No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, destaque para o Centro Universitário de Jales, que iniciará no próximo sábado, dia 30 de abril, três cursos de extensão à comunidade. Trata-se de aulas de nivelamento em língua portuguesa e matemática e também o curso de Libras. São aulas que se destacam pelo seu dinamismo, qualidade e curta duração. Com o objetivo de propiciar ao aluno conhecimentos básicos sobre os assuntos, assim como sanar dificuldades advindas desde o ensino fundamental referentes a português e matemática, a iniciativa faz parte da extensão, um dos pilares do ensino superior. Os cursos serão aos sábados e cada um terá um horário específico. O nivelamento em matemática é das 13 às 15h, e língua portuguesa das 15h às 17h, ambos com carga horária de 30h.
Destaque, também, para a primeira promoção do ano da Associação Comercial e Industrial de Jales (ACIJ), que começou na segunda-feira, 18/04. A promoção irá sortear R$ 44.300,00 em prêmios. “Acelere o coração de quem você ama” é o nome escolhido para a campanha que ocorrerá em dose tripla: Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais. Para concorrer, basta comprar nas lojas participantes do comércio de Jales ou de alguma cidade da região. O cliente vai receber um cupom e ter a chance de concorrer a três motos 0Km, sendo duas Yamaha Neo 125 cilindradas, no valor de R$ 13.900,00 cada, e uma Honda Start 160 cilindradas, no valor de R$ 15.000,00.
Na coluna FolhaGeral, o ínclito redator-chefe Roberto Carvalho, o Pestinha, está comentando que o Republicanos deverá ser o partido político que mais irá crescer no município de Jales nos próximos dois anos que antecedem as eleições municipais de 2024. Rumores que correm entre pessoas ligadas ao partido dão conta de que a mesa do dirigente-mor do Republicanos local está abarrotada de pedidos de filiação, inclusive de gente graúda que já está de olho no pleito de 2024. De acordo com o impenetrável colunista, alguns pedidos extrapolam a competência do diretório local e deverão ser apreciados pelo diretório regional do partido.
O Conselho Fiscal do Instituto Municipal de Previdência Social de Jales (IMPSJ), presidido pela servidora aposentada Sueva Mesquita, decidiu acatar as conclusões do relatório final da Comissão Processante do Processo Administrativo Disciplinar que apurou as falhas que ocasionaram um prejuízo de R$ 95 mil ao Instituto, causado por uma fraude bancária.
Assim, com base no relatório da Comissão Processante, o Conselho Fiscal aplicou a pena de advertência escrita a três servidores do Instituto: o contador Jorge Paulo Guzzo, o superintendente Claudir Balestrero e a responsável pelo controle interno, Suely de Souza Rodrigues.
O relatório da Comissão Processante destaca que não foram encontradas provas ou quaisquer indícios de que tenha havido dolo por parte dos três servidores, ou seja, não houve nenhuma intenção deles de causar danos aos cofres do IMPSJ.
A fraude – cometida, supostamente, por uma quadrilha especializada – ocorreu em outubro de 2018 e permaneceu em segredo durante quase um ano, sem que fosse levada ao conhecimento do Conselho Fiscal do Instituto.
Em julho de 2019, depois de tentativas infrutíferas de obter uma reparação amigável, o Instituto ajuizou uma ação objetivando o ressarcimento do prejuízo. A Justiça local julgou procedente a ação e condenou o banco a ressarcir cerca de R$ 95 mil, mas…
Mas algum tempo depois, em maio de 2020, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), atendendo recursos do Santander, reformou a decisão da Justiça de Jales e livrou o banco do pagamento dos quase R$ 95 mil. O TJ entendeu que o Instituto não conseguiu provar a culpa do banco na fraude. O caso encontra-se, agora, no Superior Tribunal de Justiça(STJ).
A opinião foi externada antes do decreto do Bozo que está anistiando o deputado!
