JORNAL DE JALES: ANALICE FERNANDES NÃO VAI PRESSIONAR CALLADO A DISPUTAR REELEIÇÃO

capa JJ 06.03.16O Jornal de Jales deste domingo destaca texto do professor Sedeval Nardoque, em que ele contesta a cobrança do laudêmio em Jales. O professor Nardoque pesquisou o assunto em profundidade, uma vez que o laudêmio foi um dos temas de sua tese de doutorado na Unesp. Ele aponta irregularidades na instituição do laudêmio em Jales e aponta que a ilegalidade do imposto que é pago à família do fundador “resultou das posses duvidosas e eivadas de vício na origem, feitas por Euphly Jalles.

O bloqueio dos bens das ex-prefeita Nice Mistilides e de quatro dos seus ex-assessores também foi destaque no JJ. Eles teriam causado um prejuízo de R$ 424,6 mil aos cofres da Casa da Criança, ao envolver a entidade na realização da Exposhow Uva e Mel, em setembro de 2013. O promotor Horival Marques de Freitas Júnior solicitou o bloqueio dos bens para ressarcimento dos prejuízos e teve seu pedido acatado pelo juiz Adílson Vagner Ballotti, em liminar concedida no dia 15 de fevereiro.

Os critérios que o presidente da Facip 2016, Osvaldo Costa Júnior, o Bexiga, utilizou para escolher os shows da festa; as recomendações do Ministério Público Federal a 12 prefeituras da região sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti; as histórias de algumas mulheres que batalham o pão nosso de cada dia em profissões que eram exclusivas dos homens; e o balanço das atividades do Juizado Especial Cível de Jales, que movimentou mais de R$ 22 milhões em 2015, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que a deputada Analice Fernandes(PSDB), que foi responsável pela candidatura de Pedro Callado como vice da ex-prefeita Nice Mistilides,  não pretende pressionar o atual prefeito a disputar a reeleição. Segundo o colunista, Analice considera que seria um desrespeito qualquer eventual pressão sobre Callado para obriga-lo a ser candidato na marra.  

1 comentário

  • Anônimo

    O professor Nardoque está prestando um excelente serviço de utilidade pública. É surreal esse pagamento eterno de uma dívida que nunca chega ao fim. Essa ilegalidade não pode ser perpetuada e o Professor está de parabéns pela iniciativa.

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