CÓPIAS DE CHAVES CAUSAM ESTRANHEZA NA PREFEITURA

Funcionários do Paço Municipal andam preocupados com uma das últimas novidades adotadas pelo governo Parini. Segundo consta, auxiliares do prefeito solicitaram cópias das chaves de quase todas as salas existentes na sede da Prefeitura. A medida, tomada depois de seis anos de administração petista, estaria causando estranheza e levantando suspeitas entre os funcionários.

Um pseudo-poderoso secretário argumentou que as cópias vão facilitar a procura de algum documento quando, eventualmente, isso for necessário e as salas estiverem fechadas. Mas, entre os funcionários, o clima é de preocupação com o que possa estar sendo tramado.

RIVELINO QUER PARINI NEGOCIANDO COM A FAMÍLIA JALLES PARA CONSEGUIR ESCRITURAS

O vereador Rivelino Rodrigues só pode estar brincando. Na sessão da Câmara, de segunda-feira, Riva encaminhou uma indicação ao prefeito Humberto Parini, sugerindo que a Prefeitura tente convencer a família Jalles a outorgar escrituras a pelo menos uma parte dos proprietários de terrenos no polêmico Distrito Industrial II. A idéia é boa, mas Parini não é a pessoa indicada para negociar com os Jalles.

Como já foi dito aqui neste blog, Parini aproveitou a primeira brecha que apareceu para fugir à responsabilidade de pagar a dívida com os herdeiros do fundador Euphly Jalles. Em entrevista no rádio, Parini deu a entender que a legislação – leia-se a Emenda Constitucional 62, também conhecida como Emenda do Calote – o obrigou a prolongar o pagamento da dívida. Não é verdade, mas como os entrevistadores não têm conhecimento sobre o assunto, a palavra do prefeito acabou ficando como sendo verdadeira.

Parini, repito, não é a pessoa ideal para negociar com a família Jalles, como sugere o vereador Rivelino. Apesar de ter pago cinco parcelas do débito com o Espólio, o prefeito só fez isso porque foi obrigado. Em seu primeiro ano de governo, ele pagou apenas R$ 200 mil aos Jalles, pois achava que os advogados da família não teriam coragem de promover um sequestro de receitas na Prefeitura de Jales.

O prefeito, logo depois de eleito e um pouco antes de assumir o cargo, ainda em 2004, esteve em São José do Rio Preto, no shoping da família Jalles, onde se apresentou como futuro prefeito de Jalles e como fiscal da receita estadual. A “carteirada” de Parini foi registrada pelo Jornal de Jales que, naquela época, repudiou a atitude do futuro prefeito. Mas o prefeito e o seu secretário de finanças – Rubens Chaparim, que também era fiscal – achavam que a “carteirada” teria causado algum receio em dona Minerva e filhos. Deu no que deu.

Em 2006, os advogados da família bloquearam mais de R$ 2 milhões das contas da Prefeitura e, de lá prá cá, Parini e Chaparim trataram de respeitar o acordo que havia sido fechado pelo ex-prefeito Hilário Pupim. Se existisse alguma oposição em Jales, ela teria proposto uma Ação Popular ou algo assim para, ao menos, mensurar os prejuízos causados pela “carteirada” do prefeito.

TRAÍDA PELO MARIDO COM OUTRO HOMEM, RECÉM-CASADA NÃO CONSEGUE ANULAR CASAMENTO

O mundo está mesmo perdido. Vejam a notícia do Ethos on Line:

A 3ª Câmara de Direito Civil do TJ de Santa Catarina manteve sentença da comarca de Itajaí, que julgou improcedente o pedido de anulação de casamento ajuizado por uma mulher que descobriu ter sido “traída” pelo marido, uma semana após as núpcias, com outro rapaz.

Segundo a petição inicial, “o marido viajou a trabalho e se hospedou na casa de um amigo, com quem acabou por manter relações sexuais”. O fato chegou ao conhecimento de familiares e amigos da recém-casada. “É certo que o cometimento de adultério é reprovável pela sociedade, contudo, tal acontecimento ensejaria a possibilidade de pleitear a separação judicial ou o divórcio, porém, não autoriza a anulação do casamento e os seus consequentes efeitos” – foi a síntese do voto do relator, desembargador substituto Saul Steil.

