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GLOBO PAGA INDENIZAÇÃO DE R$ 1,6 MILHÃO POR SUMIÇO DE GATO-DO-MATO

O sumiço do bichano está custando caro para a Rede Globo. A notícia é do portal Jundiaí Agora:

A Rede Globo efetuou recentemente depósito judicial no valor de  R$ 1.657.935,75 a título de indenização pecuniária, por ter perdido um animal que se encontra em risco de extinção. O montante será revertido ao Fundo Estadual de Interesses Difusos, conforme previsto em lei, devendo ser empregado em projetos de interesse coletivo e difuso, incluindo questões ambientais.

A condenação da TV Globo ocorreu em ação civil pública ajuizada pelo promotor de Justiça Claudemir Battalini, de Jundiaí, após a emissora ter perdido um gato-do-mato que estava sob os cuidados da organização não-governamental Associação Mata Ciliar.

A empresa havia recebido autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para transportar, guardar e utilizar dois gatos-do-mato nas gravações da minissérie “A Muralha”, realizadas entre os anos de 1999 e 2000. Contudo, apenas um dos animais foi devolvido à ONG, enquanto o outro teria fugido, não sendo recuperado.

À época da condenação, a Justiça fixou o valor da indenização em R$ 500 mil. Após a empresa interpor recursos ao Tribunal de Justiça e ao Superior Tribunal de Justiça, que mantiveram a condenação, o valor foi atualizado com juros e correção monetária.

MAIS UM JOVEM MORRE AO FALAR ENQUANTO CARREGAVA CELULAR

Os acidentes do tipo estão se tornando cada vez mais frequentes. A notícia é do portal Terra:

Um rapaz de 22 anos teve uma parada cardíaca e morreu às 16 horas desta quinta-feira, 14, em Taubaté, no interior de São Paulo, após tentativa de socorro por parte do Corpo de Bombeiros. Segundo os bombeiros, parentes do rapaz dizem que a parada ocorreu por causa de um choque que o rapaz levou quando decidiu usar seu telefone celular enquanto o aparelho estava sendo recarregado, em uma das tomadas de casa.

O capitão dos bombeiros Gláucio Cafalchio informou que os socorristas, quando chegaram na casa do rapaz, na Rua Doutor Jorge Whinter, no centro da cidade, tentaram fazer massagem cardíaca, sem sucesso. Depois, tentaram reanimá-lo com um desfribilador, também sem reverter a parada. Por fim, agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Taubaté o levaram para o hospital municipal da cidade, onde ele morreu.

“O atendimento que prestamos foi de uma parada cardíaca, não era de descarga elétrica. Foram os familiares do rapaz que disseram que ele havia levado o choque no celular”, disse o capitão. Cafalchio recomendou que as pessoas não usem os telefones enquanto os aparelhos estiverem conectados à tomada. “O choque poderia ser um mau funcionamento do aparelho. Se os telefones apresentam problemas, as pessoas devem procurar a assistência técnica”, recomendou.

No último dia 7, um caso semelhante ocorreu no interior do Ceará. Um estudante de 16 anos morreu eletrocutado ao atender o celular enquanto o aparelho estava sendo carregado em um computador de uma escola da cidade de Tianguá. Amigos e familiares lamentaram o fato nas redes sociais.

GILMAR MENDES SOLTA MAIS UM PRESO DA LAVA JATO NO RIO. É O 21o SUSPEITO LIBERTADO PELO MINISTRO

Evidentemente que nenhum dos 21 libertados é petista. Deu no Brasil 247:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar o empresário Arthur Pinheiro Machado, preso no âmbito da Operação Rizoma, da Polícia Federal (PF), deflagrada em abril.

Segundo as investigações, Pinheiro Machado estaria envolvido em desvios nos fundos de pensão Postalis, dos Correios, e Serpros, da Serpro, empresa pública de tecnologia da informação.

Pinheiro Machado é conhecido, entre outras iniciativas, por ser responsável pela criação da ATG, empresa que pretende abrir uma nova bolsa de valores no Brasil.

A prisão de Pinheiro Machado havia sido determinada pela 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, cujo titular é o juiz Marcelo Bretas. Com a concessão de habeas corpus ao empresário, o ministro libertou ao menos 21 pessoas presas pelo núcleo da Lava Jato no Rio.

