DIA DE FINADOS: CEMITÉRIOS ESTÃO PRONTOS PARA RECEBER VISITANTES

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A Prefeitura de Jales finalizou, na sexta-feira, 28, a preparação dos dois cemitérios municipais – da “Consolação” (antigo) e “Nossa Senhora da Paz” (novo) – para receber a população durante o feriado de Finados, na próxima quarta-feira, 02.

dsc02404-cascaranoA secretaria municipal de Obras se incumbiu da repaginação dos dois cemitérios, com pinturas e reformas. A foto ao lado, por exemplo, mostra o eficiente servidor Cascarano (na escada) pintando a entrada do cemitério antigo. Ele foi o responsável, também, pela pintura do Velório Municipal.

Segundo Francisco Teodoro da Silva, o França do Almoxarifado, sua equipe  realizou um trabalho de varrição das ruas internas, aplicação de herbicidas para eliminação de mato e retirada de entulhos. Ele garantiu, ainda, que os cemitérios irão receber banheiros químicos, para atender os visitantes.

Por outro lado, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente ficou responsável pela poda de árvores e limpeza dos canteiros, além da preparação do gramado da capela do cemitério da Consolação, onde, normalmente, é realizada uma celebração na manhã do Dia de Finados.

De sua parte, a Secretaria de Saúde, como sempre o faz, está tomando algumas medidas preventivas para evitar que o cemitério se transforme em criadouro do mosquito Aedes. A Secretaria está pedindo para que as pessoas evitem deixar objetos que acumulem água sobre os túmulos.

dsc02409-edNa sexta-feira, funcionários do setor de endemias estavam colocando tambores com areia nos portões dos dois cemitérios. As pessoas que levarem vasos poderão enchê-los com areia antes de colocá-los nos túmulos. Ao lado dos tambores haverá instruções de como o material deve ser utilizado.

Segundo Francisco Carlos Zanata, o outro França, são esperadas cerca de 10.000 pessoas nos dois cemitérios de Jales. Um dos túmulos mais visitados é esse aí da foto ao lado, onde está sepultado o corpo do menino Santos Soares de Souza, chamado de “menino milagreiro”. França, que começou a trabalhar no cemitério em dezembro de 1986, diz que não sabe em que ano o menino foi sepultado, “mas quando eu comecei a trabalhar, ele já estava aí”.

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