Ontem, em Sessão Ordinária (26), o vereador Adalberto Francisco de Oliveira Filho – Chico do Cartório (MDB) apresentou um requerimento questionando a Prefeitura sobre problemas de erosão em chácaras na Rua dos Pioneiros, ao lado da Vila União.
Chico explicou que os proprietários das chácaras estão sendo prejudicados com a deterioração do solo e têm dificuldades para negociá-las.
“A cada dia a erosão está aumentando. Um morador me procurou e questionou se eu poderia fazer um requerimento para ajudá-los. São várias chácaras que estão em situação complicada. Queria pedir ao prefeito e ao secretário de Obras, Manoel de Aro, para, pelo menos, amenizar a situação daquela população que reside ali”, disse Chico.
O vereador Fábio Kazuto (PSB) já havia encaminhado à Prefeitura o Requerimento 182/2017, indagando sobre o mesmo assunto e foi informado de que a Prefeitura Municipal era a responsável por resolver o problema. “Conversei com Manoel de Aro, ele disse que é um problema antigo, que a Prefeitura deveria ter terminado aquele serviço, mas foi feito pela metade. Espero que o serviço seja feito o mais rápido possível para que aquelas pessoas não sejam prejudicadas”, comentou Kazuto.
Chico questionou se a Prefeitura tem um plano de intervenção para solucionar o problema de erosão nas chácaras e, caso não haja plano e recursos, o que será feito para sanar o problema.
O requerimento foi aprovado por unanimidade e encaminhado ao Poder Executivo, que tem até 15 dias úteis para enviar resposta ao Legislativo. Todos os requerimentos e suas respostas ficam disponíveis ao público no site da Câmara Municipal (www.jales.sp.leg.br).
Foi realizado na última sexta feira, dia 23 de fevereiro, a reunião mensal do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Jales (CMDR), na sede da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Meio Ambiente. O Conselho é composto por lideranças de bairros rurais, representantes de entidades ligadas ao setor agropecuário e crédito financeiro, com objetivo principal de colaborar com o poder público nas decisões relativas ao desenvolvimento rural sustentável.
O encontro demonstrou o empenho e a mobilização da Prefeitura Municipal com as demandas rurais. Estiveram reunidos, produtores, representantes da secretaria, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, da EMBRAPA, da Cooperativa de Produtores, do Banco do Brasil e da CATI.
Na pauta constavam assuntos diversos, sendo inicialmente apresentadas as dificuldades enfrentadas pelos produtores. O presidente do Conselho, Lúcio Lombardi, se colocou à disposição do Secretário Municipal de Agricultura, Hilário Pupim, no sentido de colaborar na busca de soluções emergenciais. Ele ressaltou a importância das parcerias permanentes entre o CMDR e o poder público municipal.
Os integrantes do Conselho discutiram ainda assuntos relacionados à produção de alimentos sustentáveis dentro das cadeias produtivas da olericultura, do leite e da fruticultura, existindo ampla colaboração e livre debate de ideias, que viabilizassem o fortalecimento dos produtores rurais de Jales.
“BICHO DA SEDA”
A próxima ação do Conselho compete em apoiar os produtores rurais interessados em iniciar uma nova atividade sustentável e de geração de renda no município de Jales. A criação do “Bicho da Seda” já ocupou posto de relevância em nossa região no passado e será o tema de uma reunião de divulgação da Atividade de Sericicultura.
A reunião ocorrerá no dia 08 de março (quinta-feira) às 13h30, na sede do Sindicato Rural de Jales, na Avenida João Amadeu, próximo à Agromec. O evento será promovido pela Fiação Seda BRATAC – Bastos-SP.
A temática da cultura e o seu manejo nas propriedades traz uma oportunidade de atuação aos produtores, possibilitando uma nova fonte de renda. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Jales por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.
José Ramão de Souza Maciel, com 66 anos de idade, é o nome do homem encontrado morto na noite de ontem na ponte da AABB. Era pai do goleiro Fábio, do Cruzeiro de Belo Horizonte e mais duas filhas.
Natural de Maracaju, a família é de Campo Grande e estava residindo em Cassilândia há cerca de três meses. Já morou em Paraiso das Águas. O corpo vai ser encaminhado para Paranaiba, para autópsia, e depois seguirá para Campo Grande onde será sepultado.
José Ramão morreu na calçada da Rua Joaquim Balduíno, junto à fábrica de refrigerantes Saboraki, perto da ponte de concreto que dá acesso à AABB, no início da noite desta segunda-feira, 26 de fevereiro, por volta das 18h30 (MS). Tudo indica que ele estava fazendo caminhada e sofreu um infarto.
O goleiro Fábio estava na Argentina onde o Cruzeiro fará a estréia na Libertadores das Américas nesta terça-feira,27. Ele já voltou ao Brasil.
Sinceramente, nem sei se essa lei era necessária, uma vez que as calçadas – por conta da falta de fiscalização – já são usadas à vontade pelos comerciantes.
