MULHER É SUSPEITA DE MATAR O MARIDO NA PARAÍBA E LEVAR O PÊNIS DELE PARA A AMANTE

Deu no UOL:

Uma mulher de 42 anos é suspeita de matar a facadas o marido e cortar o pênis dele durante uma discussão entre o casal, ocorrida na noite de ontem, no município de Areial (PB), localizado na região Agreste da Paraíba, a 166km de João Pessoa.

Segundo a polícia, a suspeita teria colocado o pênis do marido em um copo e levado para uma suposta amante do homem. O corpo de Luiz de Almeida, 31, foi encontrado por vizinhos em frente da casa dele, localizada no centro da cidade.

O pênis do homem foi encontrado jogado no terreno da casa da suposta amante e foi recolhido por peritos. Os nomes da suspeita e da suposta amante da vítima não foram divulgados.

A mulher tentou se matar, ingerindo veneno, e está internada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. O estado de saúde dela é regular e não há previsão de alta.

A internação da suspeita está sendo monitorada pela polícia, pois, assim que receber alta médica, ela deverá ser levada para a Central de Polícia de Campina Grande para prestar depoimento e a polícia realizar os procedimentos cabíveis.

A suposta amante da vítima deverá ser ouvida, nos próximos dias, pela polícia. Ela não estava em casa quando a mulher de Luiz Almeida foi levar-lhe o pênis. 

A polícia informou que trabalha com a possibilidade de o crime ter sido premeditado, pois a mulher teria contado à uma vizinha que amolou a faca ao descobrir que o marido tinha uma amante, que morava próximo à casa do casal.

Além disso, a polícia encontrou uma carta direcionada ao filho mais velho dela, de 18 anos, determinando com quem os dois irmãos dele deveriam morar após ela morrer. A carta está apreendida com a polícia.

“Ela descobriu o relacionamento extraconjugal do marido com outra mulher e que ele estava planejando se separar. O filho de 13 anos presenciou e contou que, durante a briga, a vítima teria tentado esfaquear a mulher, mas ela jogou ácido muriático nele, tomou a faca e o golpeou até a morte”, contou o delegado Kelsen Vasconcelos.

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