O ex-juiz Marlon Reis esteve em Jales em 2004, quando ainda corria atrás de assinaturas para o projeto “Ficha Limpa”. Na época, a Igreja fazia uma campanha por eleições limpas, sem compra de votos, e Marlon, a convite do bispo dom Demétrio Valentini, veio até aqui para uma palestra com candidatos da região.
Ao final da palestra, consegui reunir os então candidatos a prefeito de Jales – Rato, Humberto Parini, Nice Mistilides, Flá Prandi e Hilário Pupim – para uma foto com Marlon e dom Demétrio. Infelizmente, perdi a foto.
O deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) poderá ficar proibido de participar de qualquer eleição até pelo menos 2040, segundo o ex-juiz e advogado eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa. Silveira foi condenado a oito anos e nove meses de prisão, à perda do mandato e dos direitos políticos por igual período nessa quarta-feira (20) pelo Supremo Tribunal Federal.
Só depois de cumprir essa pena é que começarão a ser contados os oito anos de inelegibilidade previstos na Ficha Limpa, de acordo com Márlon. Na prática, o deputado bolsonarista deve ficar impedido de concorrer por 17 anos. A eleição seguinte seria a municipal de 2040.
“Ele está inelegível. Aguarda-se apenas a publicação do acórdão”, explica o ex-juiz. “Só após os oito anos e nove meses da condenação é que serão contados os oito anos de inelegibilidade”, ressalta. Segundo Márlon, esse tempo poderá ser ampliado caso a defesa do deputado insista em recursos protelatórios, já que isso retardaria o início do cumprimento da pena.
“O acúmulo de recursos não o beneficia do ponto de vista da reconquista da inelegibilidade. Poderá ficar inelegível por mais que os 17 anos previstos se ficar recorrendo”, observa o advogado. Com isso, o deputado, que hoje tem 39 anos, poderá voltar a se candidatar somente quando tiver 57 anos.
“A interpretação de que os oito anos começam a contar após o cumprimento da pena existe desde a criação da lei, em 2010, mas vinha sendo questionada em tribunais”, diz Márlon. “Com a Ficha Limpa, o excesso de recursos virou-se contra o acusado”, explica.
E já que falamos do pastor bolsonarista que se diz um “CAC”, vamos agora a uma novidade que vai mudar os rumos da cidade.
Na sessão ordinária da Câmara Municipal da próxima segunda-feira, 25, deverá ser lido o projeto de lei nº 105/22, de autoria dos vereadores Rivelino Rodrigues(PP), Ricardo Gouveia(PP) e Deley Vieira(DEM), que institui em nossa pacata urbe o “Dia dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores – CACs”.
A data será comemorada anualmente no dia 09 de julho. Convém lembrar que, no estado de São Paulo, o dia 09 de julho é feriado por conta das comemorações da Revolução Constitucionalista de 1932.
Na justificativa, os vereadores afirmam que os CACs guardam e transportam bens de valores e de grande interesse aos criminosos, de forma que a integridade física desses atiradores e caçadores está ameaçada. Por isso, é imprescindível que, no dia deles, sejam realizados eventos públicos a fim de que a brava gente jalesense tenha noção da importância dos CACs.
A criação do “Dia dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores” se tornou uma febre nestes tempos armamentistas de Bolsonaro. Somente neste mês de abril, foram apresentados projetos semelhantes em cidades como Catanduva(SP), Cáceres(MT), Carapicuíba(SP), Indaial(SC), Tabapuã(SP), Barretos(SP), Mirassol(SP), Rio Preto(SP), etc.
A foto lá de cima, por exemplo, é de uma audiência pública realizada ontem, 20/04, na cidade de Toledo (PR) para discutir o assunto. Segundo o projeto, o povo de Toledo deverá comemorar o “Dia dos CACs” sempre a 02 de julho de cada ano. Em Itaúna(MG), a data será comemorada no dia 28 de março.
