JORNAL DE JALES: RATO PODERIA TER SIDO DEPUTADO, MAS PREFERIU CONTINUAR PREFEITO

IMG_0167Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo que destaca o balanço das atividades desenvolvidas pelos vereadores no primeiro semestre do ano. Segundo os próprios vereadores, uma de suas maiores preocupações foi a busca de recursos junto a deputados federais e estaduais para obras e serviços no município. Ainda na seara das grandes realizações, eles mencionaram, também, os pedidos feitos junto ao governo estadual visando o aumento do efetivo da Polícia Civil e a nomeação de um médico legista e um auxiliar de necropsia para exercerem as atividades em Jales. Pedidos que, por enquanto, ainda não foram atendidos.

O JJ está destacando, igualmente, a performance do jalesense Marcos Silvério – que, nos tempos de rádio era conhecido por Marquinhos Adrenalina – como palestrante. Segundo a matéria, Marquinhos concorreu com outros 800 profissionais e acabou sendo um dos cinco selecionados para mostrar seus conhecimentos no evento “Negócios de Palestras 2017”, organizado pelo escritor e palestrante Roberto Shinyashiki e realizado em São Paulo, no início do mês. Marquinhos concedeu entrevista ao jornal para falar da experiência.

O adeus da população ao ex-prefeito Rato; o desafio de basquete marcado para este domingo no Ginásio de Esportes; a inauguração, em Jales, da Casa de Apoio da Igreja Presbiteriana para pacientes com câncer; a aprovação do projeto do prefeito Flá para criação de 16 novos cargos de confiança; o ataque cibernético que atingiu unidades do Hospital de Câncer; e a homenagem da Assembleia Legislativa ao delegado Higor Vinícius Jorge, de Santa Fé do Sul, são outros assuntos do JJ

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior escreve sobre a trajetória política do ex-prefeito Antônio Sanches Cardoso, o Rato, falecido na terça-feira, 27. O colunista lembra que, segundo analistas políticos locais, Rato foi o maior fenômeno eleitoral dos últimos 20 anos, em Jales. Segundo Deonel, o ex-prefeito poderia ter alçado voos maiores, caso tivesse aceitado, em 1998, um convite do seu partido – o PMN – para ser candidato a deputado estadual. Nos cálculos dos dirigentes do PMN, Rato seria eleito deputado se repetisse a votação – mais de 16.000 votos – que alcançara dois anos antes(1996), nas eleições para prefeito.

3 comentários

  • ANONIMO

    E INFELISMENTE ELE NUM QUIZ DEIXAR A BURGUESIA A FAZER TAO FALADA CANDIDATURA UNICA
    SO PORQUE OS ELEITORES TAVAM VOTANDO NELE ANTES DAS ELEIÇOES
    EM 1998 ELE SE VINGOU DOS P.Tranq… e ROMPEU COM A COLIGAÇAO DEIXANDO O VICE SEM SENTA
    NA CADEIRA DE PREFEITO SO FOI SENTA 6 ANOS +is TARDE POR 8 ANOS(Espero num ser o único a se
    reeleito)

    dizem que o NOBRE LIDER/ESTADISTA ANTONIO S. CARDOSO””RATO”” NUM FOI ELEITO PORQUE TRAIU
    OS PROPRIO COLEGAS FUNCIONARIO DA P.M .J DIZENDO QUE NUM PRECISAVA MAIS DOS VOTOS DELES??

  • HUMILDE OPINIAO(timido)... ... ...

    SE ELE TIVESSE SIDO VICE DO P.L.P(O CANDIDATO QUE JUNTO COM O SAUDOSO PRESIDENTE DO P.F.L CUJO ERA O PARTIDO QUE ACOLHEU E APOIO APOS OS P.Tranq EXPULSA APOS SER ELEITO VEREADOR EM 1988 quem sabe o P.L.P TERIA SIDO O ULTIMO PREFEITO DO SEC 20 E O PRIMEIRO PREFEITO DO SEC21
    E O NOSSO LIDER/ESTADISTA TERIA REALMENTE SIDO UM DEP FEDERAL… … ..

  • Maria Ap. Sanches Cardoso

    Prezado Cardosinho: Deonel Rosa Júnior foi extremamente generoso e ético ao escrever acerca da trajetória política do nosso irmão, Antônio Sanches Cardoso. Neste momento difícil para nossa família, manifestações deste nível são exemplares, demonstram profissionalismo e apreço pelas pessoas. Neste sentido, o caráter humanitário da manifestação nos tornam imensamente agradecidos e sensibilizados. Outrossim, acrescentamos que os comentários acima carecem de análise e reflexão: quem são as pessoas que se escondem no anonimato? Ignoram características de caráter? São satisfeitos consigo? Apoiados em intrigas e maledicências serão capazes de enxergar a si próprios? Para nós, neste momento, são pessoas de comportamentos inadequados e desnecessários. Obrigada.

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