Categoria: Política

BOLSONARO É REPROVADO POR 52% DOS PAULISTAS. E JOÃO DÓRIA TEM REPROVAÇÃO DE 38%

Na capital de São Paulo, a desaprovação do governo Bolsonaro bate em 65%, ou 12 pontos percentuais acima da reprovação nacional, que é de 53%. Deu no Brasil 247:

A gestão de João Doria (PSDB) no governo de São Paulo é avaliada como ruim ou péssima por 38% dos paulistas, segundo a mais recente pesquisa Datafolha. No estado, 38% classificam o governo de Doria como regular, enquanto 24% o classificam como ótimo ou bom.

Os índices de aprovação, regular e reprovação são semelhantes no interior (25%, 37% e 37%), capital (24%, 37% e 39%) e região metropolitana (24%, 37% e 39%). 

O levantamento ouviu presencialmente 2.034 pessoas, em 70 cidades do estado, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Jair Bolsonaro é reprovado por 52% dos paulistas, aprovado por 23% e considerado regular por 24%. Na capital, os índices de aprovação e reprovação de Bolsonaro chegam a, respectivamente, 16% e 65%. 

DATAFOLHA: APENAS 15% DOS BRASILEIROS CONFIAM NAS DECLARAÇÕES DE BOLSONARO

Com certeza, são os mesmos 15% que acreditam em Papai Noel, saci-pererê, mula sem cabeça, curupira e lobisomem. Deu no Brasil 247:

Apenas 15% dos brasileiros sempre confiam nas declarações de Jair Bolsonaro. Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (17), 57% dizem nunca confiar nas declarações de Bolsonaro, enquanto 28% afirmam confiar às vezes.

O índice de desconfiança a Bolsonaro é o maior já registrado pelo instituto. Na pesquisa anterior, de julho, o índice estava em 55%.

O levantamento nacional foi realizado em 190 cidades com 3.667 eleitores, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

AMIGO DE FILHO E DE EX-MULHER DE BOLSONARO COBROU R$ 400 MIL POR INDICAÇÃO A CARGO NO GOVERNO

Na CPI, o amigo do filho 04 do Bozo não se lembrava de nada, mas as mensagens encontradas no celular dele são reveladoras. A notícia é do blog do Octávio Gomes, no G1:

A mamata não acabou. No governo Bolsonaro, ela é tabelada. A CPI da Covid descobriu que o lobista Marconny Albernaz Faria “vendeu” por R$ 400 mil a indicação de Márcio Roberto Teixeira Nunes para um cargo no Instituto Evandro Chagas, no Pará, órgão vinculado do Ministério da Saúde.

Márcio fez os pagamentos para a empresa de Marconny, foi nomeado e acabou preso num escândalo de propinas que envolveu R$ 1,6 milhão.

O esquema funcionou assim: Marconny inicialmente pediu uma propina que chamou de “incentivo” no valor de R$ 25 mil. Só para começar os trabalhos.

Inicialmente, Marconny tentou levar o nome de Márcio ao ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. Não deu certo. Mandetta vetou a indicação.

Marconny não desistiu, e a conta da propina começou a subir. Ele passou a cobrar por encontros que tinha com outros ministros, inclusive os militares. Até o nome do vice-presidente Hamilton Mourão ele usou para convencer Márcio a fazer os desembolsos.

Quando todas as portas pareciam fechadas, Marconny escreveu: “Agora vai de cima pra baixo”. Foi quando entrou em cena Karina Kufa, advogada do presidente da República. Para encontrar a advogada, Marconny cobrou um incentivo de R$ 40 mil, segundo mensagens trocadas por WhatsApp.

Marconny também avisou que se encontraria com o próprio presidente, mas a reunião não aconteceu. Segundo o lobista, Bolsonaro tinha outra agenda, a posse de uma autoridade em Itaipu que Marconny diz ter indicado.

A CPI já sabe que, além de Karina, Marconny tinha outras duas pontes com o governo: a família Bolsonaro (através do filho Jair Renan e da ex-mulher de Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle) e um senador cujo nome não revelou.

“Não revelou, mas a CPI, com certeza, vai chegar a este nome”, garante o vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues.

DATAFOLHA: REPROVAÇÃO A BOLSONARO BATE RECORDE E CHEGA A 53%

Deu no G1:

Levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira (16) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” informa que a reprovação ao governo Bolsonaro oscilou 2 pontos percentuais em relação ao levantamento feito em julho: 53% consideram o governo ruim ou péssimo, o pior índice do mandato; na última pesquisa, eram 51%.

22% dos entrevistados consideram o governo Bolsonaro ótimo/bom, enquanto outros 24% o classificam como regular.

