A TRIBUNA: SEM FISCALIZAÇÃO, VENDEDORES CLANDESTINOS INVADEM A CIDADE NOS FINAIS DE SEMANA

capa tribuna 14.02.16No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca campanha iniciada na internet, na qual os contribuintes estão protestando contra os buracos que enfeitam as ruas da cidade. A campanha consiste em tirar fotos do carnê do IPTU – tendo ao fundo ruas ou avenidas esburacadas – e postá-las na internet. Segundo a reportagem, uma das primeiras fotos alcançou, em poucas horas, quase 250 curtidas e 94 compartilhamentos.

Destaque, também, para o relatório final da chamada CEI da Merenda Escolar, que investigou supostos malfeitos no fornecimento da alimentação escolar durante o governo Nice Mistilides. O relatório será lido na sessão da Câmara, marcada para amanhã, mas, em entrevista coletiva, os vereadores que integram a Comissão – Gilbertão(DEM), Júnior Rodrigues(PSB) e Luís Rosalino(PT) – já adiantaram alguns pontos. A investigação aponta irregularidades na licitação e prejuízos de R$ 770 mil.

A invasão de vendedores clandestinos, que contam com a falta de fiscalização da Prefeitura para expor e vender seus produtos durante os finais de semana; os acidentes que mataram três pessoas durante o carnaval de Santa Fé do Sul; a parceria da Unijales com um grupo de estudos, visando retomar o crescimento da instituição; e o livro escrito por um jornalista, que conta a história de superação de sua falecida mãe, são outros assuntos desta edição de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, os números atualizados da dengue em Jales e os riscos que os moradores estão correndo. Na página de opinião, o enigmático Marco Antônio Poletto escreve sobre o “ostracismo pós-poder” que atinge falsos líderes, enquanto o Victor Pereira escreve sobre o jogador Paulo Henrique Ganso, do São Paulo. No caderno social, os melhores flashes dos carnavais de Votuporanga e Santa Fé do Sul, além da disputadíssima coluna do Douglas Zílio, recheada de mulheres esfuziantes.  

5 comentários

  • Onde que está a clandestinidade? Podemos nos referir a eles como vendedores informais, isso sim. Mas clandestinos não, tem que pesquisar no dicionário o significado de clandestino, por que isso eles não são. Muito pelo contrário, eles estão fazendo um trabalho legítimo para sustento de seus.

  • Anônimo

    cardosinho, sabe me falar para onde vão os dinheiros pagos no iptu e ipva em nossa cidade???

  • Anônimo

    Sobreviver sem ser importunados esses vendedores não podem não. mas os munícipes pagarem essa sobrecarga de impostos e não terem nem rua para transitar pode. A prefeitura tem que fiscalizar sim, mas o estado das ruas dessa cidade, essa vergonha que ainda gera mais prejuízos para todos que religiosamente todos os anos recebem a conta do iptu e ipva.

  • jales

    são clandestinos sim, não paga imposto são clandestino, é injusto uma pessoa que paga aluguel paga imposto e vem uma pessoa dessa de fora e não paga nada, o certo é o cidadão ter consciência e não comprar ai nunca mais eles veem

  • Anônimo

    Na época do Parini, a Prefeitura tinha um secretário pulso firme e competente.
    Rubens Chaparim orgaizava a fiscalizao, regulamentou leis e colocou estes ambulantes que fazem concorrência desleal com os comerciantes de Jales para correr.
    Saudades da administração Parini.
    A Nice era uma irresponsável e o Pedro Calado é educado bonzinho mas administrativamente é fraco!
    Servidor faz pressão ameaça denuncia-lo ao MP, ganha cargo de Chefe de Gabinete (Planejamento e Saúde).
    Dr. Pedro Nunca mais!!!

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