Categoria: Região

GERAÇÃO DE EMPREGOS: BRASIL TEVE MELHOR SETEMBRO DESDE 2013. E JALES TEVE O PIOR SETEMBRO DESDE 2003

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira, 18, mostram que o Brasil criou 157.213 vagas de emprego com carteira assinada em setembro. O resultado é o melhor d esde 2013, ainda no primeiro mandato de Dilma, quando foram criadas 211.068 vagas.

No caso de Jales, no entanto, não há nenhum motivo para comemorar os números de setembro. Segundo o Caged, a cidade teve 312 admissões e 378 demissões, resultando em um saldo negativo de 66 empregos fechados no mês passado. Somados os nove meses de 2019, o saldo também é negativo, com 110 empregos fechados.

Nunca antes na história desta cidade, tivemos um setembro tão ruim. Até ontem, o nosso pior setembro tinha ocorrido em 2015, quando foram fechados 23 empregos em Jales. E o melhor ocorreu em 2009, sob Lula, quando a cidade produziu impensáveis 207 novos empregos. Por sinal, nos oito anos de Lula – de 2003 a 2012, Jales só teve resultados positivos no quesito geração de empregos.

Com relação às nossas principais vizinhas, o melhor resultado, em setembro, foi obtido por Votuporanga, que produziu 126 novos empregos. Fernandópolis (-78), Santa Fé do Sul (-21) e Tanabi (-33) tiveram, assim como Jales, resultados negativos. Mirassol (+29) e São José do Rio Preto (+280), talqualmente Votuporanga, apresentaram saldos positivos.

Entre os 22 pequenos municípios que integram a microrregião de Jales, Paranapuã foi o destaque positivo de setembro, com a abertura de 26 empregos formais. Os destaques negativos foram Urânia, que fechou 19 empregos, e Santa Clara D’Oeste, que perdeu 17 postos de trabalho.

O detalhe é que, mesmo com o resultado negativo de setembro, o desempenho de Urânia nos primeiros nove meses do ano é muito melhor que o de Jales. No ano, o saldo de Urânia é positivo, com a criação de 94 novos empregos.

MEC DIVULGA PORTARIA COM SANÇÕES CONTRA UNIVERSIDADE BRASIL

A notícia é do UOL:

O MEC (Ministério da Educação) aplicou sanções à Universidade Brasil após o início de investigações sobre fraudes no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) envolvendo o curso de Medicina.

Em setembro, a instituição de ensino foi alvo de uma operação da PF (Polícia Federal) e de pedido de abertura de inquérito por parte do MPF (Ministério Público Federal).

Em portaria publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União), o MEC aplicou medidas cautelares à universidade. Entre elas, está a proibição de transferência ou entrada de novos alunos no curso de Medicina.

Também foi suspensa a participação da instituição no ProUni (Programa Universidade para Todos) e no Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), e de celebração de novos contratos do Fies.

A Universidade Brasil é alvo de investigações e ações da Procuradoria da República em Jales (SP) por irregularidades na criação e no preenchimento de vagas no curso de Medicina em Fernandópolis (SP).

Na portaria de hoje, o MEC determina que a Universidade Brasil faça a divulgação das sanções em sua página na internet. Procurada pela reportagem, a instituição de ensino ainda não se manifestou.

MPF DENUNCIA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA POR FRAUDES NO FIES E VENDA DE VAGAS NA UNIVERSIDADE BRASIL DE FERNANDÓPOLIS

A novidade está pendurada no portal do MPF:

O Ministério Público Federal denunciou 32 integrantes de uma organização criminosa responsável pela venda de vagas no curso de medicina da Universidade Brasil, em Fernandópolis (SP), e pela contratação fraudulenta de financiamento público por meio do Fies. Os envolvidos cobravam até R$ 120 mil por aluno para garantir a matrícula sem processo seletivo e para enquadrar no programa de financiamento estudantil pessoas que não fariam jus ao benefício.

