ELES QUEREM VOLTAR

Alguns velhos conhecidos dos eleitores jalesenses deverão ter suas fotos nas urnas eletrônicas novamente, nas eleições marcadas para o dia 04 de outubro. É o caso dos quatro personagens da foto acima.

Rivail Rodrigues Júnior, que perdeu sua reeleição em 2016 por minguados três votos, levantou voo do PSB e pousou no PRB, partido que, segundo informações de bastidores, estaria montando um escrete de candidatos a vereador. Rivail terá que, provavelmente, enfrentar uma concorrência familiar: a do seu tio Rivelino Rodrigues.

Gilbertão – que, em 2016, jurou não se candidatar a mais nada – está prometendo abandonar a aposentadoria e disputar uma cadeira de vereador nestas eleições. Ex-filiado ao DEM, Gilbertão ainda não sabe por qual partido será candidato, mas garantiu a este blogueiro que não será pelo PSDB, partido do pré-candidato Luiz Henrique Moreira, que ele está apoiando.

A ex-petista Pérola Cardoso parecia ter desistido da política, depois de dois mandatos na Câmara. Aparentemente, no entanto, ela desistiu de desistir e tentará resgatar a cadeira de vereadora que ocupou de 2009 a 2016. Pérola, como se sabe, deixou o PT e está sendo apresentada como um dos reforços do PSDB para as eleições deste ano.

E o ex-vereador Jesus Martins Batista, atualmente na assessoria do deputado Fausto Pinato(PP), é outro que terá nome e foto nas urnas eletrônicas em outubro. Em 2016, Jesus, ainda no DEM do prefeito Flá, teve mais votos que os eleitos Macetão e Tiago Abra, mas, por conta de sua coligação acabou não se elegendo. Neste ano, ele concorrerá pelo PP.    

Rivail, Gilbertão, Pérola e Jesus não são os únicos veteranos de guerra que irão para o front em outubro. Rivelino Rodrigues, vereador por três mandatos, e Clóvis Viola, ex-vereador e ex-vice-prefeito, já deram certeza de que seus nomes estarão nas urnas novamente. Eles só não sabem ainda a qual cargo irão concorrer: prefeito, vice ou, em último caso, vereador.

Rivelino estava filiado ao MDB, mas deixou o partido e ainda não escolheu seu futuro ninho. Já o Clóvis Viola, depois de alguns anos no PPS, está de volta ao MDB, partido pelo qual foi eleito vereador em 2000.

Por fim, a disputa para a Câmara poderá ter, também, a participação do ex-vereador Jediel Zacarias. Em conversa com este blogueiro, Jediel disse que, se dependesse apenas de sua vontade, seria candidato com certeza, mas ele ainda terá que vencer a resistência da família, que não quer vê-lo na política novamente.

Ele deixou claro que, se for candidato, não será pelo MDB, partido que presidiu até há algumas semanas. Apesar de ressaltar o respeito que tem pelo vice-prefeito Garça, seu “padrinho político”, Jediel não concorda com o apoio do MDB à reeleição de Flá.

12 comentários

  • SÓ JUMENTO VOTOU EM BOZONARO.

    PIOR QUE TÁ NUM FICA.

  • Cidadão Jalesense

    Putzzz…..sério !!!

    Já está ruim, e vamos voltar ao passado.

    Tinha que aparecer gente nova.

