JALES ABRIU 350 NOVOS EMPREGOS NOS PRIMEIROS QUATRO MESES DE 2017

carteiras de trabalho2Jales é mesmo uma cidade curiosa. Nos tempos em que o Brasil vivia o pleno emprego – com Lula na presidência – Jales, com Parini prefeito, andou obtendo resultados pífios na geração de empregos com carteira assinada.

Agora, com o desemprego batendo recordes, Jales consegue – no primeiro quadrimestre de 2017 – o melhor resultado dos últimos nove anos. Nos primeiros quatro meses do ano, a cidade produziu 350 novos empregos formais, saldo que, desde 2003, quando o Ministério do Trabalho começou a fazer esse tipo de levantamento, só foi superado pelos resultados obtidos nos primeiros quadrimestres de 2005 (+493) e 2007 (+421).

Nem tudo, porém, é positivo. A má notícia é que o setor de Comércio – que, em Jales, foi o principal responsável pela geração de novos empregos nos últimos anos – vem fechando muitos postos de trabalho. De janeiro a abril, perdemos 88 empregos no Comércio. A salvação vem sendo a Agropecuária, que, nesse mesmo período, abriu 404 novos empregos.

Na região, o primeiro quadrimestre de 2017 produziu 800 novos empregos em Votuporanga e 246 em Fernandópolis. Em Santa Fé do Sul, foram fechados 643 empregos de janeiro a abril deste ano. 

5 comentários

  • Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha
    Joesley Batista e o seu irmão Wesley confirmaram a Fachin o que falaram a PGR

    POR LAURO JARDIM 17/05/2017 19:30 / atualizado 17/05/2017 20:03

    Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio Cunha – Ailton de Freitas / Agência O Globo
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    Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio Cunha
    Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha 17/05/2017 19:30
    RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

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    É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

    Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).
    Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.
    Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.
    Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.
    Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.
    A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?
    Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.
    Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.
    Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)

  • Bolso

    E vem mais por ai! O Supermercado Bom Retiro ainda nem abriu e quando abrir vai gerar mais de 150 empregos! Jales está crescendo meus amigos

  • mil meu com mil teu

    E O CARA DA GROBOSTA ALEXANDRE GARCIA que a antena tem coragem de pagar por mes, vai ter assunto para falar? certamento ele vai falar do LULA, o resto nao importa.

  • Observador

    O empresário Edmilson ajudou com quantos.

  • muito lento

    como nosso vereador tupete aliado ao prefeito diz fla esta muito lento, acho que jales cresce com suas pernas propria, mas a tal empresa do cabide cade??? ate agora nenhuma empresa importante para jales, Flá vamos trabalhar ate agora nada nada nada

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