Os prejuízos causados à União em virtude do custeio indevido das mensalidades pode ter chegado a R$ 500 milhões. O MPF ajuizou ainda outras duas denúncias contra parte do grupo pelos crimes de falsidade ideológica e fraude processual, devido às tentativas de obstruir as investigações.

O esquema era liderado pelo reitor e proprietário da universidade, José Fernando Pinto da Costa, preso no dia 3 de setembro após a deflagração da Operação Vagatomia, e pelo seu filho Sthefano Bruno Pinto da Costa, CEO do estabelecimento de ensino. Além de funcionários do campus de Fernandópolis, integravam a organização criminosa pessoas lotadas na sede da instituição na capital paulista.

O comércio de vagas contava ainda com a atuação de assessores educacionais sem vínculo formal e “aparente” com a Universidade Brasil, que eram responsáveis pela captação de alunos interessados em comprar o ingresso na graduação e/ou obter concessão indevida do Fies.

A notícia é bastante extensa. Se o prezado leitor quiser vê-la por inteiro, é só clicar aqui

POLÍCIA AMBIENTAL DE APARECIDA DO TABOADO MULTA JALESENSES POR PESCA SUBAQUÁTICA ILEGAL

Deu no portal Dourados Agora:

Policiais Militares Ambientais de Aparecida do Taboado, que trabalham na operação Padroeira do Brasil realizavam fiscalização fluvial e autuaram no domingo (13), no final da manhã, três pescadores que praticavam pesca subaquática no córrego Rondinha, no município.

Os pescadores, um pintor de 38 e um balconista de 41 anos, residentes em Jales (SP) e um cantor (43), residente em Ouroeste (SP), realizavam pesca subaquática sem a licença ambiental.

Com eles foram apreendidos 6 kg de pescado, três roupas de mergulho, três pares de nadadeiras, três arbaletes, três cintos de lastro, três máscaras de mergulho, três respiradores, três toucas de mergulho e uma faca.

Os infratores foram autuados administrativamente e multados em um total R$ 3.120. O pescado será doado para instituições filantrópicas.

EX-PREFEITO TRAMBIQUEIRO ENVOLVE ESCRITÓRIO DE ADVOGADO JALESENSE EM LICITAÇÃO FRAUDULENTA

A considerável coleção de processos do ex-prefeito de Dolcinópolis, José Luiz Reis Inácio Azevedo, foi acrescida de mais duas ações de improbidade, ajuizadas há coisa de um mês pelo Ministério Público de Estrela D’Oeste.

Zé Luiz, que foi preso pela PF na “Operação Catatau” em fevereiro de 2017 e continua trancafiado no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Araçatuba, parece mesmo disposto a ultrapassar  – se já não ultrapassou – as 27 ações movidas contra o ex-prefeito de Mesópolis, Tavinho Cianci, o recordista da região.

Um dos novos trambiques denunciados pela promotora Priscila Longarini Alves, de Estrela D’Oeste, envolve até a participação involuntária do escritório de advocacia Fernandes & Callado Moraes, com sede em São Paulo, que tem entre os seus sócios o advogado Carlos Eduardo Callado Moraes, o Cadinho, filho do nosso ex-prefeito Pedro Callado.

Sucedeu assim: em 2014, Zé Luiz resolveu contratar um advogado para realizar algumas tarefas corriqueiras na Prefeitura de Dolcinópolis, que, por sinal, já contava com um assessor jurídico. A contratação, segundo o MP, era desnecessária, mas isso não é o pior. 

O problema maior está na licitação, que, para o MP, foi fraudada. A acusação diz que o certame licitatório teve apenas dois concorrentes – um advogado de Cajamar(SP) e o escritório de Cadinho – mas, ao que tudo indica, o advogado jalesense nem ficou sabendo da licitação.

Ao MP, o representante do escritório Fernandes & Callado Moraes desmentiu categoricamente sua participação no certame e garantiu que as assinaturas contidas na documentação relativa à sua empresa, firmadas em seu nome, não são dele, ou seja, foram falsificadas.

