QUEM É O CHEFE DA ORCRIM?

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Do jornalista Kiko Nogueira, no DCM:

Joesley Batista está terminando de enterrar a narrativa segundo a qual Lula comandava a chamada ORCRIM, (organização criminosa), “o maior esquema de corrupção desde as pirâmides do Egito” e por aí vai.

Essa versão alimentou gerações de indigentes mentais que alimentavam outros indigentes mentais num ciclo que parecia infinito — e agora eles estão perdidos como alcoólatras sem o uisquinho da manhã.

Marcello Reis, o zumbi dos Revoltados Online, está batendo pino nas redes sociais. “Então, quem é Lula? Joesley diz que Temer é o chefe da quadrilha. Quem acredita em Joesley?”

Marcello, um picareta fanático — e vice versa — se sente enganado. Joesley só estaria dizendo a verdade se apontasse o dedo para Lula.

O dono da JBS falou o seguinte à Época:

“O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles”.

O time de Moro perdeu o controle sobre a história que queria contar. Isso começou em maio de 2016, com o vazamento das conversas de Sergio Machado.

Logo que os áudios vieram a público de suas conversas, sendo a mais famosa a de Jucá narrando o “grande acordo nacional com o Supremo, com tudo”, o primeiro a se manifestar foi o delegado Igor Romário de Paula.

“O que nos preocupa somente é que isso (o grampo) venha a público dessa forma, sem que uma apuração efetiva tenha sido feita antes”, afirmou ele.

Igor estava dizendo que há vazamentos bons e ruins. Os primeiros são os que são feitos pela força tarefa de Curitiba e que desembocam sempre no “Barba”.

O que resta, agora, é o pessoal pegar uma carona em Janot. Na semana passada, Deltan Dallgnol pediu a prisão de Aécio Neves.

Deltan teve a oportunidade de investigar o esquema de Aécio quando o doleiro Alberto Yousseff, há três anos, contou que a irmã do senador recolhia propina na empresa Bauruense, por contratos em Furnas.

Não o fez porque, assim como Augusto Nunes, Sergio Moro, Marcello Reis, Diogo Mainardi e tantos outros, depende de Lula para viver. Lula garante o leitinho das crianças.

Joesley jogou água no chope e deu um curto circuito no powerpoint e no cérebro da extrema direita.

13 comentários

  • Bobagem de jornalista petista! Como sempre.

    O jornalista petista conta muitas piadas, como o seu fanatismo permite, sobre a politica brasileira para os blog petistas (como este) reproduzirem.
    As piadas de que “Moro e outros dependem de Lula para sobreviver” é uma idiotice estupida e tremenda. Outra, de que “Joesley deu um curto circuito na extrema direita” pois certamente o jornalista troca os nomes do ladrões para “extrema esquerda ou direita” como se dinheiro tivesse partido, simbologias, etc. Mania de petista! Politico é ladrão e ponto!
    Outra, ” Deltan teve a oportunidade de processar Aécio mas não quis” seria a mesma coisa dizer que o STF teve a oportunidade de processar Lula, no mensalão, e não quis.
    Chega de tanta bobagem, não vamos perder o nosso tempo.

  • O "volta Lula" da Friboi

    Joesley disse que Temer é o chefe da quadrilha, na camara, por isso Lula e principalmente, Dilma escolheram Temer para trabalhar para eles, no governo, como vice.
    Como a bancada de deputados do PMDB é maior portanto ninguem governa sem o PMDB por isso o PT teve que dar uma fatia de seu governo para o Temer/PMDB para Lula fazer o que bem entendesse. Abriu portas para Temer e sua quadrilha juntamente com o PT de Lula/Dilma roubassem juntos.
    Joesley sabe que se Lula voltar, ele certamente continuará a roubar portanto ataca Temer para que ele saia imediatamente antes de que Lula seja condenado e preso
    Apesar de declarar que deu 150 milhões de dolares para Lula/Dilma agora ele se uniu aos dois para manter o “status quo”

    • AQUINO PINTO

      cara . vc sabe muito mesmo, vc trabalha da GROBO? pass a na rua 15 de jales, la tem ministerio publico federal e deixa la para o procurador federal , todas as provas que vc sabe e tem. parabens.

