CÂMARA INSTALA PARAPEITO DE VIDRO PARA ATENDER NORMAS DE SEGURANÇA DOS BOMBEIROS E ASSUNTO VIRA POLÊMICA

Vejam vocês o que é a falta de notícias! À falta de coisas mais importantes para tratar – e considerando que o vídeo da moça do Sindicato não é assunto para ser tratado publicamente – nossa imprensa começou a semana criticando a instalação de um parapeito de vidro na Câmara Municipal.

A engenhoca separa o plenário das galerias (eu até tirei umas fotos, mas consegui apaga-las ao baixar no computador). Ou seja, o vidro, de 1,70 metro de altura, separa os nossos nobres edis do povoléu. 

A separação de vidro não significa, porém, que os nossos vereadores, tal qual o general Figueiredo, não gostem do cheiro de povo ou prefiram a companhia de cavalos. Trata-se tão-somente de uma medida que visa atender às normas de segurança impostas pelo Corpo de Bombeiros para renovação do Alvará de Licença.

Pelo barulho que se está fazendo, a obra deve ter custado algo acima de R$ 50 mil, certo? Errado! Está custando exatos R$ 6,5 mil. E além do parapeito de vidro, a Câmara instalou, também, alguns corrimões igualmente para atender às normas de segurança dos Bombeiros.

Há alguns anos, a Câmara instalou uma porta automática com acionamento por sensor de presença, uma modernidade à qual a Câmara de Rio Preto, por exemplo, só está aderindo neste ano. A porta deve ter custado bem mais que os vidros de agora, mas o gasto – ou investimento, como queiram – não mereceu, à época, um único comentário negativo.

Resumindo: muito barulho por quase nada.

Em tempo: hoje, quando estive na Câmara, havia cinco vereadores por lá: Pintinho, Deley, Macetão, Bismark e Kazuto. Os quatro últimos disseram não ter sido abordados para falar sobre o assunto, contrariando informações do “Antena Ligada“. E o vereador Macetão desmentiu que tivesse sido impedido por outros vereadores de dar entrevista.

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