Esse não é o primeiro caso do tipo na região. O já citado Tavinho Cianci também foi alvo de uma denúncia parecida. Em 2008, a Prefeitura de Mesópolis abriu uma licitação para contratação de serviços gráficos, que teve a “participação” de uma gráfica de Jales, mas….

Mas, assim como no caso do Cadinho, os donos da gráfica de Jales nem ficaram sabendo da licitação e a assinatura que constava dos documentos “apresentados” pela empresa não era de nenhum deles. Além disso, outra “participante” do certame – uma gráfica de Santa Fé do Sul – já tinha encerrado suas atividades quatro anos antes, em 2004. O caso ainda tramita na Justiça de Jales.

No caso de Dolcinópolis, estão sendo processados, além do ex-prefeito Zé Luiz, os três membros da Comissão de Licitação e o advogado de Cajamar (C.R.G.A.), que teriam contribuído para a fraude. O MP está pedindo, entre outras coisas, o ressarcimento de R$ 70 mil aos cofres públicos.

POLÍCIA CIVIL DE JALES PRENDE QUATRO PESSOAS POR ROUBO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS

A notícia é da assessoria de imprensa da Delegacia Seccional de Jales:

A Polícia Civil de Jales, após mais de seis meses de investigações, deflagrou na manhã desta terça-feira, 8 de outubro, a OPERAÇÃO LARANJALES e prendeu mais quatro pessoas acusadas de integrarem Organização Criminosa que praticou vários roubos e furtos de tratores e defensivos agrícolas em propriedades rurais da região e de outras, inclusive do vizinho estado de MG. 

Hoje foram cumpridos oito Mandados de busca e apreensão, sendo dois em São José do Rio Preto, um em Tanabi e outros cinco em Iturama/MG. Durante as buscas, um homem, que seria o receptador dos produtos roubados, foi preso em flagrante, já que em sua residência foram encontrados diversos tipos de defensivos agrícolas sem notas fiscais, além de rótulos/etiquetas e outros produtos utilizados para recolocar os produtos no mercado.

Também foram cumpridos três Mandados de Prisão Temporária expedidos pela Justiça de Jales, totalizando quatro pessoas presas nesta data, sendo dois homens e duas mulheres. 

Vale ressaltar que outros 11 criminosos já haviam sido presos, portanto o número de integrantes dessa Organização Criminosa chega a 15 até o momento. 

O Delegado Sebastião Biazi, da DIG de Jales, comandou a operação que contou com o apoio de mais de 30 policiais civis de Jales, Fernandópolis, São José do Rio Preto, Tanabi/SP e Iturama/MG.

FLAGRADO PELO ‘FANTÁSTICO’, ASSESSOR DE EX-PREFEITO DE PARANAPUÃ TERÁ QUE DEVOLVER DINHEIRO AO ERÁRIO PÚBLICO

O TJ-SP confirmou a condenação de Vangleiby da Cruz Martinez, ex-assessor de gabinete do ex-prefeito de Paranapuã, Antônio Melhado Neto, que foi acusado de enriquecimento ilícito pelo Ministério Público de Jales. Ele já tinha sido condenado pela Justiça de Jales, em 2017, e agora o TJ confirma que ele terá que devolver dinheiro aos cofres públicos de Paranapuã.

O valor, no entanto, não deverá causar grande desfalque às economias do ex-assessor. Na Justiça de Jales, ele tinha sido condenado a devolver módicos R$ 42,70. Vou repetir por extenso: quarenta e dois reais e setenta centavos. No TJ-SP, o valor da devolução foi aumentado para R$ 554,40.

Para quem não se lembra, Vangleiby foi flagrado pelas câmeras do programa “Fantástico“, da rede Globo, em reportagem sobre o mau uso de veículos oficiais, exibida em setembro de 2013. Na ocasião, os repórteres do “Fantástico” seguiram o ex-assessor por cerca de 100 quilômetros e o mostraram fazendo ultrapassagens perigosas e irregulares, em alta velocidade.

