BOLSONARO QUER IDADE MÍNIMA DE 65 ANOS PARA APOSENTADORIA DE SERVIDORES PÚBLICOS

A notícia é do Metrópoles:

A proposta de reforma da Previdência elaborada pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), prevê que servidores públicos que ingressaram na carreira antes de 2003 só poderão se aposentar com salários integrais e tendo direito ao mesmo reajuste que os ativos (paridade) se atingirem idade mínima de 65 anos. 

De acordo com reportagem publicada pelo O Globo, ainda não se sabe se haverá diferença de idade para homens e mulheres. O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou na segunda-feira (3/12) que a ideia do novo presidente é fazer a reforma da Previdência sem correria. Segundo ele, o governo não quer um remendo, mas um modelo que dure 30 anos.

A proposta de limitar a aposentadoria do funcionalismo público não é nova, ela fazia parte da reforma que foi apresentada pelo presidente Michel Temer (MDB) ao Congresso, porém, sofreu forte resistência e não avançou. No entanto, a nova equipe econômica avalia que é preciso manter o discurso de combate aos privilégios para ganhar apoio para as mudanças.

12 comentários

  • Moses

    BOLSONARO ESTA PASSANDO A MÃO ( DESCULPE-ME ) NA BUNDA DOS POLÍTICOS DO PSDB E NÃO É QUE OS MESMOS ESTÃO GOSTANDO E SE TORNANDO JUNTO COM O MDB OS MAIORES TRAIDORES DA HISTÓRIA POLITICA DO BRASIL, SÓ QUE COM ISSO ELES VÃO DIVIDIR O ROUBO EM MAIS GENTE QUE SE IMAGINAVAM E DEPOIS DIZEM QUE O PT ´FASCISTA CORRUPTO E NÃO QUER VER O BRASIL CRESCER.

    Recebido com aplausos pela bancada federal do PSDB, Jair Bolsonaro tratou os tucanos como velhos parceiros no encontro que tiveram nesta quarta-feira a portas fechadas, no escritório de transição, em Brasília. O presidente eleito … – Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2018/12/06/psdb-nao-tera-um-ministerio-mas-22-ministerios-diz-bolsonaro-a-tucanos/?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral&fbclid=IwAR1uRsO8aMzQ9Jl4OCVC7TF6j5x2lu3cuP23grJonWPUMCVjCuqxJqF72b4&cmpid=copiaecola

  • Moses

    O GOVERNO NEM BEM COMEÇOU E A CRISE INTERNA SAIU NA FRENTE.
    O governo Bolsonaro começa daqui a pouco menos de um mês, mas os conflitos internos agravam-se dia a dia antes da posse. O presidente eleito, capitão reformado, reafirmou nos últimos dias a imposição de uma “lei do silêncio” sobre seu vice, o general Hamilton Mourão. Alguns dos mais próximos aliados de Bolsonaro fizeram chegar ao general, segundo a jornalista Jussara Soares, em O Globo, que os holofotes devem ser apenas para o presidente eleito, como único porta-voz do futuro gover
    Mourão lutou para não ser um vice decorativo. Mas, aparentemente, foi derrotado. Além de reduzido ao silêncio, ele não deverá ter espaço para atuar no governo, segundo interlocutores do grupo de transição ouvidos pela jornalista Jussara Soares. “Pelo desenho atual da estrutura, a Vice-Presidência não terá nenhuma secretaria subordinada ou atribuição pré-definida. Após a vitória em segundo turno, chegou-se a especular que Mourão teria um papel de ‘gerente’ do governo, coordenando os ministérios. Porém, a recomendação é que o vice só responda às demandas específicas de Bolsonaro, quando for solicitado”, escreveu a repórter.
    A pergunta é: o general aceitará o silêncio e o papel decorativo? A guerra parece intensa nos bastidores do bolsonarismo. É unânime a leitura no universo bolsonarista sobre o destinatário do o tweet de Carlos Bolsonaro da noite de 28 de novembro afirmando que a morte de Bolsonaro “não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto. Principalmente após sua posse.” Ele mesmo, o general Mourão.
    QUERO VER ESSE PAÍS PEGAR FOGO.!!!!

  • Moses

    A B RIGA PELO PODER POLITICO ENTRE OS MINISTROS MILITARES E O PSICOPATA BOLSONARO.

