MÉDICO JALESENSE ASSUME VAGA DE MÉDICA CUBANA EM SÃO FRANCISCO

De São Francisco, Anderson Pimenta, o elétrico assessor de imprensa do prefeito Maurício Honório de Carvalho, nos manda duas notícias.

A primeira relata que o prefeito esteve em São Paulo, onde, acompanhado dos vereadores Carlim da Pá(PSD), Giba(DEM) e Nelsinho da Ambulância(PSD), visitou vários setores do governo em busca de benefícios para o município. Na foto acima, eles aparecem em reunião na Secretaria Estadual de Educação.

Na Assembleia Legislativa, a comitiva de São Francisco entregou pedidos de emendas parlamentares a alguns deputados com atuação na região.

A segunda notícia diz que o médico jalesense Thiago Doho será o substituto da médica cubana Dania Gómes Cabrera no programa Mais Médicos, naquela cidade. No Facebook, Thiago compartilha vídeos dando conta de que o Mais Médicos – criado em 2013 pela ex-presidenta Dilma Rousseff – foi uma ideia de Cuba para financiar o governo cubano.

Enquanto isso, no interior da Bahia, enfermeiros estão assumindo a função de médicos, segundo reportagem da Folha. A matéria diz, ainda, que em várias regiões do país, médicos contratados por prefeituras para atender em postos municipais estão pedindo exoneração de seus cargos para serem contratados pelo Mais Médicos, que paga salários melhores.

Ainda segundo a Folha, o programa Mais Médicos contabiliza como preenchidas quase 98% das 8.500 vagas abertas pela saída dos cubanos, mas, até agora, menos de 10% dos inscritos se apresentaram para trabalhar.

7 comentários

  • Vitória Brasil

    Então a tercerizado que ele trabalha, vai ter que contratar outro médico, pois o Tiado Doho estava trabalhando na UBS de Vitória Brasil/SP. Vamos aguardar como em Vitória Brasil o médico é de uma empresa o substituto deve já ter sido escolhido. A empresa deve comprir o Edital. Vamos Aguardar os próximos capítulos.

  • Vitória Venezuelana

    Vitória Venezuela

    Seus direitista de merda:—Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/11/adesao-ao-mais-medicos-cria-buraco-de-2800-medicos-em-postos-do-saude-da-familia.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

  • jales ex buraco sp

    Vai faltar vaga……………..acabou os 70% CUBAAAAAAA

  • Jalesense

    MÉDICOS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS NÃO CUBANOS SÓ QUEREM MATA.

    A médica Sarah Segalla é supervisora acadêmica em áreas de difícil acesso do programa Mais Médicos e trabalha no Estado do Amazonas. Ela conversou com a RFI nesta segunda-feira (26) sobre como o atendimento nestas regiões mais longínquas será prejudicado com o fim da parceria entre Brasil e Cuba e expressou sua indignação com a falta de valorização destes profissionais.
    Cuba anunciou, no último 14 de novembro, que rejeitava as modificações estabelecidas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro no programa Mais Médicos, suspendendo a participação de seus profissionais nesta iniciativa criada em 2013, durante o governo da presidente Dilma Rousseff.
    “Cerca de 18 mil médicos integram o programa Mais Médicos no Brasil. Destes, quase 9 mil eram médicos cubanos. Ou seja, metade do programa era suprido por médicos cubanos”, salienta Sarah.
    “75% das áreas indígenas vão ficar sem médicos”
    Para ela, um dos pontos mais preocupantes do fim da parceria entre Brasil e Cuba é a futura ausência de médicos em diversas cidades e regiões brasileiras. “Os médicos cubanos chegavam sem escolher o lugar onde iriam trabalhar. Então, eles iam justamente para aqueles lugares onde nem os médicos brasileiros ou brasileiros e estrangeiros formados no exterior queriam ir. Essas categorias têm a possibilidade de escolher o local. A maior parte acaba ficando nas capitais, em áreas que também são de difícil provimento, mas com menos vulnerabilidade. As regiões para onde ninguém quis ir, as vagas para as quais ninguém se inscreveu, é que eram supridas pelos médicos cubanos”, diz.
    Sarah Segalla diz que no município onde trabalha, na região do Alto Solimões, no Amazonas, não há nenhum médico brasileiro, só os cubanos. “Ninguém quer ir trabalhar em São Paulo de Olivença. É por isso que 75% das áreas indígenas vão ficar sem médicos. Porque são locais para os quais nenhuma das categorias de médicos do programa quiseram ir”, salienta.
    viva o brasil afundando mesmo antes do capitão Psicopata entrar.