A pesquisa ouviu 3.667 pessoas com mais de 16 anos dos dias 13 a 15 de setembro em 190 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Esse é o primeiro levantamento da popularidade do presidente feito depois dos atos com pauta antidemocrática de 7 de setembro.

O recorde de rejeição acontece em meio à alta da inflação, com gasolinagás e alimentos mais caros. O desemprego também permanece em patamar elevado, atingindo 14,4 milhões de pessoas.

Segundo o Datafolha, se na média da população o avanço da reprovação a Bolsonaro foi de dois pontos percentuais, em alguns segmentos essa alta foi mais intensa.

“Foi o que aconteceu entre os mais velhos (de 45% para 51%), na parcela de menos escolarizados (de 49% para 55%), no grupo com renda familiar de 5 a 10 salários (de 41% para 50%) e no conjunto das regiões Norte e Centro-Oeste (de 41% para 48%). Houve recuo, por outro lado, na reprovação entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários (de 58% para 46%).”

Entre os evangélicos, a diferença entre a taxa de aprovação e reprovação, que estava negativa em seis pontos em julho (34% a 37%), saltou para 12 pontos em setembro (29% a 41%). A reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos aumentou 11 pontos percentuais entre janeiro e setembro (de 30% para 41%).

De acordo com o instituto, os empresários se mantêm como o único segmento em que Bolsonaro tem aprovação (47%) numericamente superior à reprovação (34%).

Bolsonaro é mais rejeitado por quem tem ensino superior (85%), estudantes (73%), quem prefere o PSOL (63%), homossexuais/bissexuais (61%), quem tem de 16 a 24 anos (59%) e pretos (59%).

DEPUTADO BOLSONARISTA É CONDENADO A INDENIZAR ALEXANDRE DE MORAES EM R$ 50 MIL

A notícia é do Conjur:

A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação do deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) a indenizar o ministro do STF Alexandre de Moraes por ofensas nas redes sociais.

Nas postagens, em texto e vídeo, o deputado se referiu ao ministro do Supremo com expressões de baixo calão e extremamente ofensivas. A turma julgadora apenas reduziu o valor da reparação, que passou de R$ 70 mil para R$ 50 mil.

Para o relator, desembargador Mônaco da Silva, o comportamento do parlamentar ultrapassou os limites da manifestação do pensamento e da liberdade de expressão, “uma vez que humilha, ofende e ataca, diretamente, a honra e a imagem do autor”. 

O magistrado também afastou o argumento de Otoni de Paula sobre imunidade parlamentar. Citando a sentença de primeiro grau, o relator afirmou que a imunidade parlamentar não pode justificar manifestações ofensivas, proferidas com intuito de atacar à honra e a dignidade da pessoa humana.

“De fato, as expressões ofensivas (…) constantes das manifestações do parlamentar nas mídias sociais não podem ser consideradas um mero dissabor e tampouco conduta de caráter inofensivo, existindo efetiva lesão à honra. Não bastasse isso, não guardam pertinência e/ou nexo causal com o exercício do mandato, extrapolando a atividade parlamentar exercida”, afirmou Silva.

Assim, o desembargador concluiu que as palavras proferidas pelo deputado não estão sob o manto da imunidade parlamentar, justificando a condenação. Porém, ele reduziu a indenização para R$ 50 mil, uma vez que Otoni de Paula cumpriu liminar de primeira instância e apagou os vídeos com as ofensas ao ministro.

FUNCIONÁRIOS FANTASMAS DE CARLUXO TINHAM COMO ENDEREÇO CASA DE JAIR BOLSONARO

Ana Cristina Valle, que teria comprado uma mansão de R$ 3,2 milhões há algumas semanas, já revelava sua vocação para negócios imobiliários durante o casamento com Jaír Bolsonaro. No período em que estiveram casados, eles compraram 14 imóveis, dos quais 7 em dinheiro vivo.

A casa em questão é um desses imóveis. Deu no Brasil de Fato:

Os endereços de quatro funcionários fantasmas do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) estão registrados no endereço de uma casa do presidente Jair Bolsonaro na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As localizações estão cadastradas na Receita Federal e na Câmara Municipal do Rio e eram utilizadas para envios de comunicações fiscais e administrativas dos funcionários.

O acesso aos dados foi possível a partir da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Carlos Bolsonaro (Republicanos), autorizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Estado (MP-RJ). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (13) no jornal Folha de S.Paulo.

O acesso aos dados foi possível a partir da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Carlos Bolsonaro (Republicanos), autorizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Estado (MP-RJ). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (13) no jornal Folha de S.Paulo.

O imóvel foi adquirido em 2002 por Jair Bolsonaro e pela então mulher do presidente, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle, que também é investigada no inquérito sobre funcionários fantasmas. Após a separação do casal, a casa se tornou propriedade de Bolsonaro em 2008 e foi vendida no ano seguinte.

