AÇÕES DE MORO NA LAVA JATO SÃO “MARÉ DE ILEGALIDADES”, DIZEM JUÍZES

Deu no portal Conjur:

Ex-presidentes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) divulgaram nota pública criticando a relação entre Sergio Moro e os procuradores da operação “lava jato” em Curitiba. 

Segundo os signatários da carta, os diálogos revelados pela imprensa entre o então juiz e os acusadores são uma “verdadeira maré montante de ilegalidades” que atinge a honorabilidade e a imparcialidade da magistratura. 

“Magistrados comprometidos com os deveres do cargo, com o devido processo legal, com a ética e com a democracia têm a obrigação de não aceitar condutas como as traduzidas nas conversas reveladas por esses órgãos de imprensa — cujos teores, convém registrar, são de elevadíssima verossimilhança”, afirmam. 

Para os juízes, trata-se de atitudes que constrangem “qualquer pessoa medianamente bem informada” e que colocam na berlinda todo o Poder Judiciário e o Ministério Público como instituições fundamentais à democracia e ao Estado de Direito.

17 comentários

  • Virou uma novela!

    As conversas entre juízes ou promotores públicos com advogados ou entre eles sempre foi considerado normal porem ilegal. Agora os petistas compraram gravações de hackers, na tentativa de soltar Lula. Não conseguiram!
    Os petistas “jogaram na lama do ventilador” as conversas entre magistrados. Já no filme “O Mecanismo” sobre a Lava Jato — já mostrava isso! Ninguem falou nada. Agora as gravações viraram uma novela. Ninguem liga mais.
    Ninguem vai esquecer dos crimes pelo mais de 100 políticos para solta-los embora os julgadores da Lava Jato conversam entre si? Uma coisa não tem nada a ver com outra.
    A Policia Federal está investigando as gravações. Vamos ter mais noticias sobre isso.

  • Thiago

    Foda-se, já cansamos de ver bandidos se esgueirando pelas brechas da lei.
    Acho que pra colocar bandido na cadeia vale a máxima : os fins justificam os meios.

    • Rapizodia

      Se tivessemos certeza de que o réu é culpado e for irrefutável outro entendimento, sim, tá valendo, ainda que imoral! E se o réu não for culpado!? Você leu os processos!? Você viu as provas!? Você, como todos os brasileiros, só sabe o que quiseram que soubéssemos, mas e agora que sabemos que o juiz e o promotor organizaram a acusação e sentença!? Como saber se fizeram direito!? A justiça é nossa última linha de defesa! De outro jeito, comprometemos completamente nosso estado de direito! Eu te digo! Nem este, nem aquele, lute pela justiça e só. O juiz fez errado e deve pagar pelo erro, ou irá se juntar aos montes de bandidos que a lei deixou escorregar ou nem mesmo conseguiu alcançar!

  • Sérgio

    Cara, como tem imbecil neste mundo. Vai estudar Direito e ver na prática o que acontece. Juíz nenhum pode interferir na acusação ou na defesa. Idiótas funcionais estão sobrando em Jales, uma pena.

  • mané

    Virou uma novela estas sua palavras são o relinchar de um Burro Manso.

    • Virou uma novela! (2)

      Mané
      Você acreditava que soltariam mais de 100 políticos petistas presos? Só porque promotores e juízes conversam entre si? Você está de brincadeira?
      Você é um burro, mesmo! Desesperado?

  • sukodilaranja@gmail.com

    Virou uma novela. Um ex eleitor do Aécio atrapalhado. As gravações hackeadas dizem o quê? Juiz ficar ao lado de uma parte num julgamento achou normal. Juiz instruir promotor a blindar politico em troca de apoio, normal. Juiz prender um candidato sem provas para o outro ganhar a eleição conforme indica as gravações normal. Só falta virar jurisprudência.
    Final de campeonato. Corinthians x Palmeiras. Os palmeirenses reclamam que o Juiz favorece o Corinthians. os corintianos acham tudo normal. Final de Jogo . Corinthians Campeão. Palmeiras continua sem Mundial. O Juiz vai comemorar o Título junto aos Corintianos. Até ganha um cargo na Diretoria do Corinthians. Tudo Normal. Obs. A PF NÃO está investigando as gravações. A propósito cadê o Queiroz? Voce deve ser mais um que se envergonha do misero salario de 19 mil do General Heleno. Um defensor do presidente que se aposentou aos 33 anos, e acha desumano alguem se aposentar com menos de 65, ou menos de 70 se for trabalhador rural. Pó mais suco de laranja vira Tang. Faz arminha com a mão faz.

