SÃO FRANCISCO: EMOÇÃO E LÁGRIMAS EM DESPEDIDA DE MÉDICA CUBANA

Aconteceu hoje pela manhã, no auditório da Prefeitura Municipal de São Francisco, a homenagem preparada pelo prefeito Maurício Honório de Carvalho à médica cubana Dania Yelises Gómez Cabrera, que está se despedindo da cidade, em virtude do rompimento do contrato entre o governo cubano e o Mais Médicos.

Dania chegou em São Francisco no final de 2015 e, segundo o ex-vereador Anderson Pimenta, conquistou a população com seu trabalho e simplicidade. Ela deverá embarcar de volta a Cuba no sábado, 24.

Dania, assim como a maioria dos médicos cubanos que atuaram no Brasil, nunca reclamou do fato de o governo cubano ficar com 70% de seu salário e, de outro lado, não concorda que a situação dos profissionais cubanos seja análoga a “trabalho escravo”.

Aos amigos, Dania – que está casada com um brasileiro – disse que pretende fazer o exame do Revalida e voltar ao Brasil e a São Francisco.  Pessoas da comunidade, que acompanharam a homenagem, foram às lágrimas – como a senhora da foto acima – ao se despedir da médica.   

24 comentários

  • Nice mistilides

    Que feio apoiar a escravidão moderna, vou te pagar 10.000 pra escrever bobagens aqui, mas se vai ficar com só 3.000 porque eu quero e ponto, aliás to de olho na sua família também to “cuidando” deles

  • natalin

    28 min ·
    Cuba é tão exaltada por nossos intelectuais de esquerda, notadamente os artistas, que eu gostaria de entender o porquê das reações assim dos cubanos.
    Não é estranho ?
    #souBolsonaro

    OGLOBO.GLOBO.COM
    Médico diz que não volta para Cuba: ‘Fico no Brasil nem que tenha que recolher lixo ou varrer rua’

  • Entendido

    Vamos apoiar nosso médicos brasileiros, temos muitos médicos competentes para esse tipo de serviço primário.

  • natalin

    a
    POR MERVAL PEREIRA23/11/2018 04:30
    Quando o hoje governador eleito de Goiás Ronaldo Caiado denunciou no Senado que o acordo com Cuba para o programa Mais Médicos seria uma maneira de “lavar” parte do dinheiro, que voltaria ao Brasil para financiar o PT, parecia mais uma denúncia sem comprovação de um inimigo dos petistas.

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    Agora, no desdobramento dos telegramas que a “Folha de S.Paulo” revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.

    Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que “o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel”.

    Os cubanos propuseram “um mecanismo de compensação” para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos.

    Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de “ajuda humanitária” como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.

    O caráter pecuniário do programa, em benefício da ditadura cubana, explica porque o governo petista não se interessou, ao longo desses anos, em montar um programa de estímulo para que médicos brasileiros fossem substituindo gradativamente os estrangeiros, na maior parte cubanos.

    Se fosse um “programa de solidariedade”, como também era chamado, não teria sido rompido abruptamente, sem que fosse feita uma tentativa de negociação com o futuro governo. Ou, pelo menos, haveria uma retirada gradual dos médicos, dando tempo ao novo governo de reorganizar a situação médica nos grotões brasileiros.

    Imaginemos se organizações realmente humanitárias como o Médicos Sem Fronteira, ou a Cruz Vermelha, cujos integrantes trabalham em lugares inóspitos e têm que enfrentar guerras e ditaduras sanguinárias, decidissem abandonar seu trabalho por alguma dificuldade com os governantes locais.

    Tudo foi feito como um acordo comercial, e dessa maneira foi rompido por Cuba com a chegada de um novo governo, crítico à ditadura cubana. A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) só entrou na negociação justamente para que o convênio tivesse ares de ajuda humanitária.

    Os telegramas da embaixada brasileira em Havana revelam que partiu de Cuba a proposta para criar o programa Mais Médicos no Brasil, justamente para viabilizar recursos para a ditadura, que tem na exportação de mão de obra médica um dos seus três maiores produtos, só perdendo para a cana de açúcar e o tabaco.

    O Brasil aceitou exigências de Cuba de não realizar o Revalida, programa que avalia a capacidade dos médicos estrangeiros, nem permitir que eles exercessem a profissão fora do programa, para evitar que pudessem pedir asilo e trabalhar aqui. As questões jurídicas deveriam ser levadas à “Corte Cubana de Arbitragem Comercial Internacional”, sob suas normas processuais, na cidade de Havana, e no idioma espanhol.

    Como não se sabe nem mesmo quanto o Brasil pagou nesses cinco anos de convênio com Cuba, e nem a forma do pagamento – se como compensação pelas obras da Odebrecht em Cuba, ou através das OPAS – será preciso agora abrir a caixa preta do BNDES para entender exatamente o que aconteceu.

    A empreiteira Odebrecht estava envolvida em todas as obras de infraestrutura de Cuba, especialmente no Porto de Mariel, e é possível que pelo menos parte desse dinheiro tenha sido transferida para o PT, dentro do sistema de financiamento de obras públicas exportado pelo governo petista para muitos países da América Latina. Vários desses governantes estão hoje ou presos ou respondendo a processos.

  • Luiz Vian

    Realmente muito estranho essa ruptura repentina do governo cubano, será que existe aí algo de suspeito?

  • Lá é pior!

