AEDES AEGYPTI AGORA SE DESENVOLVE EM ÁGUA SUJA

Definitivamente, essa notícia não é boa, principalmente prá quem, como nós, mora em uma cidade com muitos buracos.

Deu no Jornal do Brasil, edição desta quarta-feira:

Os brasileiros enfrentam mais um desafio na erradicação do mosquito da dengue. Uma pesquisa da Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo (Sucen), divulgada no último sábado, mostra que o mosquito transmissor da doença não se reproduz apenas em água limpa. 

Durante trabalho de campo no litoral norte de São Paulo, a pesquisadora responsável, Marylene de Brito, encontrou 300 focos com larvas do Aedes aegypti em água parada misturada a resíduos de produtos químicos, como óleo, tinta e até pequenas concentrações de sal, produto que, contraditoriamente, também pode ser usado no combate ao mosquito transmissor. 

– O que sabíamos é que o Aedes era um mosquito de água limpa e se criava, principalmente, em água de chuva – explica Marylene, doutora em epidemiologia e saúde pública pela USP. – Agora ele está se adaptando à água contaminada ou suja, o que lhe confere vantagem em relação às outras espécies.

Em Tempo: o vice-prefeito, Clóvis Viola, acaba de dar entrevista ao Jornal do Povo, da Rádio Assunção. Ele confirmou que Jales deverá apresentar um alto índice de larvas do mosquito da dengue, o que é preocupante. Em janeiro, não tivemos nenhum caso da doença em Jales, mas, com tanto mosquito solto por aí, nunca se sabe.  

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