AGREDIDO, EX-PREFEITO RATO ESTÁ NA SANTA CASA COM PERNA FRATURADA

O “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, a obra pré-modernista de Lima Barreto, parece uma historinha infantil perto das desventuras do nosso ex-prefeito Antonio Sanches Cardoso, o Rato. Fontes confiáveis confirmaram, hoje, o que já se sabia desde ontem: Rato, segundo essas fontes, foi internado na Santa Casa de Jales, depois de uma briga de rua.

De acordo com as informações que me chegaram, ele teria sido vítima de uma agressão, na madrugada de sexta-feira, em um posto de combustíveis de Jales. Não se sabe os motivos da agressão. Sabe-se, porém, que, em consequência do entrevero, o ex-prefeito teria sofrido uma fratura em uma das pernas e deverá passar por cirurgia na segunda-feira.

8 comentários

  • anonimo

    FICO TRISTE COM ESTA NOTÍCIA, FOI COMPANHEIRO DE FUTEBOL TEMPOS ATRAS; HOJE MORANDO NUM FUNDO DE QUINTAL NO JARDIM AMERICA, SEM AMIGOS,PARENTES , FINAL TRISTE. PERGUNTAR NÃO OFENDE; ONDE ANDA “VELHOS COMPANHEIROS”?NÃO PRECISA RESPONDER, MAMAMDO NOUTRAS “TETAS”.

  • Anônimo

    Concordo plenamente com vc caro anonimo, não morro de amores pelo Rato mas acho uma sacanagem a condição em que ele se encontra, onde estão os familiares e os pseudos amigos????

  • CHIQUITO

    TAMBÉM FICO TRISTE COM A NOTÍCIA.
    COMO FICARÁ O ATUAL QUE ABANDONOU OS COMPANHEIROS?

  • Anônimo

    Eu tb!!!!!!

  • TARO DAS BRUXAS

    TEM UM QUE QUANDO SAIR VAI FICAR AINDA PIOR,

    SENDO RECEPCIONADO PELA JUSTIÇA.

    OS ANTIGOS AMIGOS VIRARAM SEUS INIMIGOS, E OS

    ATUAIS APENAS AMIGOS DE PODER.

    ASSIM É PREÇO DA VIDA, COM FERRO VOCÊ FERE, MAS

    É COM O FERRO QUE SERA FERIDO.

    ISTO É CONTAS A PAGAR, VOCÊ SE ESQUECE SEU TRATAMENTO

    COM OS FUNCIONÁRIOS, 4 ANOS SEM DAR AUMENTOS, E

    NÃO SE ESQUEÇA DAS PERSEGUIÇÕES.

  • Anônimo

    …………………………………..

    • Anônimo

      do livro Escuta, Zé ninguém- Wilhelm Reich

      Porque o homem realmente maior pensa cautelosamente,
      mas quando se apropria de uma ideia, pensa a longo prazo. E és tu,
      Zé Ninguém, que fazes do grande homem um paria quando o seu
      pensamento correto e duradouro enfrenta a mesquinhez e a
      precariedade das tuas convicções. És tu que o condenas à solidão,
      não à solidão que gera grandes obras, mas à solidão do temor da
      incompreensão e do ódio. Porque tu és “o povo”, a “opinião
      pública” e a “consciência social”. Já alguma vez pensaste na
      responsabilidade gigantesca que estes atributos te conferem, Zé
      Ninguém? Já alguma vez perguntaste a ti próprio se pensas
      corretamente, quer do ponto de vista da trajetória social onde estás
      inserido, quer da natureza, quer até do acordo com os atos
      humanos de uma figura como, por exemplo, a do Cristo? Não, Zé
      Ninguém, nunca te inquietaste com a possibilidade do que pensas
      estar errado, mas sim com o que iria pensar o teu vizinho ou com o
      preço possível da tua honestidade. Foram estas as únicas questões
      que puseste a ti próprio.
      —————————————————————–

  • leitora

    Porque tu és “o povo”, a “opinião
    pública” e a “consciência social”.

    falaste bem anônimo- qual é o preço desta moralidade?
    desta consciência e deste julgamento?
    quem são os que julgam?
    com quantos pesos e medidas o fazem?
    como procedem?
    serão humanos?
    terão família? Serão perfeitos?
    serão deuses investidos em sapiência humana?
    ———————————–
    quem sabe do sofrimento de cada um?
    quem tem moral para julgar os outros?
    Atire a primeira pedra.
    ————————————–

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