Categoria: Geral

JOVEM MORRE ELETROCUTADA DURANTE BANHO APÓS CELULAR CAIR NA BANHEIRA

A notícia está pendurada no portal da Rede TV!

A lutadora russa Irina Rybnikova, de 15 anos, morreu após o celular dela, um iPhone, cair na banheira enquanto estava conectado à tomada. O caso aconteceu na casa da adolescente, em Bratsk, na Rússia, no último sábado (8).

De acordo com a imprensa local, Irina morreu na hora e foi encontrada pela irmã mais velha, Tatiana, de 25 anos. O aparelho estava caído dentro da água. 

Ao jornal “Komsomolskaya Pravda“, Tatiana declarou que a caçula era “uma menina linda em diversos jeitos”. “Nossos corações estão partidos”, acrescentou ela. “A casa fica tão silenciosa e vazia sem ela aqui”.

A jovem era campeã da antiga arte marcial conhecida como Pankration – que une boxe e luta-livre – e havia sido selecionada para representar o país em uma competição. “Ela sonhava se tornar campeã mundial”, afirmou um amigo.

Em nota, a federação do time lamentou a morte da atleta e disse que ela era uma “menina muito amada”.

Este não é o primeiro caso de morte após usar o celular carregando durante o banho. No ano passado, a adolescente Madison Coe, de 14 anos, morreu ao fazer algo parecido: ela tinha ligado o aparelho numa extensão para poder usá-lo durante um banho de banheira.

JÚRI ABSOLVE ACUSADOS DE ASSASSINATO 22 ANOS DEPOIS DO CRIME

O crime ocorreu em Porto Nacional (foto acima), cidade com pouco mais de 50 mil habitantes, próxima a Palmas, capital do estado de Tocantins. A notícia é do Conjur:

Dezesseis pessoas foram absolvidas, na última quarta-feira (4/12), de um assassinato ocorrido em junho de 1996 na antiga Casa de Prisão Provisória de Palmas (TO). O caso era o mais antigo da comarca e o julgamento durou 48 horas.

Inicialmente, 24 pessoas foram acusadas de invadir a unidade prisional e matar um homem suspeito de ter matado um taxista, na cidade de Porto Nacional. O crime prescreveu para três acusados e outros cinco morreram antes do julgamento.

A maioria dos acusados têm atualmente entre 48 e 68 anos, e atuavam como taxistas na época do crime. O Tribunal do Júri entendeu que os acusados não participaram do crime. Muitas delas foram relacionadas como suspeitas apenas por estarem na manifestação ou por serem taxistas. A sessão de julgamento foi feita pelo juiz Gil Correia.

Atuaram na defesa dos acusados os defensores públicos Rubismark Saraiva, Letícia Amorim, Danilo Frasseto e Sandro Ferreira. O advogado Leonardo Sousa Almeida defendeu um dos 16 acusados.

Segundo o defensor Rubismark Saraiva “essas pessoas agora estão livres de fato, pois um fardo que carregaram por 22 anos é retirado de suas costas. Acusadas de um crime que não cometeram, suportaram a carga processual, e a espada da ameaça de uma prisão injusta”.

“Essa absolvição é uma libertação dessas 16 pessoas, e também uma homenagem aos que morreram durante esses 22 anos, infelizmente com a pecha de acusados de homicídio. São agora remidos pela absolvição popular”, afirmou o defensor.

Histórico do caso:

Um taxista de Porto Nacional foi assassinado em 1996 em um caso envolvendo latrocínio. Um homem, que confessou o crime, e também outros casos de latrocínio em Goiânia, foi preso.

O homem foi levado à Casa de Prisão Provisória de Palmas. Várias pessoas foram até o local onde ele estava preso e fizeram um protesto pela morte do taxista.

De acordo com as testemunhas ouvidas no processo, mais de 100 pessoas estavam presentes na manifestação, que, em algum momento, resultou na invasão ao presídio, quando o suspeito pelo assassinato do taxista foi agredido e morto.