  • Virou uma novela! (3)

    Suko di Laranja
    É normal roubar como vocês fizeram, no passado? Se você fala de Lula? Ele foi preso por 4 tribunais.
    Seus advogados não conseguiram tirar Lula da cadeia até hoje. Cadê as provas?
    Você fuma maconha? Mistura gravação Moro com Queiroz com General Heleno.

    • sukodilaranja

      Virou novela esquentadinho! Ou vc é trouxa ou está fazendo curso. Porque toda vez que alguem se revolta devido as denuncias contra os milicianos, os que depositam dinheiro na conta da primeira dama, os assesores fantamas ou laranjas, pessoas desnutridas mentalmente como você, já vai acusando de ladrão ou petista. è só petista que pode discordar das atual corrupção que assola o país. Você me conhece para dizer que roubei. Setem alguem concordando e achando normal a corrupção atual aqui é você. Talez esteja nervosos porque nao vai se aposentar. Faz arminha que passa.

      • Virou uma novela! (4)

        Sukodilaranja
        O assunto Moro não atingem denuncias (ditas por você, entre aspas) “contra os milicianos, os que depositam dinheiro na conta da primeira dama, os assesores fantamas ou laranjas”.
        Você é petista! Está desesperado em tirar Lula da cadeia. O que certamente não vai melhorar a corrupção do país. Pelo contrario, vai piorar. voce fala em corrupção e quer a volta de Lula.
        Que contraste!

  • Enfermeiro cubano

    NOVOS ÁUDIOS DA VAZA JATO REVELAM CONVERSA IMPRÓPRIAS ENTRE DELTAM E GEBRA

    Revelações do Intercept Brasil, desta vez em parceria com a revista Veja, apontam que o procurador Deltan Dallagnol mostrou-se preocupado com eventual absolvição, no TRF-4, de Adir Assad, operador de propina da Petrobras; em um chat, Dallagnol afirma: “O Gebran tá fazendo o voto e acha provas de autoria fracas em relação ao Assad” – procurador fez referência ao desembargador do TRF-4 João Pedro Gebran Neto
    Novas revelações do Intercept Brasil, desta vez parceria com a revista Veja, apontam diálogos impróprios entre o procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol e o desembargador do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4), em Porto Alegre, João Pedro Gebran Neto, que atua como relator dos casos da operação.
    Uma parte dos diálogos nos quais Gebran é citado se refere a Adir Assad, um dos operadores de propinas da Petrobras e de governos estaduais, preso pela primeira vez em março de 2015. Em setembro, ele foi condenado pelo então juiz Sergio Moro a nove anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
    Em um chat com outros colegas do MPF, Dallagnol comenta: “O Gebran tá fazendo o voto e acha provas de autoria fracas em relação ao Assad”. O assunto é tema de outra conversa, de 5 de junho de 2017, entre Dallagnol e o procurador Carlos Augusto da Silva Cazarré, da força-tarefa da Procuradoria Regional da República da 4ª Região, que atua junto ao TRF4.
    No diálogo, ocorrido às vésperas do julgamento da apelação de Assad, Dallagnol mostra-se preocupado com a possibilidade de Gebran absolver o condenado. Naquele momento, em paralelo, a força-tarefa negociava com o condenado um acordo de delação (esse acordo seria fechado em 21 de agosto de 2017).
    No chat, Dallagnol aciona Cazarré, que fica em Porto Alegre, sede do TRF4. “Cazarré, tem como sondar se absolverão assad? (…) se for esse o caso, talvez fosse melhor pedir pra adiar agilizar o acordo ao máximo para garantir a manutenção da condenação…”, escreve Dallagnol.
    “Olha Quando falei com ele, há uns 2 meses, não achei q fisse (sic) absolver… Acho difícil adiar”, responde Cazarré.
    procurador volta a citar Gebran: “Falei com ele umas duas vezes, em encontros fortuitos, e ele mostrou preocupação em relação à prova de autoria sobre Assad…”.
    Dallagnol pede ao colega que não comente com Gebran o episódio do encontro fortuito “para evitar ruído”.

  • Enfermeiro cubano

    MORO E DALLAGNOL ” ANULARAM A CONDENAÇÃO” DE LULA DIZ GILMAR MENDES.

