DEPOIMENTO DE HENRIQUE PRATA À JUSTIÇA DE JALES DUROU CERCA DE DUAS HORAS

Henrique Prata e RogerO diretor do Hospital de Câncer, Henrique Prata, foi uma das testemunhas ouvidas ontem pelo juiz da 5ª Vara, Adílson Vagner Ballotti, durante audiência sobre o caso dos três ex-funcionários processados por estelionato e formação de quadrilha, por conta de supostas fraudes praticadas contra o hospital.

O depoimento de Prata – que respondeu a questionamentos do juiz, do promotor e de cinco advogados que atuam na defesa dos réus – durou cerca de duas horas. O diretor do HC reiterou que não tinha conhecimento dos pagamentos, supostamente superfaturados, realizados pela unidade de Jales. Depois de Prata, o depoimento mais demorado foi o do delegado da PF, Cristiano Pádua da Silva.

Outras oito ou nove testemunhas arroladas pelo Ministério Público também foram ouvidas, mas, quando o juiz resolveu suspender a audiência, por volta das 22:00 horas, ainda faltava ouvir algumas testemunhas de acusação e também as testemunhas de defesa, além dos réus.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 31 de março, uma sexta-feira, quando – supõe-se – serão ouvidos os depoimentos restantes. As defesas de dois acusados aproveitaram a audiência para solicitar, mais uma vez, a liberdade provisória dos seus clientes, sob o argumento de que eles já não oferecem riscos ao andamento do processo. O pedido foi, no entanto, negado novamente pelo juiz Ballotti. 

2 comentários

  • Prata e Lula : eu não sabia!

    Parece que o juiz não acredita que o dono do hospital não sabia dos pagamentos superfaturados realizados pelos 3 funcionarios de Jales.
    Até seria um plano diabólico, aumentar as despesas do hospital, e desviar o dinheiro para sua conta corrente e para isso, beneficiar esses funcionarios.
    Diria, nos jornais que o hospital dá prejuizo para pedir mais doações à sociedade e governo.
    Sinceramente, não acredito

  • BALAO

    P.F vamos investigar todas unidades, inclusive a MATRIZ Barretos.

    Se ha fumaça a fogo!

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