  • SOBSERVANDUUU Kkkk... .... ...

    CADE O MEDICO QUE TAVA AQUI???…

    E O QUE OS MORADORES DE VITORIA BRASIL LOGO VAO ESTAR DECORANDO ESSA FRASE Kkkk kkkk

  • Corta o FIES

    Todo BOM PeTralha esta torcendo para o programa Mais Médicos não dar certo, como o ser humano (PeTralha) é repugnante, não pensam nos irmãos brasileiros que não possuem um bom plano de saúde, que dependem de uma assistência sem pagamento, más o CAPITÃO esta chegando, e muito desses médicos que não querem ir para longe, com certeza estudaram com dinheiro do governo, ou seja, dinheiro do povo brasileiro, é só inserir quando do financiamento junto ao FIES, que o pagamento financiado será pago através de TRABALHO, onde o governo determinar, aí sim essa farra acaba, porque boa parte dos formandos não possuem dinheiro para estudar medicina.

  • Jalesense

    Corta FIES e sua língua também****** além do que o Capitão vai lhe cortar aquilo que você não consegue mais usar, coitada da esposa.

    SÃO PAULO – Um terço dos brasileiros inscritos para substituir os cubanos no Mais Médicos abandonaram vagas em seus postos de saúde de origem para atuar no programa federal, criando, assim, um déficit de 2.844 profissionais em outras localidades.
    Brasileiros aderem ao Mais Médicos e deixam postos vazios.
    Postos de saúde de São Leopoldo ficam sem médicos depois da saída dos cubano
    A situação foi mapeada pelo Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e apresentada na manhã desta quinta-feira, 29, em reunião em que participavam membros do Ministério da Saúde.
    Segundo os dados divulgados pelo Conasems, das 8,3 mil vagas preenchidas pelo recente edital lançado pelo Ministério da Saúde, 34% (2.844) foram ocupadas por médicos que já atuavam em equipes do programa Estratégia Saúde da Família (ESF), e que apenas migraram para outro posto de saúde para poder atuar no programa federal.
    O problema foi mostrado pelo Estado em reportagem publicada nesta quinta-feira que revelou que mais da metade das vagas preenchidas em sete Estados brasileiros foram ocupadas por profissionais que migraram de uma cidade para outra.
    Na prática, os profissionais que atuavam como servidores das prefeituras no programa ESF farão exatamente o mesmo trabalho no Mais Médicos, mas sob um regime de contratação diferente. No programa federal, eles têm uma remuneração de R$ 11,8 mil e auxílio mensal para pagamento de aluguel, alimentação e transporte. Nas prefeituras, o salário geralmente fica abaixo de R$ 10 mil.
    Minas Gerais é o Estado que mais perdeu profissionais do programa ESF para o Mais Médicos. Foram 420 doutores que deixaram seus cargos nas Prefeituras para ocupar vagas em outras cidades mineiras ou em outros Estados.
    Segundo o Conasems, o problema fica ainda mais grave se contabilizados todos os médicos que saíram de cargos do SUS (e não só do ESF) para ocupar postos do Mais Médicos. Para o presidente do Conasems, Mauro Junqueira, o novo edital só está “trocando o problema de lugar”.
    “Se o médico sai de um serviço do SUS para atender em outro, o município de origem fica desassistido, independente se esse médico se desloca da atenção básica ou da especializada, principalmente em relação ao Norte e Nordeste, onde todos os estados têm municípios com perfil de extrema pobreza e necessitam da dedicação desses profissionais que já estão trabalhando”, declarou ele, em nota publicada no site do Conasems.
    O Ministério da Saúde afirma que o edital tem regras que obriga os profissionais que decidem migrar a ocupar postos em cidades com o mesmo nível de pobreza e vulnerabilidade.
    Salário e estabilidade pesam.
    A possibilidade de ter um emprego estável com rendimentos superiores aos pagos no programa Estratégia Saúde da Família (ESF) fez a médica Mirella Medeiros, formada recentemente pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), migrar para o Mais Médicos.
    “Principalmente porque existe a instabilidade de estar numa prefeitura sem ser efetivo. Há influência política, de quem está na Secretaria de Saúde, e nem sempre sabemos se continuaremos no cargo. Além do salário, claro, que é melhor. O Mais Médicos é um emprego federal”, diz a profissional, ao explicar por quais motivos efetivou a mudança de programa.
    Mirella deixou a ESF na cidade litorânea de Touros e passará a atuar, no início de dezembro, no município de Pedro Avelino, distante 139 quilômetros da capital, Natal.

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