No mundo inteiro, são 600 milhões de cães abandonados, sem ter onde dormir ou o que comer. Isso é algo que realmente preocupa, pois se trata de um problema difícil de resolver para os governos. Mas, não para o governo de Cuba.
O país socialista, que sempre teve uma grande população de cachorros de rua, decidiu que deveria ajudá-los de alguma maneira. Foi determinado que as Instituições Públicas do Estado deveriam adotar esses cachorros, fornecendo atenção e cuidados médicos e, mais importante do que tudo, dignidade.
Desde aí, todos os cachorros que circulam nas ruas recebem uma carteirinha oficial do Governo com nome, foto, informações de saúde, como se estão vacinados ou não, e ainda o nome da instituição que os ajuda em caso de emergência (tem número de telefone em cada carteirinha).
Ah, e com um aviso em alguns deles: ‘sou um cachorro de rua, não me maltrate‘.
A notícia é da assessoria de imprensa da Polícia Civil de Jales:
A Polícia Civil de Jales cumpriu mandado de busca e apreensão na sede da Câmara Municipal de Aspásia, na manhã desta sexta-feira(07/12). Inúmeros documentos foram apreendidos e estão sendo analisados.
Os documentos poderão comprovar eventuais crimes praticados contra o patrimônio da Câmara Municipal, uma vez que, segundo informações de um vereador, estaria ocorrendo gastos excessivos com combustíveis para o veículo da Câmara.
A denúncia inclui a compra de lanches e refrigerantes, que não eram servidos para funcionários e vereadores; despesas com viagens de vereadores, com a utilização de táxi, mesmo com o veículo oficial à disposição; e fracionamento de despesas, indicando fraudes em licitações.
Foram instaurados, até o momento, quatro inquéritos policiais visando a apuração dos fatos supostamente ilícitos, bem como da possível responsabilidade criminal de seus autores.
Em tempo: em pesquisa ao Diário Oficial do Estado, este aprendiz de blogueiro constatou que, ao final de 2017, o vereador Odenir Vieira(PSDB), de Aspásia, protocolou representação junto ao TCE, denunciando possíveis irregularidades na atuação da Câmara Municipal daquela cidade.
Em setembro de 2018, Odenir (foto ao lado) voltou à carga, protocolando três denúncias no TCE contra o presidente da Câmara, Renan Medeiro Venceslau, o Tiosa(PP). Uma delas apontava possíveis irregularidades na aquisição de produtos e serviços na área de segurança, filmagem e monitoramento.
As outras duas denúncias mencionavam supostas irregularidades nos gastos com combustíveis e nas despesas com diárias, transportes e alimentação dos vereadores e servidores. Possivelmente, as mesmas denúncias que estão sendo investigadas pela Polícia Civil.
Durou cerca de uma hora e meia – das 09:00 às 10:30 horas de quinta-feira, 06 – o depoimento da ex-tesoureira Érica Cristina Carpi à Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Câmara, instalada para apurar os desvios descobertos pela operação “Farra no Tesouro” da Polícia Federal.
Acompanhada por um de seus advogados, Érica chegou à Câmara cinco minutos antes do horário marcado e respondeu, sem titubear, a todas as perguntas feitas pelos vereadores Kazuto, Bismark e Deley. Respondendo a um dos vereadores, ela disse que não tem noção do valor desviado ao longo de quase dez anos.
Érica garantiu, mais uma vez, que praticou sozinha todos os desvios e que o fez por conta da facilidade encontrada, uma vez que os serviços executados por ela não eram fiscalizados por ninguém.
Ela disse aos vereadores, informalmente, que, se fosse uma pessoa vingativa, poderia dizer que o ex-marido sabia dos desvios, mas isso não seria verdade. A ex-tesoureira deu uma interessante justificativa para explicar porque Betto não sabia dos desvios. Esse e outros detalhes estarão em A Tribuna, no final de semana.
“Eles arquitetaram fraudes motivados por pura cupidez, ganância e desejo de lucro fácil, fechando os olhos para a impressionante fila de ônibus e vans repletos de pacientes que diariamente aportam no hospital, na esperança de cura”
Do promotor Eduardo Shintani, nas alegações finais do processo em que o ex-diretor Roger Dib e outras duas pessoas são acusadas de praticar sete diferentes modalidades de fraudes contra o Hospital de Amor – Unidade de Jales.