  • Marco Antonio Poletto

    Votos e Voto

    Nesta nossa terrinha descoberta por Cabral, em que nossa insopitável, dançante, esfuziante, mirabolante e sofrida democracia, para alguns, devidamente alicerçada nos valores sócio cristãos, ainda sobrevivem , principalmente na política, resquícios do coronelismo e da tradição feudal nos processos sucessórios, resolvi por ser esse ano um ano eleitoral, pesquisar a origem consistente e forte, dos mais variados, descompassados e desvairados tipos de votos.Vejamos alguns exemplos: o voto compadre e o voto conhecido. O voto vizinho e o voto simpatia. O voto utilitário e o voto bucho-de-vaca (ou dobradinha). O voto cronológico (idade precoce ou avançada) e o voto de cabresto. O voto “já ganhou” e o voto “já perdeu”. O voto transparente e o voto embaçado. O voto oportunista e o fantasma. O voto camarada e o voto janela. O voto Maria-vai-com-as-outras e o Maria-vem-com-as-ostras. O voto protesto e o voto denúncia. O voto asa-de-caneca ou acostamento. O voto emprestado e o arrendado. O voto a favor e o voto contra. Vamos dar uma pausa para que o leitor e eleitor possam deglutir essa sopa de vários tipos de votos. Alias um tanto indigesta. Vamos de novo: tem o voto paralelo (falsificado ou de má qualidade) e o voto caramelo (lambuzado). O voto incrédulo (não acredita, mais mesmo assim vota) e o voto devoto (vota pela orientação espiritual). O voto minhoca (no candidato da terra) e o voto paraquedista (no candidato que cai no nosso quintal). Tem também, é óbvio, o voto nulo e o voto em branco. Este último, racista. Tem o voto vendido, o voto comprado e até o voto dado. Este também pode ser chamado de voto quadradinho e pode trazer sorte ou azar. Pra terminar tem o voto desdenhoso e o voto caridoso. Ufa!!! Você tem razão, caro leitor, eu também não imaginei que fossem tantos….
    Sem dúvida alguma durante a profícua vida-útil eleitoral do povo brasileiro, dos 16 aos 70 anos, em alguma oportunidade muitos já praticaram, inconscientemente, alguns desses tipos de votos ou fomos vítimas deles. Quem já foi candidato a alguma coisa sabe disso. O mais conhecido voto incidental, apesar de invisível, é o voto fantasma ou assombração. Um político, amigo meu, confessou que em duas infelizes, fatídicas e desastrosas oportunidades em que ele se arriscou a edilidade, foi fragorosamente derrotado por essa alma-penada eleitoral.
    O voto espectro é aquele que depois das eleições, é claro, as pessoas juram que deram a você. Conta este meu amigo político que na sua última tentativa recebeu pelo menos 500 deles. Aliás, todas as pessoas que o consolaram pela derrota, logo depois e bem depois das eleições, juraram que deram o voto a ele.
    Ao lado do voto assombração dois outros tipos de votos se destacam. São os votos “achado e perdido”. O que seriam eles? Segundo consignado pelo raciocínio popular, o voto perdido é aquele dado a um candidato que não se elege. O eleitor diz: “- Iiiiii, perdi o meu voto!”. Mas será que é isso mesmo? Não acho, não! Na minha opinião o voto perdido ou desperdiçado pode ser qualquer um daqueles citados lá no começo. Ou todos eles e outros mais.
    O voto defenestrado ou jogado pela janela, a meu ver, é o voto aplicado num indivíduo inútil para a comunidade ou que não serve aos propósitos da população. Aí se incluem aqueles, mesmo que proibidos pela justiça conseguem comprar votos, isto é, aqueles que chegam ao local, despejam alguns milhares de reais, se elegem e dão as costas ao povo. E com toda razão, já que compraram e pagaram pelos votos.
    Portanto, se você é uma pessoa íntegra e não pretende jogar seu voto pela latrina, desconfie das campanhas milionárias. Normalmente são bancadas por interesses que, pela velha lei do toma lá, dá cá, vão usufruir o mandato em detrimento dos anseios do eleitor.
    Seria o equivalente ao candidato alugar seu mandato para interesses escusos. Resumindo, se um candidato paraquedista cair no seu quintal e você, inadvertidamente e inconscientemente votar nele, saiba que certamente choverá abundantemente na horta dele e na sua, se chover, será uma chuva de “idiotas completos”.
    Antes de votar faça um longo exame de consciência. Verifique se está votando “em” alguém ou “para” alguém. Votar “em” alguém é votar em um objetivo, em um programa de governo, em alguma ideia ou idealismo. Votar “para” alguém é assinar um cheque em branco. É votar para beneficiar outro alguém, que só Deus sabe quem.
    Enfim, o voto consciente nunca é perdido. Mesmo que o candidato votado não se eleja, você eleitor manterá a dignidade de ter votado em ideias, na competência. Pior seria votar num candidato campeão de votos e depois se decepcionar, sonhando com as possíveis realizações prometidas e não concretizadas.
    Hein??? O que, o que??? Ah, é mesmo, o voto “achado”, estava me esquecendo dele… Vamos a ele então. Este, infelizmente pra eles, pertence ao vasto universo dos candidatos derrotados. O voto “achado” é primo-irmão do voto “fantasma”, “espectro” ou “assombração”. Ele também só aparece (?) depois das eleições. O coitado do candidato derrotado fica a imaginar: “– Achei que o Fulano tinha votado em mim…”. Ou: “achei que o Sicrano era fiel…”. Ou ainda: “- Achei que o Beltrano nos daria uma bela quantidade de votos.
    É importante assinalar que o “achismo” é uma característica nacional, quase uma especialização das “Ciências Abstratas”, ou não. Daí verificarmos a ocorrência de tantas vítimas desse famigerado voto “achado”, o verdadeiro voto perdido. Portanto, caro leitor e eleitor, esteja você na condição de votante ou de votado, previna-se sempre contra essas modalidades de votos, promovendo continuamente um extenso e profundo exame de consciência.
    A democracia é para todos.

  • MACETÃO DO BOSQUE

    Jesus da Prefeitura? KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Eleitor do Fra

    Agora entendi porque os que aí estão conseguiram ser eleitos!! Sério que estes aí pensam em voltar??? Acredito que só vamos contribuir para o atraso de Jales voltando atrás com estes ilustríssimos senhores!

  • Impossivel

    Vamos voltar ao passado. Ambos não fizeram nada. O Jediel pelo menos e gente boa.

  • Sr Conjuntura

    É um completo absurdo olhar e ver que o passado bate a porta, essa Câmara de vereadores atual é horrível, não temos representatividade, não temos liderança, não temos segurança na política. E ai vem os dinossauros que já foram expulsos através das urnas querer voltar ? Paciência tem limite eleitor!

    Procure por novas lideranças, experimente novas personagens que tenham vontade e capacidade! Não volte ao passado sombrio!

  • Indignado

    Todos voltando pelo lado do tal do LH…
    E o cara ainda diz que é o “novo”

  • BOTELHO PINTO

    meu voto esta dicidido. NULO pra vereador e NULO para prefeito. Infelizmente é o que temos pra hoje.

  • Cidadão

    Deus nos livres deste quarteto que esta longe de ser fantástico.
    Um pior que o outro, e os demais também não salva ninguém!!!

  • Isso é muito bom, quem sabe o Claudir Aranda, o Osmarzinho, o Flumenal o J.R. e o Irineu se animem, e voltem a disputar também. Dentre os citados, um tem o meu voto.

  • Revoltado

    Voto nulo para prefeito e vereador.

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