Segundo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), os funcionários Gilmar Marques (ex-cunhado de Ana Cristina), André Luís Procópio (irmão de Ana Cristina), Andrea Siqueira Valle (irmã de Ana Cristina) e Marta da Silva Valle (cunhada de Ana Cristina) estão cadastrados no endereço e estiveram lotados no gabinete no mesmo período em que Bolsonaro e a ex-mulher viveram na casa.

BOLSONARO SE ESQUECE DE MENTIR E FALA A VERDADE SOBRE PREÇO DA GASOLINA

Depois de mentir repetidamente sobre as causas dos constantes aumentos nos combustíveis, o Bozo deixa escapar uma verdade. Deu no Brasil 247:

Jair Bolsonaro admitiu, em declaração feita a seus apoiadores, que o preço da gasolina e do gás está “atrelado ao dólar”, diferentemente dos discursos que vem fazendo constantemente para tentar justificar a alta do combustível, quando culpa o ICMS e os governadores.

“Os caras querem que eu tome medidas de imediato. Dá um tempo. Dá aí uns dois, três dias para a gente. Dá um tempo. O que aconteceu de imediato: você quer a gasolina mais barato não quer? Álcool, gás, isso tudo está indexado no preço do dólar”, disse Bolsonaro nesta sexta-feira (10), ao tentar justificar a carta de recuo que publicou após articulação com Michel Temer.

A mesma fala foi feita na live desta quinta-feira, na qual ele fez uma espécie de pedido de paciência à sua base de extrema direita, que ficou fragmentada e confusa após o tom da nota, que chegou a elogiar o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e dizer que seus ataques às instituições foram feitas no “calor do momento”.

A gasolina já é vendida a mais de R$ 7 em postos do Brasil. Em seus discursos, Bolsonaro mente ao dizer que ela está cara por culpa do ICMS. Porém, não houve aumento no percentual do imposto estadual nos últimos anos que justifique a escalada de preços. Por outro lado, o preço da gasolina subiu 51%, em média, só em 2021.

Dados oficiais mostram que o fator que mais pesou para o aumento do preço nos últimos meses foram os reajustes feitos pela Petrobrás, vinculada ao governo federal, cuja política de preços é atrelada ao dólar desde o governo Michel Temer, em 2016.

BOLSONARISTAS ENTRAM EM PÂNICO E ADMITEM QUE BOLSONARO ARREGOU

Na fotomontagem, o Rodrigo Constantino está grudado no pé do Bozo, mas, na realidade, ele e o Alexandre Garcia vivem grudados em outra parte da anatomia do mito. A notícia está pendurada no portal da Fórum:

nota de recuo do presidente Jair Bolsonaro vem causando pânico entre seus influenciadores mais influentes.

Depois de incitar golpe, xingar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e dizer que não vai cumprir decisões judiciais, o presidente viu uma contundente reação do presidente da Corte, Luiz Fux, e uma nova movimentação pelo impeachment no Congresso Nacional.

Isso o fez seguir os conselhos de Michel Temer e publicar, nesta quarta-feira (9), uma “carta de pacificação” em que admitiu discursos feitos “no calor do momento” e em que chegou até mesmo a elogiar o ministro Alexandre de Mores. O documento teria sido escrito pelo próprio Temer.

Trata-se de um banho de água fria para apoiadores do presidente que acreditaram em um golpe e na destituição de ministros do STF.

O pastor evangélico bolsonarista, Silas Malafaia, por exemplo, disse que continua aliado de Bolsonaro, mas não “alienado”.

Já o blogueiro Allan dos Santos foi mais fatalista: “Em nota oficial, Bolsonaro pediu desculpas pelas palavras no calor do momento. Na CNN, Temer afirma que escreveu a nota. GAME OVER”.

“A nota do Temer foi para mostrar que o povo não deve exercer seu poder diretamente. Não votei no Temer”, completou.

O comentarista de extrema-direita Rodrigo Constantino foi na mesma linha: “Dia 7: multidão nas ruas com pauta patriótica condenando o arbítrio Dia 9: Bolsonaro elogia China como essencial e pede desculpas ao STF. Game over”.

O perfil bolsonarista “Família Direita Brasil”, por sua vez, que tem mais de 200 mil seguidores, fez uma enquete questionando qual a opinião dos seguidores sobre a carta de Bolsonaro. A maioria votou pela opção “arregou”.

Já o influenciador bolsonarista Bernardo Küster tentou ser mais otimista: “Eu já vi este clima de desânimo e decepção quando o Moro saiu do Governo, mas, depois, todo mundo quebrou a cara”.

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