  • SOMENTE PARA OS COXINHAS LEREM, NADA MAIS:—ENTREVISTA DE JOESLEY A REVISTA ÉPOCA:::
    PARA CONFIRMAR PODE COMPRAR A REVISTA OU LER PARTE DA ENTREVISTA NO JORNAL O ESTADO, FOLHA DE SÃO PAULO OU G.1:::::::::
    Joesley Batista: “Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”
    Em entrevista exclusiva a ÉPOCA, o empresário diz que o presidente não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer.
    Na manhã da quinta-feira (15), o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato. Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil.
    A seguir, os principais trechos da entrevista publicada na edição de ÉPOCA desta semana:.
    Revista ÉPOCA – capa da edição 991 – Entrevista exclusiva com Joesley Batista: "Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil" (Foto: Revista ÉPOCA)
    ÉPOCA – Quando o senhor conheceu Temer?
    Joesley Batista – Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010. Logo no segundo encontro ele já me deu o celular dele. Daí em diante passamos a falar. Eu mandava mensagem para ele, ele mandava para mim. De 2010 em diante. Sempre tive relação direta. Fui várias vezes ao escritório da Praça Pan-Americana, fui várias vezes ao escritório no Itaim, fui várias vezes à casa dele em São Paulo, fui alguma vezes ao Jaburu, ele já esteve aqui em casa, ele foi ao meu casamento. Foi inaugurar a fábrica da Eldorado.
    ÉPOCA – Qual, afinal, a natureza da relação do senhor com o presidente Temer?
    Joesley – Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.
    ÉPOCA – Conversar sobre política?
    Joesley – Ele sempre tinha um assunto específico. Nunca me chamou lá para bater papo. Sempre que me chamava, eu sabia que ele ia me pedir alguma coisa ou ele queria alguma informação.
    >> Joesley Batista: O mais perigoso delator
    ÉPOCA – Segundo a colaboração, Temer pediu dinheiro ao senhor já em 2010. É isso?
    Joesley – Isso. Logo no início. Conheci Temer, e esse negócio de dinheiro para campanha aconteceu logo no iniciozinho. O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro.
    ÉPOCA – Ele sempre pediu sem algo em troca?
    Joesley – Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes.
    >> Joesley Batista está irritado com acusações de Temer
    ÉPOCA – E ajudou?
    Joesley – Não chegamos a contratar. Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Pan-Americana, em São Paulo]. Eu desconversei, fiz de conta que não entendi, não ouvi. Ele nunca mais me cobrou.
    ÉPOCA – Ele explicava a razão desses pedidos? Por que o senhor deveria pagar?
    Joesley – O Temer tem esse jeito calmo, esse jeito dócil de tratar e coisa. Não falava.
    ÉPOCA – Ele não deu nenhuma razão?
    Joesley – Não, não ele. Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim.
    ÉPOCA – O empréstimo do jatinho da JBS ao presidente também ocorreu dessa maneira?
    Joesley – Não lembro direito. Mas é dentro desse contexto: “Eu preciso viajar, você tem um avião, me empresta aí”. Acha que o cargo já o habilita. Sempre pedindo dinheiro. Pediu para o Chalita em 2012, pediu para o grupo dele em 2014.
    ÉPOCA – Houve uma briga por dinheiro dentro do PMDB na campanha de 2014, segundo o lobista Ricardo Saud, que está na colaboração da JBS.
    Joesley – Ricardinho falava direto com Temer, além de mim. O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões. O Temer e o Eduardo descobriram e deu uma briga danada. Pediram R$ 15 milhões, o Temer reclamou conosco. Demos o dinheiro. Foi aí que Temer voltou à Presidência do PMDB, da qual ele havia se ausentado. O Eduardo também participou ativamente disso.
    ÉPOCA – Como era a relação entre Temer e Eduardo Cunha?
    Joesley – A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel.
    ÉPOCA – Segundo as provas da delação da JBS e de outras investigações, o senhor pagava constantemente tanto para Eduardo Cunha quanto para Lúcio Funaro, seja por acertos na Câmara, seja por acertos na Caixa, entre outros. Quem ficava com o dinheiro?
    Joesley – Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo. “Presidente, o negócio do Ministério da Agricultura, o negócio dos acertos…” Ele dizia: “Joesley, essa parte financeira toca com o Eduardo e se acerta com o Eduardo”. Ele se envolvia somente nos pequenos favores pessoais ou em disputas internas, como a de 2014.
    ÉPOCA – O senhor realmente precisava tanto assim desse grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer?
    Joesley – Eles foram crescendo no FI-FGTS, na Caixa, na Agricultura – todos órgãos onde tínhamos interesses. Eu morria de medo de eles encamparem o Ministério da Agricultura. Eu sabia que o achaque ia ser grande. Eles tentaram. Graças a Deus, mudou o governo e eles saíram. O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado.
    ÉPOCA – Pode dar um exemplo?
    Joesley – O Eduardo, quando já era presidente da Câmara, um dia me disse assim: “Joesley, tão querendo abrir uma CPI contra a JBS para investigar o BNDES. É o seguinte: você me dá R$ 5 milhões que eu acabo com a CPI”. Falei: “Eduardo, pode abrir, não tem problema”. “Como não tem problema? Investigar o BNDES, vocês.” Falei: “Não, não tem problema”. “Você tá louco?” Depois de tanto insistir, ele virou bem sério: “É sério que não tem problema?”. Eu: “É sério”. Ele: “Não vai te prejudicar em nada?”. “Não, Eduardo.” Ele imediatamente falou assim: “Seu concorrente me paga R$ 5 milhões para abrir essa CPI. Se não vai te prejudicar, se não tem problema… Eu acho que eles me dão os R$ 5 milhões”. “Uai, Eduardo, vai sua consciência. Faz o que você achar melhor.” Esse é o Eduardo. Não paguei e não abriu. Não sei se ele foi atrás. Esse é o exemplo mais bem-acabado da lógica dessa Orcrim.
    ÉPOCA – Algum outro?
    Joesley – Lúcio fazia a mesma coisa. Virava para mim e dizia: “Tem um requerimento numa CPI para te convocar. Me dá R$ 1 milhão que eu barro”. Mas a gente ia ver e descobria que era algum deputado a mando dele que estava fazendo. É uma coisa de louco.