Na peça, com 133 páginas recheadas de depoimentos e cópias de documentos, o promotor pede a condenação dos três acusados. A penas previstas para cada um deles, caso condenados, e outros detalhes das alegações finais do Ministério Público estarão na edição de final de semana de A Tribuna.
Os mal cheirosos sanitários serão o principal alvo das reformas. A notícia é da assessoria de imprensa da Câmara:
O vereador João Zanetoni (PSB), através de requerimento, questionou se a Prefeitura havia firmado algum acordo com a empresa de transporte público Expresso Itamarati, para reformar os sanitários e outros pontos críticos do Terminal Rodoviário Intermunicipal de Passageiros “Prefeito José Antônio Caparroz”.
Zanetoni solicitou que a Prefeitura informasse se pretendia realizar manutenções no Terminal e se, ao menos, seria possível providenciar uma limpeza profunda em pias, azulejos e piso dos sanitários para eliminar o mau cheiro.
Em resposta ao requerimento, a Prefeitura afirmou que vai investir R$ 140 mil na reforma do Terminal. A licitação para execução do projeto está sendo finalizada.
O piso, os revestimentos das paredes, as instalações hidráulicas, pias e torneiras dos banheiros serão trocados. As áreas de circulação e estacionamento vão ser recapeadas. O Poder Executivo encaminhou, anexa à resposta, uma planilha detalhada contendo os itens que serão adquiridos para as reformas e os valores referentes à obra.
Com pouco mais de 27 milhões de habitantes, a República do Iêmem tem mais ou menos o tamanho do estado da Bahia. Faz divisa com a Arábia Saudita, Omã e Somália. A capital, Saná, possui cerca de 2 milhões de habitantes.
Em novembro, representantes da Unicef disseram que a guerra transformou o Iêmen em um “inferno vivo” para as crianças. Amal Hussain, a menina de sete anos da foto, que virou símbolo da fome provocada pela guerra, morreu há um mês.
A notícia é do UOL:
O Iêmen, país mais pobre da Península Arábica, vive um conflito sangrento desde que, em 2014, os rebeldes huthis xiitas, apoiados pelo Irã, tomaram a capital, Sanaa.
A guerra deixou até agora 10 mil mortos e mais de 56 mil feridos desde 2015, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, acredita-se que o balanço real seja muito maior.
O conflito está provocando a pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU, que estima em 14 milhões o número de pessoas em situação de pré-fome.
Cerca de 85 mil crianças morreram de fome ou de doenças entre abril de 2015 e outubro de 2018, de acordo com estimativas da ONG Save The Children.
A proposta de reforma da Previdência elaborada pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), prevê que servidores públicos que ingressaram na carreira antes de 2003 só poderão se aposentar com salários integrais e tendo direito ao mesmo reajuste que os ativos (paridade) se atingirem idade mínima de 65 anos.
De acordo com reportagem publicada pelo O Globo, ainda não se sabe se haverá diferença de idade para homens e mulheres. O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou na segunda-feira (3/12) que a ideia do novo presidente é fazer a reforma da Previdência sem correria. Segundo ele, o governo não quer um remendo, mas um modelo que dure 30 anos.
A proposta de limitar a aposentadoria do funcionalismo público não é nova, ela fazia parte da reforma que foi apresentada pelo presidente Michel Temer (MDB) ao Congresso, porém, sofreu forte resistência e não avançou. No entanto, a nova equipe econômica avalia que é preciso manter o discurso de combate aos privilégios para ganhar apoio para as mudanças.
Fontes fidedignas garantem que o vereador Nivaldo Batista de Oliveira, o Tiquinho(PSD) – que já foi presidente da Câmara durante os anos de 2015 e 2016 – tem tudo para voltar a acomodar seu ilustre bumbum no assento presidencial. A eleição ocorre na sessão da próxima segunda-feira, de modo que até lá muita coisa pode mudar.
Segundo, no entanto, a fonte do blog, a vitória de Tiquinho “é macuco no embornal”. Tiquinho já contabiliza sete votos em sua candidatura. O dele, é claro, e dos outros três futuros componentes da Mesa: João Zanetoni (vice-presidente), Bismark Kuwakino (1º secretário) e Vagner Selis, o Pintinho (2º secretário). Os outros três votos viriam de Deley(PPS), Kazuto(PSB) e, possivelmente, Topete(DEM).
Nos tempos em que o voto era secreto, as eleições da Câmara eram, digamos assim, mais animadas, na medida em que sempre guardavam alguma surpresa. O caso mais curioso ocorreu em 1990, quando nossa Câmara tinha 17 vereadores, os mesmos que, em 1992, aprovaram o tal “salário-zero”.