Na semana passada, Bretas enviou um ofício a Gilmar Mendes no qual pediu que o ministro considerasse a gravidade de delitos de corrupção para justificar a prisão de pessoas suspeitas.

SOCIALITE TERÁ QUE INDENIZAR CANTORA POR COMPARAR SEU CABELO A BOMBRIL

Hoje em dia, é preciso muito cuidado com o que se fala. Programas como “Os Trapalhões” não sobreviveriam seis meses nestes tempos do “politicamente correto”. E o Gerson e o Carlos Alberto não poderiam se referir carinhosamente ao Pelé como “Crioulo”. E ninguém poderia chamar o Jair Rodrigues de “Negão“. 

E já vou logo avisando: o próximo que me chamar de nanico será processado.  A notícia é do Conjur:

A liberdade de expressão não é um direito absoluto nem admite comentários ofensivos contra outras pessoas. Assim entendeu a juíza Mariana Moreira Tangari Baptista, da 3ª Vara Cível da Ilha do Governador (RJ), ao condenar a socialite Val Marchiori a indenizar a cantora Ludmilla em R$ 10 mil.

No Carnaval de 2016, a funkeira, que desfilou como rainha da bateria do Salgueiro, foi alvo de um comentário considerado racista pela juíza. “A fantasia está bonita, a maquiagem… agora, o cabelo… Hello! Esse cabelo dela está parecendo um Bombril, gente!”, disse Val Marchiori na ocasião.

Em sua defesa, a socialite citou o direito à liberdade de expressão para justificar sua conduta e disse não ter criticado o cabelo de Ludmilla, e sim a peruca usada por ela. O argumento, porém, foi rechaçado pela juíza.

“O vídeo do programa está disponível na internet e nele está muito claro que a ré insiste em comparar o cabelo da autora a um Bombril, ainda que os apresentadores do programa tenham tentado impedir que ela continuasse a ofender a autora, afirmando que se tratava de um aplique e não do cabelo da cantora”, escreveu a julgadora.

Segundo Mariana, a liberdade de expressão deve ser exercida com responsabilidade, respeitando outros direitos constitucionalmente tutelados, notadamente o da dignidade da pessoa humana.

“O comentário feito por ela [Val Marchiori] não teve nenhum conteúdo jornalístico, informativo e útil para os telespectadores. Na verdade, foi um comentário depreciativo e racista, apto a causar dano moral à autora”, apontou a juíza. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.

MÉDICO QUE TROCOU CIRURGIA DE FIMOSE POR VASECTOMIA TERÁ QUE INDENIZAR PACIENTE

A notícia é do Conjur:

No caso de erro médico causado exclusivamente por negligência do médico, somente ele deve responder pelos danos. Assim, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu a culpa exclusiva de um médico que fez vasectomia no lugar da cirurgia de fimose contratada pelo paciente. O valor de indenização foi fixado em R$ 62 mil.

À época dos fatos, o paciente tinha 20 anos e alegou que essa foi a causa do rompimento de seu noivado, diante da incerteza sobre a possibilidade de gerar filhos. O erro foi constatado ainda durante a operação, quando o duto esquerdo já havia sido interrompido. A vítima então ajuizou ação de indenização por danos materiais e morais contra o hospital, o plano de saúde e o médico.

A sentença condenou solidariamente os três réus ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 62 mil e ao reembolso do valor gasto com a cirurgia. O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a quantia arbitrada para os danos morais, mas entendeu que, em vez do reembolso da cirurgia, deveria ser paga a reversão da vasectomia.

De acordo com o tribunal paulista, a vasectomia deve ser indicada apenas para homens com idade superior a 25 anos, que tenham no mínimo dois filhos vivos, estejam em um relacionamento conjugal, e sempre em comum acordo com a parceira.

NA GLOBO, CANTOR SERTANEJO DIZ QUE ‘SAMBA É COISA DE BANDIDO’

Essa não foi a primeira vez (veja um vídeo antigo aqui) que os dois sertanejos fazem graça contando a história de que foram cantar em um presídio e, diante da insistência para que cantassem um samba, um deles teria dito à plateia de presidiários que “samba é coisa de bandido”.

