VEM AÍ MAIS UMA BAIXA NA EQUIPE DE PARINI

Dias atrás, um jornal da cidade publicou a aposentadoria de dois servidores municipais os quais ocupavam postos importantes na nossa Prefeitura. Jorge Luís de Souza, o Jorginho, é um deles. Jorginho ocupou, nos últimos tempos, o cargo de chefe do departamento pessoal. Filiado ao PT, ele foi, durante muitos anos, o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Jales e Região. Na campanha de 2004, Jorginho participou ativamente de uma ação que visava desmentir alguns boatos divulgados pelos adversários do então candidato Humberto Parini.

Na ocasião, um panfleto distribuído aos funcionários municipais dava conta de que Léo Huber – uma figura não muito benquista entre o funcionalismo – ocuparia um cargo importante na administração Parini. A notícia caiu como uma bomba entre os funcionários e a campanha de Parini se viu obrigada a produzir um comunicado, assinado pelo prefeito, garantindo que Huber não faria parte da possível administração petista. A ajuda de Jorginho foi fundamental prá que a maioria dos servidores recebesse o desmentido.

José Antonio Vicentim é o outro recém-aposentado. Com 42 anos e treze dias de serviços prestados à Prefeitura, Vicentim era o mais antigo servidor do município e, provavelmente, o mais longevo. Ele começou no serviço público aos 12 anos, como guardinha. Na administração Viola, que, reconhecidamente, foi uma das mais zelosas no trato com o dinheiro público, Vicentim ocupou o importante posto de responsável pelo setor de compras da Prefeitura.

Apesar da aposentadoria, tudo indica que Vicentim ainda não vá vestir o pijama. Nos corredores da Prefeitura, comenta-se que ele deverá assumir um cargo de confiança na administração Parini, muito provavelmente a chefia de gabinete da secretaria municipal de Educação. Nada mais justo, afinal, competência não falta ao Vicentim.

Obs.: enquanto Vicentim está de retorno, outros estão deixando a administração Parini. É quase certo que, até o final desta semana, a equipe do prefeito Parini deverá sofrer uma nova baixa. O demissionário só está esperando o prefeito voltar de São Paulo – o que deverá acontecer amanhã – para comunicá-lo da decisão. 

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