Antigamente, a arma dos pastores era a bíblia. Agora… Deu no Brasil 247:
O pastor Daniel Mesquita Guimarães foi preso por suspeita de agredir o prefeito de Rio Verde (GO), Paulo do Vale (União Brasil), na manhã de quarta-feira (20).
Ele foi autuado em flagrante no aeroporto da cidade, enquanto o chefe do Executivo municipal esperava pelo desembarque do presidente Jair Bolsonaro, que participaria de um evento no município.
Além da agressão, o pastor também tentou se passar por militar do Exército no momento em que foi abordado pela Polícia Militar. Com ele foram encontrados carregador de pistola e munições.
Luiz Eduardo Silva, delegado de Rio Verde, disse aoMetrópoles que o pastor teria dado um empurrão no prefeito durante discussão no saguão o aeroporto.
“Ele tem uma divergência com o prefeito da cidade, já não se batem. Ele alega que foi ver o desembarque do presidente Bolsonaro”, explicou o delegado.
Ao ser abordado pela Polícia Militar, na rua de acesso ao aeroporto, Daniel se passou por um major do Exército, mas alegou que teria esquecido a documentação comprobatória em casa. Ele estava vestido com uma camiseta do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) da PM no momento da abordagem.
Dentro do veículo do pastor foi encontrado um coldre de couro com um carregador de pistola calibre .380ACP com quatro munições intactas. Ele foi preso em flagrante.
O pastor teria alegado que tinha registro de CAC (Caçador, Atirador, Colecionador), mas ele não estava com a documentação necessária para andar com munição e carregador.
Tudo indica que aquele conhecido advogado e empresário da comunicação terá que continuar reclamando da sujeira e do abandono do terreno vizinho à residência dele, na Avenida “Alfonso Rossafa Molina”, bem pertinho da UPA.
O terreno – onde em priscas eras funcionou o almoxarifado municipal – pertence ao Instituto Municipal de Previdência Social (IMPSJ), que o recebeu, no primeiro mandato do ex-prefeito José Carlos Guisso, em pagamento de dívidas da Prefeitura para com o então recém-criado instituto.
E o IMPSJ bem que tentou se livrar do terreno na semana passada, mas… Mas a concorrência aberta com a intenção de vender o imóvel restou fracassada, uma vez que não apareceu um único interessado na aquisição do terreno.
No final do ano passado, a Câmara Municipal autorizou o IMPSJ a vender 23 imóveis de sua propriedade, mas por algum motivo, apenas o terreno da “Alfonso Rossafa Molina” foi colocado à venda. Com 2.824,49 metros quadrados, o imóvel estava avaliado em R$ 1.377.000,00.
A Gaviões da Fiel trará para a avenida no próximo sábado (22/4) temas como a luta contra o racismo, o fascismo e as opressões. Uma das alas da escola de samba, a de Governantes e Generais, apresentará uma versão satírica do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), como homossexual.
A representação será feita pelo cabeleireiro Neandro Ferreira, de 55 anos, acompanhado de uma passista que assumirá o papel da primeira-dama, Michelle. Ao G1, ele contou que que vai interpretar Bolsonaro de maneira “bem gay, bichíssima, dando muita pinta”.
“Só aceitei desfilar porque o tema da escola me representa muito. Estou super empolgado e isso me atraiu. Sou muito engajado na causa antifascista e o fato do enredo ser contra o Bolsonaro e pelo fim do machismo em nossa sociedade tem tudo a ver comigo”, afirmou.
Esse ano, a Gaviões trará como sinopse o tema “Basta!” que, segundo a agremiação, abordará as desigualdades do país. Um dos compositores do samba-enredo é o ator Marcelo Adnet. A letra relembra episódios de racismo e outras violações dos direitos humanos.