    As divergências na equipe de transição do governo Jair Bolsonaro ficaram mais evidentes nesta quarta-feira, 5, quando o general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, expôs o embate entre o grupo de militares da nova administração e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Nos bastidores, há uma disputa pelo comando da coordenação de governo e reclamações sobre a forma como Lorenzoni tem buscado protagonismo.
    Em Belo Horizonte, onde esteve para participar de um encontro com empresários, Mourão disse que, se forem encontradas irregularidades na investigação aberta contra Lorenzoni, ele terá de deixar o governo.
    Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou a abertura de petição autônoma (fase anterior ao inquérito) para apurar denúncias de pagamentos de caixa 2 da J&F ao deputado Lorenzoni nas campanhas de 2012 e 2014. “Uma vez que seja comprovado que houve ilicitude, é óbvio que terá que se retirar do governo. Mas, por enquanto, é uma investigação”, afirmou Mourão.
    As declarações do general esquentaram ainda mais o clima com Lorenzoni, que nega as acusações e chegou a dizer que a investigação era uma “bênção” para que o caso fosse esclarecido.
    Em Brasília, questionado sobre as afirmações de Mourão, Bolsonaro titubeou antes de responder. “Em havendo qualquer comprovação de uma denúncia robusta, contra quem quer que esteja no governo, ao alcance da minha caneta BIC, ela será usada”, disse o presidente eleito.
    Na prática, há uma avaliação do núcleo militar – hoje com sete integrantes indicados para o primeiro escalão – de que será impossível Lorenzoni conduzir negociações com o Congresso e ainda acumular a coordenação da equipe ministerial. Essa constatação se baseia no fato de as duas tarefas exigirem muito trabalho e dedicação para ficarem sob a responsabilidade de um só ministro.
    A ideia da criação de um centro de monitoramento do governo, que seria chefiado por Mourão, foi deixada de lado. Ninguém, no entanto, arrisca um palpite sobre quanto tempo durará a decisão, já que os anúncios dos últimos dias sobre a configuração da Esplanada foram marcados por idas e vindas.
    O novo embate no núcleo da transição é para que o controle das ações administrativas fique com a Secretaria de Governo, nas mãos do general Carlos Alberto dos Santos Cruz, designado para fazer a interlocução com Estados e municípios, além de cuidar do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Nesta semana, porém, o próprio Lorenzoni assegurou que a coordenação de governo permaneceria na Casa Civil.
    Mourão afirmou nesta quarta que ao menos parte da articulação política do Palácio do Planalto poderá ficar sob comando dos militares. O vice disse que ele mesmo poderá participar, assim como Santos Cruz, e repetiu que será “o escudo e a espada” de Bolsonaro. “O escudo defende e a espada ataca antes de ele ser atacado”, comparou.
    QUERO QUE ESSE GOVERNO FASCISTA SE EXPLODA!!!!!

  • Moses

    OS PROBLEMAS DE LORENZONI TEXTO DA FOLHA.

    O desgaste de Lorenzoni também é sentido no Congresso, onde, a portas fechadas, dirigentes de vários partidos dizem que o futuro chefe da Casa Civil não tem jogo de cintura política. Insatisfeitos, integrantes de siglas como PP, P… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/12/06/mourao-expoe-embate-entre-militares-e-lorenzoni-na-equipe-de-transicao.htm?cmpid=copiaecola