    ÉPOCA – O senhor não pagou?
    Joesley – Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.
    ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?
    Joesley – O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.
    ÉPOCA – No decorrer de 2016, o senhor, segundo admite e as provas corroboram, estava pagando pelo silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, ambos já presos na Lava Jato, com quem o senhor tivera acertos na Caixa e na Câmara. O custo de manter esse silêncio ficou alto demais? Muito arriscado?
    Joesley – Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele? Dez dias depois ele foi preso. Eu tinha perguntado para ele: “Se você for preso, quem é a pessoa que posso considerar seu mensageiro?”. Ele disse: “O Altair procura vocês. Qualquer outra pessoa não atenda”. Passou um mês, veio o Altair. Meu Deus, como vou dar esse dinheiro para o cara que está preso? Aí o Altair disse que a família do Eduardo precisava e que ele estaria solto logo, logo. E que o dinheiro duraria até março deste ano. Fui pagando, em dinheiro vivo, ao longo de 2016. E eu sabia que, quando ele não saísse da cadeia, ia mandar recados.
    ÉPOCA – E o Lúcio Funaro?
    Joesley – Foi parecido. Perguntei para ele quem seria o mensageiro se ele fosse preso. Ele disse que seria um irmão dele, o Dante. Depois virou a irmã. Fomos pagando mesada. O Eduardo sempre dizia: “Joesley, estamos juntos, estamos juntos. Não te delato nunca. Eu confio em você. Sei que nunca vai me deixar na mão, vai cuidar da minha família”. Lúcio era a mesma coisa: “Confio em você, eu posso ir preso porque eu sei que você não vai deixar minha família mal. Não te delato”.
    ÉPOCA – E eles cumpriram o acerto, não?
    Joesley – Sim. Sempre me mandando recados: “Você está cumprindo tudo direitinho. Não vão te delatar. Podem delatar todo mundo menos você”. Mas não era sustentável. Não tinha fim. E toda hora o mensageiro do presidente me procurando para garantir que eu estava mantendo esse sistema.

    ÉPOCA – Quem era o mensageiro?
    Joesley – Geddel. De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo e Lúcio calmos era eu.
    ÉPOCA – O ministro Geddel falava em nome do presidente Temer?
    Joesley – Sem dúvida. Depois que o Eduardo foi preso, mantive a interlocução desses assuntos via Geddel. O presidente sabia de tudo. Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução.
    O JORNALISTA NÃO É PETISTA E NEM FANÁTICO, MAS TEM IDIOTA QUE ACHA, OU SEJAM AQUELES DA DIREITA BURRA BRASILEIRA.

