JUSTIÇA: JALESENSE MINISTRA CURSOS DE MÉTODOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

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Ultimamente, há todo um esforço de setores envolvidos com a Justiça para gerenciar os 100 milhões de processos em andamento no Brasil. Desde 2010 (Res 125-CNJ) foi instituída a “Política Pública Judiciária de Tratamento Adequado de Resolução de Conflitos”, que, se implementada adequadamente, provocará uma profunda transformação, substituindo a atual “cultura da sentença” pela “cultura da pacificação”.

Com a sanção do novo Código de Processo Civil neste mês de março (entra em vigor daqui a um ano), a tendência é que mecanismos como a conciliação e a mediação passem a ser utilizados com mais frequência, mesmo porque a “audiência prévia de conciliação/mediação” passará a ser obrigatória.

Como Instrutor de cursos e Supervisor de estágios credenciado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) nosso amigo Edson Edgard Batista, que é serventuário da Justiça, tem participado intensamente desta “nova” etapa do Judiciário brasileiro. Ele tem andado pelo Brasil afora ministrando cursos e supervisionando estágios.

Palavras dele a este aprendiz de blogueiro: “com muito esforço temos tentado avançar, procurando uma formação mais adequada, participando de eventos e organizando cursos de formação. Sou associado do IPROMESC (Instituto de Profissionais em Métodos de Solução de Conflitos), que é a primeira organização no  Brasil credenciada junto ao CNJ e TJ/SP para desenvolver esses trabalhos”.

Edson Edgar destacou, também, o trabalho que vem sendo feito em busca de parcerias. “Temos procurado ainda estabelecer parcerias com outros organismos e Instituições de Ensino: estamos negociando com UNINOVE-São Paulo; Instituto Mauá-Santo André-SP e com a UNIP (que tem campus por todo o Brasil), no sentido de impulsionar o desenvolvimento da Política Pública”.

2 comentários

  • Zé Antônio

    Esse curso tem que ser ministrado a todos políticos de Jales, pois a única prejudicada neste caos político em que vive a nossa cidade, é a população!! Que pena!!

  • Cromado

    Ou seja, o Estado terceirizando (delegando) a responsabilidade para os cidadãos.
    Estamos assistindo cada vez mais as instâncias de Governo afastar-se de suas responsabilidades e afazeres, “delegando” para outros essa função.

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