MULHERES ACUSAM MÉDIUM JOÃO DE DEUS DE ABUSO SEXUAL

Deu no UOL:

O programa ‘Conversa com Bial’, da TV Globo, exibiu no início da madrugada deste sábado, 8, depoimentos de mulheres que acusam João Teixeira de Faria, o João de Deus, de abuso sexual. De acordo com elas, os casos teriam acontecido no local onde o médium realiza seus atendimentos espirituais, na cidade de Abadiânia, interior de Goiás. Em nota, João de Deus rechaçou “veementemente” as acusações.

“Ele me pediu para ficar de costas e começou a passar a mão pelo meu corpo. Eu fiquei incomodada e pensei: até que ponto você pode deixar um médium passar a mão pelo seu corpo?”, disse uma das entrevistadas, cuja identidade foi mantida em anonimato.

No total, foram ouvidas 10 pessoas que afirmam ter sofrido abusos de João de Deus. O programa, contudo, exibiu apenas quatro depoimentos – três deles sem a identificação das denunciantes. A coreógrafa holandesa Zahira Leeneke Maus que esteve no local de atendimento do médium em 2014, foi a única entrevistada que aceitou se identificar.

“Eu tinha medo de eles me mandarem espíritos ruins. Eu estava com muito medo. Agora me sinto protegida e sinto que a verdade tem de vir a tona”, afirmou Zahira, que conversou com Pedro Bial nos estúdios do programa. Nos relatos exibidos, as mulheres descreveram situações e métodos parecidos nos quais alegam terem sofrido os abusos.

“Ele pegava minha mão, pra eu pegar no pênis dele. E eu tirava a mão. E ele falava: ‘você é forte, você é corajosa! O que você está fazendo tem um valor enorme’. Eu não estava fazendo nada, estava sendo abusada”, disse uma das mulheres. “Ele ficou muito próximo e mandou eu colocar a mão pra trás. Isso ele já estava com o pênis dele para fora. Ele falou: ‘põe a mão. Isso é limpeza. Você precisa da minha energia, que só vem dessa maneira, pra eu poder fazer a limpeza em você'”, continuou.

João de Deus é um dos médiuns mais famosos do País e realiza, desde 1976, atendimentos e “cirurgias espirituais” na casa Dom Inácio Loyola, na pequena cidade de Abadiânia, em Goiás a 115 quilômetros de Brasília. Um documentário sobre sua vida foi lançado em maio deste ano.

Políticos, celebridades e muitos estrangeiros se interessam pelo trabalho do médium. Em 2012, João de Deus recebeu a apresentadora Oprah Winfrey para uma entrevista em Abadiânia.

Em nota enviada ao programa da TV Globo, a assessoria de imprensa do médium disse que “apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos”.

COMO OS CUBANOS TRATAM OS CACHORROS DE RUA

A notícia é do portal Hypeness:

No mundo inteiro, são 600 milhões de cães abandonados, sem ter onde dormir ou o que comer. Isso é algo que realmente preocupa, pois se trata de um problema difícil de resolver para os governos. Mas, não para o governo de Cuba.

O país socialista, que sempre teve uma grande população de cachorros de rua, decidiu que deveria ajudá-los de alguma maneira. Foi determinado que as Instituições Públicas do Estado deveriam adotar esses cachorros, fornecendo atenção e cuidados médicos e, mais importante do que tudo, dignidade.

Desde aí, todos os cachorros que circulam nas ruas recebem uma carteirinha oficial do Governo com nome, foto, informações de saúde, como se estão vacinados ou não, e ainda o nome da instituição que os ajuda em caso de emergência (tem número de telefone em cada carteirinha).

Ah, e com um aviso em alguns deles: ‘sou um cachorro de rua, não me maltrate‘.

