ADVOGADA QUE VIROU PROSTITUTA SE NEGA A FAZER PROGRAMA COM QUEM SE DECLARA FÃ DE BOLSONARO

A jovem cortesã parece ser cheia de melindres. A anã Dafne também é advogada e não tem essas frescuras. A matéria é do portal Universa:

A vontade de fazer muito sexo, ganhar dinheiro e parar de ser assediada por colegas de trabalho fizeram com que a advogada e professora de direito Cláudia de Marchi, de 36 anos, decidisse se tornar “acompanhante de luxo feminista”, como ela se define.

Atendendo em Brasília há dois anos, ela só aceita cavalheiros “com português correto, intelecto de dar inveja” e que lhes deem muitos beijos. Informa que “ama sexo anal”, que detesta ser chamada “de meu amor” e que quem quiser “jantar em restaurante, aquela balela toda”, tem que pagar a mais.

Cláudia está lançando o livro “De encontros sexuais a crônicas – O diário de uma advogada e acompanhante de luxo feminista”. À Universa, ela diz que prostituição é opção e que é feminista, sim, porque é uma “mulher livre, realizando a própria sexualidade”.

Por que decidiu deixar de ser advogada para se tornar prostituta?

Fui muito assediada quando tinha escritório e tive sócios mega machistas, que ganhavam mais do que eu e que não me deixavam ficar responsável por alguns casos, só porque eu era mulher. Aquilo me irritava. Abandonei a advocacia, fui fazer mestrado e me tornei professora da Universidade de Cuiabá. Só que, na faculdade, aconteceu a mesma coisa, assédio por todos os cantos. Nessa época, me separei do meu marido e decidi que o que eu queria mais era fazer sexo.

Quanto você cobra?

A hora são R$ 650, o pernoite, R$ 4.500, e se ele quiser me levar para jantar, aquela balela além de trepar, mais R$ 1.000. Eu janto sozinha, não preciso de companhia de cara desconhecido querendo fazer o bom moço.

O preço sobe quando atende político que rouba muito?

Não. Já saí com vários políticos, mas nunca candidatos a presidente ou governador, porque é muita exposição para mim. E se o cara for de extrema-direita, da bancada evangélica, ruralista ou da bala, caio fora.

Muitos clientes carentes?

Sim. Um deles perguntou se durante a transa poderia me chamar pelo nome da ex. Eu disse que não e que era melhor ele ir embora e só voltar quando estivesse mais estável emocionalmente. Ele me pediu desculpas, pagou e, depois de dois meses, voltou outro cara. Aí nos demos bem.

O que você odeia que um cliente faça?

Odeio que me chamem de amor; nem conheço o cara, como ele pode dizer que me ama? Também detesto homem egoísta na cama. Um dia desses, um cara me chamou para tomar um vinho num restaurante. O programa acabou ali mesmo porque ele tentou me convencer que o Bolsonaro era legal. Falei: “Amigo, depois disso, nem viagra feminino resolve.

5 comentários

  • Advogado

    Com esses preços. Ganha muito mais do que eu, e nem tem que aguentar a chatice de trabalhar para a Defensora Pública!!!!

  • Thiago

    Mas tem homem que se submete a cada coisa viu…

    Pagar R$ 650,00 pra ouvir lição de moral de puta, é muita burrice

  • Thiago

    Mentalidade feministas :

    “aí, eu vou sair do trabalho porque não gosto de ser assediada, acho que vou virar puta”.

  • Geroma.

    Escutar que Bolsonaro é “legal”, atender apoiadores da extrema direita, da bancada evangélica ou bancada da bala é demais mesmo. Nem puta merece algo assim. Baixaria tem limites!

  • Eu também não entendi o raciocínio da advogada,ela não aceita ser assediada,mas aceita tabelar o próprio corpo.Ela é toda incoerente,a função das prostitutas é proporcionar prazer e não buscar prazer,o prazer sexual se tem com amante e não com cliente (se bem que no Brasil…).Quanto ao preço da mercadoria,todas elas falam que cobram um cachê altíssimo,mas debaixo de um quieto elas são capazes de liquidarem todos os orifícios por 1,99.

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