EMPRESÁRIOS DO DISTRITO INDUSTRIAL III VÃO AO PREFEITO RECLAMAR

O único problema é que eles não encontraram o prefeito, que, segundo informações está viajando (descansando?) desde o carnaval.

Parece que os empresários do Distrito Industrial III perderam a paciência com o nosso dinâmico prefeito. Na terça-feira, segundo notícia veiculada no Jornal do Povo, da Rádio Assunção, um grupo de 30 empresários foi ao gabinete do prefeito reclamar das condições do Distrito, mas, como Parini já está fora da cidade há um bom tempo, eles tiveram que se contentar em falar com chefe de gabinete, Léo Huber, que não apita nada.

Segundo um dos empresários, a situação por lá estaria insustentável, já que, em alguns casos, fornecedores e clientes encontram dificuldades até para chegar às empresas. Ele disse também que cerca de 400 pessoas trabalham naquele Distrito e, muitas vezes, são obrigadas a utilizar a rodovia Euclides da Cunha em horários de pico, uma vez que a Marginal Ayrton Senna, nos dias chuvosos, fica como o trecho aí de cima, em frente à Fiod Caminhões. “Mais dias, menos dias, vai acontecer um acidente com alguém que trabalha no Distrito”, disse o empresário ao repórter Tony Ramos.

Para quem não se lembra, nas vésperas das eleições de 2008, quando concorria à reeleição, o prefeito Parini colocou homens e máquinas trabalhando naquela região, com a promessa de levar a Marginal Ayrton Senna até o Distrito Industrial III, devidamente asfaltada. A Marginal até que foi aberta, mas ficou na terra mesmo, uma vez que o prefeito, depois de reeleito, parece ter perdido o interesse em levar as melhorias prometidas.

De vez em quando, ouço o vereador Rivelino Rodrigues cobrando alguma coisa com relação Distrito Industrial III, mas o prefeito finge que não é com ele. E agora parece que os empresários resolveram tomar uma atitude em conjunto: eles estão prometendo voltar ao gabinete de Parini todos os meses, até que o assunto seja resolvido. Tenho a impressão de que eles vão ter que ir à Prefeitura muitas vezes.

Em tempo: os empresários, aparentemente, não acreditaram nem um pouco no que lhes foi dito pelo chefe de gabinete, Léo Huber. No que eles fazem muito bem!

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