A FALECIDA AMOP

Diante da celeuma que se instalou sobre a duplicação da Euclides da Cunha, um amigo me ligou perguntando por onde anda a AMOP – Associação dos Municípios do Oeste Paulista. Bom, prá dizer a verdade, a última notícia que li sobre a AMOP foi em janeiro de 2009, quando a imprensa divulgou a posse do novo presidente da entidade, o prefeito de Jales, Humberto Parini(PT). De lá prá cá, não me lembro de ter visto mais uma notinha sequer sobre a AMOP.

Quando entregou o cargo de presidente para o petista Parini, o ex-presidente da AMOP e também ex-prefeito de Valentim Gentil, Liberato Caldeira, proferiu um inflamado discurso na Câmara de Jales, destacando a importância da entidade em várias conquistas para os municípios do oeste paulista.

A AMOP realmente teve, em outros tempos, os seus dias de glória, mas àquela altura do campeonato, janeiro de 2009,  já era apenas um cadáver insepulto, à espera de um buraco ou de um improvável milagre da ressurreição. Perdera, por falta de lideranças, o bonde da história e a importância que tivera outrora. Ao passar o bastão para Parini, o ex-presidente Caldeira imaginava que, sendo o nosso prefeito o único petista eleito para um cargo executivo por estas plagas, era ele o sujeito ideal para liderar a entidade e operar o tal milagre da ressuscitação.

Ledo e Ivo engano! Ao entregar a AMOP à “liderança” de Parini, Caldeira praticamente entregou um cadáver insepulto aos cuidados do coveiro. Resultado: a AMOP, hoje, está morta e enterrada. E sem direito a missa de sétimo dia. 

A foto lá de cima é da posse de Parini. Desafio os leitores deste blog a encontrarem alguma outra notícia sobre a atuação do nosso prefeito à frente da AMOP, nestes dois anos de presidência. Uma reuniãozinha que seja!

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