DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, a principal manchete destaca que prefeitos de várias cidades das regiões de governo de Jales e Fernandópolis enviaram ao prefeito Flá Prandi – conforme combinado em reunião na Câmara Municipal de Jales – documentos com sugestões para o enfrentamento conjunto da covid-19. Na segunda-feira (29/6), os prefeitos Flávio Prandi, de Jales, e Ademir Maschio, de Santa Fé do Sul, o secretário municipal de Saúde de Fernandópolis Ivan Veronesi e o médico Infectologista Maurício Favaleça se reuniram no plenário do legislativo jalesense com representantes de 21 cidades e autoridades para debater sobre medidas restritivas de prevenção e controle da doença. 

Entre as sugestões enviadas, destacam-se o uso obrigatório de máscara de proteção facial como condição obrigatória de ingresso e frequência eventual nos estabelecimentos em geral; rigorosa fiscalização pela Vigilância Sanitária e Polícia Militar, mediante ação em festas realizadas em chácaras, bares, ranchos, pousadas, etc; controle e fiscalização dos veículos de transportes coletivos; intensificação do monitoramento de todos os casos positivos, suspeitos e contatos para evitar o agravamento e necessidade de internação; e a criação do Disque-Denúncia para registro de ocorrências, com o objetivo de a população ajudar na fiscalização de aglomerações e descumprimento dos Decretos Estaduais.

Na coluna FolhaGeral, o denodado redator-chefe Roberto Carvalho está informando o número de óbitos ocorridos em cidades da região, por conta da covid-19. Surpreendentemente, a liderança é de Estrela D’Oeste, com 09 óbitos, seguida por Fernandópolis(08), Urânia(06), Jales(05), Pontalinda(04) e Santa Fé do Sul(03). O colunista diz que “o que assusta são as pequenas cidades com números relativos altos de casos de doença e mortes” e comenta que, de cada 100 pessoas infectadas apenas uma vai a óbito, sendo que 90% dos infectados pelo coronavírus apresentam sintomas como febre, tosse, dor de cabeça, alteração no olfato e no paladar. Ainda segundo o Roberto, “20% dos brasileiros mais pobres têm o dobro da infecção dos 20% mais ricos”. 

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