Segundo o julgado, “a questão do erro essencial sobre a pessoa do cônjuge, capaz de tornar a vida matrimonial insuportável, só se aplica em situações registradas antes da data do casamento e que eram desconhecidas da outra parte” – resume a decisão.

SANTA CASA INCENTIVA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE COM PLANTIO DE 250 ÁRVORES

(por Vívian Curitiba)

A CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Santa Casa de Jales realiza no sábado, dia 26, a partir das 7 horas, mais uma etapa do projeto “Nasce uma criança, plante uma árvore”. Cerca de 50 funcionários do hospital farão o plantio de 250 mudas de árvores nativas e frutíferas referente ao nascimento de crianças nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, na área de reflorestamento da lagoa de tratamento da Sabesp. Os filhos dos funcionários do hospital e as crianças do grupo espírita Maria Dolores também participam do plantio.

“Nosso objetivo é incentivar e sensibilizar principalmente as crianças sobre a importância de colaborar para a preservação do meio-ambiente. É uma ação simples, mas que reflete no futuro da humanidade”, explicou o técnico em Segurança do Trabalho, Delvaci Trevisan, responsável pelo projeto.

Após o plantio das árvores, as crianças do grupo espírita Maria Dolores farão uma visita na Santa Casa.

LÉO HUBER PEDE PROVIDÊNCIAS À CÂMARA CONTRA VEREADOR MACETÃO

O secretário da Câmara, vereador Rivelino Rodrigues, fez a leitura, no início da sessão de segunda-feira passada, do ofício n. 310/2011, encaminhado pelo chefe de gabinete do prefeito, professor Léo Huber. No documento, Huber relata, mais uma vez, a versão do Paço para uma suposta reunião do seu chefe, Parini, com o irmão do vereador Macetão, André Viotto, onde este teria proposto ao prefeito algumas condições para a retirada da assinatura do irmão-parlamentar do pedido de abertura da CEI da Falsidade Ideológica. Ou CEI da Certidão, como preferirem.

Ao final, depois de destacar que a suposta ação do irmão do vereador teve o propósito claro de chantagear o prefeito com o fim de obter vantagem pessoal, Huber pede que os fatos sejam analisados pela Câmara e que os vereadores tomem as medidas apropriadas.

A medida apropriada talvez seja remeter o ofício de Léo ao lixo. Se os fatos narrados fossem verdadeiros, seriam condenáveis, mas a Câmara não pode fazer muita coisa, já que o personagem central não é vereador, nem tampouco assessor de algum vereador. Além disso, o vereador Macetão esteve reunido com Parini antes da confirmação da CEI e, até onde se sabe, nem tocou em assuntos que envolvessem a possibilidade de retirar sua assinatura.

O prefeito Parini gosta de se apresentar como vítima. Já se disse perseguido por um promotor; já acusou a polícia ambiental de retaliação no caso do jacaré da Praça; já falou que o governo estadual trata os adversários a pão e água (logo ele falar isso; quanta ingratidão!!); já disse que a Justiça o condenou, no caso da nota fria da Facip/97, porque não leu direito o processo; e já acusou a vereadora Tatinha de chantagem, quando na verdade ele é quem a pressionava a abrir mão das verbas da Câmara. 

Enfim, o senhor prefeito é um santo homem, perseguido e chantageado por adversários e ex-companheiros. Não demora, vão acabar crucificando o coitado.

COMEMORAÇÃO ADIADA SINE DIE

Embora tenham sido desmentidos os boatos sobre a possível transferência do promotor público André Luiz de Souza, para São Paulo, parece que algumas pessoas ainda não desistiram de comemorar. Elas estão apostando que a comemoração foi apenas adiada. Um dia desses, um dirigente petista local me confidenciou que a remoção do promotor é só uma questão de tempo. E justificou: “não é só porque ele tá pegando no pé do Parini, não. Ele tá pegando no pé de muita gente.”  Dito assim, parece fácil, mas até onde eu sei, os pseudo-poderosos locais tentaram e não conseguiram transferir um bombeiro. Será que conseguirão transferir um promotor?