O problema, porém, não foram as ultrapassagens ou a velocidade do carro oficial, mas a utilização dele em viagem de interesse meramente particular. Segundo a reportagem e o Ministério Público, Vangleiby teria viajado 370 quilômetros – de Paranapuã a Rio Preto, passando por Araçatuba – para ver um veículo que pretendia adquirir.

A equipe do “Fantástico”, que seguiu o então assessor até São José do Rio Preto, constatou que ele foi direto a uma empresa revendedora de carros usados. Segundo o repórter Maurício Ferraz, um dos vendedores da loja confirmou que Vangleiby já tinha ligado antes, interessado em um veículo.

O repórter confirmou, também, que o flagrante gravado pelas câmeras da Globo foi um acaso: “Nós estávamos voltando para o Rio de Janeiro, quando aquele veículo com placa oficial nos ultrapassou em alta velocidade. Resolvemos, então, segui-lo”.

Na ação civil pública ajuizada em 2016, o MP pedia, além do ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos, a aplicação de uma multa de R$ 88 mil, referente aos danos morais coletivos causados à pacata população de Paranapuã, que, em sua maioria, ficou indignada com a atuação do assessor.

No entanto, nem o juiz jalesense José Geraldo Nóbrega Curitiba, nem os desembargadores do TJ-SP, concordaram com o pagamento dos danos morais coletivos pleiteados pelo Ministério Público. Para eles, apesar da grande repercussão da matéria do “Fantástico”, o caso não é de gravidade tal que justifique o pagamento de danos morais coletivos.

A reportagem do “Fantástico” pode ser vista aqui. O caso de Paranapuã começa aos 7:43 minutos.

JUSTIÇA RECEBE AÇÃO DE IMPROBIDADE POR FRAUDE EM CONCURSO DA PREFEITURA DE MESÓPOLIS. DOIS VEREADORES ESTÃO ENVOLVIDOS

O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti (foto), decidiu receber a ação de improbidade ajuizada pelo Ministério Público, em maio deste ano, contra 22 pessoas e uma empresa – a Persona Capacitação, de Fernandópolis – acusadas de fraude no concurso público realizado pela Prefeitura de Mesópolis em 2015.

Entre os acusados, estão a sócia-proprietária da empresa, Marta Silene Colassiol e uma funcionária do setor de recursos humanos da Prefeitura de Mesópolis. O rol dos acusados inclui, ainda, dois vereadores – Luiz Carlos dos Santos Pereira e Denílson Bortolozzo, ambos do PSDB – além de uma suplente e pelo menos dois parentes do atual prefeito, Leandro Polarini.

Os malfeitos da Persona Capacitação foram flagrados pela operação “QI”, deflagrada em junho de 2015 pela Polícia Civil e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), que investigou um esquema de fraudes em concursos públicos e processos seletivos realizados em mais de 30 cidades da região de São José do Rio Preto.

No caso de Mesópolis, foram realizadas escutas telefônicas e apreensão de e-mails e documentos. Entre os documentos apreendidos, estão cartões de resposta em branco – que seriam preenchidos posteriormente – todos assinados no verso pelos respectivos candidatos, com informações como o nome e o cargo pretendido.

Um laudo pericial grafotécnico confirmou que todas as assinaturas encontradas nos 19 cartões de resposta apreendidos pertenciam de fato aos candidatos acusados de fraude.

De acordo com o promotor Horival Marques de Freitas Júnior, a empresa Persona Capacitação foi contratada em fevereiro de 2015 para planejar e aplicar o concurso público e, logo após a contratação, a sócia Marta Colassiol já passou a comercializar as vagas do concurso.

O esquema contou com a participação da servidora do setor de recursos humanos, que, segundo uma testemunha, teria ligado para algumas candidatas, convocando-as para irem até sua residência para assinar os cartões de resposta em branco.

