Pesquisa presencial IstoÉ/Sensus divulgada nesta sexta-feira (3) indica que se as eleições fossem hoje o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria eleito presidente no primeiro turno. Ele teria 42,6% dos votos, totalizando 50,8% dos votos válidos.
Jair Bolsonaro ficou em segundo com 24,2% das intenções de votos. Sergio Moro está com apenas 7,5%, Ciro Gomes tem somente 5,3% e João Doria sequer chega a 2%, ficando com 1,8%.
Outros candidatos da chamada terceira via têm, somados, 2,8%: Simone Tebet com 1,2%, Luiz Henrique Mandetta com 1%, Rodrigo Pacheco com 0,3%, Luiz Felipe D’Ávila com 0,2% e Alessandro Vieira (Cidadania) com 0,1%.
Num eventual segundo turno, Lula venceria todos os adversários por larga margem. Contra Bolsonaro, faria 55% a 31%; contra Moro, 53% a 25%; contra Doria, 55% a 14%.
Bolsonaro é o candidato com maior rejeição: 59,2% – o que praticamente inviabiliza sua candidatura. As más notícias não param aí: 53,2% acreditam que ele vai viabilizar o Auxílio Brasil apenas como projeto para se reeleger.
A pesquisa, presencial, foi realizada entre os dias 24 e 28 de outubro, com dois mil eleitores, em 136 municípios de 24 estados, com margem de erro de 2,2%.
Mais dez idosos testaram positivo para a Covid-19 no Lar dos Velhinhos de Jales. O local, que tem 62 moradores, enfrenta um surto de coronavírus. De acordo com nota emitida pela diretoria da instituição, até agora 29 idosos testaram positivo para a doença, além de sete funcionários.
Segundo a nota, os idosos foram monitorados pela equipe de enfermagem. Seis idosos estão internados no hospital local em estado estável, sendo cinco em UTI, fazendo uso de oxigênio, mas não precisaram ser intubados.
Dos sete funcionários, três já puderam retornar ao trabalho e quatro seguem afastados. “Todas as medidas cabíveis visando a segurança daqueles que a nós foram confiados estão sendo tomadas neste momento, tanto para resguardarem a recuperação dos infectados, tanto para não permitirem a proliferação do vírus do vírus em nossa entidade”, diz a instituição no texto.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, a principal manchete diz que Jales tem um dos melhores índices de gestão, destacando-se entre as cidades paulistas, segundo estudo do Tribunal de Contas do Estado. Segundo a matéria, o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M), um levantamento elaborado pelo TCE-SP, divulgado na segunda-feira, 29, revelou que o nosso ordeiro município está entre os 91 municípios paulistas com melhores indicadores na gestão pública. É interessante deixar claro, no entanto, que o bom resultado não se deve ao desempenho do atual prefeito, Luís Henrique Moreira, já que o levantamento do TCE se refere ao exercício de 2020. De acordo com o levantamento, Jales conquistou nota “B”, índice alcançado por apenas 13,8% dos municípios paulistas.
E a vida continua em Santa Fé do Sul. Na segunda-feira (29/11), por exemplo, a prefeitura daquela cidade anunciou que o município será palco de uma feira inédita no país. Trata-se da “Semana da Náutica e Pesca”, prevista para julho de 2022, que está prometendo ser a maior do setor no interior do país. O Grupo Náutica que promove a maior feira do segmento na América Latina, a “Boatshow”, fechou a parceria com a Prefeitura para a realização do evento. O diretor de negócios do Grupo, Welington Rocha, esteve em Santa Fé da Sul no final de semana à convite da prefeitura para conhecer a orla do município, passeio que foi fundamental para decidir pela realização da feira na cidade.
Na coluna FolhaGeral, o circunspecto redator-chefe Roberto Carvalho, o Pestinha, observa que avereadora Carol Amador (MDB) está requerendo, do prefeito Luís Henrique Moreira (PSDB), informação se haverá compensação da perda salarial dos servidores. Segundo o colunista, nossos eficientes servidores ficaram sem reajuste em 2020, que foi proibido por uma lei federal, devido à pandemia de coronavírus. Carol Amador explicou que a situação financeira dos servidores se agravou, tanto pela falta de reajuste salarial, como pela alta generalizada da inflação em 2021, o que estaria dificultando até a compra do básico, que são os alimentos. A vereadora disse ainda que a situação financeira dos servidores públicos exige compensação pelo reajuste não concedido em 2020 e também pelas perdas salariais ocorridas em 2021.
