LEGADO MORO: ODEBRECHT FALIDA, DIRETORES RICOS E 230 MIL EMPREGADOS NA RUA

Do jornalista Fernando Brito, no seu blog, o Tijolaço:

A Odebrecht tinha, em 2014, nada menos que 276 mil  empregados. Hoje tem 48 mil  e é certo que boa parte deles será dispensada como consequência do processo de recuperação judicial que a empresa apresentou hoje à Justiça, para reestruturar pouco mais de 51 milhões em dívidas, além de outros 20 que ficam lastreados nas ações que possui da Braskem.

Os seus donos, porém, bem como o seleto grupo de 79 executivos que receberam da própria empresa, em média, R$ 15 milhões para fazerem suas – literalmente – delações premiadas seguem todos eles muito bem.

O patriarca da empresa, Emílio, e o filho, Marcelo, tem gordos patrimônios privados. Emílio tem patrimônio pessoal estimado em perto de R$ 2 bilhões. A Istoé, em dezembro, estimava que Marcelo tinha uma retirada mensal de R$ 10 milhões das empresas que possuía, excetuada a Odebrecht.

Quase 230 mil pessoas, porém, perderam os empregos.

O país perdeu uma empresa capaz de competir no exterior e gerar demanda de trabalho, produção e vendas no mercado interno.

A pergunta simples é: por que não se optou por intervir na empresa, preservando-a sem preservar seus dirigentes, e se preferiu destruí-la?

Também é simples a resposta: porque destruir Lula e destruir o Brasil foram e são objetivos que não se separam.

15 comentários

  • Sérgio

    Complemento a notícia: Alvo da Lava Jato, o Brasil está falido e mais de 22milhões de desempregados. Um louco na presidência e os ricos cada vez mais ricos.

  • JALESEXBURACO

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Os seus donos, porém, bem como o seleto grupo de 79 executivos que receberam da própria empresa, em média, R$ 15 milhões para fazerem suas – literalmente – delações premiadas seguem todos eles muito bem. LULA,DILMA E MAIS OUTROS PETISTAS NAO ESQUECA DISSO…E MUITA CARA DE PAUUUUUUUUUU

  • Fofoca das cidades

    O Brasil é o único país onde os ratos conseguem colocar a culpa no queijo.

  • Sérgio

    Há esqueci. Deixou um bolsominion idióta e analfabeto funcional igual à você.

  • Rodolfo Andrello

    Uma empresa capaz de competir no exterior? Não é bem assim.
    a empresa exportou seu modelo de negócios baseado na corrupção para outros países e continentes. Subornou ditadores africanos e caudilhos latinos. Hoje enfrenta êmulos da Lava Jato no Peru, Colômbia, Equador e mundo afora.
    Porém, jamais conseguiu se impor pela competência no mercado internacional. Até tentou entrar em países conhecidos pelo rigor no trato dos investimentos públicos em infra-estrutura, como Alemanha e Estados Unidos. Não deu muito certo. Sem a propina, seus negócios de construção civil, plataformas de petróleo, meio ambiente e outras áreas simplesmente não funcionavam.

  • Odebrecht, uma fabrica petista de propina

    Talvez a Odebrecht tornou-se a empreiteira que mais ganhou dinheiro durante o governo petista pois pagava gordas propinas aos integrantes do governo petista e ao próprio PT. Lula “arrumou” obras em 11 países para ganhar propinas. Lula, Palocci e Paulo Bernardo viraram réus em uma ação em que são acusados de terem recebido propina da Odebrecht. Lula mandou o BNDES emprestar 1 bilhão a angola com o Odebrecht por trás. kkk
    O PT distribuía o dinheiro das empreiteiras aos diretórios, blogueiros, ONGs, ricas campanhas eleitorais, etc e assim os petistas estavam felizes. kkkk Quero esclarecer que propina é o nosso dinheiro, do contribuinte. snif, snif, …..
    Agora, o PT saiu do governo. Lula e outros políticos petistas estão presos logo acabou o dinheiro. Ledo engano, Gilmar Mendes calculou o dinheiro roubado pelo PT e disse que o partido tem dinheiro para bancar campanhas até 2030. kkkk
    Mas os petistas choram pela “mina de ouro” chamada Odebrecht que pediu e conseguiu a recuperação judicial na justiça brasileira pois deve aos bancos oficiais (CEF, BB, BNDES) e particulares (Itau).
    Os petistas querem a volta de Lula junto com a Odebrecht para continuar a roubalheira.

  • eu

    O Brasil não é o país onde os ratos colocam a culpa nos Queijos, mas onde os Queijos comem os ratos, e tem gente que não vê, ou é cego funcional.

  • resumindo, as vezes...

    33 bi em dívidas bancárias: 10 bi pro bndes e 12 bi pra cef/ bb, total 22 bi (sem garantias) e nos outros 11 bi aos bancos privados a garantia foi dada pelo bndes, em forma de aval… 33 bi em empréstimos que o povo brasileiro irá pagar trabalhando e suando… a pergunta que fica, de quem é a culpa? o sonho do pt de se perpetuar no poder através da revolução silenciosa aos moldes de gramsci nos custará a eternidade… viveremos um pós guerra sem guerra, tempos difíceis virão.

