A TRIBUNA: MEC FOI ALERTADO SOBRE POSSÍVEIS FRAUDES NO CURSO DE MEDICINA DE FERNANDÓPOLIS, MAS NÃO TOMOU PROVIDÊNCIAS

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca que a Polícia Federal já teria identificado pelo menos 100 alunos que compraram vaga no curso de medicina da Universidade Brasil, de Fernandópolis, mas a expectativa é de que esse número pode ser bem maior e incluir até mesmo estudantes que já se formaram e estão atuando no mercado de trabalho. A PF vai concentrar esforços para identificar estudantes que financiaram seus estudos irregularmente, através do FIES, ou que conquistaram bolsas de estudos do Prouni. Os estudantes e pais que participaram das fraudes deverão responder por crimes cujas penas, somadas, poderão chegar a 18 anos de reclusão.

Ainda na seara do escândalo envolvendo a Universidade Brasil, que já resultou na prisão de pelo menos 20 pessoas, o jornal está informando que o Ministério Público Federal (MPF) de Jales requisitou a instauração de um inquérito policial para investigar a atuação de servidores do Ministério da Educação, que, por omissos, contribuíram para as fraudes cometidas pela Universidade. Em ofício enviado ao atual ministro da Educação, o procurador da República em Jales, Carlos Alberto Rios Júnior, ressalta que vem alertando o MEC desde abril de 2018 sobre possíveis fraudes, sem que, no entanto, o órgão tenha tomado qualquer providência.

O afastamento de um vereador e dois funcionários da Câmara Municipal de Aspásia, que estão sendo investigados pela Polícia Civil de Jales; a prisão do chapeiro de um carrinho de lanche da praça “Euphly Jales”, que, entre um X-Salada e outro, vendia drogas a alguns consumidores; a assinatura do convênio relativo ao MIT, para reforma do Teatro Municipal; o projeto que autoriza a Prefeitura de Jales a deixar de pagar multa e juros por atraso nos repasses devidos ao Instituto Municipal de Previdência; e a nova estimativa do IBGE, divulgada na semana passada, que calcula a população de Jales em 49.107 habitantes, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, a informação de que o Tribunal de Contas do Estado(TCE) já analisou as contas da Prefeitura de Jales, relativas ao exercício de 2017, e emitiu parecer favorável à aprovação delas. O TCE destacou que, no primeiro ano do prefeito Flá, conseguiu eliminar o déficit orçamentário e reduziu sensivelmente o déficit financeiro. Na página de opinião, o doutor Valmor Bolan escreve sobre a internacionalização da Amazônia, enquanto o historiador Marco Antônio Poletto escreve sobre a participação de dona Maria Leopoldina na Independência do Brasil. No caderno social, destaque, como sempre, para a coloridíssima coluna do Douglas Zílio.

4 comentários

  • Grobo

    O filho da maricá a tribuna não vai publicar nada cardosinho ?

  • EU TENHO PENA DOS DOUTORES(as) FORMADOS HONESTAMENTE, VAO TER QUE EXERCER OUTRA PROFISSAO, PORQUE SE DISSEREM QUE FORMARAM EM FERNANDOPOLIS;
    VAO MORRER DE FOME; PORQUE NUNCA TERAO CLIENTES/PACIENTES……SE ISSO FOSSE NUM PAIS DE PRIMEIRO MUNDO; ESSA FABRICA DE FALSOS DIPLOMAS SERIA LACRADA NA HORA …E O PIOR DE TUDO ISSO…..EH QUE TEM GENTE DO MEC TAMBEM ENVOLVIDOS NESSA PODRIDAO…….VERGONHA

  • Estudantes vão ganhar uma bolsa "pé na bunda"

    A venda de vagas de faculdades e de concursos (de empregos), etc sempre houve, no Brasil. Com a corrupção dos fiscais do MEC. Acho que está situação está mudando. Temos um exemplo na cartório de Registo de Jales, onde o concurso do tabelião está sob judice.
    A Universidade de Fernandópolis não atendeu o MPF de Jales que recomendou o cancelamento de cerca de 300 matrículas no curso de medicina. Recorreu e ganhou mas agora vai ter que tirar os estudantes que compraram as vagas mais os estudantes que financiaram seus estudos irregularmente, através do FIES, ou que conquistaram bolsas de estudos do Prouni.
    Os estudantes e pais que participaram das fraudes deverão responder por crimes cujas penas, somadas, poderão chegar a 18 anos de reclusão.

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