A GUERRA QUE JÁ MATOU 85 MIL CRIANÇAS DE FOME, MAS NINGUÉM COMENTA

Com pouco mais de 27 milhões de habitantes, a República do Iêmem tem mais ou menos o tamanho do estado da Bahia. Faz divisa com a Arábia Saudita, Omã e Somália. A capital, Saná, possui cerca de 2 milhões de habitantes. 

Em novembro, representantes da Unicef disseram que a guerra transformou o Iêmen em um “inferno vivo” para as crianças. Amal Hussain, a menina de sete anos da foto, que virou símbolo da fome provocada pela guerra, morreu há um mês.

A notícia é do UOL:

O Iêmen, país mais pobre da Península Arábica, vive um conflito sangrento desde que, em 2014, os rebeldes huthis xiitas, apoiados pelo Irã, tomaram a capital, Sanaa.

A guerra deixou até agora 10 mil mortos e mais de 56 mil feridos desde 2015, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, acredita-se que o balanço real seja muito maior.

O conflito está provocando a pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU, que estima em 14 milhões o número de pessoas em situação de pré-fome.

Cerca de 85 mil crianças morreram de fome ou de doenças entre abril de 2015 e outubro de 2018, de acordo com estimativas da ONG Save The Children.

A notícia completa pode ser lida aqui

MÉXICO NEGOCIA COM CUBA PARA LEVAR MÉDICOS QUE FORAM EMBORA DO BRASIL

A notícia é do jornal Correio do Povo:

O novo presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, está prestes a fechar um acordo para receber pelo menos 3 mil médicos cubanos que vinham trabalhando no Brasil. A negociação entre o primeiro representante da esquerda a chegar à presidência mexicana e o regime cubano começou em setembro, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Cuba anunciou que retiraria seus médicos do Brasil no dia 14 de novembro.

As tratativas foram mantidas em sigilo, até agora. Obrador tem um plano de austeridade que pretende reduzir o salário de servidores públicos, entre eles os médicos. Os cubanos que passaram pelo Brasil, portanto, ajudariam a cobrir cortes nos gastos públicos. “É austeridade, não vingança”, repetiu Obrador como um slogan durante sua campanha.

Os médicos cubanos que participarem de missões no México devem receber um quarto de seu salário. O restante ficará com o regime cubano. Obrador disse que o esquema atual de saúde pública no México é “insuficiente” e prometeu que sob seu governo, os mexicanos terão acesso a um sistema semelhante ao do “Canadá, Dinamarca, Inglaterra e países nórdicos”.

CIDADES COM NOVOS MÉDICOS DO ‘MAIS MÉDICOS’ JÁ CONTABILIZAM DESISTÊNCIAS

Estudos mostram que 40% dos médicos brasileiros desistem de atuar no Mais Médicos no primeiro ano. Mesmo recebendo um salário (R$ 11,8 mil) bem maior que o dos cubanos (R$ 3,3 mil) , os brasileiros só ficam no programa até arranjar algo melhor.

Em outubro de 2016, estive em Santa Albertina para entrevistar um médico que tinha vindo Acre para atuar no Mais Médicos. Ele estava há seis meses em Santa Albertina e seu trabalho era elogiadíssimo. Dois meses depois, fiquei sabendo que ele havia desistido. Deu no UOL:

Profissionais brasileiros inscritos no novo edital do programa Mais Médicos começaram nesta semana a ocupar as vagas deixadas pelos cubanos, mas desistências já preocupam os municípios. Na segunda-feira, 26, 224 brasileiros se apresentaram às cidades onde irão trabalhar, segundo o Ministério da Saúde.

A médica Carolina Serafim da Silva, de 27 anos, foi uma delas. Na terça-feira (27) começou a trabalhar em Votorantim (SP). “Encaro como uma oportunidade, pois penso em me especializar em Medicina da Família”, diz ela, que terá cerca de 4 mil moradores sob seus cuidados. A jovem, que vivia de plantões, acredita que o programa vai garantir a ela mais estabilidade. Além da bolsa de R$ 11,8 mil, terá uma ajuda de custo de R$ 1,8 mil para gastos com aluguel.