  • Thiago

    Sim, a quadrilha do PT rouba bilhões mas a culpa é de quem desmascara a gangue, tá certo

    • Rapizodia

      Thiago, não importa quem, se PT ou a Madre Tereza (se tivesse viva), qualquer um infringir a lei deve responder por seus atos, então não tem que aliviar prá ninguém, nem mesmo para o ‘Paladino Brasileiro’. Ele errou e levou outros, como Dellagnol, a errar com ele, têm que responder diante da lei por isso. Se queremos ter respeito como país é com este tipo de ação e não batendo continência a bandeira, cantar o hino nacional e aprontar pelos cantos.

  • Enfermeiro cubano

    NÃO SEI COMO AINDA TEM GENTE DA DIREITA BURRA , ORDINÁRIA E CORRUPTA:::

    ASSOCIAÇÃO DE MAGISTRADOS REPUDIA DECLARAÇÃO DE MORO DE QUE É”COMUM” CONTATO PRIVADO DE JUÍZES COM COM PROCURADORES…** AJD – Associação Juízes para a Democracia divulgou há pouco uma nota pública na qual repudia as declarações do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, dadas nesta quarta-feira, 19, na CCJ do Senado, quando questionado sobre conversas com Deltan Dallagnol.
    Na Casa Legislativa, o ex-juiz Federal, ao justificar as conversas com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, divulgadas pelo site The Intercept, defendeu que a prática é comum entre magistrados e que não há nada de ilícito com ela.Continua depois da publicidade;

    Veja a íntegra da Nota.

    A AJD – Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, de âmbito nacional, sem fins corporativos, que tem como um de seus objetivos estatutários a defesa dos direitos e garantias fundamentais e a manutenção do Estado Democrático de Direito, vem a público externar seu mais veemente repúdio às declarações do Ministro da Justiça e Segurança Pública, que, em repetidos pronunciamentos públicos, tem classificado como “absolutamente normal” e “muito comum” contato privado de juízes com procuradores para tratar de questões e estratégias processuais em feitos sob sua responsabilidade, ampliandose para atuações fora do próprio âmbito do processo, conforme se verifica no conteúdo das mensagens recentemente divulgadas pelo site The Intercept Brasil.Continua depois da publicidade
    Tais práticas não refletem, em absoluto, a conduta das magistradas e dos magistrados brasileiros que cumprem o seu dever funcional. Ao defende-las, o Ministro promove uma inaceitável banalização do exercício distorcido da atividade judicante, ofensiva à sua dignidade, seriedade e respeitabilidade, que é também incompatível com a dignidade, a honra, o decoro e a transparência exigidos pelo Código de Ética da Magistratura, cujo artigo 8º é claro ao estabelecer que “o magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito”.
    É inaceitável que o Ministro confunda a urbanidade na interação entre juízes e membros do Ministério Público, com a fusão de seus distintos papéis processuais, bem delineados em nossa Constituição.Continua depois da publicidade
    É ainda mais deplorável que o Ministro tenha a pretensão de subordinar a perene dignidade institucional da Magistratura ao sabor de estratégias ligadas a meros interesses individuais conjunturais.
    Não aceitaremos, pois, que, para justificar sua conduta inapropriada, o Ministro tente imputar a toda a magistratura nacional a prática das mesmas ilicitudes.

    Brasil, 19 de junho de 2019.

  • eu

    MORO TERIA IGNORADO INVESTIGAÇÃO SOBRE PROVAS LEGAIS EM CASO ODEBTRCHT.
    A Pública analisou recursos de advogados de executivo da empreiteira, na condenação antes da delação; sentença veio com sindicância da PF em andamento.
    Moro: de acordo com a defesa de executivos da Odebrecht na Lava Jato, o ex-juiz Sergio Moro, teria ignorado investigação sobre provas ilegais no caso (Andre Coelho/Bloomberg/Bloomberg)
    Documentos anexados pela defesa de executivos da Odebrecht no processo da Lava Jato sugerem que fatos ocorridos em 2013, quando a Lava Jato era restrita à Polícia Federal (PF), foram ignorados pelo ex-juiz Sergio Moro, que recebeu denúncias sobre supostas ilegalidades na obtenção de áudios e e-mails relacionados aos doleiros Carlos Habib Chater e Alberto Youssef.
    Segundo recursos que tramitaram na 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e em tribunais superiores, as decisões teriam caracterizado “eloquente cerceamento de defesa” e teriam levado o juiz a sentenciar réus de forma “açodada” e “à revelia de relevantes questões” levadas aos autos do processo pela defesa.
    Depoimentos de policiais prestados no âmbito da ação penal 5036528-23.2015.4.04.700, segundo advogados, mostram que mensagens trocadas por celular entre os doleiros Carlos Habib Chater e Alberto Youssef foram obtidas diretamente pela PF de uma empresa de telefonia do Canadá, sem passar pelo crivo da Autoridade Central brasileira, gestora do acordo de cooperação internacional entre os dois países.
    O procedimento, conforme a defesa, foi ignorado por Moro, que também não teria levado em conta denúncias sobre grampos ilegais usados contra Youssef e sobre documentos da Suíça sobre os quais havia dúvida se poderiam ser usados como prova no processo.
    A ação resultou na condenação de Marcelo Odebrecht, preso desde 2015, e Márcio Faria a 19 anos e 4 meses de prisão em março de 2016.
    Outros cinco executivos da empreiteira (Rogério Santos Araújo, Eduardo Oliveira Freitas Filho, Cesar Ramos Rocha, Alexandrino Alencar e Paulo Boghossian) e três ex-diretores da Petrobras (Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Pedro Barusco) também foram condenados a penas parecidas que, com o acordo de delação, acabaram sendo reduzidas ou suspensas.
    O mesmo aconteceu com a pena de 20 anos a que Youssef havia sido condenado. Nove meses depois dessa condenação, 77 executivos da Odebrecht – encabeçados por Emílio e Marcelo Odebrecht, donos da empresa – assinaram a maior delação em bloco da Lava Jato.