O problema é que, dessa vez, alguns sambistas não gostaram. O sertanejo já pediu desculpas e, provavelmente, não deverá voltar a contar a “piada” na TV. A notícia é da Revista Fórum:

As redes sociais seguem reverberando a declaração do cantor Cesar Menotti, da dupla com Fabiano. Na madrugada deste domingo, no programa Altas Horas, ele relembrou uma apresentação da dupla em uma penitenciária. Segundo o sertanejo, os presos insistiam para que a dupla cantasse sambas. “E o Fabiano disse: E tem mais, na minha opinião samba é coisa de bandido”.

O apresentador Serginho Groissman e a plateia caíram na risada com o “causo” contado pelo cantor, mas nas redes sociais as reações foram diferentes. A cantora e compositora Leci Brandão, autora do belíssimo samba Zé do Caroço, respondeu com veemência à declaração de Menotti na Globo.

“Samba não é música de bandido não. Bandidagem é quem compra a mídia pra gente ter que ouvir um monte de música que não traz nenhuma consciência; bandidagem é quem consegue fazer com que a cultura seja toda direcionada pra quem tem poder”, disse Leci, em  vídeo postado no Facebook.

Depois da repercussão negativa nas redes sociais, Menotti postou um vídeo no Instagram se defendendo. Ao pedir desculpas, disse que “piada não representa opinião”.

“Pra quem se ofendeu eu peço humildemente perdão. Não era essa a minha intenção. Era só um causo pra descontrair. Com certeza uma piada não representa a minha opinião. Aquilo não é a minha opinião sobre o samba, uma música que eu respeito e admiro profundamente”, disse o cantor no vídeo postado na rede social.

AO VER ELENCO DE CRISTÃOS CONVIDADOS, JESUS CRISTO FUGIU DA ‘MARCHA PARA JESUS’

Só faltou o Malafaia. Do jornalista Kiko Nogueira, no DCM:

Jesus fugiu da Marcha Para Jesus em São Paulo quando viu o elenco de cristãos que colocaram num palco.

O negócio pertence ao casal dono da Igreja Renascer em Cristo, bispa Sônia Hernandes e apóstolo Estevam Hernandes.

No dia 14 de janeiro de 2007, a caminho de Miami, Sônia, Estevam, dois filhos e três netos embarcaram na primeira classe de um voo levando US$ 56 467 em dinheiro.

Ao pousar, tentaram passar pela alfândega americana sem declarar o valor.

Acabaram presos, admitiram a culpa e cumpriram pena de reclusão em regime fechado e semi-aberto. Parte da grana foi encontrada dentro de uma “Bíblia”.

Dois anos depois, o telhado da sede da Renascer, no Cambuci, desabou.

Nove pessoas morreram e 117 ficaram feridas. Ninguém foi formalmente indenizado.

Eles convidaram Jair Bolsonaro e Magno Malta para discursar.

Jesus achou esquisito ficar ao lado de um sujeito que defende a tortura e a pena de morte, sendo que ele mesmo foi torturado e condenado a morrer na cruz.

Não quis conversa com Malta, o vice dos sonhos de Bolsonaro, por achar estranho estar com um sujeito acusado de receber propina de 100 mil reais, sem contar a história tenebrosa de seu casamento com a cantora gospel Lauriete.

“Incluam-me fora dessa”, disse.

Jesus Cristo confirmou presença na Parada do Orgulho LGBT. “Fora tudo, é muito mais bem frequentada”, falou o Filho do Homem.

MPF VAI INVESTIGAR PEDIDOS DE INTERVENÇÃO MILITAR ENTRE GREVISTAS

Em Jales, faixas pedindo a volta da ditadura foram vistas nos pontos de bloqueios(acima) e na caminhada de apoio do comércio aos caminhoneiros(abaixo). Mas não foi a primeira vez: em 2016, durante a marcha dos coxinhas, uma faixa já pedia intervenção militar (mais abaixo).

Deu no site Conjur:

O Ministério Público Federal vai investigar se houve violação, por parte de empresários e lideranças locais dos caminhoneiros, do artigo 17 da Lei de Segurança Nacional. O dispositivo prevê pena de até 15 anos de prisão para quem “tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito”.

Além do artigo 17, o MPF vai apurar ainda crimes como sabotagem e incitação “à subversão da ordem política ou social” e “à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais e instituições civis”, previstos respectivamente nos artigos 15 e 23 da lei, e cujas penas, somadas, podem chegar a 14 anos de reclusão.