A japa fazia questão de mostrar o adereço que enfeitou seu tornozelo por algum tempo. E ela resolveu voltar ao noticiário bem no dia em que Roberto Carlos faz aniversário. O rei escreveu “Amada Amante”, lançada em 1971, para sua então mulher, Cleonice Rossi, a Nice.
A doleira Nelma Kodama voltou ao noticiário nesta terça-feira (19) ao ser presa em Portugal. Ela é suspeita de integrar uma quadrilha envolvida com o tráfico internacional de drogas. O ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Informação do Mato Grosso Nilton Borgatto também integra o rol de detidos.
Kodama ficou conhecida ao ser presa na primeira fase da Operação Lava Jato, em março de 2014, mas ganhou notoriedade mesmo durante um depoimento a uma CPI aberta para investigar os desmandos na Petrobras. Durante a fala aos parlamentares, ela cantou o sucesso de Roberto Carlos, Amada Amante, ao se referir ao relacionamento que mantinha com Alberto Youssef.
O depoimento foi um show de horrores. Além da cantoria, Nelma mostrou as nádegas para explicar onde escondia o dinheiro que mantinha consigo quando foi detida no aeroporto. Ela tentava fugir para a Itália com 200 mil euros.
Na Lava Jato, a doleira foi condenada a 18 anos de prisão. Nelma ficou presa por cerca de dois anos. Saiu em 2016, depois de fazer um acordo de delação premiada, mas foi obrigada a manter o uso de uma tornozeleira eletrônica. Em 2019, teve o equipamento removido em função do decreto de indulto de Natal, redigido por Michel Temer.
A operação desta terça-feira ganhou o nome de Descobrimento. Foram cumpridos 52 mandados de prisão preventiva. Em Portugal, os detidos foram encontrados nas cidades de Braga e Lisboa. No Brasil, houve prisões na Bahia, São Paulo e Mato Grosso.
A investigação teve início em fevereiro de 2021, quando um avião que tinha saído de Portugal pousou no Aeroporto Internacional de Salvador, com cerca de 600 kg de cocaína escondidos na fuselagem.
O Ministério Público Federal diz que foram identificados vários núcleos criminosos envolvidos no tráfico internacional de drogas, desde mecânicos aeronáuticos, pilotos e doleiros, como Nelma. Entre os investigados presos há membros do Primeiro Comando da Capital, principal grupo de traficantes em atuação no Brasil.
Amigos do alheio fizeram uma visita ao local onde ficam estacionados – ou guardados – alguns tratores e máquinas da Prefeitura, na Rua João Mariano de Freitas Filho, Jardim Monterrey (ao lado do novo Núcleo Central de Saúde) e, pelo que se sabe, levaram um trator New Holland, do mesmo modelo desse da foto acima.
O furto teria ocorrido na madrugada desta terça-feira, 19. Segundo o boletim de ocorrências, um servidor municipal chegou ao local logo de manhã e encontrou o cadeado do portão rompido. A Polícia está investigando o caso e, segundo informações, estariam verificando algumas câmeras de segurança das redondezas.
Se ele que conhece bem a “famiglia” está dizendo… Deu no portal Congresso em Foco:
O deputado Julian Lemos (União-PB) disse, nesta segunda-feira (18), que anda com quatro seguranças para se proteger. Segundo ele, um dos motivos é a família do presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que ele descreve como “covarde”. As declarações foram dadas em entrevista à Rádio 95FM da Paraíba.
“Já tive ameaça, ameaça de gente frouxa. Não vacilo com segurança, ando com quatro seguranças, sei de onde vim, sei da família presidencial como é covarde, eles têm a força da Abin e da Federal. Cuido da minha proteção e da minha família de forma muito cuidadosa. Sou homem de segurança, atirador profissional, não dou vacilo, não. Se vier fazer mal a mim, sai todo furado”, disse o deputado.
Ex-aliado do governo, Julian é da ala do PSL que ficou ao lado do presidente da sigla, Luciano Bivar, depois da ruptura entre ele e Jair Bolsonaro, em 2019.