    “O chefe da Lava Jato não era ninguém mais, ninguém menos do que (ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio) Moro. O procurador (Deltan) Dallagnol, está provado, é um bobinho. É um bobinho. Quem operava a Lava-Jato era o Moro”. A afirmação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, em entrevista à revista Época, analisando os diálogos entre os dois revelados pelo site The Intercept Brasil. Para Mendes, uma consequência provável é que “eles anularam a condenação” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja sentença proferida por Moro era de 9 anos e 6 meses de prisão.
    O ministro também afirmou que há, sim, crimes revelados pelas conversas vazadas entre Moro e Dallagnol. “Um diz que, para levar uma pessoa para depor, eles iriam simular uma denúncia anônima. Aí o Moro diz: ‘Formaliza isso’. Isso é crime”, explicou Mendes, sobre um diálogo em que o procurador diz que vai fazer uma intimação com base em denúncia anônima, porque uma fonte se recusou a prestar depoimento à Lava Jato. Dallagnol dá a entender que não existia denúncia, que ele iria inventar. “Simular uma denúncia não é só uma falta ética, isso é crime”, destacou Mendes.
    As conversas entre Moro e Dallagnol revelam que o ex-juiz não apenas adotara uma linha de investigação, como orientava os procuradores. Entre as mensagens estão a combinação de ações, cobranças sobre a demora em realizar novas operações, orientações e dicas de como a Força Tarefa da Lava Jato devia proceder. Além disso, o site revelou que o procurador duvidava das provas contra Lula e de propina da Petrobras horas antes da denúncia do tríplex e que a equipe de Ministério Público Federal atuou para impedir a entrevista de Lula antes das eleições por medo de que ajudasse a eleger o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad.
    Outros ministros do STF ouvidos pela reportagem da revista consideram graves as conversas entre Moro e Dallagnol. O que pode impactar positivamente um pedido de liberdade de Lula. Quatro dos 11 ministros da Suprema Corte brasileira concordam com essa avaliação. Pedindo para não ser identificados, três deles consideram que o conluio entre juiz e procurador pode ser usado como prova pela defesa de Lula para anular as condenações na Lava Jato. O episódio é considerado prova cabal da parcialidade de Moro.

  • Enfermeiro cubano

    DIRETOR DA PF DIZ QUE FOI PRESSIONADO POR PGR E PRESIDENTE DO TRF-4 A NÃO SOLTAR LULA

    Em entrevista ao Estadão, o diretor-geral da PF, Rogério Galloro, escancara a parcialidade da condenação de Lula. Galloro afirma que logo que comunicou o ministro Jungmann que iriam soltar o ex-presidente, cumprindo a decisão do desembragador Rogério Fraveto, recebeu ligações da PGR, Raquel Dodge e Thompson Flores, presidente do TRF-4.
    O delegado e diretor-geral da PF revelou em entrevista publicada pelo Jornal Estado de S. Paulo, neste domingo (12), que sofreu pressões de Sergio Moro, e uma ligação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, lhe dando um alerta que protocolaria no STJ contra a soltura, além de uma ordem verbal do presidente doTRF-4, Thompson Flores, para desobedecer a decisão judicial do desembargador Rogério Favreto de soltar Lula no dia 08 de julho.
    Diante das divergências, decidimos fazer a nossa interpretação”, afirmou. “Concluímos que iríamos cumprir a decisão do plantonista do TRF-4. Falei para o ministro Raul Jungmann (Segurança Pública): ‘Ministro, nós vamos soltar’. Em seguida, a (procuradora-geral da República) Raquel Dodge me ligou e disse que estava protocolando no STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra a soltura. ‘E agora?’ Depois foi o (presidente do TRF-4) Thompson (Flores) quem nos ligou. ‘Eu estou determinando, não soltem’. O telefonema dele veio antes de expirar uma hora. Valeu o telefonema”, revelou o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.
    Em “prol do bom relacionamento” com Sergio Moro, o diretor-geral da PF afirma ter aceitado pedidos do juiz que não lhe agradavam. “Isso não nos agrada. Nunca tivemos preso condenado numa superintendência. É uma situação excepcional. O juiz Moro me ligou, pediu nosso apoio, ele sabe que não temos interesse nisso. Mas, em prol do bom relacionamento, nós cedemos”, contou Galloro.
    “Foi um dos piores dias da minha vida”, afirmou Galloro, ao se referir ao dia da prisão do ex-presidente. “Quando eles (interlocutores de Lula) pediram detalhes da logística da prisão, nos convenceram de que havia interesse do ex-presidente de se entregar ainda na sexta (6 de abril, prazo dado pelo juiz Sérgio Moro). Acabou o dia e ele não se apresentou. Nós não queríamos atrito, nenhuma falha. Chegou o sábado, Moro exigiu que a gente cumprisse logo o mandado.”
    No sábado, nós fizemos contato com uma empresa de um galpão ao lado, lá tinha 30 homens do COT (Comando de Operações Táticas) prontos para invadir. Ele (Lula) iria sair em sigilo pelo fundo quando alguém, lá do sindicato, foi para a sacada e gritou para multidão do lado de fora, que correu para impedir a saída. Foi um susto. A multidão começou a cercá-lo e eu vi que ali poderia acontecer uma desgraça. Ele retornou”, lembrou Galloro.
    Em nota, o Partido dos Trabalhadores (PT) declarou: “O Brasil não pode mais conviver com a exceção, a ilegalidade e a injustiça. Não vamos aceitar passivamente a perseguição política e injusta”.

