No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, destaque para a reunião realizada remotamente na sexta-feira, 03, pela Frente Parlamentar de Desenvolvimento Econômico Regional da Assembleia Legislativa de São Paulo, que teve a participação dos consulados da China, Itália, Suécia e Portugal e de prefeitos da nossa região, incluindo o prefeito de Jales, Luís Henrique Moreira(PSDB). A frente parlamentar é coordenada pelo deputado estadual Paulo Fiorilo(PT), para quem “o papel da Frente é mediar polos que possam ter sinergia, abrindo possibilidades em cidades e regiões que precisam de visibilidade e com atrativos diversos, sejam eles turísticos, ambientais e industriais”.
Destaque, igualmente, para os vereadores jalesenses que, em sessão realizada na segunda-feira, 23, aprovaram uma moção de apoio a um projeto de autoria do deputado estadual Carlos Giannazi(PSol), que está tramitando na Assembleia Legislativa e propõe a suspensão dos novos descontos previdenciários impostos aos servidores públicos estaduais aposentados, bem como aos pensionistas. Para os vereadores, os descontos instituídos pelo governador João Dória, representam um confisco de parte dos benefícios dos aposentados e pensionistas vinculados à SPPrev. Segundo a moção aprovada, o governador não levou em conta que os benefícios pagos a aposentados e pensionistas já estão defasados pela falta de reajustes.
Na coluna FolhaGeral, o metafórico redator-chefe comenta a polarização política vivenciada pelo país, dividido entre bolsonaristas, petistas e isentões. O colunista ressalta que, em meio a esse quadro, é possível encontrar boas novidades no noticiário, como, por exemplo, o anúncio divulgado pela Eternit sobre o início da comercialização de suas telhas de concreto com células fotovoltaicas. O produto é inédito no mercado brasileiro e, como telha convencional, tem fácil instalação. Com 130 unidades será possível gerar 150 quilowatts-hora de energia limpa, renovável e barata, suficientes para atender a demanda de uma residência média. Segundo o colunista, a vida útil das novas telhas é de 20 anos.
O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) passou todo comando do esquema de “rachadinhas” dos gabinetes dos filhos para Flávio e Carlos, após descobrir que a sua ex-esposa, a advogada, a Ana Cristina Siqueira Valle, o traia com o bombeiro que fazia a escolta da família no Rio de Janeiro.
Esta é mais uma revelação do ex-empregado, Marcelo Luiz Nogueira de Santos, à coluna de Guilherme Amado. O ex-funcionário contou também que ela foi a primeira a controlar todo o recolhimento de parte dos salários de todos os assessores parlamentares dos dois, respectivamente primeiro e segundo filho de Bolsonaro.
Segundo Marcelo, Bolsonaro pediu a separação porque descobriu que a ex-mulher o traía com seu segurança, o bombeiro militar Luiz Cláudio Teixeira, que fazia a escolta do clã no Rio de Janeiro.
Marcelo diz que o comando da rachadinha saía então das mãos de Ana Cristina e passava a ser de responsabilidade direta de Flávio e Carlos Bolsonaro.
Ele contou ainda, em entrevista à coluna de Juliana Dal Piva, no UOL, que, além de Ana Cristina Valle ficar com 80% do seu salário, ela também pegava a mesma porcentagem do seu 13º.
Nessa família, o menos “esperto” tira a meia sem tirar o sapato. A notícia está pendurada na coluna do Guilherme Amado, no portal Metropoles:
Um ex-empregado que trabalhou durante 14 anos para a família Bolsonaro afirma ter testemunhado nesse período a prática de uma série de crimes que teriam sido cometidos pela advogada Ana Cristina Valle, atualmente ex-mulher do presidente, e pelos parlamentares Flávio e Carlos Bolsonaro, respectivamente primeiro e segundo filho de Jair Bolsonaro.
Em entrevista exclusiva à coluna, após se demitir por não receber o salário pedido, Marcelo Luiz Nogueira dos Santos reconstituiu detalhadamente todos os anos em que serviu à família, quando passou por quatro funções. Primeiro, trabalhou na campanha de 2002 de Flávio para deputado estadual. Entre 2003 e 2007, foi lotado no gabinete de Flávio na assembleia do Rio.
Depois da separação do presidente e de Ana Cristina, em 2007, passou a ser, a pedido de Bolsonaro, uma espécie de babá de Jair Renan, filho do casal, até a advogada deixar o Brasil e se mudar para a Europa. Finalmente, entre 2014 e 2021, trabalhou como empregado doméstico de Ana Cristina em suas casas, primeiro em Resende (RJ), e nos últimos meses em Brasília.
