ANGOLA PROÍBE PASTORES DE PEDIR DINHEIRO DURANTE CULTOS

Deu no DCM:

Angola está dando um exemplo de como lidar com a metástase das igrejas evangélicas e seus pastores picaretas e com ambições políticas.

Neste mês, aquelas que estiverem em situação irregular — pelo menos 1220 delas — podem ser fechadas. Apenas 81 estão legais.

Mais de 50% das denominações implantadas no país são estrangeiras, provenientes do Brasil, Congo, Nigéria e Senegal.

Os requisitos para abrir uma empresa religiosa passam primeiro pelo alcance de 100 mil assinaturas reconhecidas presencialmente em cartório, em 12 províncias, por membros maiores de idade.

Os ficam proibidos, entre outras coisas, de cobrar objetos, serviços ou dinheiro em troca de “promessas e bênçãos divinas”.

Se desobedecerem, lhes serão confiscadas as licenças e autorizações.

Em 2013, a Universal teve sua operação suspensa por dois meses no país após um acidente no estádio Cidadela Desportiva que deixou 13 mortos.

Em fevereiro, o bispo João Leite, responsável pelo braço angolano da companhia, foi desligado. Leite divulgou um vídeo em que confessava ter traído sua mulher.

O site Angola 24 Horas falou do novo decreto:

Os bispos, padres, pastores e diáconos passarão a ser obrigados a declarar os seus bens e a fazer prova dos mesmos no momento da sua tomada de posse e da instrução do processo de reconhecimento da respectiva confissão religiosa. (…)

Aos ministros de cultos de nacionalidade estrangeira, a lei obriga a fazer prova da existência de requisitos para a sua acreditação, entre os quais a formação em teologia, académica, experiência missionária e situação migratória regularizada antes da entrada no território nacional.

Para exercerem essa actividade, os “servos de Deus na terra” passarão a ser certificados e credenciados não só pelos órgãos da respectiva confissão ou comunidade religiosa, como por uma entidade pública competente. (…)

Para as igrejas se poderem manter, a lei permite que solicitem e recebam contribuições voluntárias dos fiéis, assim como beneficiem de doações de empresas públicas ou privadas nacionais e estrangeiras, ao abrigo da Lei do Mecenato.

À semelhança dos seus “caçadores de almas”, as igrejas passarão também a declarar os bens que recebem a título de doações, os quais devem estar registados, em conformidade com o estabelecido pela lei. 

2 comentários

  • O PT e os negócios em angola

    A então ditadura (e corrupta) angolana sempre grandes “negócios”, com o então presidente Lula para beneficiar PT e Odebrecht com dinheiro do BNDES quando os dois governos receberam propinas. Tudo em casa! kkkk
    A Operação Lava-Jato investigou se o PT recebeu propina da empreiteira GDK a partir de uma subsidiária em Angola, em 2009. Somente um dos contratos da empreiteira com a Petrobras envolveu R$ 115 milhões em março de 2013, O PT nega. O PT financiou 7 ditaduras sendo que Angola foi uma dela.
    Estima-se que as relações brasileiras com o país são também alvo de investigadores da Polícia Federal na Operação Lava Jato, uma vez US$ 50 milhões teriam sido doados por empresas brasileiras a campanhas no país.
    O valor, segundo apurou a Polícia Federal, teria sido pago a João Santana, marqueteiro do PT e do presidente angolano.
    Os negócios em Angola são tão bons que até as igrejas entraram por lá

  • Jales

    A REALIDADE DE LULA COM ANGOLA—-isso é só para os analfabetos em politica externa:

    LULA E O CICLO DA COOPERAÇÃO MULTIDIMENSIONAL
    A presidência Lula, iniciada em 2003, abriu um novo capítulo nas relações Brasil lÁfrica,
    combinando uma nova visão sobre a ordem internacional com a transformação
    social interna. Já em seu discurso de posse, o novo presidente nomeou a África do Sul entre
    os grandes em desenvolvimento (China, Índia e Rússia) e destacou que o continente
    africano seria um vetor fundamental da política externa, que foi autodefinida como
    afirmativa e propositiva. Ao mesmo tempo em que o combate à pobreza adotava programas
    efetivos como o “Fome Zero”, as “políticas afirmativas” buscavam integrar os afrodescendentes
    aos avanços da sociedade brasileira. Uma das iniciativas, já de março de
    2003, foi o fomento do ingresso de negros nos quadros diplomáticos, através de bolsas para
    a preparação do concurso do Instituto Rio Branco.
    Três meses depois era lançado o Fórum de Dialogo Índia, Brasil e África do Sul
    (IBAS ou G-3), uma iniciativa sul-africana de cooperação Sul-Sul. Em seu primeiro
    mandato, o presidente Lula realizou quatro viagens à África: em novembro de 2003, visitou
    São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Namíbia e África do Sul; em junho de 2004,
    São Tomé e Príncipe, Gabão e Cabo Verde; em abril de 2005, Camarões, Nigéria, Gana,
    Guiné Bissau e Senegal; e em fevereiro de 2006, Argélia, Benin, Botswana e África do Sul.
    Dez novas embaixadas foram implantadas e o número de diplomatas no continente africano
    foi grandemente ampliado. Além de manter o apoio concreto aos processos de pacificação e
    Somente na África do Sul já existem quase 300 templos da Igreja Universal do Reino de Deus, onde
    pastores brasileiros conseguem até contar anedotas em zulu, mas o fenômeno é ainda mais intenso nos países
    de língua portuguesa.
    reconstrução, perdoou a dívida de vários países para com o Brasil, concedeu créditos e
    assistência em várias áreas.
    No campo educacional, o Programa PEC foi ampliado e estendido à área de pósgraduação,
    com bolsas brasileiras, e fomentada a cooperação no campo da pesquisa
    científica e intercâmbio de professores. Cursos estão sendo realizados na África e inúmeros
    seminários para conhecimento recíproco foram realizados nos dois lados do Atlântico.
    Dentre eles, cabe destacar a Conferência Internacional de Intelectuais Africanos e da
    Diáspora, realizado em Salvador, Bahia, em julho de 2006. Assim, a África tornou-se o
    mais importante laboratório da cooperação Sul-Sul, em meio ao incremento do comércio
    bilateral.
    Enquanto a oposição acusa o governo de “desperdiçar dinheiro com um continente
    sem futuro”, as empresas brasileiras ganham espaço, consolidando sua presença, sobretudo
    a Petrobrás. Se a penetração chinesa e, mais recentemente, indiana visa a objetivos
    econômicos, ainda que contribuindo para a construção de obras de infra-estrutura, e a
    recente presença norte-americana se preocupa com questões geopolíticas e de segurança, a
    cooperação com o Brasil, ao lado de inegáveis interesses materiais, traz elementos novos.
    Trata-se do combate à pobreza e às epidemias (especialmente do HIV-AIDS), a
    introdução e geração de tecnologias adaptadas aos problemas do Terceiro Mundo e a
    aliança ativa nos fóruns multilaterais em defesa de interesses comuns na busca do
    desenvolvimento e da construção de um sistema mundial multipolar e pacífico. O G-3 e o
    G-20 são dois exemplos que contribuíram para o fortalecimento da posição dos países
    africanos nas negociações da OMC. Coroando essa política, foi realizado, em Abuja,
    Nigéria, a I Cúpula África-América do Sul (AFRAS), em novembro de 2006, propiciando
    às duas regiões uma projeção internacional inédita, que muito contribui para o
    Renascimento Africano. Ao mesmo tempo, desenvolvem-se movimentos de consciência
    negra, realizam-se seminários, criam-se legislações contra a discriminação racial e centros
    de pesquisa especializados em países africanos.
    AÇÕES MAIS RECENTES DO GOVERNO LULA NA ÁFRICA
    Após décadas de estagnação, a economia africana começa a dar sinais de melhora
    considerável. Na última década, o continente tem vivenciado não apenas a aceleração
    constante do crescimento econômico, mas também tem acompanhado as novas
    oportunidades de comércio e investimentos. Os Estados africanos têm se empenhado na
    promoção do desenvolvimento econômico sustentado por ações políticas próprias: a União
    Africana (UA), a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), a
    Comunidade Econômica dos Estados da África Oriental (ECOWAS) e a Nova Aliança para
    o Desenvolvimento da África (NEPAD) são sinais claros da vontade de superar problemas
    históricos. E mais, as metas são definidas pelos próprios africanos, que assumem todas as
    dificuldades inerentes a projetos desse porte.
    Nesse contexto, para o Brasil é importante aproveitar o potencial da Comunidade
    dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Poucos países foram priorizados no Itamaraty
    como os integrantes da CPLP, que reúnem uma população de 240 milhões de pessoas em
    quatro dos cinco continentes. Portugal, Timor Leste, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé
    e Príncipe, Moçambique e Angola buscam na cooperação brasileira atingir as áreas de
    segurança, negócios, saúde e educação. Já no primeiro ano do governo Lula, São Tomé e
    Príncipe, Moçambique e Angola receberam a visita do Presidente brasileiro. Na ocasião,
    foram discutidas as possibilidades de investimentos em diversas áreas da indústria e do
    comércio.
    Foram negociadas fábricas de cimento e de remédio, construção de ferrovias, exploração de carvão, exportação de aparelhos celulares, montagem de ônibus e venda de máquinas de coletar lixo, entre outros. A estimativa do intercâmbio era a de mais de US$ 1 bilhão. Nesse contexto, o Brasil desenvolveu com os países da CPLP fortes programas de cooperação bilateral. Entre os mais significativos, estão a abertura de centros
    de ensino técnico brasileiros no Timor e em Angola e a disposição de urnas eletrônicas para
    o pleito de Guiné-Bissau, que acabou adiado por conta do golpe militar ocorrido no país. E
    ainda, foi acordado com Moçambique a instalação de uma fábrica de medicamentos antiretrovirais,
    trazendo grande entusiasmo aos integrantes da Comunidade.
    Importante ressaltar que o Brasil, na presidência da CPLP, desempenhou papel
    central nas gestões diplomáticas que contribuíram para a retomada da democracia em São
    Tomé e Príncipe. Foi estabelecida uma cooperação com a Agência Nacional do Petróleo
    para ajudar o país a desenvolver seu sistema de regulação e licitação da exploração do seu
    petróleo. As relações com Angola, parceiro tradicional em diversas áreas, foi ampliada.
    Com Moçambique, estreitaram-se laços comerciais e estabeleceu-se uma cooperação no
    setor agropecuário, entre outras áreas. Com todos os países da Comunidade, tratou-se de
    cooperação em programas na área de desenvolvimento agrário, do combate à AIDS e da
    luta contra a pobreza. Na passagem pela sede da CPLP, em Lisboa, o Presidente Lula
    destacou a responsabilidade especial da Comunidade em reverter a situação de miséria de
    alguns povos e a necessidade de mobilizar a Comunidade Internacional.
    A Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZoPaCAS) também apresenta ou apresentou grandes avanços entre os países Africanos e o Brasil.
    Esse textos é para os Imbecis da direita fascista, principalmente o que quer dar o fiofó para o Lula, na sede do PT.

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