  • Como vc pode ser capaz de querer acha que o correto é a banana comer o macaco
    Poxa cardosinho vc é bem mais inteligente..
    Cardosinho sendo cardosinho PT..

  • mané

    “AS CONVERSAS SÃO AUTÊNTICAS E ELES SABEM!” DIZ EDITOR DO INTERCEPT BRASIL;;;;;

    “Ele (Moro) não desmentiu porque não tem o que desmentir. Todas as conversas são autênticas. Todos eles sabem disso. O Moro não desmentiu, o Deltan não desmentiu, e a força-tarefa da Lava Jato não desmentiu.”, disse Leandro Demori, editor-executivo do The Intercept Brasil.
    Moro confunde, ou finge confundir, uma interlocução banal entre procurador e juiz com um diálogo que troca informações, orienta e sugere ações em um processo. O ex-juiz ignora as próprias ações e tenta simular uma imparcialidade que nunca teve.

  • Enfermeiro cubano

    REVELAÇÃO DE REINALDO AZEVEDO NA VAZA JATO : MORO MANDOU E MPF EXCLUIU PROCURADORA lAURA TESSLER.

    Ao contrário do que havia dito na CCJ, comentário de Moro sobre Laura Tessler repercutiu na exclusão da procuradora.

    O jornalista Reinaldo Azevedo, em novas divulgações de conversas entre procuradores do MPF e o ex-juiz federal Sérgio Moro, leu trechos e apresentou informações que demonstram que a sugestão de Moro de “treinar” a procuradora Laura Tessler gerou consequências: o MPF exclui Tessler da segunda audiência de Lula, contrariando declaração dada na CCJ nesta quarta-feira (19).
    Na CCJ, em resposta ao senador Nelson Trad (PTB-MS), Moro disse que “o que consta no caso divulgado pelo site é uma referência de que determinado procurador da República não tinha o desempenho muito bom em audiência e para dar uns conselhos para melhorar. Em nenhum momento no texto, há alguma solicitação de substituição daquela pessoa. Tanto que essa pessoa continua e continuou realizando audiências e atos processuais, até hoje, dentro da operação Lava Jato”.
    No entanto, com as novas revelações, essa informação cai em falsidade. O procurador Deltan Dallagnol encaminhou a mensagem para o também membro do MPF Carlos Fernando.

    12:42:34 Deltan: Recebeu a msg do moro sobre a audiência tb?
    13:09:44 Carlos Fernando: Não. O que ele disse?
    13:11:42 Deltan: Não comenta com ninguém e me assegura que teu telegram não tá aberto aí no computador e que outras pessoas não estão vendo por aí, que falo
    13:12:28 Deltan (Vc vai entender por que estou pedindo isso)
    13:13:31 Carlos Fernando: Ele está só para mim.
    13:14:06 Carlos Fernando: Depois, apagamos o conteúdo.

    Deltan retransmitiu, então, a seguinte mensagem de Moro (que foi objeto da pergunta de Nelson Trad):

    12:32:39 Moro: Prezado, a colega Laura Tessler de vcs é excelente profissional, mas para inquirição em audiência, ela não vai muito bem. Desculpe dizer isso, mas com discrição, tente dar uns conselhos a ela, para o próprio bem dela. Um treinamento faria bem. Favor manter reservada essa mensagem.

    Carlos Fernando confirmou que apagou a mensagem e Deltan sugeriu:

    13:17:26 Deltan: Vamos ver como está a escala e talvez sugerir que vão 2, e fazer uma reunião sobre estratégia de inquirição, sem mencionar ela
    13:18:11 Carlos Fernando: Por isso tinha sugerido que Júlio ou Robinho fossem também. No do Lula não podemos deixar acontecer.

    O MPF decidiu modificar a equipe escalada para a representação na audiência contra Lula e excluiu Laura Tessler. Representaram o Ministério Público Federal “Júlio” e “Robinho — Júlio Noronha e Roberson Pozzobon.

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