A TRIBUNA: PROMOTORIA PEDE CONDENAÇÃO DE ACUSADOS DE TENTAR FRAUDAR CONCURSO DA PREFEITURA

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca a ação civil pública ajuizada pelo promotor público Horival Marques de Freitas Júnior contra três pessoas que estão sendo acusadas de tentar fraudar o concurso público realizado pela Prefeitura de Jales no final de 2017. Segundo a matéria, um funcionário do Consirj – E.H.T.S.M., de 35 anos – “vendeu” uma vaga de enfermeira para uma colega de trabalho e uma vaga de farmacêutica para uma vendedora, por R$ 23 mil, cada. As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Jales, após denúncia anônima. A polícia descartou, por enquanto, a existência de fraude no concurso, que foi organizado e aplicado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM.

Matéria do repórter Alexandre Ribeiro destaca que os casos de violência contra mulheres cresceram em Jales no ano de 2018. A matéria traz uma retrospectiva dos casos que chocaram a cidade, como o do comerciante de Jales que sequestrou e agrediu uma professora de Santa Fé do Sul. Para a titular da Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – a delegada Maria Letícia Camargo Negrelli, o crescimento no número de registros pode estar relacionado com o aumento dos casos, mas pode também ser um reflexo da maior conscientização das vítimas, que agora sabem que podem procurar a Delegacia e denunciar os agressores.

A condenação do ex-prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza, que terá de devolver R$ 150 mil à Prefeitura da cidade; o caso de um ex-presidiário que achacou um comerciante local, escrevendo um bilhete anônimo com pedido de R$ 3 mil e ameaças caso não fosse atendido; as estatísticas da polícia que mostram evolução no combate ao tráfico de drogas em Jales e região; os valores cobrados pela Zona Azul em Fernandópolis, que são quase o dobro dos preços cobrados em Jales; e a aprovação do projeto de lei da deputada Analice Fernandes(PSDB), que estabelece jornada semanal de 30 horas para os profissionais de enfermagem, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, detalhes sobre a atuação do Ministério Público Federal no caso da unidade de saúde de Dolcinópolis, que começou a ser construída em 2013 e ainda não foi concluída. Na página de opinião, o artigo do Valmor Bolan trata da tragédia ocorrida em Campinas, onde um maluco matou cinco pessoas dentro de uma igreja, enquanto a crônica do Hélio Consolaro traz uma reflexão sobre o Oiti, uma árvore que solta folhas o ano inteiro, mas nunca fica pelada. E no caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio e para o sucesso da digital influencer jalesense Mariana Saad, que ganhou o Brasil e o mundo.     

5 comentários

  • Jales ou Grinvila?

    Gostaria de saber qual é o suposto vereador que pode estar envolvido no caso do CONSIRJ, você sabe quem pode ser Cardosinho?

  • Pachequete

    Qual é o motivo da condenação do Saracuzza?

    • Ele abriu duas licitações na modalidade “convite” no mesmo dia para comprar produtos para um mesmo setor, o da saúde. O Ministério Público e a Justiça entenderam que, em função do valor da aquisição, ele deveria ter aberto apenas uma licitação, na modalidade “tomada de preços”. Quando a Prefeitura abre uma licitação na modalidade “convite” não precisa divulgar na imprensa oficial, o que permite ao prefeito convidar quem ele quiser. Já na modalidade “tomada de preços”, a divulgação no diário oficial e em jornais locais e regionais é obrigatória, o que permite a participação de qualquer empresa e não apenas as convidadas. Todas as compras que ultrapassem R$ 80 mil e sejam menores que R$ 150 mil devem ser feitas através de “tomada de preços”. O prefeito de Urânia dividiu a compra e fez dois convites de pouco mais de R$ 70 mil cada um.

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