    O Mais Medicos foi um convenio entre o PT e Cuba e não, com o Brasil. A saída dos médicos era um dos riscos de se fazer um convênio, terceirizando uma mão de obra tão importante. Agora, sofremos!
    Certamente, o PT teve muitos sócios, nos 13 anos de governo — como empreiteiras (Odebrecht, OAS, etc), partidos (PMDB, PP, etc), políticos, (a maioria presos), diretores de empresas estatais (Petrobras, Correios, etc), diretorias de bancos estatais (BNDES, CEF, etc) e finalmente, países.
    O PT enviou dinheiro para Cuba (R$ 7,1 bilhões) através do programa Mais Médicos, alem disso, para construir o Porto Mariel e aeroportos sendo que no programa, o dinheiro era para pagar os médicos, o governo e o resto voltava para o partido.
    Com a eleição de Bolsonaro, o “esquema” acabou e o governo cubano saiu fora antes do tempo. Mas logo, aparecerão outros desvios do PT. O Mais Médicos continua agora com médicos brasileiros.
    A medica chora porque mesmo ganhando em torno de R$ 3 mil reais livres, no Brasil. Em Cuba, certamente é pior.

  • Moses

    ENTENDIDO E NATALIN duas figuras incompetentes e amigas intimas da imbecilidade do fascista do sr. Bolsonaro; prestem atenção e não venha falar do Coronel Ronaldo Caiado o maior proprietário de escravos em suas fazendas em Goias:

    Mais Médicos: Cubanos passaram três anos trabalhando no Brasil .

    Ainda no mês de fevereiro, o Senado deve colocar na balança os resultados do programa Mais Médicos. Formulado pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA), o relatório final de avaliação do programa será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais. O diagnóstico de mais de 100 páginas contou com auditorias de órgãos de fiscalização e controle, dados de pesquisas acadêmicas e estatísticas, e avalia-se que, entre 2013 e 2017, o programa tenha custado mais de 13 bilhões de reais aos cofres públicos.
    Criado em 2013 como uma medida provisória, e convertido em lei pelo Congresso em outubro do mesmo ano, o Mais Médicos surgiu com o objetivo de levar atendimento de saúde para municípios mais vulneráveis e desassistidos e formar novos médicos centrados na Atenção Básica.
    Segundo dados do Ministério da Saúde, no início do programa, a relação era de 1,8 médico para cada mil habitantes. Em 2015, este número subiu para 2,1, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), e os médicos realocados passaram a representar 48% dos profissionais em equipes de Atenção Básica.
    A desigualdade de atendimento ao levar em conta as capitais e o interior, os centros e as periferias, foi o que motivou o surgimento do programa. “Muitos estudantes optam por trabalhar nas regiões metropolitanas, e depois em clínicas particulares”, explica a médica e professora Carmen Teixeira, especialista em planejamento na Saúde da Universidade Federal da Bahia, com foco no modelo de atenção à saúde no Brasil e em experiências inovadoras de formação de pessoal em saúde.
    Desde a década de 1990 os governos federais têm tentado reverter esta lógica, com a implementação de programas como o Programa de Interiorização do SUS, de 1993, o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica – PROVAB, de 2011, e mais recentemente o próprio programa Mais Médicos.
    Para o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Ferreira dos Santos, o fato de o programa escancarar a lógica de saúde do país foi o principal motivo para o surgimento de tantas polêmicas. “A saúde hoje é sustentada na doença, na prática de tratamentos e de atendimentos hospitalares, e não na prevenção. O programa modifica essa lógica, e por isso levantou tantas críticas”, explica.
    Segundo o relatório, o número de número de internações por diarreia e gastroenterite infecciosas – doenças que estão diretamente ligadas à falta de atendimento primário – diminuiu cerca de 35% entre 2012 e 2015, com três anos de programa em vigor.
    Além disso, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2015, encomendada pelo Ministério da Saúde, ouviu 14.000 pessoas em 700 municípios, e mostrou que 94% dos pacientes se mostraram satisfeitos ou muito satisfeitos com o programa. com o atendimento dos médicos do Programa: 83% dos entrevistados avaliaram que houve melhora na qualidade do atendimento, e 54% deram nota 10 ao programa. Comunicação com médicos estrangeiros também não é problema: 84% dos entrevistados afirmou não ter tido qualquer problema de entendimento durante as consultas.
    Formando médicos:
    Quando criado, o programa tinha como um dos eixos aumentar a formação de médicos no país. Por isso, o Mais Médicos previa a expansão do número de vagas nos cursos de Medicina e residência médica em várias regiões, com implantação de novo currículo, focado na qualificação da formação e valorização da Atenção Básica. Desta forma, a ideia era que o programa tivesse resultados não somente a curto prazo, mas que formasse médicos voltados para a Atenção Básica no futuro. A meta do Programa era sair dos quase 380.000 médicos em 2013 e chegar a 600.000 médicos em 2024, para atingir o nível recomendado pela OCDE, de 2,7 médicos por mil habitantes.
    Porém, a morosidade das ações do Ministério da Educação e a intervenção do Tribunal de Contas da União dificultaram a construção de novas escolas de Medicina e o não-preenchimento de vagas em residências criadas pelo programa fez com que a ideia fosse deixada de lado. De acordo com o relatório, a taxa de ocupação das vagas dos programas de residência em Medicina de Família e Comunidade no Brasil, em 2015, foi de 26,3%. De um total de 1.520 vagas, apenas 400 foram ocupadas.
    Mesmo com as falhas, o relatório recomenta a continuidade do programa de formação de médicos, e afirma que o Projeto de Lei Orçamentária de 2018 (PLOA 2018), que tramita no Congresso Nacional, prevê a criação de uma ação orçamentária específica para o programa no âmbito do Ministério da Educação. Trata-se da ação “Concessão de Bolsas do Programa Mais Médicos”, vinculada ao programa “2080 – Educação de qualidade para todos”.
    A polêmica sobre os cubanos:

    No início do programa, a meta do governo federal era suprir a demanda com médicos brasileiros, de forma que fosse um sistema sustentável. Porém, os editais foram abertos e as vagas não foram completamente preenchidas. Em 2013, por exemplo, somente 22% das vagas foram ocupadas por médicos com registro no Brasil. Em uma parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o Brasil abriu vagas para médicos inter cambistas e realizou um acordo com o governo cubano para trazer médicos de lá.
    Até o final do no passado, o Programa contava com 17.071 médicos, sendo 5.247 vagas ocupadas por brasileiros, que têm prioridade nas seleções; 3.271 intercambistas de outros países; e 8.553 médicos cubanos que participam por meio de cooperação com a OPAS. Ainda segundo o relatório, o Programa gastou 243 milhões de reais com a formação de médicos estrangeiros.
    Um dos médicos cubanos que vieram para o Brasil foi Vitor Guevara Pérez, que atuava na Venezuela antes de receber a proposta do governo de Cuba para atuar no Mais Médicos. Como sempre quis conhecer o país, aceitou participar do Programa. Alocado em Guarapari, no Espírito Santo, o médico fez um curso de capacitação de 45 dias antes de ser transferido para o bairro Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. Ele conta que não percebeu grandes diferenças na saúde entre seu país e o Brasil: “No meu país, por exemplo, temos mais contato com a população. Não temos consultas tão programadas, com um intervalo tão grande entre elas. Mas, fora isso, é muito semelhante, inclusive as doenças”, diz.
    No geral, Pérez avalia sua experiência como positiva, mas lamenta o sistema de pagamento do programa. O acordo realizado com o governo cubano previa que o salário de 11.500 reais iria diretamente para Cuba, e depois seria repassado somente 30% para os médicos. Ou seja, o médico cubano recebia um salário de 2.936 reais. A baixa remuneração fez com que o médico desistisse do programa antes do tempo. “Do dinheiro que a gente ganhava, tinha que separar uma parte para comer, viver, vestir-se e outra parte para mandar para a família que ficou em Cuba.”

    Continuidade garantida?

    Embora o relatório recomende a continuidade do Programa, o texto alerta para a necessidade de torná-lo mais “sustentável”. Isso porque, segundo análises, o Sistema Único de Saúde (SUS) vive em constante subfinanciamento. O relatório ainda salienta que a Emenda Constitucional 95 (que determina um teto de gastos públicos por 20 anos) vai limitar os investimentos e que, além disso, a falta de recursos pode se tornar realidade ainda este ano, uma vez que um decreto editado pelo governo determinou que os recursos do programa, que antes eram obrigatórios, agora passarão a ser discricionários.
    O Ministério da Saúde, porém, alega que a Atenção Básica vai continuar sendo prioridade da gestão, e por isso os recursos não serão reduzidos. De acordo com a pasta, em janeiro deste ano, foram liberados 547 milhões de reais para a Atenção Básica no SUS. A pasta estava com investimentos congelados desde 2013 em 4,8 bilhões de reais por ano. Em 2018, com esse novo incremento, o recurso somará 5,1 bilhões de reais.
    Embora a possibilidade de redução nos recursos seja uma ameaça para o futuro do programa, o lado político tem garantido sua permanência. Em setembro do ano passado, o presidente Michel Temer prorrogou o Mais Médicos por mais três anos. Porém, enquanto a aposta for em incentivo e não em formação de profissionais do Oiapoque ao Chuí, as 68 milhões de pessoas atendidas pelo programa vão continuar dependentes de Mais Médicos.

  • Moses

    NATALIN E ENTENDIDO–este texto é uma resposta de um médico cubano ao fascista Bolsonaro e a dois desentendido que não sabe o que é amor a Pátria e aos seus Pacientes:

    Médico cubano escreve a Bolsonaro: “Aprenda o que é amor ao próximo e dignida
    Mais Médicos
    Eu respondo: Bolsonaro, meu filho, quando o Sr. diz que Cuba fica com meu salário eu só penso nas seguintes questões:

    1-Eu aceitei os termos de um contrato por livre e pessoal determinação.
    2-Ciente de que, com esse dinheiro, minha mãe, irmãos, sobrinhos, primos, tios , vizinhos, famílias todas tem garantido o cuidado de sua saúde. Sem pagar nada .
    3-Ciente de que minha formação como médico é graças à criação de universidades públicas em todo o território nacional. Onde filhos de pedreiros, advogados, fazendeiros, faxineiras, empregados dos correios, médicos, etc compartilham a mesma sala de aulas sem discriminação por sexo, cor, ideologia, ou riqueza. Isso, Bolsonaro, chama-se igualdade. Coisa que Sr. não conhece, porque não existe num país onde a corrupção e os privilégios políticos acabam com a riqueza do Brasil.
    3-Eu tenho o coragem de trabalhar para o povo brasileiro ainda sem perceber esse salário de que o Sr. fala. Porque eu não trabalho só por uma questão econômica. Eu trabalho porque gosto da minha profissão, por que jamais vou ficar rico às custas dos pobres. Porque jamais vou usar a política como meio de vida. Porque jamais vou enganar os pobres com falsas promessas. Porque jamais vou plantar o ódio e discriminação no coração de ninguém. Porque vou pensar bem as coisas antes de falar para não ter que fazer como você (pedir desculpas todos o dias pelas loucuras que fala).
    4-Eu posso sim trazer alguém de minha família. Não trouxe porque, Sr. Bolsonaro, o pobre tem que ter prioridades na vida e para mim a prioridade é ajudar minha família, mais que comprar um passagem aérea sabendo que em casa temos outras necessidades e prioridades.
    5- Sei também que o Sr. conta com o apoio de uma pequena parte de meus colegas que, por motivações políticas e econômicas, acham melhor se enriquecer de dinheiro e não de amor, experiência, valores morais , patriotismo, dignidade. Porque eu posso não concordar com meu salário lá em Cuba. Eu posso até não concordar com o sistema político da Cuba. Mas também não tenho porque difamar meu país. Eu vi isso também nos brasileiros pobres, maioria no Brasil. Eles gostam do Brasil, daquele povinho onde eles nasceram, só que com certeza gostam que esse mesmo Brasil que eles tem no coração tenha igualdade, pobreza zero, fome zero, discriminação zero, violência zero, corrupção zero, saúde e educação de qualidade. Mas ainda assim, no Brasil imperfeito, eles gostam de seu país
    6- O Sr. diz que os cubanos “estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos”. Não, Bolsonaro, o que realmente viola os direitos humanos é privar aos pobres do Brasil do acesso à Saúde por não concordar com outras ideologias políticas. Porque o Sr. quer mudar as regras sem perguntar aos beneficiários do programa se realmente os cubanos fazem o trabalho do jeito que tem que ser. Porque aqui no Brasil a gente tem preceptores brasileiros, a gente está fazendo um curso em medicina familiar, tudo sob a supervisão de excelentes profissionais brasileiros. A gente não está lá em qualquer canto fazendo as coisas por capricho não. Agora vem você a dizer que nós estamos fantasiados de médicos. Aqui o único fantasiado é o Sr. São todos os que apóiam sua absurda visão da realidade. O Sr. só está lutando pelos privilégios da classe médica, da classe política. Lamentável! Sim, sr. Bolsonaro, o que resulta lamentável é ver como um cara sem conhecimentos de nada, apenas só de armas, consegue se eleger presidente . E ainda assim mais lamentável ainda foi ver alguns pobres eleger você. Deus tome conta dos pobres. Deus tome conta do Brasil.
    7-Quem estudou na época dos livros, quem estudou na época que as pesquisas eram feitas nos livros e não no Google ou na internet merece respeito. Quem lutou pela vida e chorou pela morte de uma pessoa ou de uma criança merece respeito. Quem foi lá, onde para muitos é o fim do mundo, para cuidar dos doentes, merece respeito. Quem ficou longe da família para devolver o sorriso de um idoso ou uma criança merece respeito. Aí é para tirar o chapéu viu? Absurdo que 66 países no mundo estão se beneficiando de nosso labor e vem você nos chamar de fantasiados. Pior ainda duvidar de que alguém queria ser atendido por cubanos.