De qualquer forma, a fase do vereador Tiago Abra(PP), como legislador, não é das mais auspiciosas. O projeto que proibia soltar fogos de artifícios barulhentos foi parar no arquivo morto por orientação do jurídico da própria Câmara. Agora, foi o jurídico da Prefeitura que orientou o prefeito Flá a vetar outro projeto de Tiago.
Trata-se do projeto de lei 132/2017, que autoriza a utilização de calçadas públicas por comerciantes. Na opinião do subprocurador-geral do município, Benedito Dias da Silva Filho (foto), o projeto de Abra, aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado, padece do chamado “vício de iniciativa”.
De acordo com o parecer exarado pelo subprocurador, esse tipo de projeto só poderia ser apresentado pelo próprio prefeito. Segundo, no entanto, algumas informações, a opinião do procurador jurídico da Câmara, Rodrigo Vitoriano, é um pouco diferente. Ele garante que não há nenhuma ilegalidade no projeto e vai recomendar a rejeição ao veto de Flá.
Para rejeitar veto de Flá, serão necessários seis votos contrários ao mesmo. Ou seja, para que o projeto de Abra seja transformado em lei, pelo menos cinco dos nove vereadores aliados de Flá terão que votar contra o veto do prefeito.
Em alguns funerais, strippers ou dançarinas de pole dance sobem em tetos de jipes para fazer suas apresentações. Enquanto isso, as carpideiras estão ficando sem emprego na China. A notícia é do UOL:
A música ressoa por meio de alto-falantes barulhentos e strippers dançam no ritmo, enquanto os demais participantes do evento acompanham a melodia assobiando.
Mas não estamos falando exatamente de uma festa, e sim de cortejos fúnebres em alguns lugares da China. No início deste ano, o governo do país reforçou sua oposição a essa prática não só em funerais, mas também em casamentos e templos, classificando-a como “obscena e vulgar”.
No entanto, ela persiste. E não é a primeira vez que se tenta aboli-la. Mas por que as pessoas contratam strippers para funerais?
Uma das teorias indica que essas dançarinas são usadas como isca para atrair um número maior de pessoas aos funerais, uma vez que a presença de uma grande multidão é vista como uma forma de honrar o falecido.
Em alguns lugares, essa prática também está relacionada ao culto à reprodução. “Em algumas culturas locais, a dança com elementos eróticos pode ser usada para transmitir os desejos do falecido de ser abençoado com muitos filhos”, disse Huang Jianxing, professor da Universidade Fujian, ao jornal estatal Global Times.
Outra hipótese sugere que a contratação de strippers pode ser vista como uma demonstração de riqueza.
“As famílias das zonas rurais da China são mais propensas a mostrar que têm dinheiro gastando o equivalente a várias vezes sua renda anual contratando atores, cantores, comediantes e strippers para confortar os parentes em luto e entretê-los”, disse o Global Times.
Um casal de idosos foi mantido em cárcere privado em uma casa no bairro Guanabara, em Araçatuba (SP). O caso foi descoberto na sexta-feira (23) por uma enfermeira e uma médica que foram até o local fazer exames de rotina na idosa.
A idosa tem 90 anos e o homem, 72 anos. De acordo com a polícia, desde quarta-feira (21) eles estariam trancados na casa da sobrinha, que foi viajar para Jales (SP) e só retornaria na segunda-feira (26). Segundo a polícia, antes de ir a sobrinha deixou comida para os dois.
As profissionais não conseguiram fazer o atendimento, mas viram a idosa deitada na cama pela fresta da cortina. A responsável pelos idosos irá responder por cárcere privado, em liberdade. O caso segue em investigação.
Eis a capa do Jornal de Jales, gentilmente enviada pelo felicíssimo Brasilino Pires da Costa – ele acha que o Rodriguinho tinha que ser o 10 da seleção! -, cujo principal destaque é a notícia sobre a morte de Giseli Cristina Sanches, de 39 anos, e de seus trigêmeos de sete meses de gestação. A matéria diz que o caso repercutiu em todo o país e que, segundo o portal de notícias G1, da Globo, a morte de Giseli continua provocando dúvidas nos familiares sobre o acompanhamento que era feito pelo Hospital de Base, de São José do Rio Preto, onde ela fazia o pré-natal.
Em outra interessante matéria, o JJ informa que Jales está começando a se destacar na produção de alimentos orgânicos e influenciando a região. Tanto é que a Ecofam – uma empresa que reúne mais de dez grupos de produtores em diversos municípios – está programando um curso, aqui em Jales, com informações teóricas práticas a respeito dos orgânicos. Segundo o presidente da empresa, Oscar Gardiano, os produtores da região de Jales estão vendendo orgânicos a preços acessíveis, derrubando o conceito de que alimentos sem veneno são muito caros.