Marta Colassiol foi presa por ocasião da deflagração da operação do Gaeco, em junho de 2015, e permaneceu mais de dois anos e sete meses na prisão. Depois de condenada a mais de oito anos de reclusão, acabou conseguindo a liberdade condicional em fevereiro de 2018.

Em sua decisão, Ballotti deu 15 dias para que os acusados apresentem suas contestações.

REPRESENTANTES DO MEC SE REÚNEM COM MPF DE JALES PARA DISCUTIR CASO DA UNIVERSIDADE BRASIL

Segundo outras fontes, representantes da Advocacia Geral da União (AGU) também estiveram em Jales. A notícia é do G1:

Representantes do Ministério da Educação (MEC) se reuniram nesta terça-feira (24) com os responsáveis pela investigação da operação Vagatomia, que revelou um esquema de supostas fraudes envolvendo liberação de financiamentos de programas do Governo Federal para estudantes ingressarem na Universidade Brasil.

A reunião foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF) e começou por volta das 14h na sede da Procuradoria da República de Jales (SP). O delegado da Polícia Federal, Cristiano Pádua, esteve presente.

De acordo com informações obtidas pela TV TEM, o encontro foi para tratar da situação da Universidade Brasil e encontrar possíveis medidas para reverter os prejuízos causados aos cofres públicos.

Além disso, foi solicitado que o Ministério da Educação encontre formas para que os alunos beneficiados pela fraude devolvam o dinheiro do Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni) liberado supostamente de forma ilegal.

A imprensa não pôde acompanhar a reunião. Os representantes não quiseram gravar entrevista, mas disseram à equipe da TV TEM que foram até Jales para se colocar à disposição de todos os órgãos responsáveis pela operação Vagatomia.

CARTÓRIO ELEITORAL DE JALES ESTARÁ DE PLANTÃO NESSE SÁBADO PARA ELEITORES INTERESSADOS EM FAZER A BIOMETRIA

Os jovens da foto – a Liliane Lemes dos Santos e o Algenir Francisco Bueno Marques – são os chefes, respectivamente, da 152ª Zona Eleitoral (Jales) e da 427ª Zona Eleitoral (Urânia).

As duas zonas eleitorais funcionam no Cartório Eleitoral de Jales, sendo que a 152ª ZE reúne os municípios de Jales, Dirce Reis e Pontalinda, enquanto a 427ª ZE é integrada por Aspásia, Mesópolis, Paranapuã, Santa Albertina, Santa Salete e Urânia.

O cartaz aí do lado cita apenas as três cidades da 152ª ZE, mas os eleitores de todos os nove municípios, que ainda não regularizaram o título eleitoral, poderão fazer o recadastramento biométrico neste sábado, 21, quando a Liliane e o Algenir, bem como suas respectivas equipes, estarão de plantão – das 08 às 13 horas – para atender os interessados em fazer a biometria.

O plantão funcionará no Cartório Eleitoral de Jales e nas unidades do Ganha Tempo de Jales e de Urânia, que também atenderão das 08 às 13 horas.

Até a semana passada, cerca de 73% dos eleitores de Jales e de Santa Albertina já tinham realizado o recadastramento biométrico. Nos demais sete municípios, esse percentual já passava dos 80%. Em Paranapuã, o município mais adiantado, a biometria já tinha sido providenciada por quase 90% dos eleitores.

Sempre é bom lembrar que os eleitores que não fizerem o recadastramento biométrico não poderão votar nas eleições de 2020. Além disso, terão o título cancelado e não poderão obter passaporte ou CPF. Ficarão, também, impedidos de tomar posse, caso sejam aprovados em algum concurso público.

As datas finais para realização da biometria são diferentes em cada zona eleitoral. Na 152ª ZE, com eleitores de Jales, Dirce Reis e Pontalinda, a biometria poderá ser feita até o dia 19 de dezembro. Já na 427ª ZE, os eleitores de Urânia, Aspásia, Mesópolis, Paranapuã, Santa Albertina e Santa Salete terão apenas até o dia 31 de outubro para fazer a biometria.

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