As ordens para os procedimentos investigatórios foram enviadas nesta quarta-feira (30/5) pela Câmara Criminal do MPF a São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, estados onde foram registrados atos e declarações em que pessoas insuflam manifestantes a pedirem uma intervenção militar no país.

Nos despachos, aos quais a Agência Brasil teve acesso, são descritas condutas de empresários, líderes de caminhoneiros e de pessoas sem ligação com a paralisação que tentam, por meio da paralisação, promover o movimento da intervenção militar.

Entre as pessoas citadas estão desde um empresário varejista do Sul que autorizou o incêndio de caminhões próprios para insuflar protestos até um sargento da reserva que produziu vídeos incentivando um golpe militar. O material circula em grupos de WhatsApp de manifestantes. Algumas pessoas também são ligadas a partidos políticos.

O MPF do Espírito Santo também solicitou à Polícia Federal que instaure inquérito para apurar a prática dos mesmos crimes no estado porque “após concessões feitas pelo governo federal, o movimento não se dissipou, desviando o foco com a intenção de forçar a mudança no regime político: de democracia representativa para ditadura militar, regime autocrático”, conforme informou a Procuradoria da República capixaba.

Além desses casos, o MPF determinou que procuradores locais investiguem outros crimes federais previstos no Código Penal, como paralisar trabalho de interesse coletivo, atentar contra segurança e funcionamento de serviços de utilidade pública como água e luz e desobedecer a ordem legal de funcionário público. A PF já instaurou 48 inquéritos policiais para apurar esses tipos de delito.

FOLHA NOTICIA CRÍTICAS DE DESEMBARGADOR PAULISTA AO MINISTRO GILMAR MENDES, DURANTE JULGAMENTO DE JUIZ DE JALES

As críticas não são novas. O jornal A Tribuna noticiou o caso em abril deste ano. Elas ocorreram durante o julgamento de um processo administrativo disciplinar – por sinal, julgado improcedente – contra o juiz da Vara Especial de Jales, Fernando Antônio de Lima.

Na oportunidade, o jornal registrou que o desembargador Borelli criticou Gilmar Mendes e ao final perguntou: “Como podemos condenar um juiz de Jales por uma entrevista a um jornal local, quando um ministro dá declarações como essa? O exemplo tinha que vir de cima”.

Agora, é a vez da Folha de S.Paulo noticiar o caso, em matéria desta quarta-feira, 30:

“Ouvi hoje pela manhã, estarrecido, perplexo, estupefacto, que o senhor ministro Gilmar Mendes teria dito, de Portugal, que o Superior Tribunal de Justiça podia até ser fechado se continuar agindo como age. Ou algo parecido com isso. Uma autoridade judiciária dizendo que outra autoridade judiciária não cumpre o seu dever judiciário…”

“Fiquei estarrecido. Mas alguém dirá: não dá mais para ficar estarrecido com o que diz esse ministro.”

O autor da crítica é o desembargador Dimas Borelli Thomaz Júnior, do Tribunal de Justiça de São Paulo. A manifestação aconteceu em abril, durante julgamento de processo administrativo disciplinar, quando o Órgão Especial, por maioria, rejeitou a aplicação de censura ao juiz Fernando Antonio de Lima, de Jales (SP).

O desembargador Borelli também criticou o fato de Gilmar Mendes ter afirmado que os juízes ganham muito.

“Não é porque se diz inatacável ou inatingível que poderá continuar detratando ministros, juízes e [insinuar] no meio de uma fala técnica que juiz ganha muito –seja no plenário do STF, seja numa universidade, seja na imprensa. Esse é o mau exemplo que nós temos tido. Essa é uma conduta que nós não podemos aceitar”, disse Borelli.

Nesta semana, a juíza federal Renata Andrade Lotufo, da 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo, rejeitou denúncia do Ministério Público Federal contra Ricardo Rocchi, manifestante que jogou tomates no ministro Gilmar Mendes.

Segundo o site Jota, para a juíza federal, se o chefe do Executivo está sujeito ao controle do voto e a processos de impeachment, ministros do STF –apesar da necessidade de uma “constante postura contramajoritária”– não estão sujeitos a fiscalização quanto da demora na prolação de decisões”.

“À população resta, tão somente, o protesto como forma de exteriorização de sua discordância”, anotou a magistrada.

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