    Peço respeito pelos meus colegas.
    Peço respeito à livre escolhia de meu povo.
    Peço respeito para os pobres e ignorantes .
    Peço respeito para a Medicina Pública.
    Peço também ao Sr. estudar o que significa amor ao próximo.
    O que significa Pátria.
    O que significa dignidade.
    O que significa diplomacia.
    O que significa Medicina familiar.
    O que significa igualdade
    O que significa respeito de pensamento
    O que significa ser o presidente dos brasileiros pobres também é não só dos ricos e poderosos.
    Saúde e longa vida para o Sr.
    Deus abençoe você e seu povo.”

    Yonner González Infante

    Médico, membro do programa “Mais Médicos”

  • Moses

    AOS DOIS DESENTENDIDOS E DESPREPARADO NATALIN E ENTENDIDO: veja o que escreveu a jornalista mais fascista e e direita da Folha de São Paulo:
    Não deu outra: Médicos brasileiros que se inscrevem no Mais Médicos só querem atuar em capitais e grandes centros
    Publicado em novembro 21, 2018 por LUIZ MÜLLER Deixe um comentário
    Em 2013, Médicos brasileiros “palhaços” protestaram contra vinda de Médicos Cubanos. Mas ir aos rincões e bairros mais pobres esta gente não quer
    A Coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo informa que, dos dez primeiros médicos brasileiros que se inscreveram nesta quarta-feira (21) para as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos, cinco deles escolheram atuar em capitais e municípios de regiões metropolitanas. Apenas um município escolhido é considerado de extrema pobreza. Outro está em área vulnerável e um terceiro em uma cidade com até 50 mil habitantes.
    De acordo com a publicação, o Ministério da Saúde recebeu mais de 1 milhão de acessos simultâneos no momento da abertura das inscrições. Segundo a pasta, o número representa mais do que o dobro de médicos em atuação no país e pode ser considerado ataque cibernético. A Comissão de Saúde na Câmara Municipal de SP vai pedir à prefeitura informações sobre as regiões da capital que serão mais afetadas com a saída de médicos cubanos da rede pública. A Secretaria Municipal da Saúde afirma que o impacto será mínimo, já que dos cerca de 13 mil médicos da rede municipal, 72 são cubanos. De acordo com a pasta, “estão asseguradas as escalas e atendimentos nos equipamentos de saúde da capital”.
    E um grupo de médicos cubanos de Guarulhos se organizou para vender móveis e eletrodomésticos antes de deixarem o país. A página do Facebook Desapego Mais Médicos Cubanos foi criada por Ernesto Nascimento, que tinha dois anos quando foi preso e classificado como subversivo pela ditadura militar. Nascimento morou 16 anos em Cuba e trabalha “há muitos anos” no Movimento Guarulhense de Solidariedade a Cuba. “Recepcionamos os primeiros médicos cubanos que chegaram na cidade. Fizemos chá de cozinha e doações. Agora, com essa ruptura brusca, também houve uma forte mobilização da população”. Segundo ele, foram dezenas de itens comercializados na rede social. “O de maior valor foi um Ford Fiesta 2014 de uma médica. Foi vendido abaixo da tabela Fipe”, diz ele, que prefere não informar o valor da transação, completa a Folha.
    DEU PARA ENTENDER SEUS BOIOLAS.