    • Kkkkkkk

      Larga de ser inconveniente, chato.
      Ocupar este espaço todo pra repetir o que todos já leram…vai tomar seu tarja Preta e deitar, otário…o Cardoso tem estômago de avestruz pra te engolir com tanta merda..
      Kkkk

  • kkkkkkkkk, antes de mais nada você para mim não passa de um babaca com um distúrbio mental caracterizado por comportamento social fora do normal e incapacidade de distinguir o que é ou não real. Entre os sintomas mais comuns em sua mente doentia estão delírios, pensamento confuso ou pouco claro, alucinações auditivas, diminuição da interação social e da expressão de emoções e falta de motivação e inteligência As pessoas como
    você apresentam muitas vezes outros problemas de saúde mental, como distúrbios de ansiedade, depressão ou distúrbios relacionados com o consumo de substâncias nocivas.
    Levando em conta essa sua saúde mental, quero lhe informar que o blog é, democrático e por isso, participa dele quem o desejar, mesmo os doentes mentais iguais a você.
    E ao dizer neste comentário esplendoro-só , ao se referir a palavra otário tenho eu a certeza que estava se referindo ao seu querido papai e a palavra merda só poderia sair de sua mente doentia, pois isso é o que sai da boca de toda a sua prole.
    E por ultimo, o espaço é teu ? Claro que não então vai a PQP., pois tenho certeza que leste está entrevista tanto na Época como no Blog. Seu Otário.

  • Desculpe, mas escrevi esplendoro-só, sendo que o correto é esplendoroso, mas o KKKKKK continua sendo uma Besta Retardada.

  • O "volta Lula" da Friboi

    AQUINO PINTO
    Obrigado pelos elogios mas, no Brasil, temos 2 quadrilhas : do PT (chefiada por Lula) e do PMDB (chefiada por Temer). O empresario da Friboi protege Lula — disse que conversou pouco com Lula, que piada? — e ataca Temer.
    Palocci e Mantega eram os gerentes do esquema de Lula mas Joesley só falou em Mantega portanto vão jogar Mantega, no inferno, para salvar Lula como fizeram com Zé Dirceu, no mensalão.
    Os irmãos da JBS tem interesses para que Temer saia porque Lula fez “negocios de pai para filho”, no BNDES e espera que se Lula voltar, continuará fazendo mais ainda. E nós, pagando a conta.
    A unica chance do PT sobreviver como partido, é eleger Lula mesmo sabendo que ele é um ladão mas todos voltar vão continuar roubando e os presos petistas deverão sair da cadeia.
    Volta Lula

    • AQUINO PINTO

      fico imaginando, por quê a Polícia Federal gasta tanto em concursos para contratar agentes e voce que sabe tudo nao trabalha na federal. que pena, em uma semana vc investiga, denuncia, condena e só falta prender. é de gente assimm que a federal precisa.

  • KKKKKKKKK CORNO é seu genitor ( O CAVALO ), pois a querida mamãe ( A MULA ), vive , fazendo ponto debaixo do pontilhão todas as quartas e sexta feira e eu já me aproveitei disso, mas na realidade não vale a pena. Pois a mesma vive dentro do trivial, nada de moderno e muito barato. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH..
    APARECE POR LÁ, PARA CONFERIR QUALQUER DIA DESTE, SEU ESTRUME.

  • kkkkkkkkk em primeiro lugar precisa corrigir seu português ( não é: vai seu apelido e sim vai ser ), e em segundo lugar corno só pode ser seu papai pois quem pula a cerca é a sua mamãe, pois eu nem casado sou. Entendeu FDP ( Mula ). Sabes o que tu realmente és : um burro que sofre um distúrbio psíquico, que afeta a sua forma de interação com sua prole, muitas vezes se comportando de forma irregular dentro de seu curral. Em sentido mais amplo, tens uma doença causada por uma anomalia orgânica no cérebro onde ao invés de celebro tens merda. Em sentido restrito, tens uma\ doença mental de origem neurológica ou psicológica, tudo isso por causa de sua alimentação baseada no capim e no feno e, as vezes se torna nervoso por ser um quadrupede filho de uma mula regateira . Por isso seu apelido vai ser meu Palhaço de estimação ahahahahahahahahahahahahah

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