PT E PSL TERÃO AS MAIORES BANCADAS NA CÂMARA FEDERAL EM 2019

A notícia é do Poder360:

Os dois partidos que terão candidatos disputando a Presidência no 2º turno também serão donos das maiores bancadas na Câmara dos Deputados a partir de 2019. PT e PSL elegeram mais de 50 deputados cada e serão as siglas com mais força na Casa.

Na projeção das bancadas, o PT terá 56 deputados e o partido de Bolsonaro, 52. O cálculo das bancadas ainda não tem o número final, pois alguns Estados não oficializaram a distribuição das cadeiras conforme as regras do quociente eleitoral.

MDB e PSDB despontam como os maiores perdedores em relação à última eleição, em 2014. O partido do presidente Michel Temer deve eleger 33 deputados –metade dos congressistas que teve há 4 anos. O PSDB elegeu 54 deputados em 2014 e deve ter apenas 29 representantes na Casa a partir do ano que vem.

A grande novidade das eleições para a Câmara em 2018 é a instalação da cláusula de desempenho, que reduzirá número de partidos com funcionamento pleno no Congresso.

CLÁSULA DE DESEMPENHO:

Um dos desafios dos partidos neste ano é atingir a cláusula de desempenho para ter direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019.

Só terá direito a sigla que cumprir ao menos um destes requisitos:

A) receber ao menos 1,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação (9 estados), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas;

b) eleger pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em no mínimo de 9 unidades da Federação.

Em 2022, a cláusula de desempenho sobe para 2% dos votos em todo o país.

EM 2022, FIM DAS COLIGAÇÕES:

Na próxima eleição para o Congresso, não serão mais permitidas as coligações em eleições proporcionais (deputados). Ou seja, cada partido terá de disputar sozinho, apenas com seus candidatos, as vagas em Assembleias Legislativas (nos Estados), Câmra Distrital (em Brasília) e Câmara dos Deputados.

2 comentários

  • SO OBSERVANDO...

    TEM QUE TOMARMOS CUIDADO O EXECUTIVO COM MAIOR NUMERO DO LEGISLATIVO APOIANDO … …

  • Eleitor decreta que não foi um golpe

    Ficou claro, na derrota avassaladora da ex-presidente Dilma e no fato de alguns dos mais estridentes defensores da tese, como Lindbergh Farias (RJ), terem ficado fora do Congresso
    Será um bom começo de reconstrução para a esquerda, caso ela tenha alguma pretensão de se reconstruir, ler um recado óbvio desta eleição: a população brasileira não acha que o impeachment de Dilma foi golpe.

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