Sem pedágios, a rodovia “Euclides da Cunha”, entre Mirassol e Rubineia, foi eleita a melhor do Brasil, em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e do Sest Senat. O estudo divulgado na quinta-feira, dia 2, colocou a SP-320 como a única via pública entre as dez melhores do Brasil. As outras nove melhores colocadas no ranking são concessionadas, ou seja, são administradas pela iniciativa privada.
Administrada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes, a rodovia Euclides da Cunha possui 183 quilômetros de extensão. A via é o principal meio de acesso dos moradores de Votuporanga, Fernandópolis, Jales e Tanabi para Rio Preto, sendo um dos principais ramais logísticos do transporte de cargas do Brasil. Além disso, a SP-320 funciona como meio de ligação de turistas da capital até o rio Paraná, na divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul.
“É desafiador liderar o ranking e manter a qualidade das nossas estradas. Mais que investimentos, é preciso planejamento estratégico para superarmos os desafios de logística que se impõem. Olhamos este retrato com o compromisso de buscar inovação em nossa infraestrutura rodoviária”, afirma Rodrigo Garcia, vice-governador e secretário de Governo de São Paulo, comemorando o resultado.
A rodovia Euclides da Cunha atravessa 17 municípios do Noroeste Paulista. Ela começa em Mirassol e chega ao fim na Ponte Rodoferroviária, em Rubineia. Tem tráfego de veículos leves e também transporta a produção agrícola como grãos, adubos e insumos para a agricultura.
“Estamos bem felizes e orgulhosos por ocuparmos os primeiros lugares entre as melhores rodovias do Brasil. Este resultado consolida o trabalho que é feito pelo governo paulista desde janeiro de 2019, quando assumiu a atual administração, com ações concretas, planejamento e recursos previstos no orçamento estadual”, comemorou o secretário estadual de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.
A pesquisa foi feita com base no estado geral das rodovias avaliando três características: pavimento, sinalização e geometria da via. Tais aspectos receberam classificações que vão desde Ótimo, Bom, Regular, Ruim e Péssimo. A pesquisa foi realizada por 21 equipes de pesquisadores, que percorreram 109.103 quilômetros de rodovias pavimentadas federais e estaduais durante 30 dias.
O governo estadual de São Paulo anunciou, nesta quinta-feira (2), a redução de 5 para 4 meses do intervalo mínimo necessário para que se tome a dose de reforço das vacinas contra a Covid-19.
A medida vale para quem tomou duas doses dos imunizantes Coronavac, AstraZeneca e Pfizer, e “vai beneficiar cerca de 10 milhões de pessoas que se vacinaram nos meses de julho e agosto”, diz o governo.
Quem tomou o imunizante de dose única da Janssen poderá receber a dose adicional do mesmo imunizante com intervalo a partir de 2 meses. No entanto, na ausência da vacina da Janssen, poderá ser administrada uma dose adicional da Pfizer.
“O estado tem hoje condições logísticas e técnicas de ampliar a vacinação e reduzir o intervalo de aplicação das doses para que todos possam estar ainda mais protegidos”, disse o secretário de Saúde do estado, Jean Gorinchteyn.
A medida, recomendada inicialmente pelo Comitê Científico do Coronavírus do estado, tem como contexto a confirmação de ao menos três casos da variante Ômicron no estado, a proximidade das festas de fim de ano e a falta de obrigatoriedade da apresentação, de quem vem do exterior, do comprovante vacinal para entrar no Brasil.
Um pedido de redução do intervalo para a aplicação da dose extra foi feito pela Prefeitura de São Paulo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quinta. Os motivos apresentados à agência foram os mesmos elencados pelo governo do estado.
A chegada da Ômicron já fez com que, a nível da capital paulista, a festa de Réveillon fosse cancelada. No cenário estadual, o governo já recuou da data original de derrubar a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes abertos no dia 11 de dezembro.
A novidade está pendurada no portal de notícias do Matheuzinho, o FocoNews:
O Lar dos Velhinhos São Vicente de Paulo de Jales enfrenta um surto de Covid-19. Todos os frequentadores do lar, entre idosos e funcionários, foram testados.
O aumento recente no número de casos notificados ou confirmados em Jales está relacionado a esta situação do Lar.
Até a tarde desta quinta-feira, 2 de dezembro, 25 casos foram confirmados. São 18 idosos e 7 servidores do Lar. Outros 40 idosos estão como suspeitos e aguardam os resultados dos exames. Destes, 4 estão internados na Santa Casa de Jales, sendo 3 em UTI e 1 em enfermaria.