  • Moses

    TINHA ESQUECIDO MAIS VAI PARA NICE MISTILIDES NATALIM E ENTENDIDO;– meus caros elementos fascista da direita socialistas, vou tentar mostrar para os três patetas como estará começando um governo onde a corrupção continuara, com os mesmo partidos e os mesmos corruptos.
    Não foi preciso nem esperar pela posse ainda na fase de transição virou fumaça, aquela ideia que o Psicopata
    ( Bolsonaro ), é intransigente com os maus feitos, ao contrario do que havia prometido aos seus ( burros ) eleitores o novo presidente, talvez em camisa de força jogou nos seus balcões as barganhas politicas um pedaço do primeiro escalão do governo>
    O Psicopata entregou por hora, três Ministérios a deputados federais do DEM, fez isso a sua maneira, em vez de negociar diretamente com o partido, o homem que fugiu do Hospício, tirou do bolso de seu colete e negociou outros dois ministérios com as bancadas temáticas da Agricultura e da Saúde, o efeito é o mesmo, os deputados são alçados na esplanada com o pressuposto de que as bancadas supra partidária que os apoiam votaram com o seu governo no Congresso () começando de novo as negociatas, tudo em troca de cargos e $$$$$$$$ ),
    O fascista psicopata diz que esta fazendo nomeações técnicas, com Arma na cintura, para poder o nome que quiser, mas será sempre uma maneira de batizar o velho costume, com já disse do toma lá da cá.
    Preste A|tenção:–o deputado ortopedista Luiz Henrique Mandeto o novo ministro da Saúde esta sendo Investigado por Fraude em licitações, Tráfico de Influência e o famoso Cx. 2, coisas relacionadas ao seu passado pela secretária de Saúde de Campo Grande. A deputada Tereza C ristina, Ministra da Agricultura deu Incentivos Fiscais para o JBS, como secretária do governo do Mato Grosso do Sul, numa época em que fazia negócio com o grupo empresarial seu nome consta de documentos entregue a Procuradoria entregue por delatores da JBS. Não finalizando ainda o deputado Onix Lorenzani, chefe da Casa Civil do Psicopata Mor da
    República é mencionado em dois enredos de Cx. 2, um deles confessado e, veja bem perdoado pelo corrupto Moro, pois como diz o mesmo ele confessou.
    Como se fosse pouco também o Posto Ipiranga, Paulo Guedes é Investigado pela Procuradoria, por suspeitas de irregularidade cometidas em transações financeiras, com fundo de Pensão de Estatais.
    BOLSONARO, costuma dizer que nenhum de seus escolhidos é réu ( COITADO DOS TONTO DE SEUS ELEITORES QUE ACREDITARAM ). Temer dizia a mesma coisa mas certas decisões tem um custo politico e a do Psicopata será cobrada, pois o mesmo se não fosse um Imbecil poderia ter procurado pelo custo zero, mas preferiu adotar uma coreografia que em pois um deficit estético a um governo que ainda nem começou e já esta cheio de corruptos..
    Aos três patetas e seu Ministro da Educação escolhido ontem, nem bem começou, vem à mídia dizer que o Golpe de 64 deveria ser comemorado.
    Deu para entender, ou ficou muito complexo para suas cabeças.

  • Moses

    MAIS UM POUCO DE NOTICIAS VERÍDICAS AOS TRÊS PATETAS DESINFORMADOS:—–NICE MISTILIDES—ENTENDIDO E NATALIM:——–

    Saída de Cuba do Mais Médicos deve afetar quase 1,8 milhão de pacientes no RS.
    Seiscentos médicos cubanos trabalham em 361 municípios gaúchos. Governo cubano atribuiu decisão de deixar o programa a ‘declarações ameaçadoras e depreciativas’ do presidente eleito, Jair Bolsonaro.
    Secretaria Estadual da Saúde afirma que médicos cubanos ainda continuam trabalhando
    Quase 1,8 milhões de pacientes que vivem no Rio Grande do Sul deverão ser afetados pela saída de cubanos do programa Mais Médicos. O estado conta com 600 profissionais caribenhos atuando em 361 municípios, incluindo Porto Alegre.
    Autoridades de saúde do estado dizem ter sido surpreendidas com a decisão do governo cubano, e querem evitar a saída dos médicos antes da chegada de novos profissionais. “Solicitamos que o governo federal brasileiro e o governo cubano cheguem a um acordo para que tenhamos prazo adequado para fazer essa substituição”, disse o diretor geral da Secretaria de Saúde, Elson Farias.
    Segundo ele, os cubanos seguem trabalhando no estado, e os atendimentos serão mantidos. “Não recebemos nenhuma notificação. Os médicos continuam nas unidades amanhã [sexta]. Falamos com alguns hoje e nada foram comunicados oficialmente, então amanhã as agendas que estão com os médicos continuam, as atividades todas previstas não houve nenhuma alteração no trabalho das equipes”, afirma.
    Nesta quarta (14), o presidente eleito Jair Bolsonaro informou que o governo cubano decidiu deixar o programa por não concordar com testes de capacidade. O Ministério de Saúde Pública de Cuba, contudo, disse ter tomado a decisão em razão de “declarações ameaçadoras e depreciativas” de Bolsonaro.
    O salário dos cubanos é de R$ 11 mil, pago pelo governo federal. No entanto, 70% do valor fica com o governo de Cuba, e o médico recebe menos de R$ 4 mil. As prefeituras entram com auxílio-moradia e alimentação.
    Em São Vicente do Sul, na Região Central do estado, duas das três médicas que trabalham nos postos de saúde são cubanas, e estão contratadas até 2020. No entanto, com a decisão do governo de Cuba de encerrar a parceria com o Brasil no programa Mais Médicos, terão de deixar o país.
    “Eu consegui ajudar mais da metade, mas ainda falta muito para ajudar mais adiante, o resto da população”, disse a médica Yarislay Pena Torres, uma das cubanas que atuam na cidade. “Mas temos que voltar”, lamenta.
    Segundo a secretária da Saúde de São Vicente do Sul, Karine Braibante Flores, dos 8 mil habitantes, 6 mil serão prejudicados. “Nossa preocupação é essa, que não vamos conseguir suprir e fazer toda estratégia de saúde de família como preconiza o Ministério da Saúde”, diz Karine.
    Moradores têm o mesmo receio. “Se perdermos elas, aqui vai ser bem complicado, porque vai aumentar a demanda no Posto Central e aí vai complicar bem mais”, prevê a dona de casa Márcia Rumpel Lutz.
    Em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, o aposentado Renê Barbosa da Silva segue à risca tratamentos para diabetes há quase 20 anos. Nos dois últimos, vem sendo acompanhado por um médico cubano.
    “Sempre foi um bom médico”, conta o aposentado. “Sempre conversando, rindo, me dando os remédios certos”, diz.
    Em Porto Alegre, 13 médicos cubanos trabalham em postos de saúde. Há cinco anos, a família da estudante Inaê Mônaco recebe atendimento. Ela conta que a presença dos caribenhos foi determinante para a cura do problema de pele da filha.
    “Eles foram muito atenciosos com esse caso dela, porque já tínhamos passado por outros médicos, tínhamos tentado fazer outros tipos de tratamento para curar essas feridas que ela tem na pele. E eles deram atenção muito especial”, conta.
    O Ministério da Saúde anunciou que vai lançar nos próximos dias um edital para convocar médicos que queiram ocupar ocupar as vagas dos cubanos. São mais de 8 mil em todo o país.
    Na próxima semana, prefeitos gaúchos participam de reuniões em Brasília para discutir o impacto da saída de Cuba do programa.
    Isso é só um exemplo.

