DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

O jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, está destacando a retomada do recapeamento asfáltico de nossas esburacadas ruas. Segundo o jornal, algumas ruas da periferia estão recebendo obras de recape com recursos de R$ 3,8 milhões obtidos por meio de um financiamento junto à Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista. Além dos recursos do financiamento, a Prefeitura está utilizando, também, as verbas oriundas de emendas  orçamentárias junto ao governo federal, destinadas por parlamentares amigos de Jales. A notícia diz que o serviço será executado em etapas, sendo que a primeira já está em execução e contempla ruas do Jardim Primavera, Jardim Oiti, Vila Izabel e Residencial São Lucas. Algumas ruas dos bairros Euplhy Jalles, Pires de Andrade, das Palmeiras, Primavera e Vila São José também serão recapeadas.

Destaque, também, para a iniciativa do vereador Chico do Cartório(MDB), que, na sessão da Câmara de segunda-feira passada, encaminhou dois requerimentos questionando o prefeito Flá Prandi sobre a possibilidade de instalação de aparelhos de ar condicionado nas EMEIs (creches) “Diva Maciel Jorge” e “Vera Lúcia S.O. Vilela”. Segundo o vereador, “a falta de climatização prejudica o desenvolvimento das atividades e o descanso das crianças, que ficam muito desconfortáveis com o calor excessivo”. Chico ressaltou, ainda, que “aparelhos ar condicionado nas escolas não é luxo, mas uma necessidade, devido à temperatura elevada”.

Na coluna FolhaGeral, o combativo redator-chefe Roberto Carvalho comenta que os moradores da Rua São Paulo, no bairro IV Centenário, já estariam chegando ao limite da paciência diante das promessas não cumpridas pelo gestor municipal – ou seja, pelo prefeito – e seus assessores, quanto ao recape daquela importante via. Segundo o colunista, os moradores da Rua São Paulo assistem, constrangidos e inconformados, ruas de bairros inaugurados há menos de 20 anos – como é o caso do Pires de Andrade e do Euphly Jalles – serem recapeadas, enquanto as ruas do IV Centenário, fundado nos anos 1950, continuam esburacadas. É só ter um pouquinho mais de paciência que o V Centenário (2054) já está chegando e até lá tudo estará resolvido.

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