PROCURADORIA DO ESTADO REQUER INQUÉRITO PARA APURAR FRAUDE EM LICITAÇÃO

O prefeito Otávio Cianci, de Mesópolis, está de novo nas manchetes.  Abaixo, um resumo do que foi publicado hoje no site Ethos on Line:

A Procuradoria Geral do Estado determinou a abertura de inquérito policial para averiguar eventual irregularidade em processo licitatório na Prefeitura de Mesópolis, região de Jales. Entre os que vão precisar dar explicações estão o prefeito Otávio Cianci, Guilherme Domiciano Barbosa, Teodoro de Carvalho, João Machado de Araujo, Moacir Pereira, Rosa Claudia Moraes Pavão, Dario Chamas, além de empresas Guilherme D Barbosa & Cia e J Machado Araújo ME.

De acordo com a publicação no Diário Oficial, nos anos de 2007, 2008 e 2009 o prefeito e os demais demandados “teriam realizado licitações, possivelmente fraudulentas com o propósito de favorecer as empresas de João Machado de Araújo, Guilherme Domiciano e a Teodoro de Carvallho.  A investigação partiu do Ministério Público de Jales, que abriu um inquérito civil para ouvir os envolvidos.

A Procuradoria do Estado está requisitanto “a instauração do competente inquérito policial, com observância do Código de Processo Penal e da Lei nº 8.038, de 28 de maio de 1.990, notadamente o prazo de trinta dias para sua conclusão. Além de outras diligências que a digna autoridade policial entender cabíveis, deverão ser inquiridos os sindicados e aqueles que prestaram depoimento no inquérito civil referido”.

DUPLO HOMICÍDIO CHOCA MORADORES DE TANABI

E a Marina ainda quer levar o seo Genésio Seixas para morar lá em Tanabi. A notícia foi divulgada pelo Diárioweb, nesta quarta-feira.

Um duplo homícidio chocou a população de Tanabi, a 40 quilômetros de Rio Preto. O crime aconteceu hoje, por volta das 12h30, na rua Trinta, no bairro Sítio do Estado. Duas mulheres, mãe e filha, de 42 e 28 anos, foram assassinadas pelos companheiros. Os assassinos também são pai e filho.

De acordo com informações da Polícia Militar, as duas levaram tiros na cabeça. Mãe e filha estavam de passagem por Tanabi, embora fossem ex-moradoras. Já os autores do crime residem na cidade. O pai já tem passagem na polícia. Os nomes das vítimas e dos agressores ainda não foram divulgados.

Após o crime, os dois homens fugiram, mas um deles, o filho, de 20 anos, foi capturado em Simonsen, a 30 quilômetros de Tanabi. O pai continua foragido. Os corpos da mãe e da filha permanecem em Tanabi.

DUPLICAÇÃO DA EUCLIDES: JALES AINDA NÃO DOOU ÁREA

Segundo notícia veiculada no site da Câmara de Fernandópolis, a presidenta Creusa Nossa realizou um segundo levantamento para averiguar a quantas andam os processos de doação de áreas públicas, visando viabilizar o início das obras de duplicação da rodovia Euclides da Cunha. Como se descobriu na reunião com o secretário estadual dos Transportes, Saulo de Castro, realizada no dia 09 de fevereiro, nove prefeituras da região precisariam mandar projetos para as respectivas Câmaras solicitando autorização para doar referidas áreas ao governo estadual.

No caso de Jales, pelo que se sabe, será necessária a doação de uma área localizada no Córrego do Jataí. E o que descobriu dona Creusa Nossa? Segundo ela, as cidades de Votuporanga, Fernandópolis, Urânia, Bálsamo e Valentim Gentil já fizeram a lição de casa, enquanto as prefeituras de Jales e Tanabi estão prometendo enviar os projetos para apreciação dos vereadores nos próximos dias. Os casos mais complicados, segundo dona Creusa, são os de Estrela D’Oeste, onde a área a ser doada tem problemas nas confrontações, e de Santa Salete, que precisa resolver questões ligadas às benfeitorias existentes nas áreas.

DE BRAÇOS ABERTOS

“De Braços Abertos” é o tema que celebra a nova assinatura da TAP (Linhas Aéreas de Portugal). A portuguesa Mariza, o angolano Paulo Flores e a brasileira Roberta Sá juntam-se para dar voz à música que se assume como um “hino” à união das culturas lusófonas. “De Braços Abertos” ilustra a proximidade e complementaridade entre esses três povos, que partilham entre si a língua, a cultura e a história. A esses artistas juntaram-se, em coro, alguns trabalhadores da TAP.

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