JORNAL DE JALES: SIMPÓSIO REALIZADO EM JALES, NO ANO PASSADO, JÁ QUESTIONAVA MÉTODOS DA LAVA JATO

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, que está destacando a confraternização de antigos alunos do Centro Específico de Formação e Aprimoramento do Magistério (CEFAM), em comemoração aos 25 anos de conclusão do curso. O CEFAM foi considerado pelos especialistas como o mais revolucionário projeto pedagógico da história da educação paulista entre os anos 80 e 90. Professores, autoridades educacionais e convidados marcaram presença no encontro em que colocaram o papo em dia e relembraram a importância do CEFAM como instrumento de formação de futuros docentes.

Destaque, também, para entrevista da jovem Ana Eduarda Bazzo Pupim, filha de tradicional família jalesense e graduada em História pela Universidade Estadual de Maringá em 2018. Ana Eduarda resolveu transformar sua formação acadêmica em alavanca para contar a história de sua família. O resultado foi o livro “Memórias da família Bazzo Pupim”, com 170 páginas, baseado em depoimentos colhidos ao longo de dois anos. Ela não encerrou sua carreira de estudante com o curso de História e, atualmente, faz Direito na Unicesumar. Ana Eduarda já morou um ano na Suíça, fez curso de Inglês na Universidade de Limerick, na Irlanda, além de uma série de cursos de extensão referentes à graduação que vai concluir em 2021.

A suspensão das atividades do Teatro Municipal, por falta de segurança; a inauguração da agência do Sicredi em Jales; o aumento da adesão ao aplicativo da nova Zona Azul, que, após nove meses de implantação, já alcança 15% dos usuários do sistema de estacionamento rotativo; a iniciativa do poeta Newton César Thiago, que está doando o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros para o Hospital de Amor; e o início das atividades do Via Mobb, o primeiro aplicativo de mobilidade urbana de Jales, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que o Simpósio “30 anos de Constituição – Combate à Corrupção”, realizado em agosto do ano passado, por iniciativa do Ministério Público Federal em Jales, teria antecipado, de certa forma, os questionamentos a que está sendo submetida a Operação Lava Jato, por força dos diálogos divulgados pelo site The Intercept Brasil. Na ocasião, o advogado Guilherme Batocchio já insinuava que havia pressão disfarçada dos procuradores para obrigar os réus presos – e os que estavam em vias de serem presos – a fazerem delações premiadas.

1 comentário

  • Os fins justificam os meios

    No mundo inteiro, as policias fazem pressão e até torturam para obrigar os réus presos – e os que estavam em vias de serem presos – a fazerem delações. Quando isso acontece com os presos “pé rapados”, ninguem reclama. No caso da Lava Jato que envolveu bilhões, os petistas defendem a sua quadrilha!
    Se os partidos e seus políticos combinavam como roubar o Brasil, porque os “mocinhos da justiça” não podem combinar como prender os bandidos?
    A sociedade até admite transgressão de normas legais desde que seja para punir corruptos e criminosos de qualquer partido como foi o caso da Lava Jato. Os fins justificam os meios. O que a sociedade não tolera mais é a impunidade daqueles que saquearam os cofres públicos.

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