  • Moses

    O COMEÇO DO FIM DOS BOLSONAROS: APARECE O RASTRO DO DINHEIR

    Quando o governo de Fernando Collor começou a acabar? Quando tornou-se público que Paulo César Farias (o PC Farias), o tesoureiro de sua campanha presidencial, era também o caixa dos gastos da família Collor. Quando Temer acabou de vez como presidente com algum poder? Quando apareceu o “coronel Lima” (João Baptista Lima Filho), que cumpre a mesma função que já foi a de PC Farias. O novo governo nem começou, mas já apareceu o PC Farias e o coronel Lima da família Bolsonaro, que estava lotado no gabinete de Flávio Bolsnonaro na Assembleia Legislativa do Rio. O nome dele é Fabrício José Carlos de Queiroz, policial militar como o caixa de Temer, um “faz tudo”, como acontece muito nessas situações – misto de assessor parlamentar, motorista, guarda-costas e, claro, o cara da grana (leia aqui).
    Uma hora ia aparecer, estava claro desde o princípio. Apareceu. E o governo, que nem começou, já tem cheiro de fim. Quem flagrou o esquema foi o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Nada menos que R$ 1,2 milhão de reais flagrados passeando nas contas de um modesto PM. O Coaf foi informado da existência de Queiroz-PC-Lima pelo banco onde o sujeito tem conta, que informou as movimentações porque elas são “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do ex-assessor parlamentar de Flávio.
    Sim, ex-assessor, porque, convenientemente, Queiroz foi exonerado do gabinete do filho mais velho de Bolsonaro em 15 de outubro. Não sem antes passar um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro aparece na lista sobre valores pagos pelo PM. É o que apareceu, por enquanto. Mas, como é típico nestas situações, cheque é sempre uma imprudência. O relatório do Coaf indica que foram encontradas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora Queiroz exercesse uma atividade cuja “característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso”.
    Apareceu o rastro do dinheiro. O primeiro rastro.
    No caso do clã Bolsonaro, há muito mais acontecendo, além peixe que caiu na rede do Coaf. Carlos Bolsonaro parece um “mago” das redes sociais mas parece um paranoico dos filmes clássicos sobre o fascismo, a ver conspiração e ameaças de morte contra o líder do grupo (seu pai) em todo o canto; o “príncipe” Eduardo Bolsonaro está inebriado com a perspectiva de reinar na política externa brasileira e destruir o comércio internacional do Brasil.
    A imprensa conservadora está maravilhada com o que apresenta como “estratégias geniais” e “lances de mestre” de Bolsonaro & filhos. Ela conta com nossa desmemória. Fizeram assim logo depois da vitória de Collor. Tudo era vendido como “novo”, “genial”, “moderno”. O mesmo aconteceu com Temer, ao longo do processo do golpe e nos primeiros meses. Ele era “astuto”, Geddel era “maquiavélico”, Jucá era vendido ao público como um “articulador sensacional”. Houve artigos à mão cheia dos jornalistas de direita a predizer um longo tempo de domínio dos novos esquemas de poder -garantiram que Collor seria a maior liderança política do país por décadas, que Temer poderia ser o mais forte candidato nas eleições -e, agora, que Bolsonaro irá consolidar a extrema-direita como força política hegemônica anos a fio.
    Ao fim e ao cabo, Collor, Temer e, agora os Bolsonaro, eram e são prestadores de serviços à mais retrógrada das elites do planeta -a brasileira. Todos amadores, assaltantes de segunda e terceira categoria, remunerando-se pelos “bons serviços prestados” com R$ 50 milhões em malas aqui, uma emissora de TV ali, mesadas de dezenas ou centenas de milhares de reais acolá, casas e apartamentos acolá, R$ 1,2 milhão por ali.
    Talvez você não se tenha dado conta, mas há algo em comum a todos esses prestadores de serviços das elites do país. Todos cumpriram a mesma tarefa, em 1989, em 2015/2016 e agora em 2018: derrotar Lula e o PT.
    O rastro do dinheiro mais a arrogância mataram todos os esquemas.
    VAI SER TRISTE O FIM DO BRASIL DEMOCRÁTICO

  • Moses

    MULHER DE BOLSONARO FOI PEGA RECEBENDO PROPINA, SABE COMO VAI FICAR O CASO E PORQUE MORO FOI CONVIDADO PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA.

    Moro comandará órgão que descobriu repasse para Michelle Bolsonaro. Vai valer a Lei Onyx?
    O caso da “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão na conta de um ex-assessor de Flávio Bolsonaro causa um problema não só para o governo como um todo, mas para Sergio Moro especificamente.
    Uma gestão que nem se iniciou já aparece com denúncias de corrupção e caneladas entre seus caciques de dar gosto.
    A futura primeira dama aparece premiada com um cheque de R$ 24 mil que não teve qualquer explicação oficial.
    No Twitter, Flávio escreveu que “Fabrício Queiroz trabalhou comigo por mais de dez anos e sempre foi da minha confiança. Nunca soube de algo que desabonasse sua conduta”.
    “Em outubro foi exonerado, a pedido, para tratar de sua passagem para a inatividade. Tenho certeza de que ele dará todos os esclarecimentos”.
    O PM Queiroz, ex-motorista e segurança de Flávio, estava numa lista de 22 funcionários que, segundo o Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mexeram com um dinheiro incompatível com seus vencimentos.
    Essa relação estava com o Ministério Público. Deu origem à Operação Furna da Onça, focada em esquemas na Alerj. Nem ele e nem Flávio foram alvos.
    O filho de Jair quer que o antigo empregado esclareça a parada. Vai ter que combinar com ele e os russos.
    E se Fabrício abrir o bico?
    A imprensa já se encarregou de varrer a história para um cantinho, substituída por mais um capítulo da delação de Palocci envolvendo Lula.
    A partir de 1º de janeiro, o Coaf passa a responder a Moro em suas atribuições no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele ainda não definiu quem será o chefe do órgão.
    Se a investigação for aberta , Moro terá que mostrar que o indulto a Onyx Lorenzoni (“Tem minha confiança pessoal”) foi um deslize e levará o imbroglio envolvendo a mulher do chefe às últimas consequências.
    Se não for aberta, pior ainda.
    Seu caminho para a presidência em 2022 não será tão fácil quanto parecia.
    ESTA SURGINDO A ROUBALHEIRA DA QUADRILHA DOS BOLSONAROS, MAS MORO VAI ENCOBRIR TUDO, COMO FEZ COM ONYS CONFESSOU E PEDIU DESCULPA, NÃO VAI PRESO.