  • Affffffff

    Nossa o blog escreve uma coisa e os eleitores do Aécio Bolsonaro ja vem com caminhão de pedras nas mãos. Esta falando da despedida e do ser humano que é esta médica. Seus imbecis compra uma pistola e quando não tiver um médico para atender seus parentes vocês vão lá e resolvam a doença do parente. Da um tiro nele

  • Moses

    MOSES BOBÃO–erraste a colocação você sim é uma Boca no meu saco, mas mesmo assim tu adoras, com gardenal e chato tudo de uma vez. kkkkkkk

  • Moses

    MOSES BOBÃO****LARGA DO MEU SACO COM GARDENAL E CHATO, POIS MAIS TARDE MATAREI SUA VONTADE E PRESTE ATENÇÃO–VOCÊ E LÁ É PIOR, NO QUE VOU LHES INFORMAR, LÓGICO ESSE TEXTO VEM PARTE DA FOLHA DE SÃO PAULO, O ESTADÃO, A VEJA, FACEBOOK , GOOGLE E BLOGS:——

    Uma das principais ações no Brasil para aumentar a cobertura de saúde equitativa e universal é o Programa Mais Médicos. A iniciativa foi criada em 2013 pelo governo brasileiro para ampliar a atenção primária em saúde e suprir a carência de médicos.
    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) colabora com a iniciativa ao articular acordos entre Brasil e Cuba para viabilizar a mobilização de médicos cubanos para atuar no setor de atenção primária em saúde, no Sistema Único de Saúde brasileiro.
    A OPAS/OMS também contribui com o monitoramento e avaliação dos resultados e impactos do programa, bem como na gestão e disseminação do conhecimento gerado pela iniciativa, capacitação, fortalecimento da educação em saúde para um grande contingente de médicos, entre outras ações relacionadas à melhoria da atenção primária à saúde no Brasil.
    Mais de 60 milhões de brasileiros são cobertos pelo Programa Mais Médicos.
    É um dos projetos mais audaciosos para a cobertura equitativa e universal da atenção primária à saúde no mundo e considerado uma das melhores práticas de cooperação sul-sul na Região das Américas.

    Sobre o programa: O programa Mais Médicos foi criado em 2013 pelo Governo Federal brasileiro, tendo como um dos objetivos suprir a carência desses profissionais nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) coopera tecnicamente com a iniciativa, triangulando acordos entre Brasil e Cuba para a vinda de médicos de Cuba para atuar em Unidades Básicas de Saúde, no setor de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde brasileiro.
    Cuba tem o maior número de médicos por mil habitantes do mundo: 7,519 (dado de 2014). O índice é quatro vezes maior do que o do Brasil: 1,852 (dado de 2013). Além disso, Cuba possui ampla experiência no envio de médicos a outros países para trabalhar em diversos setores de saúde, como atenção primária, cirurgias e atendimento de vítimas de desastres naturais.
    Principais ações da OPAS no âmbito do Mais Médicos:Apoia o Brasil no fortalecimento da atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de ampliar a cobertura da rede de serviços e o acesso da população às ações previstas;
    Coopera com a mobilização de médicos cubanos para promover a ampliação do acesso às ações de saúde da atenção básica no Brasil;
    Apoia as estratégias de planejamento e desenvolvimento de ações para o atendimento das necessidades de saúde de populações específicas;
    Promove o intercâmbio nacional e internacional de conhecimentos e experiências inovadoras para a atenção básica em saúde;
    Realiza ações de monitoramento e avaliação dos resultados e impactos do programa, bem como na gestão e divulgação dos conhecimentos gerados pela iniciativa.
    Promove ações voltadas à inovação, gestão do conhecimento e qualificação dos novos cursos de medicina adequados às necessidades da saúde da população brasileira, criados a partir do programa Mais Médicos, no âmbito das Universidades Federais;
    Colabora para o aperfeiçoamento do Sistema de Informação da Atenção Básica e fortalecimento da gestão do conhecimento;
    Promove a qualificação profissional de médicos por meio de ações de formação em serviços de atenção básica do SUS;
    Identifica e estabelece parcerias com instituições de pesquisa para avaliação do impacto do projeto sobre os indicadores de saúde da população;
    Com o Mais Médicos, foi possível preencher dezenas de milhares de vagas em mais de 4 mil municípios brasileiros e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Conforme informações do Ministério da Saúde brasileiro, após a implementação do programa, 700 municípios localizados em áreas remotas do Brasil passaram a ter, pela primeira vez na história, médico residindo no município para atendimento na atenção básica.

