JORNAL DE JALES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONFIRMA QUE “DÍVIDA DA MINERVA” ESTÁ PAGA

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete trata da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, confirmando que o débito com o Espólio de Euphly Jalles – também conhecido como “a dívida da Minerva” – já foi totalmente pago. Os advogados da família do fundador pleiteava uma mudança no cálculo da correção da dívida, que resultaria em um novo débito de quase R$ 8 milhões para a Prefeitura pagar. A decisão do TJ-SP foi dada a conhecer na quinta-feira, 13, e confirmou sentença o juiz da 2ª Vara de Jales, Alexandre  Kiataqui, que, em março deste ano, já tinha dito que a dívida estava liquidada,  rejeitando a pretensão dos advogados dos Jalles.

Destaque, igualmente, para entrevista do advogado jalesense Aislan Queiroga Trigo, que já foi presidente da subseção da OAB-Jales e agora foi eleito para o cargo de secretário-geral da OAB-SP. Na entrevista, Aislan diz que o fortalecimento das subseções da Ordem em todo o estado, bem como a implantação de um Portal da Transparência no órgão são algumas das prioridades da nova diretoria, que será comandada pelo presidente Caio Augusto Santos da Silva. Aislan disse, também, que a valorização da advocacia é o principal instrumento para aperfeiçoá-la em todo o país, o que, segundo ele, beneficiará não somente a classe dos advogados, mas toda a cidadania.

A final do campeonato municipal de futebol, que agitou o campo da Fepasa no domingo passado; a consolidação do Comboio como o melhor local para realização dos leilões do Hospital de Amor; o sucesso da jalesense Mariana Saad, influencer digital e empresária de beleza que conquistou o Brasil e o mundo; as atrações programadas pela Prefeitura e pela ACIJ para o comércio jalesense, que funcionará em horário especial a partir dessa segunda-feira; a volta do vereador Tiquinho à presidência da Câmara e a homenagem ao comerciante Pedro Laert Pupim, aprovada pelos vereadores, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta os 50 anos do Ato Institucional nº 5 (AI-5), completados na quinta-feira. Editado em 13 de dezembro de 1968, o AI-5 implicou em prisões indiscriminadas, torturas, cassações de mandatos, suspensão de direitos políticos, censura à imprensa, atentados com morte, fechamento do Congresso, etc.  Cerca de 500 filmes, 450 peças teatrais, 200 livros, 100 revistas, mais de 500 letras de música e até novelas foram censuradas pelo regime militar.  Deonel lembra que, em Jales o facão do AI-5 alcançou o ex-prefeito e deputado estadual Roberto Rollemberg, que foi cassado em 1969. Apesar de ter sido eleito pela Arena – o partido do regime – Rollemberg tinha fama de comunista.

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