AMANHÃ, NA TRIBUNA

Na esteira da repercussão sobre o fato de Jales ter sido a única cidade da região com resultado negativo na geração de empregos, conforme números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a edição do jornal A Tribuna, de amanhã, trará matéria especial sobre o assunto. A matéria vai mostrar como a administração Parini – principalmente o prefeito -trata com descaso a questão da geração de empregos. O leitor de A Tribuna vai ver como o senhor Manoel, um pequeno empresário que gerava cerca de vinte empregos diretos foi “desalojado” de uma sala da incubadora localizada no JACB, há cerca de dois anos. A sala nunca mais foi utilizada prá nada e se encontra totalmente depredada, conforme comprova a foto acima.

Na mesma matéria, A Tribuna vai falar sobre o Centro de Economia Solidária, localizado nas proximidades do Pronto-Socorro Municipal. Inaugurado em dezembro de 2006, com toda pompa, circunstância e  as presenças ilustres do ex-ministro Luiz Marinho e do deputado federal Devanir Ribeiro, o Centro está praticamente fechado e com a maioria das salas vazias, depois que a Prefeitura tirou de lá três pequenas empresas. No Centro de Economia, deveria estar funcionando – há quatro anos – um projeto de capacitação de trabalhadores e geração de renda, mas a administração Parini – por falta de empenho do prefeito – não consegue tirá-lo do papel. Na foto aí do lado direito, uma das salas que está vazia há quase seis meses, depois que uma pequena confecção foi “convidada” a deixar o local.

1 comentário

  • Carla Ayres

    Acho que na verdade, pelo gozo do prestígio toda aquela “pompa” de 4 anos atrás foi mais um grande equivoco de nossa “ilustre” administração.
    A começar pela terminologia. “Economia Solidária” é tudo, menos o que se tentou fazer naquele prédio.
    Certamente o idealizador deste conceito prático economico-politico, Paul Singer teria uma “treco”.
    Originalmente a “Economia Solidária” é destinada a fomentação de Cooperativas caracterizadas pela autogestao. A “incubagem” destes empreendimentos, como é denominado o suporte técnico-administrativo que se destina a eles, vai muito além de meros “cubiculos” para se amontoarem e instalarem fisicamente.
    Me recordo que naquele periodo uma das empresas era a “Confecções Matos”. Desde quando este grupo precisa de “auxilio” da prefeitura para funcionar???

    Tudo errado!!!

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