    No primeiro ano do Mais Médicos a cobertura de atenção básica de saúde aumentou de 10,8% para 24,6%. Em relação à toda a Estratégia de Saúde da Família (incluindo Mais Médicos), a cobertura populacional cresceu de 62,7% para 70,4% no mesmo período. Além disso, uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) – com aproximadamente 14 mil entrevistas – apresentou avaliações positivas da população sobre o desempenho dos profissionais brasileiros e estrangeiros que integram a iniciativa.

    Outros resultados:

    Em dois anos (janeiro de 2013 – janeiro de 2015), o número de consultas médicas na Estratégia de Saúde da Família aumentou 33% nos municípios que participaram do Programa Mais Médicos.
    Antes da implementação do programa Mais Médicos, as taxas de internação por condições sensíveis à atenção primária já́ vinham diminuindo no Brasil (em 7,9% de 2009 a 2012). No entanto, essa redução foi mais importante após o programa (9,1% entre 2012 e 2015). A diminuição foi maior nas regiões Norte (21%) e Centro-Oeste (19%) e nos municípios que possuem entre 100 e 200 mil habitantes (18,2%) e entre 30 a 100 mil habitantes (15,8%). As condições sensíveis à atenção primária são problemas de saúde atendidos e resolvidos tipicamente no primeiro âmbito do sistema de saúde. Quando não atendidos a tempo ou adequadamente, evoluem até que o paciente precise ser hospitalizado. Fonte: estudo “O Programa Mais Médicos e internações evitáveis pela Atenção Primária”.
    Após o primeiro ano de implantação do programa Mais Médicos, constatou-se o provimento de 294 médicos para cobrir todas os 34 DSEIs (100%). Segundo dados da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde do Brasil (SESAI), 339 médicos foram incorporados aos DSEIs ao longo de dois anos do programa, significando um crescimento de 79% em relação ao quantitativo desses profissionais em agosto de 2013. Fonte: estudo “Programa Mais Médicos: desvelando os desafios futuros para a implantação de um sistema de saúde equânime e integral para os povos indígenas”.

    Em 2015, mais de 70% dos municípios brasileiros tinham aderido ao Programa Mais Médicos. Além da expansão, houve substituição das equipes, sugerindo que o Mais Médicos contribuiu para fixação de profissionais e redução da rotatividade, bem como para inserção do médico nas equipes incompletas ou irregulares. Essa situação foi verificada em 53,7% das equipes da Estratégia de Saúde da Família no Brasil e possibilitou, além da cobertura de mais de 20 milhões de pessoas no sistema, “a regularidade dos vínculos trabalhistas e a garantia do cumprimento da carga horária de trabalho, o que incidiu sobremaneira na transformação do processo de trabalho e na melhoria do cuidado na atenção primária no SUS

    Transparência a OPAS presta contas ao Ministério da Saúde do Brasil sobre o programa Mais Médicos a cada semestre, segundo fórmulas pactuadas em seus acordos de cooperação com o país. Todos os relatórios técnicos, financeiros e de gestão da Organização estão disponíveis ao público interessado clicando aqui.
    O organismo internacional passa anualmente por rigorosas auditorias internas e externas sobre o Mais Médicos, que têm demonstrado a aplicação correta e responsável de todos os recursos financeiros e gastos.
    Plataforma de Conhecimento Resultado de uma parceria estratégica entre a OPAS/OMS Brasil e a Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Plataforma de Conhecimentos do Programa Mais Médicos reúne um acervo de publicações e pesquisas científicas exclusivas sobre a iniciativa, com o objetivo de monitorar e disponibilizar o conjunto de evidências científicas a respeito do programa. Facilita, também, a interação e o intercâmbio de informações.
    Aplicativo Sistema Integrado de Informação Mais Médicos (SIMM) aplicativo gratuito “Sistema Integrado de Informação Mais Médicos (SIMM)” está disponível para computador, tablet ou celular. Essa ferramenta foi criada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para juntar os principais bancos de dados do Projeto Mais Médicos para o Brasil e pode ser usada por qualquer cidadão.
    O aplicativo também conta com fotos, vídeos, notícias, links de interesse e informações gerais sobre o programa.
    Essa nova ferramenta, que ajuda a OPAS e as autoridades nacionais e locais no monitoramento e avaliação do projeto de cooperação técnica, reafirma o compromisso do organismo internacional com a transparência dos dados e informações obtidas. O aplicativo está disponível em português, espanhol e inglês é só procurar seus debiloides e MOSES BOBÃO SEMPRE COM MEU SACO NA SUA BOQUINHA COM GARDENAL E CHATO. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

    • MOSES CHATO

      Pqp, Moses. Procura um especialista na área de psiquiatria. Se não tiver dinheiro o Cardoso faz uma vaquinha no blog e paga a consulta e a internação por 3 meses. Você tem cura.

  • BETO

    Moses você és um otário contumaz, vai se masturbar pensando no seu PT falido, seu aloprado estupendo! Aceita que dói menos imbecil!

  • Moses

    BETO você como o outro seu amigo fascista erraste no que escreveste, você sim é um Psicopata e vou me masturbar ou elas vão sim, e muito, com as fêmeas de sua família ( desde a filha até a mãe ) aceita que doí menos, pois esta é a realidade de sua vida.

    Quanto ao MOSES CHATO nada a dizer de importante, pois o que o mesmo quer é um companheiro no Hospício, junto a ele e ao Bolsonaro, enquanto eu aqui fora estou gozando meu salário com as pequeninas de sua prole da ala feminina .

    Quero dizer aos dois que estou satisfeitíssimo. kkkkkkkkkkkkk

    • Beto

      Acho que você é um Velho asqueroso e fedorento, que quando defeca, não limpa nem a bunda direito! Não anda comendo nem arroz com feijão direito. Vai te catar velho fedido!