    • kkkkkk

      Você deve sentir muita dor de cabeça, seu miolo de minhoca. Passa a manhã toda copiando da internet esses textos enormes e sonolentos. Teu gardenal deve estar vencido. Olha a data dele. Vou te amarrar lá na Paulo Marcondes na saída de Palmeira d’oeste. kkkkkkk

  • Bolsonaro e o maior fake news das eleições : Lula nunca foi candidato

    Lula disse que o atual presidente eleito só venceu a eleição porque o petista não estava entre os candidatos (até esteve, mas foi retirado pelo TSE por ser ficha suja).
    Claro que Jair Bolsonaro não deixaria passar em branco a declaração de Lula
    “Só não concorri com Lula porque ele está preso, condenado por corrupção”, escreveu Bolsonaro de que o petista não estava entre os candidatos

  • Moses

    JUNIO seu FDP se eu trabalho ou não, você não tem nada com isso, esse é um problema meu e de sua Mater, além do mais não tenho o costume de ficar vadiando, a não ser as quarta e sexta a noite, quando visito sua casa toda cheia de luz coloridas.

  • Moses

    KKKKKK você de ser se não me engano o mesmo Crápula FDP e Burro do pseudo JUNIO mas se não for os dois merecem o nome tranquilamente pelo que conheço de suas LA MÉRE OU FEMME .
    No meu cérebro tem neurônios e no seu tem merda pois não tem QI muito menos miolo e, além do mais só comes capim, normalmente servido a animais tipo Burro ( que é e faz parte de sua querida família que vive muito bem dentro de um curral ).
    Meu caro já disse várias vezes que o que eu faço é uma Intertextualidade, depois de ler vários textos como da Folha, Estadão, Google, Veja, mas não da internet apesar de a mesma ter escrito assuntos interessantes e quando eu faço cópia seu Mentecapto Burro eu coloco o nome do jornalista e, se você como Imbecil e Burro que tu és acha os textos enormes e sonolentos por que tu como um Insano e Burro que é, os lê.
    Se você leu bem não existe nenhum que seja do mês de outubro e sim todos de novembro para frente e volto a dizer novamente são uma Intertextualidade ( sabe o que é isso? ) ´é só procurar na mídia falada e escrita.
    KKKKKK você não vai me amarrar em lugar nenhum pois três vezes por semana eu já me amarro na LIT de sua LA MÉRE OU DE SUA FEMME…
    Sabe a conclusão que cheguei tu és um Irracional classificado como tendo uma doença neurodegenerativa, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização em todo o SNC, levando a um quadro neurológico variado, certas vezes com remissão, e outras com exacerbação das manifestações clínicas.
    Vai se tratar pois a mesma começa a surgir entre 20 a 35 anos.
    Burrinho estou de saída para meu Rancho, cuida bem neste curral de suas fêmeas.

  • Tico e Teco

    A MENTIRA DE UM GOVERNO LADRÃO E CORRUPTO QUE NEM COMEÇOU A ADMINISTRAR E SURRUPIAR DE SEUS ELEITORES FASCISTAS.—BEM FEITO

    O presidente eleito da República Bolsonaro teve a cara de Pau e também a Burrice ou bancou o Safado de dizer que o pagamento de 24 mil feito pelo ex-assessor Fabrício Queiroz a Michele Bolsonaro, foi um pagamento a uma divida pessoal do Fabrício. Mas a transação foi apontada como atípica pelo Coaf ( Conselho de Controle de Atividades Financeiras, para ser investigado pela Lava Jato.
    A noticia foi publicada pelo Estadão no dia 6 e o presidente só veio abrir sua latrina no dia 7 de Dezembro, com mais uma safadeza, dizendo que foram 10 cheques de 4 mil, mas o Estadão relatou que a Coaf identificou 1 cheque de 24 mil ( Governo Fascista e Corrupto nem começou e já começou a roubalheira ) o Homem da Facada ou Câncer, tanto faz , disse que ele podia depositar em sua conta, mas preferiu depositar para sua esposa porque ele não tinha tempo para gastar ( Fiake News ), do larápio Bolsonaro.
    Tem outra roubalheira o Delinguem te Flávio Bolsonaro teve também como funcionário o ex-assessor e o mesmo movimentou 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. A comunicação da Coaf indicam que os valores são incompatíveis com a atividade do ex-assessor e de Flávio Bolsonaro.
    E o Onys que teve um caixa 2 de 100 mil reais. O ex-juiz Moro de Onys disse que ele confessou e estava perdoado, mas sobre Bolsonaro, Fabrício e Flávio Bolsonaro o mesmo não quis comentar, pois devia não ter provas mas só convicção. Aí esta o motivo do convite de Moro para o Ministério da Justiça. Tudo sem prova e debaixo do tapete.

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