece de um mal crônico, que são as indicações políticas”. Para Furquim, “existe um grande conflito de interesses quando um deputado indica o próprio pai”.

E você, que votou no deputado Pinato, acha certo que o pai dele, condenado por homicídio, esteja livre e pendurado em um cargo público com salário de quase R$ 20 mil?

A notícia completa, da Folha, pode ser lida aqui.

AÇÃO POPULAR PEDE AFASTAMENTO IMEDIATO DA MINISTRA DAMARES

Pessoalmente, acho uma injustiça o que estão querendo fazer com a Damares. Afinal, ela é apenas uma das mais legítimas representantes de um governo que foi eleito com base em mentiras. E as mentiras da Damares – como aquela sobre masturbação de bebês – até que são engraçadas. 

Deu no portal Conjur:

Dois advogados de Campo Grande (MS) foram à Justiça Federal pedir o afastamento imediato da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Na ação popular ajuizada nesta terça-feira (12/2), os advogados José Belga Trad e Fábio Martins Neri Brandão afirmam que a ministra praticou diversos “atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo”, que foram revelados pela imprensa e ofendem o artigo 37 da Constituição Federal. O caso está na 4ª Vara Federal de Campo Grande.

Segundo a ação, a conduta de Damares coloca em risco as finalidades institucionais da referida pasta “na medida em que estão expostas a métodos manifestamente indecorosos, desleais e indignos”.

Para exemplificar, a ação aponta que a ministra foi acusada, em reportagem da Revista Época, de ter retirado uma criança indígena de sua família. Os advogados chamam a atenção para o fato de que algumas declarações “mendazes” da ministra repercutiram nos últimos dias, “colocando o Brasil numa posição desconfortável no ambiente internacional”.

Cita ainda uma palestra de 2013, em Campo Grande, quando Damares declarou ser advogada, mestre em educação e em direito constitucional e direito da família. O título de mestre, porém, foi comprovado falso. “Agride qualquer noção de honestidade alguém se apresentar em público anunciando títulos que não possui para impor autoridade sobre seus ouvintes”, diz o documento. 

De acordo com a ação, Damares “vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes, tornando-se, portanto, perigosa para o exercício do cargo de ministra da Família e Direitos Humanos, já que esse modo de agir de todo censurável pode vir a se tornar uma política de estado”.

ARTIGO – “COMO TRANSFORMAR UM ATENTADO ATROZ EM UMA CAMPANHA REPUGNANTE”

Do jornalista Ranier Bragon, colunista da Folha de S.Paulo:

Por mais barbaridades que tenha proferido na corrida presidencial, Jair Bolsonaro foi, sem sombra de dúvida, vítima da maior atrocidade cometida na campanha de 2018.

Em 6 de setembro, na cidade de Juiz de Fora (MG), foi esfaqueado sem chance de defesa por Adélio Bispo de Oliveira – ex-filiado ao PSOL -, crime que quase lhe custou a vida.

O agressor foi preso imediatamente após a tentativa de assassinato. A Polí­cia Federal investigou o caso e concluiu, no principal inquérito, que Adélio agiu sozinho, movido por discordâncias polí­ticas, mesma impressão a que se chega ao ler, ver e ouvir as inúmeras reportagens produzidas desde então pelos veí­culos jornalí­sticos profissionais do paí­s.

Mesmo assim, uma pergunta não quer calar no núcleo espertalhão do bolsonarismo: quem mandou matar Bolsonaro? Escorados em uma operosa rede de peritos de YouTube, detetives de Twitter e inspetores de Facebook, esses profissionais da velhacaria não tem interesse real na verdade. O que buscam é se valer da complacência dos ingênuos e desinformados para tentar tirar o máximo proveito político da situação.

Convalescendo de mais uma cirurgia que passou em consequência do atentado, Bolsonaro surfa na onda. Postou vídeo no domingo para manter acesa a chama dos fanáticos. Ele também quer saber “quem foi ou quem foram os responsáveis por determinar que o Adélio praticasse aquele crime lá em Juiz de Fora.”€

Imediatamente um de seus puxa-sacos no empresariado compartilhou o ví­deo, acrescentando a avaliação de que a imprensa “continua calada” €e não parece indignada como no caso Marielle. A vereadora do PSOL foi morta, ao lado do motorista, a tiros de calibre 9 mm, assassinatos consumados e com autoria desconhecida até os dias de hoje.

E nessa mistura de alhos com bugalhos, fato com fake, Bolsonaro e seus áulicos não têm o mí­nimo pudor de usar o crime que quase custou a vida do candidato para tentar tirar o foco de suspeitas bem mais conectadas com o mundo real.

FANTÁSTICO APONTA MENTIRAS MAIS GROSSEIRAS DA MINISTRA DAMARES

A Rede Globo resolveu bater duro na ministra de Direitos Humanos, Damares Alves, expondo algumas declarações polêmicas dela, durante o programa Fantástico, e classificando-as como mentira ou verdade.

E ainda ficou faltando a declaração inverídica onde ela diz que é mestre em Educação e Direito Constitucional. Eis o vídeo do Fantástico:

BOLSOMINIONS CONTINUAM ESPALHANDO NOTÍCIAS FALSAS NAS REDES SOCIAIS

A quantidade de mentiras que os bolsominions continuam espalhando nas redes sociais é algo assombroso. Ontem mesmo, recebi de um imbecil que se apresenta como “Cabo Romão”, um texto mentiroso sobre o ex-deputado Jean Wyllys.

O texto, por sinal antigo, diz que Jean Wyllys seria o diretor de um filme chamado Corpus Christi, onde Jesus Cristo é apresentado como sendo gay. E, claro, pedia para que eu reenviasse a “notícia” para os meus amigos. O pior é que tem gente que acredita nessas baboseiras: há dois anos, quando foi lançado, o boato viralizou.

Agora temos uma nova mentira. A notícia é do UOL Confere, o serviço de checagem de fake News do UOL. Obs.: a dessalinização que Bolsonaro fala em importar de Israel, como se fosse uma técnica nova, já existe no Brasil desde 2004.

Um texto que surgiu no Twitter e se espalhou por redes sociais afirma que o Partido dos Trabalhadores (PT) havia entrado com uma liminar na Justiça pedindo a anulação do projeto de dessalinização que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) quer implantar para combater a seca no Nordeste.

O texto inicial continha a seguinte frase, que teria sido dita pela presidenta do PT, Gleisi Hoffmann: “A seca no Nordeste é cultural, quase um patrimônio, e não deve ser destruída”. Em outras publicações, uma fala similar foi atribuída a um advogado do partido.

Umas das primeiras divulgações aconteceu em um perfil (hoje suspenso pelo Twitter) chamado “Mônica Bengamo” (@monicaberganho), que fazia referência ao nome da colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo e dizia publicar notícias inventadas como forma de sátira.

O Partido dos Trabalhadores negou que tenha entrado com liminar para impedir o projeto de dessalinização que Bolsonaro quer implantar na região Nordeste com tecnologia importada de Israel. “Isso é mentira, totalmente fake, não caiam nessa! Nunca falei isso pra Mônica Bergamo ou para qualquer outra pessoa”, afirmou Gleisi, em suas redes sociais.

A jornalista Mônica Bergamo postou em sua conta oficial no Twitter: “ALERTA: Páginas com minha foto, nome e marca quase idêntica à da Folha têm sido criadas, retiradas do ar pelo Twitter e recriadas de novo. Tentam usar a credibilidade de nosso trabalho jornalístico para enganar as pessoas. Dizem ser paródia, qdo na verdade disseminam informações falsas”.

NOVA POLÍTICA: PARTIDO DE BOLSONARO CRIOU CANDIDATA LARANJA PARA OBTER VERBA PÚBLICA

Deu no Brasil 247:

Depois do caso das candidatas-laranja em Minas Gerais, em fraude no processo eleitoral supostamente feita pelo atual ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio (PSL), mais um episódio de criação de candidatos laranja vem à tona dentro do PSL, partido da presidência da República. Luciano Bivar (PSL-PE), recém-eleito segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, criou uma candidata laranja em Pernambuco que recebeu do partido R$ 400 mil de dinheiro público na eleição de 2018.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “Maria de Lourdes Paixão, 68, que oficialmente concorreu a deputada federal e teve apenas 274 votos, foi a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, mais do que o próprio presidente Jair Bolsonaro e a deputada Joice Hasselmann (SP), essa com 1,079 milhão de votos. O dinheiro do fundo partidário do PSL foi enviado pela direção nacional da sigla para a conta da candidata em 3 de outubro, quatro dias antes da eleição. Na época, o hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, era presidente interino da legenda e coordenador da campanha de Bolsonaro, com foco em discurso de ética e combate à corrupção.”

A matéria relembra o caso anterior de uso de laranjas: “no último dia 4, reportagem da Folha revelou que o ministro do Turismo de Bolsonaro e deputado federal mais votado em Minas, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), patrocinou um esquema de candidaturas laranjas que direcionou verbas do PSL para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara. Após essa revelação, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, afirmou que esse caso deveria ser investigado. No caso de Lourdes Paixão, a prestação de contas dela, que é secretária administrativa do PSL de Pernambuco, estado de Bivar, sustenta que ela gastou 95% desses R$ 400 mil em uma gráfica para a impressão de 9 milhões de santinhos e cerca de 1,7 milhão de adesivos, tudo às vésperas do dia que os brasileiros foram às urnas, em 7 de outubro.”

A reportagem ainda informa que “cada um dos quatro panfleteiros que ela diz ter contratado teria, em tese, a missão de distribuir, só de santinhos, 750 mil unidades por dia –​mais especificamente, sete panfletos por segundo, no caso de trabalharem 24 horas ininterruptas. A Folha visitou os endereços informados pela gráfica na nota fiscal e na Receita Federal e não encontrou sinais de que ela tenha funcionado nesses locais durante a eleição.”

OITO ASSESSORES DE FLÁVIO BOLSONARO DESAPARECERAM APÓS SUSPEITA DE ‘RACHADINHA’

A matéria com o título “Quanta coincidência!” é um pouco extensa, mas é interessante. Deu na Veja:

No restaurante Bairrada Adega Gourmet, na zona central do Rio de Janeiro, a clientela e os funcionários já notaram que a dona não aparece no local há algum tempo. Alguns dizem que ela mudou de cidade. Outros afirmam que ela simplesmente desapareceu. O administrador do negócio, Antonio Airton da Rocha, tenta explicar enquanto confere as notas do caixa, repetindo-se diversas vezes e notoriamente incomodado: “Parece que ela está de férias”.

A empresária Raimunda Veras Magalhães e Airton da Rocha são sócios no restaurante, mas ele diz que nada sabe sobre o paradeiro dela. “Ela não me deu mais notícia, não”, conta. A última conversa entre os dois aconteceu há mais de um mês. Dias depois, quando VEJA voltou a lhe pedir informações, Rocha enviou a seguinte mensagem por celular: “Quando eu fizer contato com ela, te falo, o.k.?”. Até o fechamento desta edição, Rocha não tinha notícias de Raimunda, que há meses também não aparece na própria residência, na Zona Oeste do Rio.

A dona do restaurante é uma das oito pessoas que trabalhavam no gabinete do ex-deputado estadual e agora senador Flávio Bolsonaro, do PSL do Rio. Ela e os outros sete ex-­colegas saí­ram de cena desde que veio a público que depositavam rotineiramente dinheiro na conta bancária do policial Fabrício Queiroz, o ex-­motorista do parlamentar. As transações, que ocorriam em datas próximas do pagamento dos salários, chamaram a atenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do governo responsável por fiscalizar movimentações de dinheiro atípicas.

Uma investigação foi instaurada no fim do ano passado para apurar se Raimunda (que depositou 4 600 reais) e outros auxiliares de Flávio Bolsonaro transferiam parte de seus salários a Queiroz, e se este, por sua vez, repassaria os recursos ao antigo patrão. A ilegalidade, comum entre políticos desonestos para aumentar a própria renda, é conhecida como “rachadinha”. A suspeita de que o filho do presidente da República pode ter se valido da trapaça para engordar a própria conta deu ares de escândalo ao caso.

Nos últimos dois meses, VEJA visitou catorze endereços atrás das testemunhas que podem inocentar — ou não — Flávio Bolsonaro. A vizinhança de Wellington Sérvulo Romano da Silva, que repassou 1 500 reais para a conta do ex-motorista, diz que depois do escândalo não o viu mais circulando pelo prédio. Seu apartamento, na Zona Oeste, está vazio e trancado desde então. Alguns moradores especulam até que o funcionário do gabinete tenha se mudado para o exterior.

Luiza Souza Paes, que repassou 3 542 reais, também sumiu. Sua casa, num subúrbio na Zona Norte do Rio, parece abandonada. Há encartes de supermercados amontoados na porta e ninguém atende o telefone ou a campainha. De Jorge Luís de Souza, que repassou 3 140 reais e mora numa favela da Zona Norte, o máximo que se pode observar é a presença de um Celta preto estacionado nas imediações da casa. Nada mais.

Agostinho Moraes da Silva foi o funcionário que menos depositou dinheiro na conta do ex-motorista, segundo o relatório do Coaf — apenas 800 reais. Procurado quatro vezes em sua residência, na Zona Sul do Rio, e na casa de uma irmã, ele é mais um que desapareceu. Na quarta-feira 6, um vizinho relatou que faz semanas que não vê o ex-servidor. O carro de Agostinho Moraes da Silva permanece estacionado em frente ao seu prédio, mas ninguém tem pista sobre seu paradeiro. Familiares dizem que ele está sem celular, incomunicável. “Agostinho é subsíndico do prédio. A gente não consegue falar com ele nem para resolver os problemas do dia a dia”, reclama um morador.

A própria família de Fabrício Queiroz, o pivô do escândalo, também mergulhou em discrição absoluta. Na residência do ex-motorista, na Zona Oeste do Rio, as janelas estão trancadas. A casa fica num beco estreito, coberto por fios elétricos. Os vizinhos afirmam que ninguém aparece por lá há meses. “Quando a cara dele surgiu na TV, ele sumiu daqui”, conta um morador, que, como a maioria dos entrevistados para esta reportagem, pede para não ser identificado.

Márcia Oliveira Aguiar, a mulher de Queiroz, que lhe repassou 18 864 reais, e a filha Nathália, que transferiu 84 110 reais ao pai, também não estão localizáveis. A família, segundo o advogado Paulo Klein, está passando uma temporada em São Paulo desde o fim do ano passado, quando o ex-motorista foi submetido a uma cirurgia para extração de um tumor do intestino. Até onde se sabe, Queiroz continua na capital paulista fazendo acompanhamento médico, mas em local incerto.

(…)

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: RODRIGO MAIA DIZ QUE TODO MUNDO CONSEGUE TRABALHAR ATÉ OS 80 ANOS

A charge é do Adnael. E a informação é do DCM:

Em entrevista à Globonews na noite de quarta, dia 6, o recém-eleito presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, falou que a prioridade da casa é dar andamento à proposta da PEC da Reforma da Previdência, que ainda será apresentada pelo governo mas que já foi “vazada” pelo Estadão.

“Ou nós aprovamos a reforma da Previdência ou o que vai estar projetado para os próximos anos no Brasil não é coisa muito boa”, disse.

“Eu sou a favor de uma regra de transição mais curta. Todos nós temos uma expectativa de vida maior. Nós temos que entender que trabalhar até 62 anos sem transição não é problema nenhum. Todo mundo consegue trabalhar hoje até 80, 75 anos”.

Detalhe: a expectativa de vida da população brasileira é em média de 72 anos. Em alguns estados e dependendo das condições sociais, a expectativa de vida cai consideravelmente.

 

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