  • São Contra Todos

    Ninguém foi enganado”, diz médica cubana sobre o contrato de trabalho
    por Rodrigo Martins — publicado 23/11/2018 01h10, última modificação 22/11/2018 16h34
    Casada com um brasileiro, Mileydis Gutierrez pretende ficar mesmo após a decisão do governo de Cuba de suspender o convênio com o Brasil

    Mileydis Gutierrez
    ‘Estamos preocupados, sobretudo com a população mais vulnerável do Nordeste e da Amazônia’
    Com mais de 20 anos de experiência, a médica cubana Mileydis Caridad González Gutierrez participou de duas missões humanitárias, na Venezuela e na Guiné Equatorial, antes de se integrar ao programa Mais Médicos e atender a população de Embu-Guaçu, município de 68,2 mil habitantes, distante apenas 47 quilômetros da capital paulista.
    Casada com um brasileiro, ela pretende ficar na cidade mesmo após a decisão do governo de Cuba de suspender o convênio com o Brasil após as ofensivas declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro.
    Não sabe, porém, se poderá continuar atuando como médica. E teme as consequências da interrupção do acordo de cooperação. “Estamos preocupados com o que pode acontecer, sobretudo com a população mais vulnerável do Nordeste e da Amazônia, lugares onde nenhum médico chegou antes de nós”, disse a CartaCapital na terça-feira 20, enquanto se despedia dos colegas de um posto de saúde do periférico Jardim Valflor.
    CartaCapital: A senhora se surpreendeu com o abrupto fim da cooperação cubana no Mais Médicos?
    Mileydis Caridad González Gutierrez: Sabíamos que isso poderia ocorrer a partir de 1º de janeiro, o que surpreendeu foi a antecipação. Bolsonaro disse claramente que não queria os cubanos por aqui. Ele usa essa história de que deveríamos ficar com 100% do salário, mas as condições estavam previstas no contrato.
    Ninguém foi enganado, todos concordaram, não havia nenhuma reclamação de nossa parte. Estamos preocupados com o que pode acontecer, sobretudo com a população mais vulnerável do Nordeste, da Amazônia, lugares onde nenhum médico chegou antes de nós. Posso ficar no Brasil, mas não sei se poderei continuar trabalhando.

    CC: Bolsonaro chegou a dizer, repetidas vezes, que os cubanos vinham para o Brasil na condição de escravos.
    MCGG: É uma acusação descabida. Um porcentual da remuneração é destinado ao governo de Cuba porque lá não se paga pela saúde, não se paga pela educação, tudo é oferecido de graça. Nosso país passa por uma situação econômica difícil. Aceitamos o contrato e estávamos contentes, porque gostamos do nosso trabalho.
    Bolsonaro chegou a dizer que não somos médicos de verdade, que havia militares entre nós. É um insulto. Sou formada há 20 anos. Fiz residência em medicina geral e integral. No Brasil, especializei-me em medicina comunitária por uma universidade paulista, algo previsto em contrato. Antes de vir para cá, trabalhei na Venezuela e na Guiné Equatorial.
    Mileydis Gutierrez despediu-se de seus colegas de trabalho na terça-feira 20.
    CC: Como foi sua experiência com os pacientes brasileiros?
    MCGG: Muito boa. Fui recebida por pacientes que me disseram: “Nunca veio um médico em minha casa”. Fiquei surpresa, porque Embu-Guaçu não é uma cidade muito afastada. Às vezes, eles pediam desculpa por não ter nada a oferecer, e procuravam alguma coisa. Não queríamos nada, estamos acostumados a fazer trabalho humanitário. Não queremos receber nada em troca, só saber que o paciente melhorou. Esta é a recompensa.
    CC: E que impressão ficou do Brasil?
    MCGG: Gosto muito do povo, da cultura do Brasil. Só fiquei um pouco assustada com a violência, todos se queixam da falta de segurança. Ainda assim, quero ficar. Casei-me com um brasileiro, tenho residência permanente.
    É terrível essa situação, porque tenho família e não sei se poderei trabalhar. Tenho de esperar para ver se as vagas do programa serão preenchidas por médicos brasileiros, se vão abrir novos postos para estrangeiros. Até lá, tenho de arrumar alguma coisa por fora para sobreviver.

  • Moses

    BETO mais uma vez escreveste besteiras, então vamos lá. Quanto a minha idade tenho somente 56 anos bem vividos, mas ao falar em fedorento deveria esta querendo falar das fêmeas de sua prole, só que estás errado, pois quando as mesmas defecam , sei que limpão bem suas bundas, pois o meu coiso nunca saiu fedendo, e sim cheiroso com perfume de Avon ,vai te catar meu otário.
    Tu és meu palhaço, pois enquanto ficas nervosinho no Blog eu vou devagarinho no orifício traseiro de suas queridas parentelas.
    Viu Bobão kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Beto

    56 anos kkkkkkkkkkkk, estoca Viagra seu velho babão, broxa! Aliás não fala da minha Mãe que te mato e bebo seu sangue velho nojento!

  • Moses

    BETO tenho 56 anos mas você não tem nada com isso.
    Agora seu Imbecil não preciso ainda estocar viagra e se não acredita pergunte para sua mamãe ala saberá responder corretamente.
    Estou morrendo de medo e nem vou sair de casa seu FDB gay.
    Continuas ser o meu palhaço és muito ridículo e não sabe por a mente para funcionar, pois dela só sai merda, não vai ficar nervosinho , pois e perigoso sobrar sua Femme para mim também e ai eu terei que tomar viagra de vez enquanto.

  • Beto

    Diga quem tu és e seu endereço se for homem seu marica, que cumpro minha promessa. Eu moro na Alameda dos ipês, 2880. Jales. Agora diga o seu baitola, velho nojento!

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