DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

Na edição digital do jornal Folha Noroeste deste sábado, o principal destaque é a recomendação do Ministério Público Federal(MPF) para que os Correios implantem a entrega de correspondências e encomendas em três bairros de Jales – Vila Mariana, Jardim Tropical e Monte Líbano – que ainda não são atendidos pelo empresa. Segundo o MPF, os moradores dos três bairros ainda estão sem o serviço de entrega dos Correios e são obrigados a se deslocar até a agência da estatal para recolher cartas e pacotes. A recomendação diz que os três bairros, apesar de novos, já atendem às normas dos Correios, segundo as quais a empresa deve realizar entregas sempre que as ruas e os imóveis estiverem identificados corretamente. O MPF pede que os Correios iniciem o serviço em até 60 dias.

O jornal está destacando, também, os dados divulgados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que mostram que a prefeitura de Olímpia investiu R$ 511,30 em recursos próprios por habitante na área de saúde, durante o ano de 2017. O valor é bem superior ao investimento médio dos municípios brasileiros do mesmo porte, calculado em R$ 329,14. Os dados mostram, ainda, que naquele mesmo ano, Jales investiu uma média de R$ 418,50 por habitante, ficando à frente apenas de Mirassol (R$ 388,43), entre as principais cidades da região, e atrás de Barretos (R$ 522,88), São José do Rio Preto (R$ 486,75), Catanduva (R$ 476,32), Votuporanga (R$ 466,27) e Fernandópolis (R$ 438,65).

Na coluna FolhaGeral, o irrequieto redator-chefe Roberto Carvalho analisou a destacada participação do Bozo no Fórum Econômico Mundial de Davos e concluiu que “houve aspectos positivos nas falas públicas e nos encontros privados de Bolsonaro”. Quanto aos problemas locais, o colunista reclama que o governo do prefeito Flá Prandi não emitiu nenhuma nota sobre a medida do governador João Dória, que cancelou a transferência dos recursos (R$ 595 mil) do programa MIT para Jales. Segundo Roberto, “continua prevalecendo na gestão pública municipal de Jales aquela máxima do ex-ministro Rubens Ricúpero, segundo a qual, o que é bom a gente divulga e o que é ruim a gente esconde“.

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