    AGENTES DO ESTADO CONFESSAM ABUSO DE PODER CONTRA LULA:

    A entrevista do diretor-geral da PF, Rogério Garollo, ao Estado de S. Paulo expõe as entranhas do abuso de autoridade, da violência jurídica, da desfaçatez de quem tem de observar leis e regras e age por conveniência política. É um verdadeiro retrato do sistema podre a que estamos submetidos.
    O delegado revela que sofreu e aceitou pressões de Sérgio Moro, um alerta da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e uma ordem verbal do presidente do TRF-4, Thompson Flores, para desobedecer a decisão judicial de soltar Lula naquele domingo, 8 de julho.
    Soma-se a esse festival de parcialidade, ilegalidade e perseguição uma nota na revista Veja que narra confissão do desembargador Gebran Neto a amigos, dizendo ter agido “fora da lei” para “evitar o mal maior que seria soltar Lula”.
    A ilegalidade da prisão de Lula e da revogação do habeas corpus concedido a ele naquele domingo já haviam sido denunciadas pela comunidade jurídica. Mas é ainda mais escandalosa a desfaçatez de agentes do Judiciário e da Polícia Federal, ao expor em público sua conduta ilegal e as razões políticas que os moveram.
    E não é menos escandaloso que a imprensa revele tudo isso sem acrescentar uma nota de crítica, como se fossem fatos naturais, endossando na prática a brutal perseguição ao maior líder político do país.
    Foi a essa situação de barbárie que o Brasil foi levado pelo golpe do impeachment sem crime e pelo empoderamento irresponsável de delegados, procuradores e juízes fora da lei. Tudo feito com o objetivo de derrubar o governo eleito democraticamente e de tentar impedir, pela força e por medidas de exceção, a eleição de Lula em 7 de outubro.
    O Partido dos Trabalhadores, em sintonia com a sociedade civil e as forças democráticas do País, exige que o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Senado da República, responsável pela aprovação de Dodge no cargo, se pronunciem vigorosamente sobre as violações cometidas – e confessadas publicamente – por agentes do estado que deveriam defender a lei e fizeram o oposto.
    O Brasil não pode mais conviver com a exceção, a ilegalidade e a injustiça. Não vamos aceitar passivamente a perseguição política e injusta ao presidente Lula, que envergonha o país aos olhos da comunidade internacional. Vamos exigir de todas as formas que seja respeitado o direito do povo votar em quem melhor o representa.

  • Enfermeiro cubano

    LAVA JATO–NOVO VAZAMENTOMOSTRA DALLAGNOL INTERAGINDOL COM TRF4

    Segundo o diálogo, o desembargador João Pedro Gebran Neto teve encontros com o procurador para discutir provas.
    A revista Veja, em parceria com o site The Intercept Brasil, divulgou nesta sexta-feira 12 mais um trecho de diálogos vazados entre integrantes da operação Lava Jato. Dessa vez, a conversa mostra o procurador Deltan Dalla­gnol, chefe da força-tarefa em Curitiba, interagindo com um dos membros do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), órgão encarregado de julgar em segunda instância os processos da Lava Jato.
    “O Gebran tá fazendo o voto e acha provas de autoria fracas em relação ao Assad”
    Adir Assad é um dos operadores de propinas da Petrobras, preso pela primeira vez em março de 2015. Em setembro, ele acabou condenado pelo então juiz Sérgio Moro a nove anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
    Esse diálogo aconteceu cinco meses antes do julgamento do caso de Assad em segunda instância. Se as conversas forem comprovadas, Gebran cometeu um ato ilegal ao pedir, fora dos autos do processo, que a acusação refaça as provas do caso para conseguir condenar o réu.
    ‘Encontro Fortuito’
    Já na véspera do julgamento de Assad, Dalla­gnol mostra-se novamente preocupado com a possibilidade de Gebran absolver o condenado
    O coordenador da operação entra em contato com o procurador Carlos Augusto da Silva Cazarré, da força-tarefa da Procuradoria Regional da República da 4ª Região, que atua junto ao TRF4, em Porto Alegre. “Cazarré, tem como sondar se absolverão Assad? (…) se for esse o caso, talvez fosse melhor pedir pra adiar agilizar o acordo ao máximo para garantir a manutenção da condenação…”, escreve Dalla­gnol.
    “Olha Quando falei com ele, há uns 2 meses, não achei q fisse (sic) absolver… Acho difícil adiar”, responde Cazarré. Na sequência, Dalla­gnol volta a citar Gebran: “Falei com ele umas duas vezes, em encontros fortuitos, e ele mostrou preocupação em relação à prova de autoria sobre Assad…”. Dalla­gnol termina pedindo ao colega que não comente com Gebran o episódio do encontro fortuito “para evitar ruído”.

