A TRIBUNA: APÓS APROVAÇÃO DO STF, RUMO LOGÍSTICA JÁ PODE INICIAR OBRAS NA FERROVIA, INCLUINDO PONTILHÃO EM JALES

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca o imbróglio com a merenda escolar da ETEC. Segundo matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, a interrupção no fornecimento de gêneros alimentícios revelou que, apesar de receber ajuda financeira do governo estadual para entregar merendas prontas, a Prefeitura entrega apenas alimentos “in natura” e deixa o preparo e a distribuição da merenda por conta da própria ETEC, que é obrigada a utilizar duas faxineiras para preparar a merenda. A notícia diz, ainda, que o Ministério Público de Jales deu cinco dias para a municipalidade enviar explicações.

Destaque, igualmente, para os questionamentos do vereador Chico do Cartório(MDB) sobre a paralisação das obras que estão sendo realizadas no Parque das Flores com parte do empréstimo de R$ 11 milhões. O vereador disse que recebe ligações todos os dias, com reclamações a respeito da paralisação dos serviços. A Prefeitura explicou que a paralisação se deve, em parte, ao fato de dois moradores não permitirem que as obras passem por seus terrenos. Um terceiro morador ofereceu seu terreno para passagem das galerias, mas, para isso, a Prefeitura terá que fazer modificações no projeto e firmar um aditamento contratual com a empresa para incluir as novas despesas. 

As eleições da ACIJ, que tiveram apenas uma chapa concorrendo, liderada pelo atual presidente Leandro Rocca de Lima; as reclamações de pais de alunos contra as péssimas condições em que se encontra a EMEI “Vera Lúcia Vilela”, no prédio da antiga Casa da Criança; as consequências nos cortes promovidos pelo governo Bolsonaro no Bolsa Família que, em Jales, eliminou quase a metade dos beneficiados pelo programa; o alerta da vigilância epidemiológica sobre os objetos que retém água nos cemitérios, transformando-se em criadouros do Aedes; e a atuação da Polícia Militar de Jales, que, em duas semanas, prendeu um mesmo meliante duas vezes, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, a informação de que o prefeito Flá Prandi está comemorando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que aprovou, por 7 a 2, a renovação da concessão da malha paulista da ferrovia à Rumo Logística. O assunto foi parar no STF por obra e graça da ex-procuradora-geral Raquel Dodge, que era contra a renovação. Agora, nada mais impede a Rumo de iniciar as obras que serão realizadas ao longo da ferrovia, o que inclui pelo menos um pontilhão em Jales. Na página de opinião, o professor Felipe Aquino escreve sobre as origens do carnaval e sua cristianização. No caderno social, destaque para a colorida coluna do Douglas Zílio e para a movimentada reinauguração da Dery Crys, loja especializada em moda íntima e sex shop.

4 comentários

  • DINHEIRO PARA O RALO.

    BOLSA FAMÍLIA:
    NÃO DEVERIA SER CORTADA METADE, DEVERIA SER “EXTINTA “, ISSO SÓ SERVE PARA QUEM ADMINISTRA, DIAS DESSES VI UMA REPORTAGEM QUE UMA FUNCIONÁRIA DA PREFEITURA ALÉM DE TODA A SUA FAMÍLIA CADASTRADA, SÓ ELA TINHA MAIS DE VINTE CARTÕES, E QUANTOS JÁ MORRERAM E “ALGUÉM ” AINDA CONTINUA RECEBENDO.
    PRÁ MIM, DINHEIRO JOGADO NO RALO.

  • O Chico está certo!

    É lamentável a paralisação das obras que estão sendo realizadas no Parque das Flores. O fato — de dois moradores não permitirem que as obras passem por seus terrenos — é incompetência da prefeitura.
    Com certeza, os engenheiros da prefeitura deveriam ter um autorização de passagem desses tubos, por escrito. Dizer agora que a Prefeitura terá que fazer modificações no projeto para passar pelo terceiro terreno e firmar um aditamento contratual com a empresa para incluir as novas despesas. Por isso, para a obra?
    Faltou capacidade dos engenheiros da prefeitura para resolver o problema rapidamente.
    Os questionamentos do vereador Chico do Cartório(MDB) sobre a paralisação das obras, estão corretos

  • Vereadores e o "eu nem sabia"

    Outra esperteza da prefeitura! Apesar de receber ajuda financeira do governo estadual, por meio de um convenio, para entregar merendas prontas. A Prefeitura terceirizou os serviços. Pois deixa o preparo e a distribuição da merenda por conta da própria ETEC, que é obrigada a utilizar duas faxineiras para preparar a merenda. A prefeitura pega a grana do estado e repassa os seus problemas para a escola. Fácil, não!
    Agora o Ministério Público de Jales quer saber como é isso. Os vereadores não sabiam disso?Ou faziam de conta que não sabiam? Eles foram na escola para se informar. Para limpar a barra deles.
    Nem tudo o que se passa na prefeitura. Eles sabem!

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