Marcelo confessa ter devolvido 80% de tudo o que recebeu no gabinete de Flávio nos quase quatro anos em que foi seu servidor na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj): cerca de R$ 340 mil no total.
Segundo ele, Ana Cristina foi quem precedeu Fabrício Queiroz e era a encarregada de recolher as rachadinhas não só no gabinete de Flávio, mas também no de Carlos, eleito vereador da Câmara do Rio em 2000. Somente depois da separação de Jair e Ana Cristina, em 2007, Flávio e Carlos teriam assumido a responsabilidade pelo recolhimento dos valores dos funcionários de seus gabinetes. Só que as denúncias do ex-empregado vão bem além.
Ele acusa Ana Cristina de ter formado todo o seu patrimônio, que em 2020 estava estimado em R$ 5 milhões, usando uma série de laranjas, inclusive na compra da mansão em que ela mora atualmente em Brasília, no Lago Sul, com o filho, Jair Renan.
Segundo Marcelo, Ana Cristina não alugou o imóvel, como ela conta, mas o comprou, por meio de dois laranjas, com quem firmou um contrato de gaveta, ou seja, um documento informal não registrado em cartório, para que eles repassem o imóvel para seu nome após o encerramento do financiamento.
O objetivo seria não chamar a atenção da imprensa para a compra de mais um imóvel de luxo pela família Bolsonaro – a mansão tem 1.200 m² de área total e 395 m² de área construída, uma piscina de 50 m², aquecimento solar e quatro suítes.
Marcelo conta que, inicialmente, a casa estava sendo negociada por um valor entre R$ 2,9 milhões e R$ 3,2 milhões. O ex-funcionário afirma não saber o valor final da transação, mas enfatiza que tanto ele quanto Jair Renan ouviram a advogada falando sobre a negociação.
A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro desceu 4 pontos percentuais e chegou a 27%, de acordo com pesquisa PoderData realizada de 2ª a 4ª feira desta semana (30.ago-1º.set.2021). O patamar é o mais baixo já registrado pela empresa.
Os que desaprovam a gestão federal são 63%. É a 2º pior marca do governo. Perde só para o levantamento realizado 15 dias antes (64%). A variação está dentro da margem de erro.
A diferença entre aprovação e desaprovação também foi ao recorde e marcou 36 pontos percentuais. Era de 33 pontos 15 dias antes. Em agosto de 2020, Bolsonaro chegou a ter aprovação 12 pontos superior à desaprovação. O cenário, favorável ao Planalto, manteve-se até meados de novembro.
Em relação ao trabalho pessoal de Bolsonaro, o quadro ficou estável em relação ao de 15 dias antes, com variações na margem de erro. Os que acham o presidente “ruim” ou “péssimo” são 55%, ante 56% na rodada anterior. Os que o classificam como “ótimo” ou “bom” são 25%, contra 28% no último levantamento.
Há também 14% que dizem que Bolsonaro é “regular” –variação positiva de 1 ponto percentual. Outros 6% não souberam responder.
Pesquisa da Quaest Consultoria encomendada pela Genial Investimentos aponta que a avaliação negativa de Jair Bolsonaro alcança 48% dos brasileiros, um crescimento de quatro pontos percentuais sobre o levantamento anterior, divulgado no início de agosto. A avaliação positiva caiu para 24%, queda de dois pontos percentuais.
Ainda conforme a pesquisa, a avaliação negativa de Bolsonaro cresceu em três regiões entre os meses de agosto e setembro: Nordeste, Sudeste e Sul. A rejeição ao chefe do Executivo é maior no Nordeste, chegando a 59% da população, contra 53% do levantamento anterior. No Sudeste este índice passou de 42% para 47% e no Sul subiu de 36% para 39%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 26 a 29/8 por meio de 2 mil entrevistas presenciais em 124 municípios de todos os estados do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
O ex-presidente Lula ampliou sua vantagem sobre Jair Bolsonaro na corrida pela Presidência da República em 2022. Pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (1) mostra que se as eleições fossem hoje, 55% votariam no petista em um eventual 2º turno contra Bolsonaro, que receberia 30% dos votos.
A distância de 25 pontos percentuais estabelecida por Lula é a maior desde setembro de 2020. Em pesquisa divulgada no início de agosto, a diferença era de 20 pontos.
O levantamento foi realizado entre 30 de agosto e 1 de setembro de 2021. Foram 2.500 entrevistas em 472 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou um apartamento de R$ 150 mil, em dinheiro vivo, na Tijuca, em 2003, quando recebia um salário mensal de apenas R$ 4,5 mil. O parlamentar já é alvo de investigação pelo Ministério Público do Rio pelo esquema da “rachadinha”, esquema de desvios de salários de funcionários e no emprego de trabalhadores fantasmas na Câmara de Vereadores do Rio.