Na terça, a professora Claudia Ferreira, de 47 anos, foi conhecer a novata e aproveitou para medir a pressão. “Espero que tenha o mesmo pique da doutora Liliana, a cubana que nos deixou. Com ela, o atendimento melhorou muito.” Saiu animada. “Ela (Carolina) é simples como a gente, simpática. Acho que vai ser uma continuidade.”

Já em Cosmópolis (SP), de sete aprovados no novo edital, só três estão disponíveis. Três desistiram antes de “tomar posse”, diz a prefeitura, e um não se apresentou. A reposição dos desistentes já foi pedida. Lá havia oito médicos cubanos – sete saíram. O outro fez o Revalida, exame de validação do diploma obtido no exterior, e foi aprovado.

A evasão preocupa gestores de Saúde. Se houver dificuldade em repor os cubanos, o ministério estuda deslocar profissionais que já atuam no programa para essas regiões. Em edital de novembro de 2017, o índice de desistência entre profissionais com registro havia sido de 20%.

Em Contagem, Grande Belo Horizonte, a expectativa era receber cinco inscritos, mas dois desistiram. Os outros devem começar na semana que vem. Um posto em Nova Contagem, bairro pobre da cidade, só tinha um médico, cubano, e agora está sem nenhum. A prefeitura estima que 22 pacientes deixem de ser atendidos por dia no local.

ANGOLA PROÍBE PASTORES DE PEDIR DINHEIRO DURANTE CULTOS

Deu no DCM:

Angola está dando um exemplo de como lidar com a metástase das igrejas evangélicas e seus pastores picaretas e com ambições políticas.

Neste mês, aquelas que estiverem em situação irregular — pelo menos 1220 delas — podem ser fechadas. Apenas 81 estão legais.

Mais de 50% das denominações implantadas no país são estrangeiras, provenientes do Brasil, Congo, Nigéria e Senegal.

Os requisitos para abrir uma empresa religiosa passam primeiro pelo alcance de 100 mil assinaturas reconhecidas presencialmente em cartório, em 12 províncias, por membros maiores de idade.

Os ficam proibidos, entre outras coisas, de cobrar objetos, serviços ou dinheiro em troca de “promessas e bênçãos divinas”.

Se desobedecerem, lhes serão confiscadas as licenças e autorizações.

Em 2013, a Universal teve sua operação suspensa por dois meses no país após um acidente no estádio Cidadela Desportiva que deixou 13 mortos.

Em fevereiro, o bispo João Leite, responsável pelo braço angolano da companhia, foi desligado. Leite divulgou um vídeo em que confessava ter traído sua mulher.

O site Angola 24 Horas falou do novo decreto:

Os bispos, padres, pastores e diáconos passarão a ser obrigados a declarar os seus bens e a fazer prova dos mesmos no momento da sua tomada de posse e da instrução do processo de reconhecimento da respectiva confissão religiosa. (…)

Aos ministros de cultos de nacionalidade estrangeira, a lei obriga a fazer prova da existência de requisitos para a sua acreditação, entre os quais a formação em teologia, académica, experiência missionária e situação migratória regularizada antes da entrada no território nacional.

Para exercerem essa actividade, os “servos de Deus na terra” passarão a ser certificados e credenciados não só pelos órgãos da respectiva confissão ou comunidade religiosa, como por uma entidade pública competente. (…)

Para as igrejas se poderem manter, a lei permite que solicitem e recebam contribuições voluntárias dos fiéis, assim como beneficiem de doações de empresas públicas ou privadas nacionais e estrangeiras, ao abrigo da Lei do Mecenato.

À semelhança dos seus “caçadores de almas”, as igrejas passarão também a declarar os bens que recebem a título de doações, os quais devem estar registados, em conformidade com o estabelecido pela lei. 

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