A 3ª dose da vacina contra a Covid-19 foi aplicada em todos os idosos no dia 12 de novembro. A Secretaria de Saúde de Jales está prestando assistência.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência divulgou nesta semana os números da geração de empregos no país no mês de outubro.
Em Jales, o cenário continua favorável, com mais pessoas sendo contratadas do que demitidas. Pelo quarto mês seguido, a cidade aparece com saldo positivo nos indicadores. Foram 314 pessoas desligadas do trabalho na cidade e 324 admitidas, um saldo de 10 vagas criadas.
O comércio foi o setor que mais abriu vagas (+26), seguido da construção civil (+5) e agropecuária (+1). Por outro lado, outros dois setores fecharam o mês com saldo negativo: indústria (-16) e serviços (-6), o que colaborou para o resultado, que embora tenha sido positivo, foi bastante tímido em outubro.
No acumulado do ano, Jales soma 218 vagas criadas, sendo 3.214 contratações contra 2.996 demissões. O maior responsável pelo saldo positivo entre janeiro e outubro é o setor de serviços (+113), seguido de comércio (+72), indústria (+32) e agropecuária (+5). O único setor que demitiu mais do que contratou foi o da construção civil (-4).
Dos 10 primeiros meses do ano, em apenas três, Jales teve saldo negativo na geração de empregos: março (-20), abril (-71) e junho (-40). Nos outros meses, embora os números não tenham sido muito expressivos, o saldo foi positivo: janeiro (+33), fevereiro (+73), maio (+14), julho (+66), agosto (+92), setembro (+61) e outubro (+10).
O ex-juiz parcial Sergio Moro receberá um salário de R$ 22 mil mensais do Podemos, sem exercer qualquer cargo na direção do partido. A justificativa é que ele estaria prestando ajuda ao partido no tema “combate à corrupção”.
O salário do imparcial de Curitiba será pago com dinheiro do fundo partidário que, ressalte-se, é dinheiro público. Resumindo, quem irá pagar o soldo mensal de Moro – para que ele não faça nada – é o povo brasileiro.
Segundo o jornalista Joaquim de Carvalho, um dos mais premiados repórteres do Brasil, Sergio Moro está estreando no Podemos já cometendo o que seria, na sua visão, um ato de corrupção, ao receber dinheiro do fundo partidário sem ter qualquer cargo no partido.
O Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira, 01/12, traz uma novidade interessante. Trata-se da assinatura de um distrato – ou seja, de um rompimento de contrato – entre a Prefeitura de Jales e a empresa Lupiano Apoio Administrativo Ltda.
Para quem não se lembra, a Lupiano Ltda é aquela empresa de Três Fronteiras, que tem como sócio-proprietário o senhor Olaide Lupiano de Assis, ex-diretor do departamento de licitações e contratos da Prefeitura de Santa Fé do Sul, nos tempos em que Ademir Maschio – atual secretário de Fazenda do município de Jales – era o dono da cadeira de prefeito daquela estância turística.
A contratação da Lupiano Ltda, em março deste ano, por R$ 9,5 mil mensais, foi precedida de algumas controvérsias. Uma delas foi protagonizada pelo vereador Deley(DEM) que, munido de sua bola de cristal de estimação, foi ao Ministério Público alguns dias antes da licitação e apontou, com 100% de certeza, que a ganhadora seria a empresa do ex-assessor de Ademir Maschio.
O MP não encontrou, no entanto, provas de irregularidades no certame. Já o Tribunal de Contas do Estado (TCE) parece ter encontrado algo errado na contratação. Soube-se, em julho passado, que a fiscalização do TCE apontou falhas na contratação da empresa, mas ainda não se sabe que falhas teriam sido essas.
A publicação de hoje, do Diário Oficial, não deixa claro se foi a empresa quem pediu o rompimento do contrato, ou se o distrato foi uma iniciativa da Prefeitura. Entretanto, nos corredores do Paço Municipal as matildes comentam que foi a empresa quem pediu arreglo e levantou acampamento.
“Moro é uma versão piorada da matriz (Bolsonaro). Bolsonaro, na sua estupidez, tem alguma coerência. É um grande genocida, que nunca negou que era. Um apologista da ditadura, que nunca negou que era. O Moro é muito pior, é um juiz político, que condena um político e depois vai ser ministro do político que foi beneficiado por essa condenação”.
(Do presidenciável Ciro Gomes, em entrevista à Agência Sputnik)