Naquele ano – 1990 – os vereadores Oswaldo Soler e Francisco Gerez Garcia, o Paco, concorriam à presidência, com razoável favoritismo para o segundo, apoiado pelo seu tio, o então prefeito José Antônio Caparroz. Tanto que ele já tinha até reservado espaço em uma pizzaria, para a festa da vitória. Realizada, porém, a eleição, o resultado surpreendeu: 10 x 07 para Soler.
Mas o dado mais curioso nem foi a derrota de Paco – que, mesmo perdendo, manteve a rodada de pizza – mas o fato de que 10 vereadores compareceram à “festa da derrota”, todos jurando ter votado no candidato derrotado. Enquanto isso, na festa promovida por Soler, em um restaurante, tinha apenas sete vereadores.
A partir de 2001, quando a Câmara aprovou o fim do voto secreto nas eleições para a Mesa Diretora, as surpresas diminuíram, mas os casos curiosos não deixaram de existir. Em 2004, por exemplo, o vereador Rivelino Rodrigues convenceu seus quatro colegas de oposição – Cartucheira, Gilbertão, Tatinha e Clóvis Viola – a votar no situacionista José Eduardo Candeo.
O objetivo de Riva era não deixar Marcelinho Caparroz chegar à presidência. Fechado o acordo, Candeo teria sete votos contra seis de Marcelinho, mas… Mas o vereador Rivelino, que costurou o acordo em prol de Candeo, era um dos últimos a votar e, para perplexidade geral, votou em Marcelinho. Mesmo com a defecção de Rivelino, o vereador Cartucheira (Roberto Genari), que votou em seguida, manteve a palavra, anunciando o voto em Candeo, que era seu desafeto pessoal.
Portanto, embora a eleição de Tiquinho já esteja sendo dada como certa, o melhor mesmo é aguardar até segunda-feira.
Descontados a execução dos hinos, a sessão de ontem durou só meia hora. E poderia ter durado menos, não fosse o inflamado discurso final do vereador Chico do Cartório. Parece que o nobre edil não anda muito feliz com a secretária de Saúde, Maria Aparecida Moreira, e mandou um recado a ela, garantindo que não é bobo.
Não sei quais são as razões do vereador para achar que a secretária o considera um bobo, mas, bobagens à parte, a próxima sessão – a última do ano, marcada para segunda-feira, 10 – deverá durar um pouco mais que meia hora.
Nela, os nossos ilustres parlamentares escolherão a Mesa Diretora para os próximos dois anos. Segundo o bem informado repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, a disputa para a presidência está entre Tiquinho(PSD) e Kazuto(PSB).
Agora, a notícia da assessoria de imprensa da Câmara:
Foi aprovado, em Sessão Ordinária (3), o Projeto de Lei 173/2017, do vereador Luiz Henrique Viotto – Macetão (PP), que obriga empresas de energia a fazer manutenção, conservação, substituição e remoção de fios inutilizados de postes de energia elétrica.
A empresa concessionária ou permissionária de energia elétrica deverá notificar outras empresas, que utilizam postes como suporte de seus cabeamentos, para retirar as fiações desnecessárias.
As fiações nos postes deverão ser identificadas e instaladas separadamente com o nome da empresa ocupante, exceto quando o fio for de uso compartilhado.
As empresas que não cumprirem a lei estão sujeitas a multa de 5 UFMs (Unidade Fiscal do Município), cerca de R$ 1 mil.
Macetão explicou sobre a necessidade do projeto: “No meu bairro, eu pude constatar vários fios que estão em desuso e não sabemos se estão energizados ou não. Crianças passam pela rua para ir à escola, há fios caídos no chão, pendurados… Se um fio desses se energizar e pegar uma criança, é uma omissão do poder público”, falou.
O vereador João Zanetoni (PSB) comentou a propositura: “Que seja fiscalizado. Não adianta ter o projeto e não ser fiscalizado. E que seja cobrado”, disse.
O projeto de lei foi aprovado por unanimidade e encaminhado para sanção do prefeito.
Sully, o labrador que acompanhou George Bush nos últimos anos de vida, comoveu os Estados Unidos. Numa derradeira homenagem ao “melhor amigo”, o labrador deitou-se ao lado do caixão do antigo presidente norte-americano e a imagem depressa correu mundo.