  • Frederico Girafales

    Gentalha…gentalha….pruuuuffff…

  • sukodilaranja

    O PT surgiu para o país como uma alternativa, contra a corrupção antes implantada. Não deu certo, seguiu o mesmo caminha. Agora o desgoverno que aí está, que se apresentou como um simbolo honestidade para tirar o Brasil da corrupção, é o contrário do que prometeu. Estão seguindo o mesmo caminho do PT. A nossa diferença é que VC concorda e apóia. Eu não.
    Faz arminha , faz. E não venha desvincular o Moro do governo. O Onix pediu perdão e está tudo certo. Por onde anda o Queiroz? Faz arminha!

  • Enfermeiro cubano

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    Gebran admite que ignorou a lei para manter Lula preso.
    Segundo a coluna Radar, colega de Moro no TRF-4 disse a amigos que atropelou o colega Favreto por considerar a “única saída” para impedir a soltura

    Gebran Neto: o desembargador correu de sua folga para fazer valer o que quer Sérgio Moro, que está de férias.
    Não é segredo que o desembargador João Pedro Gebran Neto que atropelou a lei para impedir que Lula fosse libertado. Afinal, a prisão política do ex-presidente é o maior “trunfo” da Lava Jato. A novidade é que o juiz do TRF-4 teria admitido a manobra até a amigos.
    A informação foi revelada pela coluna Radar, de VEJA. Segundo o colunista, o desembargador preferiu cometer ilegalidades a evitar o que considera “um erro ainda mais danoso”: deixar que Lula fosse libertado. O caso aconteceu no dia 8 de julho, quando o também desembargador Rogério Favreto aceitou o pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente.
    Mesmo longe de Curitiba, Moro agiu para impedir que os guardas agissem com a celeridade exigida por Favreto e acionou o Gebran para reforçar a tentativa – é sabido que o colega ratifica a maioria de suas decisões. Coube a Favreto reafirmar a ordem com um novo despacho e, após horas de indecisão, o presidente do TRF-4 Thompson Flores interveio para derrubar o habeas corpus.
    Chama atenção o descaramento em admitir que vale tudo para manter Lula preso, calado, lutando pelo seu direitos mais fundamentais. Se não cabia a Moro questionar decisão da segunda instância, tampouco Gebran poderia furar o comando do juiz que estava de plantão naquele dia.
    “Somente órgão colegiado do TRF 4ª Região poderia revogar ordem de Habeas Corpus deferida por desembargador. Com a ultrapolitização da Justiça, aí temos esse vale-tudo deplorável”, criticou o governador Flávio Dino à época. Também advogado, ele foi provado em primeiro lugar no mesmo concurso prestado por Moro.
    Em artigo recente, o desembargador aposentado Roberto Tardelli reiteira o erro de Gebran e argumenta que só o Ministério Público poderia ter agido contra a decisão de Favreto. “Há maneiras processualmente corretas até de revogar a ordem emanada pelo desembargador Favreto, cujos trâmites se dão no interior do próprio TRF-4, através de recurso próprio da parte contrária, o esquecido Ministério Público.”
    Como já afirmou Lula em entrevistas e nas caravanas pelo Brasil, o partido togado da Lava Jato quer fazer política sem se arriscar no voto. Até um ex-chefe da Polícia Federal acredita que a operação furou fila para julgar Lula o mais rápido possível na tentativa de tirá-lo da eleição.
    Se até os mais altos escalões do judiciário rasgam a lei sem qualquer constrangimento e se vale dela para atender desejos pessoais, como acreditar na justiça?

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