JUSTIÇA HOMOLOGA ACORDO E SUSPENDE LEILÃO DA SEDE DA ADERJ

dsc02207-ed

O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, homologou acordo que suspendeu o leilão da sede da Aderj, para pagamento de dívidas. A entidade, que encerrou suas atividades há algum tempo, tem dívidas trabalhistas com ex-funcionários e com honorários advocatícios devidos a um advogado.

Além disso, a Aderj tem uma dívida de cerca de R$ 900 mil com o município. A dívida refere-se a valores pagos pela Prefeitura à Aderj, a título de taxa administrativa dos vários termos de parceria firmados entre as partes durante o governo Parini.

A Aderj foi responsável – entre 2005 e 2011, pela administração e fornecimento de funcionários para os programas de Saúde da Família e de Combate a Vetores. Para tanto, ela cobrava uma taxa administrativa julgada irregular pelo Tribunal de Contas, que determinou a devolução do dinheiro aos cofres públicos.  

No primeiro leilão, a sede da Aderj foi à praça pelo valor da avaliação, algo em torno de R$ 2,2 milhões, mas não apareceram interessados. No segundo leilão – esse que foi suspenso – o imóvel poderia ser vendido por, no mínimo, 60% do valor da avaliação, cerca de R$ 1,3 milhão.

O acordo, que envolveu a Prefeitura, a Aderj e o advogado credor, foi costurado pelo prefeito Pedro Callado e teve a participação do prefeito eleito, Flávio Prandi. Pelo acordo, um terreno anexo à sede será dividido em lotes e vendido. O valor arrecadado será utilizado para pagar as dívidas trabalhistas e os honorários do advogado.

Já o prédio da sede – esse da foto lá de cima – localizado no Jardim do Bosque, será transferido para o município, para pagamento dos R$ 900 mil devidos à Prefeitura. Segundo fontes do blog, o acordo foi bom para todo mundo.

O ex-presidente da Aderj (Associação dos Deficientes da Região de Jales), Anísio Martins Moreira Filho, o Anisinho, gostou do desfecho. Ele declarou ao blog que ficou feliz, pois, sendo transferida para a Prefeitura, ao invés de vendida a um particular, a sede da entidade poderá continuar sendo útil à comunidade.

1 comentário

  • Edu

    Cadê a perseguição igual a que teve com a Casa da Criança? De advogados, promotor, etc…

    Raça de víboras e hipócritas! Como podem pedir que uma nação recolha suas pedras, enquanto permanecem armados até os dentes?! Nenhuma potência mundial que possui armas nucleares tem moral para exigir o desarmamento de outra nação. Se querem a paz, desarmem-se, dêem o exemplo primeiro!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *