Categoria: Política

IMPRENSA INTERNACIONAL DESTACA CONQUISTAS DE LULA PARA O BRASIL

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Deu no DCM:

Os principais veículos jornalísticos do mundo listam nesta quarta-feira, dia da condenação de Lula, as grandes conquistas do ex-presidente enquanto governou o Brasil.

O britânico “The Guardian” destaca que Lula saiu da pobreza na infância para se tornar presidente da República duas vezes, sendo agora condenado no primeiro de cinco inquéritos.

Cita a sentença como um grande abalo para o “primeiro presidente da classe trabalhadora, que deixou o governo seis anos atrás com 83% de aprovação”.

O jornal menciona que “o ex-líder sindical obteve admiração global por suas políticas de transformação social que ajudaram a reduzir a grande desigual social do maior país da América Latina”. Lembra também que Barack Obama se referia a Lula como o político mais popular da Terra.

O francês “Le Monde” destaca a condenação, referindo-se a Lula como “ícone da esquerda” e lembrando que o ex-presidente permanecerá em liberdade enquanto houver possibilidade de recursos. Diz que a condenação complica suas chances de concorrer à presidência e que, apesar de alta rejeição, ele está no topo das intenções de voto.

O espanhol “El País” observa que, no ano passado, após o processo de impeachment, Lula se apresentava como salvação para o Brasil, em meio aos seus favoráveis resultados eleitorais, mas que logo o Ministério Público começou a apresentar denúncias contra ele. E que ele apelava para a emoção de seus seguidores contra a perseguição que sofria.

O “The New York Times” fala do ex-presidente como alguém “que teve enorme influência na América Latina por décadas”. O norte-americano também aponta as afirmações de Lula de que as acusações contra ele são uma “farsa”. E cita que o juiz Sergio Moro disse que as ações de Lula eram parte de um sistêmico esquema de corrupção: “O presidente da República tem enormes responsabilidades”. “‘Desse modo, sua responsabilidade’ é norme”.

Como o The Guardian, The New York Times também menciona o grande crescimento econômico durante os governos Lula, creditado como uma liderança que retirou da pobreza milhões de pessoas “numa das nações com maior desigualdade entre ricos e pobres no mundo”.

A correspondente da BBC em São Paulo, Katy Watson, diz que Lula permanece um político popular e que a sentença vai dividir profundamente o Brasil.

SENTENÇA DE MORO NÃO TIRA LULA DA CORRIDA PRESIDENCIAL DE 2018

A análise é do iG:

Moro-nazMesmo depois de ter sido condenado a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo juiz federal Sérgio Moro , o ex-presidente Lula (PT) ainda pode se candidatar nas eleições presidenciais de 2018. 

Isso porque a Lei da Ficha Limpa impede apenas a candidatura de políticos condenados por uma decisão colegiada, ou seja, por mais de um julgador. O ex-presidente Lula foi condenado em primeira instância apenas por Moro. Logo, ainda pode ser eleito em 2018.

Além disso, a defesa do petista ainda pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), onde um grupo de desembargadores vai decidir se mantém a sentença proferida por Moro ou se absolve Lula. 

Se Lula for condenado em segunda instância, ele fica inelegível?

Não necessariamente. Afinal, nesse caso, o que vai importar – além da condenação do ex-presidente por mais de um julgador – será a data de tal condenação.

Se ele for julgado pelo TRF-4 antes da eleição no ano que vem, o seu registro de candidatura pode ser negado. 

Se ele for julgado pelo TRF-4 após o prazo para registro de candidaturas, que é o dia 15 de agosto do ano que vem, e tiver se cadastrado como candidato a algum dos cargos eletivos no pleito de 2018, seu registro pode ser cassado. Ou não.

Se, nesse caso, o TRF-4 condená-lo, confirmando a sentença proferida por Sérgio Moro, mas decidir que Lula poderá concorrer às eleições, não cassando o seu registro, o petista poderá concorrer às eleições normalmente. 

Nessa situação, seu nome entraria na lista dos candidatos, mas os votos declarados a ele não apareceriam na apuração até que o recurso para manter ou não a candidatura como válida fosse julgado. Com isso, mesmo se ganhar a eleição, Lula pode não tomar posse.

E… se demorar mais ainda?

Agora, se o TRF-4 demorar para julgar o presidente, Lula concorrer às eleições de 2018, ganhá-las, for diplomado e, só depois disso o Tribunal condená-lo, a situação muda totalmente. 

Isso porque não haveria respaldo legal para que o petista não ocupasse o cargo.  Nesse caso, a Constituição Federal prevê a suspensão do processo e, com tal medida, Lula seria o presidente do Brasil e assumiria o cargo normalmente em 2019.

Ou seja, a condenação proferida por Moro ainda é apenas um passo curto para tirar o ex-presidente Lula da corrida presidencial.

15 PREFEITOS PARTICIPAM DE ENCONTRO COM SECRETÁRIO DE SEGURANÇA. ANALICE FERNANDES NÃO COMPARECEU

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A foto acima mostra a comitiva da região que esteve reunida ontem, 11, com o secretário estadual de Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho, para reivindicar mais policiais para a Seccional de Jales.

A Seccional de Jales, como se sabe, é integrada por 22 municípios da região. Dos 22 prefeitos convidados, 15 se deslocaram até São Paulo para participar da reunião com o secretário. Ei-los:

Flávio Prandi(DEM) – Jales

Josué Eduardo de Assunção-Calango(DEM) – Aspásia

Euclides Benini-Cridão(DEM) – Dirce Reis

Américo Ribeiro do Nascimento(PMDB) – Dolcinópolis

Leandro Polarini(PSDB) – Mesópolis

Sérgio Antonio Polarini(PSD) – Paranapuã

Elvis Carlos de Souza(PTB) – Pontalinda

Aparecido Goulart(PSD) – Rubineia

Wair Jacinto Zapelão(PSDB) – Santa Clara D’Oeste

Ademir Maschio(DEM) – Santa Fé do Sul

Alaor Pasian(PSB) – Santa Rita D’Oeste

Jeder Fabiano Souza-Tuim(PSD)  – Santa Salete

Rubens José Belão-Bim(PSDB) – Três Fronteiras

Márcio Arjol Domingues(PSDB) – Urânia

Ana Lúcia Módulo(PSDB) – Vitória Brasil

Os vice-prefeitos de Jales (José Devanir “Garça” Rodrigues) e Paranapuã (Elcio Ribeiro “Rolemã” Guimarães), além dos vereadores jalesenses João Zanetoni, Bismark Kuwakino e Chico do Cartório, também integraram a comitiva. Participaram, ainda, os deputados estaduais Itamar Borges(PMDB) e Carlão Pignatari(PSDB).

A deputada Analice Fernandes(PSDB), não participou do encontro. Ela foi representada por um assessor, Carlos Roberto Cardoso, o Cardosão. O federal Fausto Pinato(PP), provavelmente ocupado com a defesa de Michel Temer, também não deu o ar de sua graça.

Agora, os prefeitos que faltaram ao encontro:

Maércio Dias de Menezes(PSD) – Aparecida D’Oeste

Joaquim Peres(PMDB) – Marinópolis

José Marcos Alves(PMDB) – Nova Canaã Paulista

José César Montanari-Pezão(PR) – Palmeira D’Oeste

Vanderci Novelli-Tuquinha(PMDB) – Santa Albertina

José Aparecido de Melo(PSDB) – Santa da Ponte Pensa

Maurício Honório de Carvalho(PSD) – São Francisco.

SENADORAS BOMBAM NAS REDES APÓS OCUPAR MESA DIRETORA DO SENADO

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A imagem acima foi uma das mais divulgadas nas redes sociais. E, para alegria do professor Zico, até uma música do Benito di Paula foi lembrada. A notícia é do UOL:

senadoras2Cinco mulheres foram o centro das atenções, na tarde de terça-feira (11), após ocuparem a Mesa Diretora do Senado e impedirem a votação da reforma trabalhista. O protesto foi liderado pelas senadoras Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI) e Lídice da Mata (PSB-BA).

A sessão para votação da reforma começou por volta de 11h, mas foi suspensa pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), após as senadoras se recusarem a deixar a Mesa do plenário. O senador também mandou desligar os microfones e o ar-condicionado e apagar as luzes.

Mesmo no escuro, as senadoras de oposição continuaram no local. Pouco depois das 13h, receberam marmitas de suas assessorias e almoçaram por ali mesmo. Com seus smartphones, transmitiam a “ocupação” ao vivo pelas redes sociais, narrando o que estava acontecendo (a transmissão pela TV Senado foi suspensa).

O movimento liderado pelas senadoras gerou repercussão nas redes sociais.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ARQUIVA INVESTIGAÇÃO CONTRA LULA

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O Ministério Público Federal do DF arquivou uma das investigações contra o ex-presidente Lula por suposta obstrução da Justiça. A investigação foi aberta em função da delação do ex-senador Delcídio do Amaral.

Segundo Delcídio, Lula teria promovido uma reunião no Instituto Lula, em 2015, da qual participaram também os senadores Edson Lobão e Renan Calheiros, onde teria sugerido a criação de um “gabinete da crise”, para atrapalhar as investigações da Lava Jato.

Para o procurador federal Ivan Cláudio Marx, que pediu o arquivamento, Delcídio teria mencionado Lula apenas para aumentar o poder de barganha e conseguir um acordo para sair da cadeia.

Eis um trecho do que escreveu o procurador, com grifos meus:

Ademais, não se pode olvidar o interesse do delator em encontrar fatos que o permitissem delatar terceiros, e dentre esses especialmente o ex-presidente Lula, como forma de aumentar seu poder de barganha ante a Procuradoria-Geral da República no seu acordo de delação. 

Nessa mesma linha, fazendo referências a outras reuniões que teria tido com Lula, Delcídio logrou apontá-lo como chefe do esquema que determinava o pagamento de propinas a Nestor Cerveró com o intuito de que este não firmasse acordo de delação premiada. 

Nesse referido processo, no qual o MPF logo apresentará alegações finais, Delcídio se encontrava preso antes da delação. A participação de Lula só surgiu através do relato de Delcídio, não tendo sido confirmada por nenhuma outra testemunha ou corréu no processo. 

Ressalte-se não se estar aqui adiantando a responsabilidade ou não do ex-presidente Lula naquele processo, mas apenas demonstrar o quanto a citação de seu nome, ainda que desprovida de provas em determinados casos, pode ter importado para o fechamento do acordo de Delcídio do Amaral, inclusive no que se refere à amplitude dos benefícios recebidos. 

Assim, a criação de mais um anexo com a implicação do ex-presidente em possíveis crimes era sim do interesse de Delcídio. Por isso, sua palavra perde credibilidade.

ECONOMISTA DIZ QUE MAIORES VÍTIMAS DA REFORMA TRABALHISTA SERÃO OS COXINHAS

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Pessoalmente, penso que as vítimas serão todos os trabalhadores. Mas achei interessante o que escreveu o economista Gustavo Castañon, em sua página no Facebook:

Hoje a reforma trabalhista não atingirá o servidor público já concursado, nem o pobre precarizado que já não tem direitos.

Adivinhem quem a reforma irá atingir? O coxa brasileiro, esse super asno, a figura política mais imbecil da história conhecida do mundo, que acredita nos especialistas da Globo News, sonha com a estabilidade de um emprego público que a reforma enterrará e perderá os direitos trabalhistas no emprego que tem, se tornando um terceirizado.

Muitos no entanto comemorarão o ganho simbólico: ao passar a trabalhar 14 horas por dia para ganhar cinco mil reais o coxa poderá dizer que é sua própria empresa e que agora é um empresário.

No final o que conta mais para o asno é esconder que é um escravo e votar como um burguês. Ele é um verdadeiro super-herói, seu super poder é a super imbecilidade.

TRIBUNAL DE CONTAS APLICA MULTA EM MACETÃO

DSC00028-macetão-Sobrou pro rapaz dos cabelos encaracolados. O vereador licenciado Luiz Henrique Viotto(PP), o Macetão foi multado pelo Tribunal de Contas do Estado(TCE) em 200 Ufesp’s (R$ 5 mil), conforme sentença de terça-feira passada, 04/07.

A encrenca não tem nada a ver com a atuação de Macetão como vereador. O problema está na performance dele como presidente da falecida Fundação Municipal “Masaru Kitayama”.

Segundo o TCE, a Fundação gastou cerca de R$ 70 mil em 2014, embora não tivesse desenvolvido nenhuma atividade naquele ano, sob a presidência de Macetão. Por sinal, Macetão esteve bastante ocupado em 2014, já que atuava também como assessor da prefeita de Fernandópolis, Ana Bim Matoso.

De acordo com a sentença, Macetão foi multado “em razão do desrespeito ao dever de prestar contas”. Um dado curioso: a sentença foi proferida por um jalesense, o meu ex-vizinho e auditor do TCE, Márcio Martins Camargo. Ele é filho do saudoso professor José Camargo, que me ensinou tudo sobre orações coordenadas sindéticas e assindéticas.

A Fundação Municipal de Saúde, Educação e Comunicação “Masaru Kitayama” foi criada em 2005, na administração Humberto Parini e extinta em 2015, pelo ex-prefeito Pedro Callado. A autarquia teve papel importante na criação do Ambulatório de Câncer de Jales e, posteriormente, na vinda do Hospital de Câncer.

REUNIÃO DISCUTE PROPOSTAS PARA ÁREA AZUL DO MUNICÍPIO

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A notícia é da assessoria de imprensa da Câmara:

Na tarde de hoje, o secretário municipal de Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Mobilidade Urbana Nilton Suetugo e o chefe de gabinete da Prefeitura Wellington Assunção apresentaram aos vereadores algumas propostas de modificação do sistema de zona azul do município.

Os vereadores Fábio Kazuto (PSB), Vanderley Vieira – Deley (PPS), Bismark Kuwakino (PSDB), Adalberto Francisco de Oliveira – Chico do Cartório (PMDB) e Vagner Selis – Pintinho (PRB) puderam discutir melhorias no trânsito na área central da cidade.

Algumas das mudanças sugeridas são a implantação de um sistema informatizado para fazer a cobrança do serviço e a ampliação da quantidade de vagas para estacionamentos de motos.

As propostas ainda serão encaminhadas à Câmara através de PL e analisadas de modo a atender as necessidades do município para, posteriormente, fazer a contratação da empresa que será responsável pelo sistema da zona azul.

O procurador jurídico da Câmara Rodrigo Vitoriano também acompanhou a reunião.

LAVA JATO SE DECEPCIONA COM DELAÇÃO DE PALOCCI, QUE NÃO INCRIMINA LULA

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Para os procuradores da Lava Jato, delação boa é delação que cite Lula ou o PT. Mesmo que o delator não tenha provas, como parece ser o caso do Joesley e sua conta de 150 milhões de dólares. Só para lembrar: a delação de Leo Pinheiro, da OAS, só foi aceita depois que ele, “espontaneamente”, resolveu dizer que o Triplex é do Lula. A notícia é do jornal Valor Econômico:

As negociações para a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci esfriaram muito nas últimas semanas.

O grupo de trabalho da Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República está insatisfeito com o material oferecido até agora pelo petista, cuja delação prometia ser bombástica. Essencialmente, os investigadores se decepcionaram com Palocci, que não incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu depoimento. 

Palocci foi preso em setembro do ano passado, durante 35ª fase da Lava-Jato, batizada de “Omertá” – uma referência a origem do codinome “italiano”, pelo qual o ex-ministro era chamado por executivos da Odebrecht. Ele foi acusado de receber milhões de reais em propina da empreiteira.

Em maio deste ano, o ex-ministro trocou de advogado e começou a negociar a delação. A expectativa era de que, além de políticos de primeiro escalão, ele revelasse esquemas de corrupção envolvendo o mercado financeiro. O temor sobre essa delação levou bancos e gestoras de recursos a consultarem previamente a Lava-Jato sobre a possibilidade de fechar acordos de leniência.

No dia 26 de junho, oito meses após sua prisão, Palocci foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

Ao dar a sentença, Moro afirmou que a proposta de delação do ex-ministro soou mais como “ameaça” a antigos aliados do que como uma intenção verdadeira de celebrar um acordo.

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