O salário de um vereador do Rio era ao redor de R$ 4,5 mil por mês entre 2001 e janeiro de 2003, sem o acréscimo de benefícios. Em fevereiro de 2003, a remuneração aumentou para R$ 7.155. Os valores foram publicados em reportagem do jornal O Globo.
Em documentos, o MP citou pelo menos três situações que se enquadram na prática citada: em 2003, a compra do apartamento na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Em 2009, a entrega de R$ 15,5 mil, em espécie, para cobrir um prejuízo que teve na bolsa de valores. E, no último ano, Carlos declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter R$ 20 mil em espécie guardados em casa.
A investigação faz parte do inquérito que apura a contratação de supostos funcionários fantasmas e da prática de “rachadinha” no gabinete do vereador. O caso tramita na 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro. As apurações ocorrem em sigilo.
O MP investiga a diferença significativa entre valores recebidos e gastos por Carlos na época. De acordo com o órgão, ele utilizou grandes quantias de dinheiro em espécie ao longo dos seis mandatos consecutivos como vereador.
Vereadores de Nova Veneza, em Santa Catarina, caíram na gargalhada ao divulgarem uma rifa beneficente durante sessão desta terça-feira (31/08).
A “rifa Fazendinha” tem o objetivo de ajudar uma escola básica pública da cidade. Os prêmios da rifa incluem porcos, galinhas, patos, queijos, salames, peixes e outros itens de fazenda.
Ao anunciar os prêmios, a vereadora Nadir Spilere, do PP, começou a rir, o que influenciou os colegas a fazer o mesmo.
Reparem que não é o PT quem está apontando os prejuízos causados por Moro, Dallagnol, Paludo e Cia, mas o próprio MPF. Deu no portal Conjur:
Procuradores do Ministério Público Federal ajuizaram ação civil pública contra a União por danos coletivos causados pela atuação do ex-juiz Sergio Moro na condução do consórcio autoproclamado operação “lava jato”.
Na ação, o MPF no Ceará sustenta que o ex-magistrado atuou de forma parcial e inquisitorial, com interesse em influenciar as eleições presidenciais de 2018. Após o pleito, Moro abandonou a magistratura para aceitar o convite de Jair Bolsonaro para ser ministro da Justiça e da Segurança Pública.
A ação também sustenta que a atuação do consórcio de Curitiba influenciou de modo inconstitucional o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em 2016.
A ação tramita na Justiça Federal em Mossoró (RN) e seus autores são os procuradores da República Emanuel Ferreira e Camões Boaventura. Eles ressaltam que, enquanto juiz federal, Moro apresentou comportamento que revela “sistemática atuação em violação à necessária separação entre as funções de julgar e investigar” e praticou reiteradas ofensas contra o regime democrático.
Os autores requerem que a União promova a educação cívica para a democracia no âmbito das Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfan) e da Escola Nacional do Ministério Público (ESMPU), a fim de prevenir que agentes do sistema de justiça atuem em prol de novos retrocessos constitucionais.
O Datena era aliado do Bozo até alguns dias atrás. A notícia é do UOL:
Em meio a crise hídrica e com risco de apagão, o apresentador José Luiz Datena fez críticas ao governo de Bolsonaro e comandou parte de seu programa, “Brasil Urgente”, na Band, às escuras para reclamar de aumentos na conta de energia, que podem chegar a mais de 50%. Datena é pré-candidato pelo PSL às eleições do ano que vem.
“Meu Deus do céu, meu Deus. Eu acho que apagou a luz aqui. Já piscou umas duas vezes. Tá acabando a energia do meu marcapasso. Realmente não estou passando bem, não. Será que é o aumento da energia?”, simulou o apresentador, que realizou uma angioplastia no ano passado. “Não dá para pagar mais de 50% de aumento de energia elétrica. 50% de aumento, pô. Não há coração que aguente”.
“O aumento já chegou. Agora vê se o aumento de emprego chega. Vê se aumento de auxílio emergencial chega. O Bolsonaro dizia que Paulo Guedes tem um grande coração. Deve ser igual o meu, com stend e prestes a pifar por falta de bateria”, completou.
A reclamação de Datena refere-se à criação de uma nova bandeira para a conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica, anunciada hoje pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). A taxa tem o valor de R$ 14,20 por 100 kWh, e será aplicada à conta de luz a partir desta quarta-feira (1). A bandeira ficará em vigor até 30 de abril de 2022.
O novo valor representa um aumento de 49,6% (ou R$ 4,71) em relação à atual bandeira vermelha patamar 2 (de R$ 9,49 por 100 kWh), que estava sendo aplicada à conta de luz. No final de junho, o valor da bandeira vermelha patamar 2 já havia subido 52%.