A inauguração da unidade do Sebrae Aqui, que funcionará na Associação Comercial; o mercado de trabalho que está se abrindo para os autistas na área da Tecnologia da Informação; os casos do ex-morador de Jales que foi assassinado em Americana e do morador do Jardim Eldorado, que se matou depois de denunciado à polícia; a situação da vacinação contra a febre amarela em Jales; e o artigo do professor Jorge Luís Gregório, explicando que a divulgação de notícias falsas (fake news) em redes sociais poderá ser considerada crime, são outros destaques do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que, ao contrário do que dizem as fofocas, a venda do recinto da Facip, de propriedade da Unimed Jales, para um grupo de empresários de Santa Fé do Sul não corre riscos de “micar”, ou seja, de não ser concluída. O colunista procurou o presidente da Unimed, Mário Okanobo, que foi incisivo na resposta: “o negócio está fechado!”. O médico garantiu que a escritura ainda não foi outorgada por conta da burocracia que precisa ser cumprida.
Em Minas Gerais existe uma flor muito conhecida, da família das begônias, chamada “coração-de-estudante”. Não foi, no entanto, a pequena flor que inspirou Wagner Tiso e Milton Nascimento a compor “Coração de Estudante”, uma das mais belas e significativas canções da MPB.
A melodia chegou primeiro e foi feita por encomenda, composta por Wagner Tiso para a trilha do filme “Jango“, de Sílvio Tendler. Triste e, ao mesmo tempo, emissária de esperança, a melodia é o tema que acompanha o ex-presidente João Goulart em seus momentos mais dramáticos, incluindo o exílio e a morte.
A letra, de Milton Nascimento, veio depois que o filme já tinha estreado. Milton a escreveu inspirado nas lembranças do enterro do estudante Edson Luís de Lima Souto, morto pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, em março de 1968, enquanto jantava com colegas no restaurante estudantil do Calabouço.
O velório e o enterro do estudante foram transformados em ato político. Cerca de 50 mil pessoas acompanharam o trajeto do corpo da Assembleia Legislativa do Rio, onde foi velado, até o Cemitério São João Batista, onde aconteceu o enterro. A morte do estudante, aos 17 anos, foi o estopim para a “Marcha dos Cem Mil”, um dos principais protestos contra a ditadura militar.
Gravada em 1983, “Coração de Estudante” se transformou em hino de fé e esperança na juventude, bem adequado àquele momento em que o país começava a se livrar da ditadura, que acabou em 1985. A canção tornou-se ainda o hino da campanha pelas eleições diretas, em 1984.
Quando Tancredo Neves morreu – após vencer eleição indireta, em 1985, e não tomar posse – “Coração de Estudante” seria a música executada nas transmissões televisivas do funeral, em versão instrumental de Wagner Tiso.
A versão abaixo, com Tiso e Milton, é uma das mais recentes. Foi gravada durante o show “Uma Travessia – 50 Anos Ao Vivo“, em 2013. Confiram:
No jornal A Tribunadeste final de semana, o principal destaque é a tragédia da jalesense Giseli Cristina Sanches, que repercutiu no Brasil inteiro. Grávida de trigêmeos, Giseli, de 39 anos, passou mal na noite de domingo passado, 18, depois de participar do chá de bebê das crianças. O marido chegou a ligar para o Samu, mas Giseli sofreu uma parada cardíaca e faleceu na ambulância, a caminho da Santa Casa. Um dos trigêmeos – um menino – morreu durante o parto de urgência, enquanto os outros dois – duas meninas – faleceram na terça-feira, 20, depois de ficarem internadas na UTI Neonatal da Santa Casa.
Destaque, também, para a arrecadação da Prefeitura de Jales com o IPTU, nos primeiros 45 dias do ano, que aumentou R$ 1 milhão, mas ficou abaixo da expectativa. Neste ano, o IPTU rendeu R$ 6,4 milhões, o que significa um crescimento de 19% em relação aos R$ 5,4 milhões de igual período do ano passado. O secretário de Finanças, Nivael Renesto, esperava um crescimento de 30%. Ele acha, no entanto, que a arrecadação ficou abaixo do esperado porque muitos contribuintes que costumavam pagar o IPTU à vista, estão preferindo, agora, pagar em parcelas.
A inauguração do Sebrae Aqui, mais um serviço disponibilizado pela ACIJ; a incursão do prefeito Flá a Brasília, para reunião com o ministro das Cidades; as discussões em torno da venda do Estádio Municipal, que começaram em 2001; o reajuste da cesta básica dos servidores da Câmara Municipal, que está sendo alvo de críticas; a ação contra o ex-prefeito Parini e o ex-deputado Vadão Gomes, que, depois de seis anos na Justiça Federal, está sendo remetida para a Justiça Estadual; e o caso dos buracos no asfalto do Jardim Paineiras, que foi parar na Justiça, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, a informação de que Santa Fé do Sul, com número menor de imóveis e 10.000 habitantes a menos que Jales, arrecadou R$ 10,2 milhões com o IPTU, apenas R$ 200 mil abaixo da arrecadação de Jales. Na página de opinião, destaque para os artigos de Marco Antônio Poletto e Pedro Callado. O caderno social traz tudo sobre a festa do batizado do garotinho Davi Rossafa Moreira, além da coluna do Douglas Zílio, que continua destacando os colunáveis de Jales e região.